domingo, 27 de dezembro de 2015

crise na confiabilidade da Fat?

Depois da publicação do post sobre a revisão de 80000 kms da Fat, alguns leitores deixaram mensagens perguntando se estou preocupado com o consumo de óleo.

Como sempre, eu vou investigar para buscar a causa mantendo uma fiscalização mais rigorosa sobre o nível do óleo e possíveis vazamentos, mas acredito que seja mesmo a idade mostrando seus efeitos.

A Fat está a caminho de completar 10 anos de uso, a grande parte de uso urbano que provoca um desgaste maior, e isso tem um preço: o desgaste tende a ser maior que se o uso fosse majoritariamente na estrada.

Ainda assim, verificações de elementos chaves para a longevidade no uso da moto não apresentaram desgaste além do esperado: belt e tensores estavam em bom estado, além dos esticadores da corrente da primária que também se mostraram em bom estado.

Aliado a baixo desgaste de alguns elementos que normalmente apresentam nível de desgaste que causa a substituição como pastilhas de freio, ainda longe de seu final, e os pneus, que também aguentam continuar rodando, demonstrando que não tenho abusado da moto no uso diário.

Continuo com a opinião que a grande qualidade da Fat é a confiabilidade e a simplicidade. Dificilmente terei uma surpresa sem receber um aviso de que pode acontecer um problema.

4 comentários:

Ricardo Garcia disse...

Wolf,
Esses dias, surgiu uma dúvida e talvez seja pertinente neste momento.

Aproximadamente, qual o limite da quilometragem alcançada com um motor H-D?
Obrigado, um abraço.

Tovar disse...

Acredito que confiabilidade e simplicidade são grandes aliadas, porém esta última vem se reduzindo nos modelos mais recentes.

wolfmann disse...

Ricardo, o uso e a manutenção são determinantes para a longevidade do motor. Muitos preferem fazer retíficas preventivas ao atingirem marcas determinadas de quilômetros percorridos (100.000/150.000), eu prefiro ir verificando e corrigir quando achar algo fora do comum.

Apenas exemplificando, conheço alguns motores TC88 que atingiram a marca dos 100.000 kms e apenas um que já ultrapassou (no momento com 160.000 kms) e nenhum desses motores fez retífica ainda.

Tovar, a tecnologia embarcada que o consumidor vem dando preferência na momento em que decide a compra, vem exigindo uma eletrônica cada vez mais sofisticada, mas nem por isso está ficando menos simples. Exige maiores cuidados e um projeto mais cuidadoso na parte elétrica e que nem sempre a fábrica entrega. Isso sim vem afetando a confiabilidade de modelos mais recentes.

Abraço a ambos.

Ronaldo Ramires disse...

a minha só dá trabalho esses dias queimou até a placa de circuito integrado do punho direito 2.050,00 dilmas