segunda-feira, 15 de setembro de 2014

você venderia sua moto?

Em fim de semana de encontro com amigos o assunto principal é sempre a moto. Que foi mexido, como está andando, novidades, etc.

Celestino me perguntou se continuo com planos de comprar a Street Glide e se teria coragem de vender a Fat. Ele mesmo tem uma Electra com pintura centenária que já passou muito dos 100.000 kms (acabou de passar por uma revisão rigorosa, trocando os amortecedores e molas pelos PS) que afirma não ter coragem de vender, mesmo já com algumas propostas altas em virtude das características da "Carmem Electra": pintura comemorativa e carburação.

Na nossa rápida enquete, nenhum dos três se disse animado a vender a moto de tantos quilômetros: Celestino não vende por nenhuma proposta, Chacon disse que não vende pela "paz no casamento", mas na realidade também tem grande apego à moto pela ligação sentimental que tem com a "Blue".

Eu sou o único que cogito em vender a moto, em caso de conseguir uma boa adaptação com a Street Glide (quem sabe se a Limited Low não aparece no Brasil...), pela lógica de que a Fat acabará encostada e trazendo problemas vários pela falta de uso que ela não tem atualmente (além dos problemas decorrentes do uso), mas como já a Silvana já disse algumas vezes: quero ver na hora de anunciar....

A realidade é que se a moto não tem motivos para ser vendida, você sempre fica indeciso quanto a efetivar a venda. Minha Fat teve poucos problemas ao longo de seu uso, valor comercial que não chega a ser um atrativo para a venda, principalmente levando em consideração o valor sentimental da moto, e baixo valor de despesa em licenciamento e seguro (que não deve ser renovado em breve com a chegada aos dez anos de idade pelo valor do prêmio que subirá consideravelmente em relação ao valor do casco).

O grande motivo para a venda de um veículo é a insatisfação com ele: seja porque ele não te atende mais ou  seja porque ele apresenta custo alto para ser mantido, e atualmente pelo status de ter um veículo novo.

Como a Fat segue me atendendo, dentro das limitações dela, o custo de manutenção é razoável e o status do veículo novo nunca foi motivo para mim, provavelmente não terei a motivação para a venda dela.

3 comentários:

Anônimo disse...

Wolfmann, sou leitor do seu blog e raramente escrevo. Recentemente adquiri uma SG Rushmore em Campinas e rodei para meu estado (ES). Fiz 1050 km direto em com vontade de estar morando no Alaska. Não queria parar de jeito algum.
Este final de semana fui a BH com ela pra Revisão, ou seja, somente rodei duas vezes e já foi o suficiente para não querer largar.

tenho uma Heritage Custom 2009 com 40.000 km e com grande valor sentimental. Inicialmente não iria desfazer dela, contudo, penso que estarei me tornando zelador de péssima qualidade.

Terei gastos de seguro e manutenção desnecessários e o pior, terei sempre a dor de estar traído minha fiel companheira em minhas viagens. Isso irá me deixar amargurado.

Com relação a SD, tenho estatura de 1,70 e me adaptei muito bem. Moto perfeita e recomendo a aquisição. Não tem nada melhor do que ela.

Abraços
Fabricio Bongestab

Celestino Gomez disse...

Encontros com amigos sempre são bons, ainda mais com tão nobre pessoa!!!!
Wolfildo, aposto R$ 1,00 que sua SG virá....mas duvido que sua FAT se vá....tem muita história boa no lombo da menina!!!

wolfmann disse...

SG é projeto para o ano que vem... a Fat deve começar fazendo companhia a SG.