sexta-feira, 16 de junho de 2017

fim da garantia da CVO

A CVO completou dois anos da data de venda: comprada pelo Sidão em 10/6/2015, passou para as minhas mãos em 10/2/2016 e fez a segunda revisão por tempo em 20/6/2016.

Fez serviços em garantia devido a um problema no sensor de O2 em outubro de 2016 e bateria em março de 2017.

Ressalvando a liberação da moto com a bateria após uma carga que não teve resultado, obrigando a terceira troca de bateria em dois anos e mostrando que a bateria original Moura não consegue apresentar os melhores resultados, não tenho críticas ao serviço prestado pelo dealer e pelo serviço de assistência da fábrica Rider Assist.

A moto já completou um ano após a segunda revisão, mas não pretendo seguir a exigência de revisões anuais, voltando ao programa de revisões por quilometragem, fazendo a revisão quando completar 16000 kms.

Como a revisão foi feita com 6660 kms pretendo fazer a troca dos lubrificantes de motor, caixa e primária (produtos com validade) para chegar aos 16000 kms e fazer a revisão com o Adriano como sempre fiz com a Fat.

Vale a pena notar que o uso da moto me fez repensar os ajustes que pretendia fazer no ano passado.

Para usar um encosto de lombar seria necessário a troca do banco, coisa que não quero fazer, mas a instalação das highway pegs melhorou bastante a ergonomia da moto.

Do mesmo modo, a troca dos sensores de O2 fez com que a moto fosse "curada dos soluços" no arranque do sinal e o mapa adotado na CVO se mostrou bastante eficiente para o meu uso. Com isso desisti de remapear a moto.

A única modificação que ainda não decidi se faço ou não é a troca das ponteiras Screaming Eagle Street Legal que equipa a moto originalmente por ponteiras Dominator. A indecisão se dá por conta do som da moto, que é um diferencial que me agrada bastante e pode ser prejudicado pelo ronco mais forte do escapamento, e a eventual necessidade de modificar o mapa de injeção por conta da troca de ponteiras, embora o fabricante seja enfático em afirmar que não há necessidade de remapear, fato que concordo, pelo menos em teoria.

Por último, vale notar que a troca dos windshields foi o ponto de transformação da moto, deixando-a muito agradável ao meu uso, inclusive deixando mais suportável o morcego.

Com a melhora da visão sem a distorção causada pelo defletor ficou bem mais fácil adaptar à perda da visão próxima.

4 comentários:

Anônimo disse...

Bom dia,
fiquei com uma duvida: não é recomendável trocar o lubrificante todo ano independente da quilometragem? ou a sua moto ja esta perto de chegar nos 16000 km e ai e melhor esperar mesmo?.
Obrigado
Douglas

wolfmann disse...

Doulas, há controvérsias sobre os lubrificantes terem prazo de validade após terem começado sua vida útil.

Na Fat eu sempre usei o semi-sintético no motor e a linha Motul para caixa e transmissão respeitando o limite de quilometragem dos 8000 kms, mesmo assim houve trocas com 7000 kms e houve trocas com 9000 kms, assim como houve trocas com seis meses e troca com 14 meses.

Mesmo com esse regime variado os lubrificantes nunca perderam viscosidade, apenas mostrando a sujeira com o escurecimento dos mesmos.

A CVO está com 10000 kms, a respeitar o prazo de 8000 kms, eu faria a revisão com 14500 kms, mas eu pretendo retornar aos múltiplos de 8000 kms, portanto a próxima revisão será feita com 9500 kms rodados.

Dessa forma pretendo fazer uma troca intermediária antes de revisar a moto aos 16000 kms e provavelmente vou trocar os fluidos dos freios e embreagem hidraúlica pois os mesmo tem recomendação de troca a cada dois anos,

Bortoleto disse...

Tinha ponteiras street legal na minha Heritage TC96, com filtro de ar K&N modelo original e a moto funcionava redonda. Troquei por ponteiras Dominator a mais ou menos um mês. O som com os dois abafadores é bem agradável em baixas rotações, praticamente igual ao Street Legal até +-2000rpms. Quando abre um pouco a aceleração o ronco fica muito forte. Quando desacelera dá uns estouros e notei que perdeu um pouco do torque. Agora, sem o segundo abafador, achei o barulho muito alto, muitos estouros e uma grande perda de torque. Tanto que não rodei apenas dois dias e instalei novamente os abafadores extras que ficam nos terminais das ponteiras.

Anônimo disse...

Eu não trocaria as ponteiras, assim como o mapeamento, pois isso é que faz desta moto uma CVO, diferenciando da SG "comum". Trocar as partes como se faria com a outra, creio que não valeria a pena, considerando a grande diferença de preço entre a CVO e a comum.

Guilherme