quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Por que não trocar de moto?

Minha moto é bem conhecida e cada vez mais me perguntam se eu não vou trocar de moto. A resposta é uma pergunta: trocar para quê?

Hoje a minha Fat caminha para se tornar um modelo clássico. Com a descontinuação da Fat Boy mais tradicional (aros de 16 polegadas e pneu traseiro de 150 mm), a moto está ficando cada vez mais difícil de ser vista.

É uma moto que infelizmente não usa o clássico motor Evolution 1340 nem é carburada, mas tem presença e o logotipo tradicional faz diferença na pintura dando um toque de exclusividade junto com o aro fechado e o pneu mais fino. Uma Fat com um TC88 carburado ou ainda melhor, uma Fat com motor Evolution, seria opções que me fariam pensar exatamente por serem modelos consagradamente clássicos e isso seria um motivo para pensar em ter uma moto para desfilar.

Continuo favorável à tecnologia, gosto muito da eletrônica embarcada nos modelos que usam o motor TC96, mas hoje em dia acrescenta muito pouco à minha moto. Aliás, falando em tecnologia, uma BMW tem o apelo tecnológico que me motiva.

Mudar de modelo somente se tivesse necessidade de um uso mais específico como voltar a andar garupado e nesse caso as Electra Glides são imbatíveis,

A minha Fat me acompanha em tudo que faço e nunca deixei de fazer algo porque a moto não me permitiu.

Sem defeitos, com uma manutenção simples e me acompanhando desde zero não vejo motivo para trocar de moto.

Nada contra os colegas que gostam de trocar de moto em intervalos regulares, mas salvo algum defeito ou acidente é bobagem abandonar uma moto que sempre te tratou bem.

A HD é um clássico atemporal e na minha opinião, a idade é um acessório muito difícil de ser conseguido.

E nisso a minha Fat continua rodando firme e forte.

6 comentários:

Anônimo disse...

Acho que você está certíssimo e daqui a alguns anos você estará com um modelo "vintage" nas mãos, e o preço aumentará ou se manterá. Tenho uma Dyna Super Glide 2009 TC96 injetada e manterei ela por muitos anos ainda, inclusive "stock", pra virar um clássico em alguns anos. E quanto mais quilometragem melhor, pois estamos falando e andando de H-D, pois, como dizem por aí, "o melhor acessório que tem pra H-D são quilômetros no odômetro!" Viva as H-D!!!

// Bayer disse...

Wolf, assino embaixo.

Na verdade, apesar da FAT com um motor EVO ser um clássico, na minha opinião a sua é o modelo ideal, pois mantêm as características de design que a consagraram, com a tecnologia e conforto que os motores BT oferecem.

Em breve, ela também deve se tornar um clássico.

Abrs,
Daniel B. do Fórum FHD

Anônimo disse...

Não troco minha Heritage 98 por nada!
Abs,
André - CWB

Tovar disse...

Concordo plenamente, ao contrário das motos speed, moto custom tem pouco a evoluir. Minha Fat tem motor 1450 twin cam carburado, pneu tras. 150, sinto uma pontinha de inveja do motor 1600 com câmbio mais macio e 6ª marcha overdrive, ,mas não o suficiente para trocar de modelo. Satisfeitissímo com a atual. Instalei um escape "fundo de quintal", rodei pouquissimo , ainda não tenho uma idéia completa do resultado, o som ficou ótimo (e alto, muito alto). Próximo passo será instalar um filtro Kuryakyn Hypercharger, que já chegou e estou sem tempo pra instalar. Se alguém tiver opinião sobre este filtro, apreciarei saber.
Abraço.

Wilson Roque disse...

Concordo plenamente. Minha Ultra Glide é 2007 e os amigos vivem me perguntando quando vou trocá-la. Não pretendo, pelo menos se não houver um motivo relevante. Gosto muito da cor (preta e verde) que só saiu em 2007 e é sempre um destaque em todo lugar por onde passo. Nas minhas andanças pela Rota 66, pilotei uma 2010 e, com exceção dos freios ABS, não senti nenhuma diferença.

Lobo disse...

Skinny Fat rlzzz...

hehehe