quarta-feira, 23 de novembro de 2016

promoção para desovar estoque 2016

Com o lançamento da linha 2017, incluindo a publicação no site HDMC Brasil, começou a desova do estoque 2016.

Neste fim de semana(sexta 25/11 e sábado 26/11), a HDMC Brasil estará oferecendo, através de seus dealers,  Iron (R$38.900,00), Sportster 48 (R$45.700,00), Softail Breakout (R$66.700,00), Dyna Fat Bob (R$54.900,00), Softail Fat Boy Specil (R$63.900,00) e Softail Deluxe (R$62.900,00) com financiamento de taxa 0.99% (50% de entrada e saldo em 24 meses) prometendo valorização da usada na troca.

Esses preços promocionais foram praticados durante quase todo o ano, mas a taxa de 0,99% é atraente para quem está querendo moto zero e precisa financiar.

Quem tiver interesse, dê uma passada no café da manhã desse sábado e se informe.


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

HDMC divulga linha HD 2017 no site Brasil

Após o evento para imprensa e dealers realizado em Campinas foi publicado ontem o novo catálogo para 2017 da HD no Brasil.

Como tinha adiantado em postagem anterior (leia aqui), a HDMC faz poucas alterações no catálogo brasileiro, apenas substituindo na família Sportster a XL 1200CA pela Roadster (uma excelente opção na minha opinião).

Nada de Softail Slim ou da Fat S e nada de motor TC103 para a família Dyna, que mantem o motor TC96.

As VRSC saíram do catálogo (obrigado turma!) e em 2017, e enquanto houver estoque, deve ser o último ano delas, e a Low Rider segue viva no catálogo, muito provavelmente por falta de opção para entrar na vaga porque as vendas são muito fracas.

Os preços baixaram na teoria, mas aumentaram na prática. Explico: a tabela 2017 é mais baixa que a tabela 2016 (aquela tabela absurda que só aguentou dois meses em vigência antes da entrada das "promoções"), mas está mais alta que os valores "promocionais" que vem sendo praticado para manter as vendas em nível aceitável.

Em média os novos preços estão R$2000,00 maiores nas famílias Sportster, Dyna e Softail e R$3000,00 mais caros na família Touring.

As novas CVOs vem com preço bem salgado (R$140900,00 para a Street Glide e R$157300,00 para a Limited) e tem o maior aumento na tabela 2017, principalmente se levarmos em conta que as unidades 2016 foram muito pouco comercializadas, deixando aumentos de cerca de 40% em relação às 2015 que foram vendidas até março deste ano.

O novo motor M8, estrela de 2017, trouxe pouca variação de preço e acredito que as Tourings com o TC103 que ainda estão nos dealers vão precisar de algum "incentivo" para serem vendidas, porque não acho que o comprador da Limited vá se incomodar em pagar R$2000,00 a mais (o menor aumento na família) para ter o novo motor, o mesmo não acontece com o comprador da Street Glide Special que precisará tirar R$6000,00 (quase 10% - o maior aumento na família).

Aos interessados em motos zero, recomendo aproveitar os modelos 2016 pois, com exceção das Tourings, nada mudou e com a economia já se consegue comprar novas ponteiras Dominator para as motos.


sexta-feira, 11 de novembro de 2016

buscando pneus para a Fat: vou voltar para o Metzeler

Esta semana estive rodando mais frequentemente com a Fat e pude constatar que não vale a pena insistir mais tempo com o Commander II.

Peguei forte vento lateral na Barra, que aliado às imperfeições de piso, deixou a moto bastante instável.

Medindo os sulcos, a situação ainda não indica a troca mostrando pelo menos 1 a 2 mm acima da marca TWI, mas o tempo cobra seu preço.

Foram 24000 kms rodados com esse jogo de pneus, que custou em em setembro de 2012 R$1000,00.

Hoje são mais de quatro anos de uso (um pneu tem prazo de validade de cinco anos, quando começa a deteriorar mais rapidamente) e não vou sequer manter o pneu dianteiro, que tem ainda mais borracha que o pneu traseiro (4 a 5 mm acima da TWI).

O Commander foi um pneu bastante prazeiroso de usar, bem adaptado ao meu estilo de pilotagem e demonstrou ser um pneu bastante durável. É bom notar que os primeiros 10000 kms com esse jogo de pneu foram feitos em pouco mais de um ano, deixando os 14000 kms a serem rodados em três anos: usos bem diferentes e que o pneu se comportou sempre de forma uniforme.

Por tudo isso a minha intenção sempre foi trocar por outros Commanders, mas venho buscando esses pneus desde junho, quando já davam sinais de fim de vida, e até agora não encontrei nada, apesar das dicas que vários leitores deixaram nos comentários.

Com isso, vou migrar novamente de marca: a Metzeler lançou em novembro de 2013 o novo Marathon ME888 Ultra e os relatos de uso desse pneu tem sido bastante satisfatórios. Em post antigo que fiz, quando o ME888 foi lançado, a Metzeler já falava que o 888 era um pneu totalmente diferente do 880 que não deixa boas lembranças, tendo nova geometria e novo composto.

O custo do ME888 é muito semelhante ao custo do Commander em 2012: a Homa Motos vende o ME888 por R$476,80 (130/90) e R$599,90 (150/80) chegando ao total de R$1076,70, não chegando a 10% de diferença.

Vou consultar outros fornecedores, mas pelo vi na web os preços variam muito pouco de um fornecedor para outro.

Agora é comprar e montar.

M8 no Brasil

Para quem tinha dúvidas, a HDMC Brasil já está com a nova família Touring no Brasil.

Em evento realizado em Campinas, a HDMC disponibilizou para os dealers vários modelos para test drive.

Aguarda-se que cheguem aos salões dos dealers em breve.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

linha HD 2017

O catálogo americano já saiu, mas o nosso catálogo nem sempre segue o americano.

Dan Morel postou as impressões dele sobre o novo M8 e falou sobre a linha HD 2017 brasileira (leia aqui).

Na família Sportster temos a certeza do fim da XL1200CA e a chegada da Sportster Roadster. Nada se comenta sobre a nova Roadster disputar espaço com a Sportster 48, mas não acredito em maiores mudanças permanecendo a Iron, a 48 e a Custom (XL 1200).

Na família Softail nenhuma novidade, portanto não contem com a chegada da Softal Slim ou da Fat S. A Fat Boy Special segue no catálogo brasileiro apesar da Fat Boy Lo ter saído do catálogo americano. Com isso podem contar com os dois modelos de Fat Boy (tradicional e Special), Heritage Classic, Deluxe e Breakout, todos equipados com o TC103B.

A família Touring vai ser a estrela de 2017 com a chegada do novo Milwaukee 8, mas nada de Road Glide no nosso catálogo, seguindo sem mudanças: Road King Classic, Limited e Street Glide Special.

A família VRSC acaba em 2017 e a família Street continuará ausente do catálogo brasileiro.

A grande incógnita fica com a família Dyna. Ninguém comentou nada sobre o fim do motor TC96 e a consequente chegada do TC103 equipando as Dynas e o baixo volume de venda da Low Rider não permite apostar na sua continuação no catálogo brasileiro, mas como não existe nenhum modelo para tomar o lugar da Low Rider na linha de produção pode ser que siga no catálogo para mais um ano (nos EUA, a Low Rider teve seu escapamento modificado, mas ela conta com uma "prima bombada" a Low Rider S).

Eu torço pelo fim do TC96 para que as Dynas finalmente fiquem alinhadas com o catálogo americano.

Aposta para 2017: a meta deve crescer ligeiramente (de 4000 unidades para 5000 unidades), a Limited deve promover uma nova "febre das Electras" com seu motor M8 de refrigeração híbrida (Street Glide Special e Road King Classic usarão o M8 refrigerado a ar) e a Roadster deve ganhar a "briga caseira" com a 48.

Política de preços: não acredito em aumentos para o início de 2017. O dólar não atingiu os patamares previstos para 2016, o mercado está em recessão e a Indian vem atrapalhando os negócios dos dealers nas cidades que temos as duas marcas. É esperar para ver como fica.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

quando uma moto é exclusiva

Uma das "qualidades" mais usadas nas descrições de motos à venda é o fato dela ser "exclusiva".

Mas o que vem a ser uma "moto exclusiva"?

Eu entendo que a exclusividade decorre de algo que a distingue, seja uma customização especial ou seja um modelo de baixa produção.

Eu vi algumas motos exclusivas: a Dercy (Shovel customizada pelo Pedrão que você pode ver no blog do Hecho a Mano), uma Dyna Daytona vendida em Campinas (só três iguais no Brasil), uma Dyna Convertible que pertenceu ao Adriano (salvo engano, não chegam a dez unidades rodando no Brasil) e a Electra Glide centenária do Celestino (a única que vi carburada ao contrário do equipamento normal de injeção eletrônica).

A exclusividade vem sendo "popularizada" com os modelos comemorativos e numerados, com as edições CVO (que apesar de serem produzidas em número menor, ainda assim são motos de linha de produção) e ultimamente vem aparecendo as "últimas unidades fabricadas". Eu mesmo tenho uma "exclusiva" desse tipo: a Fat é a última produzida e vendida no Brasil com o pneu 150 na traseira.

Eu acredito que as motos de colecionador (e a Fat ainda tem muito que rodar antes de ser uma "moto de colecionador") tem valor por serem raridades e não por serem exclusivas.

Na hora de fazer negócio, analise bem a "exclusividade" da moto que está sendo anunciada para não acabar pagando a mais por algo comum.

ventilador para melhorar o conforto das novas Tourings M8

Wilson Roque postou no seu blog sobre um acessório que seria interessante inclusive para as Harleys que não usam o motor Milwaukee 8: um ventilador para jogar o calor dissipado pelo motor para baixo.

Esse ventilador fica por baixo do banco do piloto e não deixa o calor chegar ao piloto, soprando para baixo da moto.

É bem interessante, uma vez que a principal reclamação de quem anda de HD é o "cozimento dos ovos" quando em trânsito pesado.

É sempre bom notar que existem poucos relatos de desconforto no uso das Tourings M8, mas todos os testes que tive acesso foram feitos em estrada.