domingo, 31 de agosto de 2008
alternativas ao SERT
Deixando claro que essas alternativas não remapeiam a injeção, apenas se limitam a interferir nos parametros que podem ser personalizados fazendo com que a injeção passe a trabalhar "amarrada" a esses parametros como se fosse um carburador, deixando de atender parte da situações atendidas pela injeção.
A primeira alternativa é o Race Fueller. O Race Fueller pode ser utilizado em várias motocicletas e é um equipamento que fica preso à moto interferindo com a injeção no tocante ao fluxo da marcha lenta, podendo aumentar ou diminuir conforme a ocorrência dos parametros setados nele.
A segunda alternativa existente, e bastante conhecida, é o Power Comand. Também fica preso na moto, e elimina uma série de sensores existentes na moto simulando respostas previamente configuradas que não vão representar a realidade encontrada no uso da moto, mas sim as situações testadas pelo fabricante. Tem sido bastante usado quando se troca o escapamento completo.
A terceira alternativa existente que também é bem conhecida é o Fuelpak da Vance & Hines. Essa alternativa também tem muitos adeptos em função de ser desenvolvida para os escapamentos V&H, opção de mais da metade dos Harleyros quando trocam escapamento. Também serve em várias motos, ficando preso na moto para enganar a injeção de acordo com os parametros configurados previamente. Grande vantagem desse equipamento são as configurações (chamadas de mapas pela V&H) desenvolvidas pelo fabricante.
Ainda conheço mais duas alternativas: o Cobra F1 e o Nightrider. O Cobra funciona como os sistemas citados acima e o Nightrider funciona enganando os sensores da injeção forçando-os a enviar mensagens diferentes à injeção e com isso enriquecendo a mistura.
Vale a pena experimentar essas alternativas? É questão pessoal e de custo, mas ao se fazer a opção por essas alternativas deve ser sempre lembrado que a injeção estará operando fora do esperado pelo seu projeto.
injeção
O carburador responde: "bem, eu posso suprir o motor com gasolina no mesmo tempo que ele precisar, em uma quantidade bem próxima do que ele vai precisar, dentro da maior parte das circunstâncias possíveis."
Já a injeção responde: " eu posso suprir o motor com gasolina no momento preciso que ele precise, com a quantidade exata e em todas as circunstâncias possíveis."
Esse "dialogo" mostra bem as vantagens da injeção em relação ao carburador embora a motivação das montadoras em utilizar a tecnologia da injeção eletrônica seja motivada não por isso, mas sim para poder atender programas de contenção de emissão de gases sem sacrificar os motores. Afinal é mais fácil desenvolver uma alternativa de alimentação do que um motor inteiro.
Com a adoção da injeção deixa de ser um transtorno fazer qualquer regulagem no sistema de alimentação de um motor. A grosso modo bastará um computador e uma interface de comunicação para ajustar o sistema de alimentação.
Em condições normais, os mapas utilizados pela injeção eletrônica atendem perfeitamente o projeto do motor, devendo ser atualizados ou "ressetados" conforme modificações de projeto.
A esse procedimento, que qualquer um pode fazer com um mínimo de experiência, dá-se o nome de remapear a injeção.
As motos injetadas vem presas a um mapa pré-determinado pelo fabricante. No nosso caso, o mapa usado pela HD amarra a moto para atender normas do Proconve e fazer funcionar as motos com a nossa gasolina alcoolizada.
A única forma de modificar isso é remapeando a injeção eletrônica. Esse remapeamento é uma troca de parametros e quem explica muito bem isso é o colunista da Moto on Line - Paulo Couto (www.motonline.com.br/colunistas/paulo-couto). A forma de fazer isso é o X do problema.
A Harley Davidson possui um tuner, interface para reprogramar a injeção, que fica associado à moto pela gravação do VIN na primeira vez que é usado. Esse dado não pode ser modificado, o que na prática acarreta o casamento do tuner com a moto. Desconfie de kits Screaming Eagle que andam a venda pela internet. Se ele tiver sido usado não existe modo de fazer ele funcionar em moto diferente (pelo menos até agora, vai que alguém decide hackear essa interface...).
Não existe outra maneira de acessar a central de injeção, e todos os demais sistemas vendidos atuam somente na regularização do fluxo de combustível em situações previamente configuradas transformando sua injeção em um carburador para efeitos práticos.
No caso do kit proprietário da HD, já existe uma série de mapas com parametros determinados pela divisão Screaming Eagle que facilitam muito o remapeamento da injeção.
Eu escolhi o kit da Harley Davidson. O EFI Race Tuner kit (part number 32107-01G) foi comprado, instalado, que na realidade é mera associação do Kit com o VIN da moto, e feito o remapeamento na loja da HD do Rio de Janeiro. Com a queda do dolar, os valores baixaram muito: quando comprei minha Fat Boy esse kit custava algo perto de R$ 3.000,00 e agora em Março de 2008 o "prejuízo" ficou em R$ 1560,00 (praticamente a metade).
Fiz minha escolha por procurar sempre manter a moto o mais original possível (existem milhares de acessórios que cabem nas HD´s e não são fabricados pela HD) e pelo fato de ter colocado ponteira e filtro de ar Screaming Eagle e dessa forma completei o kit de performance recomendado para a moto.
Quando coloquei as ponteiras e o filtro de ar já tive uma diferença muito grande no desempenho da moto, que passou a rodar mais solta mesmo sem ter feito a primeira revisão (na época a moto estava com 200 km rodados e a primeira revisão só se daria com 800 km). Com o remapeamento senti que passei a ter uma motocicleta mais forte, com o torque aparecendo em rotações mais baixas, mas com um pequeno sacrifício da velocidade final. Ainda tive um bônus, a moto passou a esquentar menos e dissipar o calor mais rapidamente quando em movimento. Com o mapa correto para ponteira, filtro e gasolina, a câmara de combustão passou a esquentar menos e com isso todo o motor passou a trabalhar mais frio. No engarrafamento ainda se sente muito calor sendo dissipado, mas na passagem pelo corredor o calor não incomoda mais.
Acho que ainda posso melhorar mais a injeção, pois a moto está tendo pequenas falhas quando trafega em giro baixo e estou esperando fazer mais alguns quilometros para regular novamente a injeção. Aliás já me disseram que isso acontece muito, pois a qualidade da nossa gasolina varia muito e somente depois de alguns quilometros é que se pode fazer uma avaliação melhor pelo estado das velas, podendo também ser uma falha no sistema de alimentação que funciona sob pressão (por exemplo: furo em uma mangueira, que acabou sendo a causa da falha nos giros baixos).
Vamos aguardar.... de toda a forma a moto melhorou bastante e já passa uma impressão de mais força no uso estradeiro e na comparação com os motores 96 ficou igual ou melhor.
Como toda HD é um lego, minha próxima brincadeira vai ser o estágio dois que transforma o motor 88 em 95 que, de acordo com o Paulo Couto, consegue render melhor do que os motores 96 que equipam as softail desde 2007.
modificações nas Harley - parte II
Quando é a sua primeira HD, você até diz que não, a moto tem de ser original, para que trocar escapamento.... mas não tem jeito. Você acaba trocando. E com a Fat nova do Fernando é lógico que não foi diferente, ainda mais com vários colegas, que mantinham escapamento original nas motos, trocando os escapamentos.
A troca do escapamento implica em algums problemas: se você troca ponteira para fazer um ronco mais "Harley Davison", qual escolher? Vai ter problemas de garantia? Precisa modificar a injeção? E se vai modificar a injeção por que não trocar todo o escapamento e não apenas a ponteira?
A escolha da ponteira é pessoal. Cada um prefere um som ou uma marca. Minhas ponteiras e da Silvana são Screaming Eagle II, que não são mais fabricadas por conta da ditadura do politicamente correto. As ponteiras comercializadas pela HD são as Screaming Eagle Street Legal, homologadas na Califórnia, que tem ruído muito próximo do ruído das ponteiras originais e pouco acrescentam em termos de performanca.
Vale então trocar pelas ponteiras V&H, mais famosas, ou adotar ponteiras nacionais de fabricação artesanal ou as de fabricação em linha de produção da AZ? Você decide. Todas são equivalentes em termos de som no escapamento e poucas (exceção às ponteiras SE e V&H) acrescentam algo em termos de performance.
Problemas de garantia? Se não for original HD, você vai se aborrecer com a garantia, sem falar nos sensores do sistema da injeção que serão desabilitados para que você não tenha mensagens de erro no seu painel. Mas como já disse antes: não existe meia garantia e se você estiver disposto a brigar pela garantia, provavelmente vai conseguir fazer valer seus direitos.
Aí vamos para a dúvida que ainda não conheci quem consiga resolver: precisa alterar a injeção para trocar ponteira? Falo por experiência. não precisa. A FX tem ponteira SEII, e só as ponteiras. Continua o filtro original, e como é um modelo mais antigo, usando motor 88, não tem sensores que controlem o fluxo de saída de gases. A moto anda muito bem usando o mapa original, inclusive é bastante econômica. A única alteração que fiz foi retirar a capa do filtro de ar.
Nas motos mais novas, os sensores de controle do fluxo de saída de gases precisam ser contornados, mas não por conta da injeção, mas sim por conta das mensagens de erro, portanto mexer na injeção é bobagem.
O mesmo não se aplica se você troca o cano inteiro, vai precisar sim mexer na injeção pois altera de forma significativa o funcionamento do motor e provavelmente o cano vai ter um mapa específico para o seu funcionamento.
modificações nas Harley
Um deles, comum a todos os novos proprietários de Fat Boy, é a ergonomia da moto. Com os novos aros e pneus, acrescidos ao banco mais alto que o do modelo anterior, a moto fica muito difícil para os não gigantes americanos, condição normal dos brasileiros.
Qualquer pessoa que olha para uma Harley Davidson percebe logo que a moto é pesada. Todos os comentários são do tipo: "essa moto deve ser confortável, mas não é muito pesada?". As pessoas se esquecem que a moto quando está andando não pesa nada, mas um dos problemas é na hora de parar a moto.
Mas esse problema não é exclusividade de uma moto pesada. Um amigo baixinho (mede 1,60m) vivia caindo com uma Honda XR 200, que é pouco melhor que uma bicicleta... leve, ágil, com uma arrancada possante, mas com uma altura do banco superior aos 85 cm. Ele desistiu da magrela, comprou uma Twister, e ainda reclamava que a moto era alta (altura do banco perto dos 80 cm). Esteve comigo em um café da manhã na loja da HD no Rio e sentou numa softail Deluxe (altura do banco de 62 cm) e se sentiu nas nuvens.
Como se explica que uma pessoa se sinta bem com uma moto de 300 kg e não se acomode em uma moto de 120 Kg? Problema de ergonomia, ou melhor, achar o tamanho certo para você. Se você consegue colocar os dois pés plantados no chão, com certeza o peso da moto não vai te incomodar. Tamanho do guidão e manetes também influencia bastante, assim como as pedaleiras.
No caso das Harley, é possível fazer quase tudo com elas para deixá-las com a sua cara, inclusive usar a ergonomia para deixá-las mais seguras. Vou exemplificar: Minha esposa tem 1,56 e pesa 50 Kg, andava de scooter, passou para uma 125 e dela para uma Virago 535 (todas motocicletas com rótulo de moto de mulher) e queria andar de HD. Na loja experimentava todo tipo de modelo (Fat Boy, Deluxe, Heritage, 883, 883 low) e já estava decidida a comprar uma 883 e modificar. Eu já disse antes que não gosto da 883 por motivos estéticos e acabei convencendo a ela que uma softail seria a melhor opção. Resultado: comprei uma softail FX usada e modifiquei ela para que ficasse com uma cara de chopper: rebaixei a moto na frente e atrás e a altura do banco (banco feito sob medida) ficou em menos de 60 cm. A moto tem uma ciclistica fantástica, anda muito bem e com o guidão V-bar que coloquei, a minha esposa consegue andar na moto com toda a segurança. Coloca os dois pés no chão, e esterça o guidão com facilidade por conta da alavanca maior que o guidão novo dá para ela. Onde a moto para todos ficam tentando entender o que aconteceu com a moto.
Na minha Fat Boy, eu não me achava em cima dela, no caso andando com ela. Coloquei um Raiser no guidão e a moto hoje é a coisa mais confortável que eu tenho depois da minha cama.
Estou inclusive estudando a troca do banco original por um banco Badlander (original Night Train) para melhorar ainda mais a dirigibilidade dela.
Outro exemplo é um colega de HOG, com mais de 60 anos, franzino e baixinho, que comprou uma Heritage classic (a Heritage mais completa, com wind shield, side bags e sissy bar) e sofre muito para manobrar e parar a moto. Depois que viu a minha FX modificada já se animou a modificar a Heritage dele. Ele quer andar de HD, mas apanha muito do modelo que ele escolheu... talvez a Deluxe tivesse sido uma escolha mais acertada, mas como dizem: gosto não se discute.
Resultado: baixou a traseira da moto e hoje está feliz com a moto.
No caso da Fat Boy, o problema não está apenas em parar a moto. Pilotar a moto é algo complicado. Do mesmo jeito que a Rocker, a Fat precisa ser modificada para uma pilotagem mais agradável, pelo menos para mim. As soluções que apontaram para o Fernando foram a troca do banco ou do guidão.
O banco original da Fat compõe um estilo, exatamente um estilo que atrai o comprador da Fat Boy e dificilmente um proprietário de Fat Boy vai trocar o banco, pelo menos logo no início de uso. Caso óbvio do Fernando, mas como já disse antes eu vou trocar meu banco para uso diário (levei dois anos para decidir isso) e o Roberto também já trocou.
Restou ao Fernando trocar o guidão, que lógico também compõe o estilo da moto, e do mesmo modo ninguém quer trocar. Colocar um Raiser para levantar o guidão é impossível pela adoção de um Raser diferente para os modelos a partir de 2007 (base retangular ao invés da base circular tradicional) para aguentar o novo diâmetro do guidão. Resta apenas adotar o guidão semi-ape que já está sendo desenvolvido para a Fat Boy (adotando o mesmo diâmetro do tubo) ou trocar todo o guidão e mesa.
Escolha difícil, mas parece que vai adotar o guidão semi-ape.
Portanto, se a sua HD não está te deixando ficar parado em cima dela ou não te deixa confortável para uma pilotagem mais segura, não desista do seu sonho de harleyro... incorpore o espírito de harleyro e modifique-a!
andar na chuva
"A velocidade deve ser compatível com a pista e uma forma de se orientar é usar os espelhos e verificar se os seus pneus estão deixando trilhas na pista molhada, no momento em que deixa de ver a sua trilha aumenta exponencialmente a possibilidade de aquaplanagem.
A mudança de pista molhada/seca costuma ser traiçoeira assim como a passagem em diferentes tipos de pista molhada, como exemplo o asfalto rugoso/liso presente em vários trechos da Dutra ou a passagem sobre as faixas pintadas e tampas metálicas. No pedágio deve ser aumentado o cuidado com a faixa entre os pneus dos automóveis porque além dos resíduos naturais que alguns carros antigos deixam (óleo e gasolina), a mistura deles com a água da chuva costuma ser um susto certo. Não custa nada você parar e colocar a moto no descanso para procurar o dinheiro para efetuar o pagamento, melhor demorar um pouco do que pagar mico de deixar a moto tombar na cabine do pedágio.
Água acumulada e poças de água são grandes esconderijos de buracos submersos e bocas de drenagem das vias, não custa evitar passar nelas. Além de manter as botas mais secas, é lógico.
Curvas e lombadas também costumam trazer alguns sustos porque não se sabe o que vai aparecer, portanto não custa entrar tracionando a moto e evitar freadas bruscas.
No trem, lembre de fazer a sinalização com antecedência. Não adianta sinalizar para diminuir a marcha quando se está freando a moto.
Se tiver que parar no acostamento lembre-se que a parte com grama, barro ou terra pode estar fofa e na hora de apoiar a moto ela pode afundar e tombar, portanto desça a moto no solo segurando-a até ter certeza que está em solo firme.
No mais é cautela usual, atenção redobrada e lembrar que quando se viaja de Harley é importante é curtir o passeio para curtir melhor o destino final."
Viagens
"como estragar uma viagem.
Eu sei que já tratei disso antes da viagem à Tiradentes, mas eu li este post no Blog do PHD Wilson Roque e achei que valia a pena postar novamente lembretes sobre os cuidados antes de viajar.
As melhores maneiras de estragar uma viagem são:
1. Leve muita bagagem.Você já viu isto, não é mesmo? Motos lotadas de coisas, até o “teto”. Parte dos motivos que nos levam para a estrada numa Harley é o sentido da liberdade, mas algumas pessoas querem levar toda a sua vida formal, junto. Procure levar sómente o necessário. Escolha roupas que sirvam para todas as ocasiões (dia ou noite). Lembre-se, você sempre pode comprar o que esquecer e que era, realmente, necessário.
2. Leve pouca bagagem. . . . mas não muito pouca. Esqueceu a capa de chuva? Ou aquela camisa quentinha para o passeio pela montanha? Sente-se e faça uma boa lista de viagem. No regresso, adicione aquilo que você deveria ter levado e esqueceu. Elimine aquilo que levou e não usou (isto não se aplica a ferramentas ou itens de emergência). Guarde a lista para futuras viagens. Depois de alguns passeios/viagens você terá a lista ideal (ou próximo disso . . .). Você pode até dividir a lista em “pacotes”, tipo: bate-e-volta, fim-de-semana, uma semana, etc.
3. Faça pernadas longas demais. Se você não fez esta viagem antes, dê uma boa estudada no mapa e veja as alternativas. A extensão de uma pernada vai depender de sua motocicleta, se a pista é uma rodovia duplicada ou não, quem está viajando com você, o tempo, seu preparo físico, etc. À medida que você vai ficando mais experiente vai constatar que:· Até uns 300 km em um dia, é “sopa”.· 600 km em um dia você estará pilotando mais do que desfrutando o passeio. Provavelmente vai estar cansado, no fim do dia.· 800 km por dia e deixa de ser prazer; virá obrigação !!!!· 1.000 km ou mais é coisa para uns poucos. Não é para mim!
4. Não discuta o Plano de Viagem com o grupo. Velho ditado: “Viaja mais rápido quem viaja sózinho.” Novo ditado: “Quem viaja em grupo estará limitado ao mais lento.”Se você deseja cobrir longos percusos em cada dia, isso será difícil se o grupo todo não estiver com a mesma disposição. Assim, é importante determinar os pontos de parada e o objetivo de cada pernada.
5. Não discuta o Plano de Viagem com sua/seu garupa. Isto é básico. Antes de cada viagem/passeio, discuta os detalhes com a/o garupa. Pessoas em motocicletas diferentes podem mudar de idéia e seguir caminhos diferentes. Mas ainda não inventaram a forma de fazer a mesma Harley seguir rotas distintas. . .
6. Não se preocupe em revisar sua Harley. Começar uma viagem com pneus desgastados, com o carburador engasgando, é receita para desastre: revise sua moto dias ou semanas antes de sair. Troque o óleo, verifique pneus/freios, substitua qualquer peça ou componente que esteja no final de sua vida útil. Ter que procurar um mecânico numa cidade estranha não é o melhor que pode acontecer na sua viagem.
7. Não se prepare para emergências. Leve sempre alguns items para emergências, como um kit de primeiros-socorros, kit de conserto de pneus, lanterna, um kit multi-ferramenta ou o cartão do seguro para rebocar a criança para a oficina mais perto.
8. Não se preocupe com os documentos. Tenha sempre seus documentos e os da sua motocicleta, com você. Coloque tudo dentro de um envelope plástico tipo zip-lock para proteger de uma eventual chuva. Tenha também telefones de emergência à mão, além do cartão do seu Seguro Saúde.
9. Siga o Chefe.Muitos vão nos passeios/viagens para socializar, mas é muito difícil conversar e socializar na estrada. Assim, não é necessário seguir juntos, na mesma velocidade, se você não está confortável com a “batida” do líder. Seguir Harleyros com muita experiência ou que preferem mais velocidade, pode tornar uma viagem prazeirosa em um estress desnecessário. Antes de sair, combine onde vão parar. Se você não quiser manter a mesma velocidade, reduza e marcha e chegue um pouco depois, mas com segurança.
10. Beba e dirija.É a coisa mais estúpida a fazer com uma motocicleta.Todo mundo sabe disso. Simplesmente não beba. Ponto! Você tem todo o tempo do mundo, depois que chegar ao destino, para curtir sua bebida favorita. Não corra riscos desnecessários.
11. Não se preocupe com sua bagagemImagine a cena: você sai de manhã, a temperatura está em torno de 16 graus e você vai de jaqueta, calça de couro, luvas, camisa de manga longa. Agora, quase meio dia, sol a pino, 40 graus centígrados. Onde você vai guardar a jaqueta? Deixe um espaço reservado no seu alforge para guardar o que você não precisa.
12. Não se preocupe com a Previsão do Tempo.Se você vai viajar por alguns dias, claro que o tempo pode virar. Você está com a roupa certa e trouxe roupa alternativa (veja as sugestões acima), então não deve ter problema, certo? Certifique-se de ter roupas adequadas, especialmente se a geografia muda muito no decorrer da viagem (praia x montanha, por exemplo)."
sábado, 23 de agosto de 2008
Salão da Motocicleta
Evento a ser realizado em São Paulo, no Expo-Center Norte de 21 a 26/10, promovido pelos mesmos realizadores do Megacicle, o salão deve trazer as novidades para 2009, valendo a pena dar uma olhada, sem falar que visitar São Paulo é sempre um grande passeio.
O HOG RJ promete organizar bate&fica para visitar o evento.
Vamos aguardar