segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

RK Police: primeiras impressões e primeiros problemas

Tenho dois amigos que compraram e estão usando a RK Police e naturalmente as opiniões deles sobre a moto tem sido assunto constante.

Estão satisfeitos com a moto: motor forte, boa ciclística permitindo manobras em baixa com mais facilidade e curvas com menor angulo de inclinação permitindo deitar mais a moto sem raspar as pedaleiras. Como já são proprietários de tourings a comparação com as Electras é inevitável e ambos acham a moto melhor de usar que a Electra.

O diferencial do modelo, o banco solo com regulagem e amortecimento, é o ponto alto da moto e também o ponto negativo da moto. Por ser alto, acaba obrigando os pilotos mais baixos (eu me incluo no grupo) a ficarem na ponta dos pés no sinal e aumenta o estresse na hora de parar a moto. Ainda não li nenhuma solução, exceto trocar o banco, que mantenha o modelo original e permita mais conforto na hora de parar e manobrar a moto.

Resolvendo isso parece que a moto tem tudo para ser uma moto imbatível na preferência dos proprietários de HD.

No Rio não existem mais modelos a venda e já se tem algum ágio pela procura, deixando as motos recém saídas do dealer mais caras que o preço que foram vendidas.

Para quem está procurando, ainda vi alguns anúncios em outros dealers como a Auto Star e a HD Floripa.

Mas como tudo na vida, a FLHP também vem trazendo alguns problemas. Nada mecânico, mas sim burocrático: aqui no Rio o dealer local não enquadrou a FLHP como tal, mas sim comoFLHRC (Road King Classic) e isso vem trazendo problemas na hora do emplacamento e negociação de seguro.

A FLHP é um modelo Special Edition e como tal tem diferenças para a Road King Classic como a falta de um lugar para o garupa (banco e pedaleiras), alforges rígidos e a preparação para um tour pack Police, deixando a moto fora das especificações para ser emplacada como uma moto com dois lugares e falta de código na tabela FIPE para servir de parâmetro na hora do cálculo do prêmio de seguro a ser pago.

Segundo as informações que tive, a HDMC está corrigindo esse detalhe para permitir o emplacamento e devido enquadramento para cálculo de seguro.

De toda a forma, essa falha administrativa impede o livre uso da motocicleta.

Detalhe interessante é que não li nenhuma reclamação fora do Rio sobre esse problema.

É compra interessante, mas como tudo na HDMC, tem seus pepinos para descascar.

domingo, 19 de janeiro de 2014

HOG RJ elabora estatuto

Foi publicado na página do HOG RJ no Facebook o estatuto elaborado pela atual diretoria.

Esse estatuto foi fruto de várias reuniões e visa apenas orientar os colegas, esclarecendo como a diretoria é constituída e as atribuições de cada um dos membros.

Quem tiver curiosidade acesse: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=521971771233642&set=exp.521972114566941.unitary&type=1&theater

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Sportster 48

Saiu o primeiro e-mail dos dealers oferecendo a Sportster 48.

Com previsão para final de fevereiro e custando R$39.700,00, a Floripa HD já aceita encomendas.

Quem gostou do modelo e do preço, não custa assuntar no dealer local.

sábado, 11 de janeiro de 2014

ABRACICLO: balanço 2013

A ABRACICLO divulgou os dados finais referente à 2013 e a HDMC tem seu melhor desempenho desde a inauguração da fábrica em Manaus, batendo os números do ano passado. Com 8198 unidades montadas e 8253 (incluindo as 13 Ultras CVOs importadas diretamente dos EUA), a HDMC recupera o primeiro lugar no segmento premium, batendo a BMW que a havia superado por pequena margem no ano passado.

Apenas como ilustração, a BMW produziu 4885 unidades e vendeu 7312 unidades (sendo 2402 unidades importadas diretamente da Alemanha).

A Best Seller da HDMC foi a Night Rod Special com 761 unidades vendidas, seguida pela Fat Boy com 753, XL 1200 custom com 747, V-Rod Muscle com 742 e Fat Boy Special com 677 completando o top five da HDMC.

Destaco a participação da família VRSC com 1503 unidades vendidas, respondendo por 18% das vendas e as duas versões da Fat Boy com 1430 unidades vendidas, respondendo por 17% das vendas. Os dois modelos mostram bem a preferência do mercado e consolida a posição da família VRSC dentro da HDMC Brasil como um modelo que conquistou seu mercado.

Outro destaque é a Road King, que teve 959 unidades vendidas incluindo as 445 unidades na versão Police que teve o excedente disponibilizado para o público e vendeu o dobro das Ultras (480 unidades vendidas). As forças armadas e policiais consolidam a preferência pela Road King para as funções de escolta e deram uma bela ajuda para a HDMC reconquistar o primeiro lugar no segmento premium (5% do total de vendas).

Os micos do ano foi a Dyna Switchback (169 unidades, menos 25% em relação ao ano passado quando foi lançada) e a Street Glide (209 unidades, menos 41% em relação ao ano passado, também ano de lançamento). Perdendo o atrativo de ser novidade, os dois modelos parecem ter um mercado bem menor do que mostraram no ano passado, embora ainda considere a Switchback o melhor custoxbenefício para quem quer um moto standard pronta para a estrada, já que as outras opções, Heritage Classic (432 unidades vendidas) e Ultra Limited (480 unidades vendidas) tem preço bastante superior e oferecem os mesmos ítens para a estrada (wind shield e alforges) de série. Lembrando sempre que não estou comparando os modelos em termos de conforto e performance.

A XR 1200 X vai deixar saudade: com 202 unidades vendidas (final de produção no primeiro semestre) o modelo mostra que ainda tinha mercado no Brasil, vendendo praticamente o mesmo que a Street Glide, modelo produzido durante todo o ano.

Outro detalhe negativo foi a menor participação das Sportsters 883, nas duas versões (Iron com 439 unidades vendidas e Roadster com 306 unidades vendidas) não conseguiram superar as vendas de 2012 de apenas uma das versões (Iron com 750 unidades vendidas) e a versão 883 amarga uma queda de quase um terço nas vendas. O desempenho da família Sportster só não foi pior por conta do Best Seller XL 1200 Custom que reduz a queda para apenas 8% em relação ao ano anterior. Vamos ver como a Sportster 48 modifica esse cenário, mas com as 883 superando os R$30.000,00 não espero muitas modificações.

Em 2014, com os lançamentos esperados das tourings Rushmore Project, a Sportster 48 e as Sportsters adotando o sistema de ABS, a HDMC deve conseguir superar novamente as metas, embora não deva contar com as vendas no mercado das forças armadas e policiais por conta do ano eleitoral impedir novas licitações.

No blog do Wilson Roque está listada a tabela de unidades vendidas, dados também da ABRACICLO, e ele mostra a tendência de queda nas vendas, fazendo notar a subida da HDMC nesse cenário (http://wilsonroque.blogspot.com.br/2014/01/motocicletas-vendas-em-queda.html ). Ele atribui isso a uma melhora no pós-venda, que eu discordo (deixei comentário na postagem).

O pós-venda precisa continuar melhorando, esse foi um assunto que fiquei conversando bastante na visita que fiz sábado passado ao dealer carioca. Alguns colegas acham que isso não será prioridade porque as vendas seguem aumentando mesmo com os seguidos problemas relatados nas redes sociais e o cliente continua preso à marca, sem se incomodar tanto com os problemas em manter a motocicleta. Ponto para o marketing HDMC, mas continuo afirmando sobre a necessidade que o dealer tem em fidelizar seu cliente oferecendo bons serviços e cobrando da montadora rapidez nos problemas de motos em garantia e melhores preços para reposição, pois o cliente compra a moto e se limita às revisões, deixando de voltar com o término do período de garantia. O universo de clientes na pré-venda não acompanha o universo de clientes no pós-venda e isso é problema para o dealer, não para a marca.

Dentro desse panorama, a HDMC decidiu ampliar o período de garantia para quatro anos das motos zero e oferecer o serviço de garantia extendida a quem estiver ainda em garantia ou muito próximo da expiração da garantia. Disso só se pode concluir o seguinte: ou a fábrica acredita mais ainda no produto vendido ou tem certeza que os problemas aparecem nos primeiros dois anos, deixando os anos seguintes para os dealers tentarem fidelizar seus clientes e aumentar o universo de clientes no pós-venda. Eu aposto na segunda hipótese.

HOG RJ antecipa os briefings pelo Facebook

Segundo passeio, segunda planilha detalhada sobre o passeio a ser feito publicada na página do HOG RJ no Facebook.

A nova diretoria inova dando detalhes sobre paradas e trajeto para quem gosta do destino, mas prefere não ir ao dealer: simplesmente quer um destino para gastar pneu no sábado.

Acho a iniciativa boa por agregar mais pessoas ao grupo que fará o passeio e permitir a saída de um trem menor do dealer. A saída da cidade é complicada, principalmente pelo pedágio da Linha Amarela e um trem mais compacto consegue chegar à estrada com mais facilidade.

Com exceção dos destinos para a Costa Verde, onde a saída pela TransOeste é uma excelente opção, acessar Dutra ou BR-040 saindo do Recreio para quem mora em Niterói ou mesmo na Zona Sul desanima.

Parabéns pela iniciativa.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

começam a aparecer os lançamentos 2014

Foi apresentada hoje na Bahia Harley-Davidson a nova Dyna Fat Bob, ainda sem preço divulgado.

Em compensação as Sportsters já tem preços divulgados pelos vendedores dos diversos dealers brasileiros: a Iron e a R passam dos R$ 30K ( R$32.900,00 segundo o dealer gaúcho), a 48 tem preços variando entre R$ 38.000,00 e R$ 40.000,00 (preços divulgados pelo dealer gaúcho, catarinense e baiano) e as Custom começando em R$36.900,00  e chegando a R$39.000,00 nas versões CA e CB.

As tourings seguem mantendo o mistério, assim como a Breakout CVO.

Com as softails variando acima dos R$53.000,00 (preços cariocas para Fat Boy, Fat Boy Special e De Luxe), acredito que as Dynas começarão nos R$40k com a Super Glide Custom, chegando nos R$46k da Dyna Fat Bob, mas isso se confirmará ainda nesta semana.

Hora de quebrar o cofrinho, ou não...

HOG RJ lança programação para janeiro

Com o primeiro passeio já realizado no sábado passado (circuito gastronômico Teresópolis/Friburgo) anunciado em separado, o HOG RJ soltou a programação para todo o mês de janeiro na página do Facebook.

Próximo sábado o HOG vai a Rio das Flores, no sábado seguinte está  programado o primeiro Bate&Fica com Luau em Angra dos Reis e no último sábado acontece o Café com Rock seguido de passeio pela Floresta da Tijuca.

E teremos a volta dos Night Train, no dia 17 (sexta) para o Bar Urca. Além do workshop com o primeiro módulo de pilotagem defensiva acontecendo no dia 23/1 (quinta), já com vagas esgotadas.

Para os interessados em participar do Luau, deve ser feita inscrição (valor de R$70,00/pessoa) e as vagas são limitadas a 100 participantes. O valor da inscrição dá direito a participar do Luau, mas a hospedagem deve ser providenciada pelo próprio participante conforme e-mail enviado pelo diretor Artur Albuquerque:

O evento "Luau em Angra dos Reis" está em curso.
- INSCRIÇÕES LIMITADAS a 100 PESSOAS,  mediante a CARTEIRA DO HOG ou DUT da H-D, conforme orientação da Rio H-D.
- O VALOR DA INSCRIÇÃO é de R$70,00, especificamente, para o LUAU. 
- O evento terá como sede uma casa na enseada do Capitão José Augusto, cujo jardim termina na areia da praia, onde será realizado o Luau, cujo valor de inscrição cobrirá as despesas com DJ, comidas, cerveja, refrigerantes, mesas etc (NÃO HÁ UISQUE). 

As chamadas para o Bate&Fica estão na página do Facebook. Alternativamente ao Bate&Fica, está programado um Bate&Volta à Nogueira (Itaipava) para quem não quiser participar do passeio à Angra dos Reis.