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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Low Rider S: dá para encarar viagens longas? Cabe windshield? Consegue levar garupa e bagagem?

Como postei sobre a alternativa "estradeira" usando o kit confort recebi alguns e-mails perguntando sobre instalação de windshield, sissy bar/grelha e alforges destacáveis pensando em fazer viagens mais longas que passeios bate&volta com a garupatroa.

Tem várias opções de catálogo para sissy bar/grelha destacáveis, sempre no padrão HD: up-right, back rest e rack para ter a peça completa, além dos alforges e o realocador de pisca.

Um conjunto recomendado pelo catálogo HDMC é composto pelo Holdfast Sissy Bar Upright- Short (p/n 52300435), Passenger Backrest Pad - Compact (p/n 52300559A), Sport Luggage Rack for Holdfast Sissy Bar Upright (p/n 50300131A) e Detachables Saddlebags (p/n 90201561A) que vai precisar do realocador de pisca (p/n 67800830).

O Sissy Bar completo custa cerca de U$ 350,00 e os Alforges com realocador de pisca custa cerca de U$ 850,00 fazendo o total de cerca U$ 1.200,00.

Convertendo e estimando a margem de revenda do dealer, estimo em R$ 12.000,00 pelos acessórios, valor que já dá para pensar em comprar outro modelo que já venha mais preparado para viajar como a Heritage (R$ 96.000,00) que conta com alforges e wind shield como equipamentos de série ou a Sport Glide (R$ 92.500,00) que conta com alforges como equipamento de série.

O windshield é ainda mais complicado porque a carenagem de farol da Low Rider S é diferente da carenagem que equipa a Sport Glide, que pode ser retirada sem maiores problemas deixando o farol pronto para uso sem necessitar da carenagem.

Se você retirar a carenagem de farol da LRS vai deixar o globo óptico do farol totalmente exposto pois não conta com nacele de acabamento, como pode ser visto na foto abaixo:


Desse modo para instalar um windshield destacável vai ser preciso pensar em improvisar docks e acabamentos para cobrir o globo óptico ou modificar a frente para colocar uma frente de Sport Glide, que não sei se é possível.

A HDMC sugere em seu catálogo uma carenagem maior: a Softail Quarter Fairing (p/n 57001615DH) e custa U$350,00 que estimo em R$ 3.500,00 no Brasil e não será destacável, como pode ser visto na foto abaixo:

Esse fairing segue o estilo club bike, como pode ser visto em várias imagens retiradas do seriado SOA, mas eu não gosto do efeito estético final.

Somando os valores estimados para equipar uma LRS com todos esses acessórios chegamos a R$ 15.500,00, valor mais do que suficiente para pensar em comprar uma Road King Special (R$ 103.400,00) e com um pouco mais comprar um conjunto sissy bar/rack e windshield destacáveis aftermarket.

A Low Rider S é um projeto "club bike" e com pouco tempo de mercado. 

Ser um projeto "club bike" implica em um conjunto mecânico aperfeiçoado e ser despojada de acessórios considerados inúteis para "club members" como banco two-up, alforges e sissy bar e que são necessários para fazer turismo com a esposa/namorada.

Ter pouco tempo de mercado implica em dificuldade em encontrar acessórios aftermarket obrigando a usar as opções do catálogo de fábrica ou improvisar.

Encarar 500 kms/dia com uma LRS não é difícil, encarar 1000 kms/dia será uma tarefa mais exigente, assim como acompanhar o ritmo de um trem de motos com projeto touring em uma viagem.

Dá para fazer, mas você precisa estar preparado para pressão aerodinâmica no peito, ainda mais se o ritmo for de velocidade de cruzeiro alta. O fairing de farol original alivia um pouco a pressão, mas o capacete vai receber todo o vento, coisa que os windshields aliviam.

O conjunto mecânico da LRS aguenta bem uma viagem de moto carregada e garupada, muito melhor que, por exemplo, a Sport Glide ou qualquer Sportster, mas o piloto vai trabalhando o tempo todo como por exemplo para reduzir e encher o motor em uma ultrapassagem ou para manter a velocidade (a LRS não tem cruise control e o punho sofre).

A oferta (ainda válida em fevereiro/21) do kit conforto amplia as possibilidades de uso da moto, mas está longe de ser um projeto voltado para conforto para piloto e garupa em viagens mais longas como uma Heritage, uma Road King, uma Street Glide, uma Road Glide ou uma Limited e transformar um projeto "club bike" em uma touring custa tempo e dinheiro que podem ser melhor utilizados se comprar um projeto touring.

Portanto pense bem antes de querer economizar pensando em usar a oferta do kit conforto para economizar na compra de acessórios porque guidão e banco two-up não transformam uma "club bike" em um projeto touring.

Para uso semelhante ao meu, que envolve uso urbano rotineiro, ando sem garupa e faço viagens esporádicas, a LRS é excelente opção, mas tem coisa melhor para quem quer curtir a vida na estrada com a companheira.

domingo, 1 de dezembro de 2019

RKS recebeu um sissy bar

Blog parado por conta de uma viagem e uma cirurgia no pé, volto com as novidades da RKS.

A Silvana andou apenas uma vez na moto, reclamou que o banco "expulsa" o garupa e eu fiquei de comprar um sissy bar para resolver as eventuais voltinhas dela. Além disso, o sissy bar serve em viagens para prender a bolsa de viagem, no melhor estilo Fat Boy.

Pesquisei alternativas e entre o (alto) custo do acessório original HD e as opções entre importar de forma direta ou comprar um similar nacional, decidi pelo similar nacional.

A melhor opção nacional para guidões e sissy bar tem sido a Wings Custom. Bom preço, boa qualidade e facilidade de compra via internet, inclusive com parcelamento via cartão de crédito.

Depois de conversar com os diversos proprietários que optaram pela Wings, fiz contato via WhatsApp com a empresa e fiz a compra pelo site.

Optei pelo sissy bar e bagageiro destacáveis, com dock e parafusos inclusos: R$ 2.078,24 com frete.

Apenas para ilustrar: a cotação na Rio HD para o mesmo conjunto chegava em R$ 8.500,00 (instalação inclusa) e importar diretamente teria um custo de U$ 694,80 (docks U$164,95, sissy bar upright U$199,95, back rest passenger U$ 74,95, detachable luggage rack U$ 254,95), adicionando custos de frete, impostos e fazendo a conversão cerca de R$ 6.000,00.

A instalação demanda desmontar os suportes dos alforges e espadas.

O conjunto é bem acabado, tem bom encaixe e não vibra como vibrava o meu sissy bar na Fat Boy.

Abaixo vão umas fotos para ver como ficou.












sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Windshield: faz falta ou não?

Windshield é um acessório que costuma ser do tipo "ame ou deixe". Se o conforto para enfrentar viagens de longo curso e com velocidades de cruzeiro acima dos 100 km/h é bem conhecido, a quebra do estilo da motocicleta ao ver aquela "parede de vidro" é algo a ser evitável.

Temos o meio termo do windshield destacável que muitos usam normalmente, principalmente na família Touring da Harley-Davidson.

Além do windshield tradicional, também temos as carenagens de guidão que servem como anteparo do vento frontal e em alguns casos melhoram a aerodinâmica da motocicleta. É certo que para uma melhora sensível no arrasto provocado pelo vento frontal é preciso uma carenagem de área menor obrigando ao piloto ficar em uma posicão racer ao invés da tradicional posição custom que estamos acostumados nas HDs.

O tamanho da carenagem ou windshield tradicional será sempre inversamente proporcional ao ganho aerodinâmico, ou seja, quanto maior a "parede", maior será o conforto e menor será o ganho aerodinâmico.

E o uso? Como fica?

Eu experimentei usar o windshield tradicional e usei uma Street Glide por dois anos. Tem semelhanças, mas também tem diferenças.

A maior semelhança é o conforto que proporciona. Você pode acender um cigarro atrás de um windshield porque não existe vento frontal atingindo sua face (dependendo da altura do windshield). O uso proporciona menos cansaço em viagens longas por você não estar se "segurando" no guidão para enfrentar o vento frontal.

E a maior diferença é o prejuízo da visão próxima que eles proporcionam. O windshield tradicional atrapalha muito menos a visão do solo junto à roda dianteira que o morcegão, deixando mais fácil desviar de buracos e problemas de piso. No morcegão você está sempre vendo o piso cerca de dois metros da roda dianteira e muitas vezes isso atrapalha na hora de desviar.

Essa característica foi fundamental para voltar a usar uma moto sem morcegão: simplesmente não me adaptei à perda da visão próxima e o uso de uma bolsa de viagem "sentada" na garupa ameniza muito o confronto com o vento frontal.

Sem falar que a moto fica muito mais bonita sem o windshield.... Portanto se você preza mais o estilo que o conforto, esqueça o windshield.

Alforges rígidos da RKS

Juntando o tempo da CVO com o tempo que venho usando a RKS e mais a experiência em viajar com a Street Glide nos EUA no ano passado permitem responder a algumas perguntas sobre o uso dos alforges rígidos.

Os alforges são práticos no uso diário, quando guardo a mochila neles (na Fat usava uma bolsa magnética que ficava presa no paralama traseiro), não afetam o uso no corredor (com a CVO cheguei a bater com eles em parachoques quando fazia a mudança de corredor), mas são insuficientes para viagens mais longas.

Além disso, como os alforges são finos não permitem que se guarde o capacete dentro como nos tourpacks das Ultras.

Comparando com os alforges de couro das antigas Heritage e Road King Classic, tem menor capacidade para carregar objetos largos e pior arrumação, mas tem a vantagem de ter tranca e chave compartilhada com a chave da tranca de direção.

Para contornar o problema da guarda do capacete tenho usado a mesma solução que usei na Fat Boy: uma tranca com forma de mosquetão com segredo que prendo no guidão. É certo que não é a mesma coisa que deixar dentro do tourpack, mas já resolve na maioria das situações.

Esteticamente falando, o conjunto fica mais limpo com os alforges rígidos já que os alforges de couro acabam ficando gastos e deformados. Eu prefiro os rígidos.

Dá para não usar os alforges rígidos? Ao contrário das Softails, as Tourings sem os alforges perdem estilo, sem comentar o fato de que os amortecedores e ferragens deixam um aspecto de "moto que caiu" por estar "faltando um pedaço".

No computo geral, eu aprovo os alforges. É o acessório que nunca compraria, mas sentiria falta se não os tivesse na moto.


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

ventilador para melhorar o conforto das novas Tourings M8

Wilson Roque postou no seu blog sobre um acessório que seria interessante inclusive para as Harleys que não usam o motor Milwaukee 8: um ventilador para jogar o calor dissipado pelo motor para baixo.

Esse ventilador fica por baixo do banco do piloto e não deixa o calor chegar ao piloto, soprando para baixo da moto.

É bem interessante, uma vez que a principal reclamação de quem anda de HD é o "cozimento dos ovos" quando em trânsito pesado.

É sempre bom notar que existem poucos relatos de desconforto no uso das Tourings M8, mas todos os testes que tive acesso foram feitos em estrada.

sábado, 15 de dezembro de 2012

estilos de customização: qual o melhor ponto de partida?

Se vê muita coisa nos encontros, muita coisa nos cafés da manhã (dealer ou oficinas especializadas) e muita coisa na internet.

Não sou customizador, mas existem alguns detalhes que tornam qualquer customização dinheiro jogado fora porque como diz o Pedrão do Hecho a mano, a customização está nos detalhes.

Tentar colocar um ape hanger em uma V-Rod (e já vi isso publicado na web) não é das melhores idéias, assim como colocar um guidão Tomazzelli digno de uma café racer em uma Fat Boy.

A customização reflete seu gosto e é possível transformar tudo, desde uma Mobylete em Bobber como é o caso dos Tonguinhas ou uma Electra Glide em uma café racer ou chopper.. tudo questão de dinheiro e projeto.

Se você escolher bem o ponto de partida, a customização vai ser mais fácil, menos onerosa e necessitar de menos adaptações no projeto original.

O modelo HD mais versátil é sem dúvida a Sportster. Aceita quase tudo: só não vi uma Chopper partindo do quadro original. Café Racer é a linha que mais me agrada na Sportster e a própria HDMC tem uma Bobber original partindo da Sportster: a Sportster 48.

Outra base interessante para uma Café Racer é a XR1200. Mudanças simples de tanque e rodas já trazem ela para um estilo menos moderno lembrando bastante as primeiras Café Racers inglesas. Afinal, guidão e pedaleiras recuadas já fazem parte do projeto original.

Já para as Bobbers, partindo de quadros FL tudo fica mais simples. Mudanças pequenas em paralamas, pneus e banco já deixam a moto praticamente pronta. Gosto mais quando a base usa aros 16. E o que são os quadros FL: Softail e Tourings. Usando as softail ainda se consegue uma aparência de Hard Tail pois os amortecedores estão embaixo do quadro deixando a balança exposta.

Um estilo que vejo pouco são as Choppers e um ponto de partida muito bom são os chassis FX pois te permitem angular a suspensão dianteira com pouco investimento deixando o tanque em uma linha direta com a balança traseira. Se conseguir um quadro com a roda 200 como as FXST de 2007 em diante, melhor ainda. Vai faltar muito pouco: um guidão e um banco com pouca espuma para manter a linha reta do chassi e a sua Chopper está no jeito.

Uma moto não precisa ter dobro do seu valor em acessórios para ter um bom resultado. Vale mais a pena gastar a sobra aproveitando a moto.

domingo, 30 de janeiro de 2011

importação de peças como bagagem de porão

A importação de peças como bagagem de porão é uma prática normal entre os proprietários de HD. Muito se fala sobre isso, dizendo ser proibido ou que deve-se pagar sobre o valor excedente na cota, e dúvidas afins.

Sobre pneus e baterias incidem normas extras que não permitem a sua importação seja como bagagem, seja via correio/courier.

Sobre os demais ítens, as dúvidas sobre a permissão para trazer peças em número que não configure comércio são várias.

No Forum HD (http://www.forumhd.com.br/) isso foi tema de um tópico e um colega forista fez consulta à Receita Federal sobre a permissão para isso. Vou transcrever minha postagem no Motonline (http://www.motonline.com.br/) com a resposta da consulta feita para orientação sobre o assunto:


"Senhores a respeito da importação de peças (e não apenas pneus) como bagagem tive uma resposta da Receita Federal que repasso para os colegas:

A pergunta: Boa tarde. Gostaria de saber se posso trazer para o Brasil partes e peças de veículos automotores (carros, motos) na viagem que farei para os Estados Unidos. Pelo meu entendimento, de acordo com a portaria MF 440, Capitulo 1, parágrafo único, é possível trazer partes e peças de veículos automotores desde que sejam bens unitários para uso próprio. Porém no manual de bagagens na página principal da Receita Federal essa informação é desmentida falando que não se pode trazer tais produtos.
Caso seja possivel trazer essas partes e pecas, gostaria de saber se posso traze-las mesmo passando da cota de USD500,00 porem pagando os devidos impostos. Obrigado.

Resposta da RF:
Prezado(a) Senhor(a), Agradecemos a sua mensagem.
Partes e Peças de veículos como bagagem acompanhada Não se enquadram no conceito de bagagem os veículos automotores em geral, motocicletas, motonetas, bicicletas com motor, motorespara embarcação, motos aquáticas e similares, casas rodantes(motor homes), aeronaves (inclusive asa delta e parapente) e embarcações de todo tipo (inclusive barcos infláveis e caiaques).
As partes e peças de tais bens (por exemplo, rodas, pneus, bancos, volantes esportivos ou não, buzinas, faróis xenon) também não são enquadráveis como bagagem. Um viajante pode trazer para o País quaisquer bens permitidos, incluídos ou não no conceito de bagagem. Caso traga, por exemplo, peças de veículos (excluídas do conceito), pode importá-las mediante um despacho comum de importação. O despacho de bagagem é feito imediatamente após o desembarque, devendo o viajante apenas apresentar os bens e recolher os tributos eventualmente devidos.
Apenas em casos excepcionais é necessária a manifestação de outros órgãos além da Secretaria da Receita Federal do Brasil.(artigos 3ºa 8ºda Instrução Normativa RFB nº1.059/2010) O despacho de importação comum, em regra, não é imediato, e implica armazenamento da mercadoria, para que o importador seja habilitado e sejam obtidas as autorizações exigidas para a operação. (Instruções Normativas SRF nº611/2006e 680/2006), utilizando-se as alíquotas constantes da Tarifa Externa Comum do MERCOSUL para o cálculo do imposto de importação. A importação de bens usados está sujeita ao licenciamento pelo Decex, previamente ao embarque da mercadoria no exterior, sob pena de pagamento de multa por falta de licença de importação (LI) ou por licenciamento deferido após o embarque da mercadoria.
Para saber da possibilidade de se obter a licença de importação pelo Decex consulte no sítio do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio, o link: http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu =1484
Atenciosamente, Serviço de Fale Conosco Secretaria da Receita Federal do Brasil

Da resposta se entende que não pode trazer nenhum tipo de peça, apenas acessórios como wind shield ou sissy bar.
Trazendo será necessário aguardar o despacho feito em processo iniciado por despachante aduaneiro. No caso do pneu especificamente, o IBAMA já se manifestou a outro colega dizendo não ter problemas, mas vai ficar preso e direcionado ao depósito até a liberação alfandegária.
Qualquer outra ação será uma entrada ilegal (passou na loteria do verde/vermelho sem declarar a peça) ou o fiscal entendeu que não era peça e sim acessório.
Prefiro importar diretamente via correio ou courrier. Lembrando sempre que será necessário processo de importação se o montante (valor da compra + frete) ultrapassar o valor de 3000U$00.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Marcha lenta nas injetadas

A marcha lenta das HDs produz um som característico e sem imitações, mas com a injeção eletrônica esse som acaba descaracterizado exatamente porque a marcha lenta fica regulada na casa dos 1000 rpms.

Alguns colegas chegam mesmo a carburar as motos injetadas por não se conformar com isso.

Com o SERT você consegue baixar a marcha lenta até o limite de 800 rpms, mas esse limite só é mantido quando o motor está em pico de temperatura. Em temperatura de serviço o melhor que consegui foram 850 rpms. Essa regulagem é feita na tabela Iddle RPM.

No caso dos demais acessórios para reprogramar a injeção (Power Commando e FuelPak são os mais conhecidos) não sei informar por não ter tido acesso aos programas, mas também não se consegue muitas informações sobre isso nos fóruns de usuários americanos... parece que a marcha lenta das injetadas é algo que poucos se preocupam em modificar.

O Artur da Pigster vem desenvolvendo um acessório que ele deu nome de Pigster Iddle Control ou "lentador" como foi apelidado. Esse acessório atuando em conjunto com o enriquecedor de mistura que ele também desenvolveu (o PigXied) consegue baixar a marcha lenta para 600 rpms e atingir o "potato potato" característico. Quem se interessar pode acessar o Forum HD (www.forumhd.com.br) e pegar impressões de quem já está usando esses acessórios.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

compras no exterior

Não existe ninguém que ainda não tenha feito compras para a sua HD no exterior. Muitos aproveitam viagem de férias para trazer acessórios e peças de manutenção aproveitando os menores preços praticados, principalmente nos EUA.

Aqueles que não viajam, muitas vezes fazem a importação direta via correio, comprando em lojas ou pelo e-bay.

Desde Novembro passado foi implementada uma norma aduaneira que visa impedir a importação pessoal de peças e acessórios, sendo necessário fazer a importação através de empresa importadora ou courier.

Até agora não ouvi falar de grandes mudanças na importação de peças, embora amigos que foram para a BikeOktober Fest em Daytona tenham dito que houve algumas mudanças na alfandega.

Para quem tiver curiosidade, o dispositivo está disposto no artigo 7º da Decisão do Conselho Mercosul 53/09 e cuja íntegra transcrevo:


CAPÍTULO II

- BAGAGEM DE IMPORTAÇÃO

Exclusões
Artigo 7o
1. Estão excluídos do regime aduaneiro de bagagem os veículos automotores em geral, motocicletas, motonetas, bicicletas com motor, motores para embarcação, motos aquáticas e similares, casas rodantes, aeronaves e embarcações de todo tipo.
2. Estão ainda excluídos do regime as partes e peças dos bens relacionados no inciso 1, exceto os bens unitários, de valor inferior aos limites de isenção, relacionados em listas específicas que poderão ser elaboradas pelos Estados Partes.
3. Os bens excluídos do regime nos incisos 1 e 2 poderão ingressar a um Estado Parte em admissão temporária sempre que o viajante comprove sua residência permanente em outro país.
Artigo 8o - Extravio de bagagem Extravio de bagagem
Artigo 8o 1. Os bens despachados como bagagem e que, por caso fortuito ou força maior, ou por confusões, erros ou omissões, chegarem sem seus respectivos titulares, deverão permanecer depositados pelo transportador, à ordem de quem corresponder, sob controle aduaneiro, enquanto não forem reclamados.
2. Os bens a que se refere o inciso 1 poderão ser desembaraçados mediante o prévio cumprimento das formalidades previstas na legislação.
3. O envio da bagagem extraviada ao exterior poderá ser solicitado pelo titular dos bens ou, quando forem destinados a outro país, pelo transportador.
Limites de isenção para bagagem acompanhada
Artigo 9o 1. A bagagem acompanhada de todas as categorias de viajantes está isenta do pagamento de tributos relativamente a:
a) roupas e objetos de uso pessoal; e
b) livros, folhetos e periódicos.
2. Além dos mencionados no inciso 1, o viajante que ingressar em um Estado Parte por via aérea ou marítima gozará de isenção para outros bens, até o limite de US$ 300 (trezentos dólares estadunidenses ou o equivalente em outra moeda).
3. No caso de fronteira terrestre, os Estados Partes poderão fixar um limite de isenção não inferior a US$ 150 (cento e cinqüenta dólares estadunidenses ou o equivalente em outra moeda).
4. Não obstante o estabelecido nos incisos 2 e 3, os Estados Partes que tenham limites mais elevados poderão mantê-los até que possam ser harmonizados.
5. As Administrações Aduaneiras exercerão controles especialmente no sentido de que o limite de isenção não seja utilizado mais de uma vez no intervalo de um mês.
6. Os Estados Partes poderão estabelecer ainda limites quantitativos para a fruição de isenções relativas à bagagem de viajante.
...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Novidades Izzo HD

A Silvana recebeu e-mail do grupo Izzo informando que está a venda a nova coleção de roupas HD nas lojas e que haverá novidades a cada 15 dias. Eu vi o e-mail e não vi grandes novidades na coleção, mas vamos esperar a segunda quinzena de junho....

No blog do HD Group (http://harley-davidsongroup.blogspot.com) está divulgada uma promoção de acessórios com descontos de quinze a vinte por cento em engine guards (o popular mata cachorro), windshields (o popular parabrisa) e pneus(na divulgação fala em preço de R$ 872,00 para o pneu traseiro de Fat Boy, só não sei se é o pneu 200 ou não).

Não esqueça que esse preço não deve incluir a mão de obra para a colocação do acessório, mas como o Amex é o melhor amigo do harleyro e como vários colegas estão precisando de pneus traseiros para as suas Fats, não custa dar uma passada na loja.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Daytona 2009

O maior evento anual de Harleys está prestes a começar: 68ª Daytona Bike Week.

Muitos colegas estão se preparando para ir ao evento, quase todos com o Giba (corrigido após a revisão cuidadosa do Alexandre... hehehehe) da Brazil Bike Travel. É lógico que as listas de pedidos se multiplicam e muitos já contam com os acessórios para dar uma nova cara à sua HD.

Algumas coisas devem ser lembradas neste momento: limite de cota de 500US sem que você pague imposto de importação (é lógico que sempre existe a loteria do verde/vermelho da alfandega), pneus não podem ser importados sem licença ambiental e faça o pedido da peça que você quer com antecedência (part numbers são fundamentais).

Será uma festa onde muitas pessoas vão visitar a mesma loja que você vai visitar e se você demora em encontrar a peça corre o risco de não encontrar, portanto faça seu pedido com antecedência seja por e-mail ou telefone para não correr esse risco.

Outra coisa a ser lembrada é que em Daytona está a maior loja HD do mundo, mas também estarão lá muitos proprietários de HDs. Portanto, na hora de visitar a loja seja rápido e reserve o que te interessa antes de começar a visitar a loja. Apesar da loja HD em Daytona ser a maior do mundo, você não estará sozinho na loja e se você não reservar, provavelmente não vai encontrar a peça novamente.

E acima de tudo seja organizado na visita à loja porque senão você vai deixar de achar muita coisa e lembre que o mercado "after market" de peças não originais é grande nos EUA e que o esquema de "feirinha" também é encontrado em eventos como o de Daytona.

Outra dica que me deram nesse fim de semana é o cuidado com as coisas no Hotel. Miami não é EUA, mas sim um posto avançado da América Latina com todos os defeitos que encontramos no Brasil e demais países da América do Sul e Central. Camareiras são subornáveis e muitos esquemas para furtos de bagagem são feitos. Evite entrar e sair com as sacolas das lojas HDs denotando que você é um turista comprador e se puder pegar suas encomendas na véspera da viagem de volta será ainda melhor (procure acertar um esquema de entrega em data posterior à data da compra).

E na volta, traga seus recibos de compra à mão, pois podem ser necessários se você perder na loteria da alfandega.

domingo, 16 de novembro de 2008

troca de filtro de ar na softail 2008 em diante

O Sidinho está modificando sua softail Rocker e decidiu trocar filtro ar e ponteiras, além de pedaleiras, punhos e outras pequenas coisas.

Para garantir o perfeito funcionamento da injeção comprou o SERT. Tudo certo, bacana e de acordo com o manual, mas, e com HD sempre tem um mas, na hora de trocar o filtro ficou faltando um plug para jumpear o controle da vazão de ar na entrada do filtro de ar.

Confesso que foi a primeira vez que vi isso e fica como alerta para a turma das 2008 em diante: existe mais um controle feito pela central de injeção, entrada de ar para a mistura ar/combustível.

Conversei com o Rodrigo que tem uma Fat 2008 e tinha tirado a capa do filtro de ar e ele me disse que esse controle não altera em nada a central da injeção e ele, quando tirou a capa com a borboleta, colocou o controle dentro do filtro de ar para não ficar balançando, sem que isso tivesse dado qualquer código de erro.

Na oficina não quiseram fazer isso e pediram para arrumar o jump desse controle porque não tem no estoque de peças (milagre seria se tivesse).

Eu estou com o Rodrigo e acho que esse jump é inútil e pode simplesmente ser colocado de lado, mas os mecânicos dizem que não.

Quem tiver feito modificações no filtro de ar, dá um retorno para a gente saber se dá ou não dá para deixar esse controle desligado.

domingo, 5 de outubro de 2008

pedaleira para viagem

Um dos muitos usos do DK tabajara, além daquele para o qual foi projetado (proteger a moto e o piloto em caso de queda), é prender pedaleiras de modo a se obter uma posição mais confortável em viagem.

Eu não gosto do DK (fato notório), mas queria ter opção de trocar de posição durante a viagem.

Soluções foram estudadas, mas como sou baixinho (1,72 m) e gosto de pilotar bem para trás no banco para aproveitar o apoio na lombar que o degrau do banco do garupa forma, não conseguia achar algo que me agradasse e fosse viável. Cheguei a cogitar um DK (vade retro satanas)




mas a solução que encontrei foi o Mark III da Kuryakin.


Ainda existe a opção do Mark IV.



A diferença entre o Mark III e o Mark IV é que Mark III fica preso na pedaleira ao invés de ficar preso no quadro, reparem:



As pedaleiras podem ser escolhidas como quiser (eu coloquei as originais de cg por combinarem com a passadeira da plataforma).

Lado direito da moto



e lado esquerdo da moto



Tanto o Mark III quanto o Mark IV podem ser ajustados de forma a não atrapalhar os pedais de freio e câmbio, existindo um tamanho extended para pessoas com mais de 1,80 m

ficou bom? Ficou ótimo, o conforto melhorou bastante, tanto que venho usando na cidade também

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

FIAT LUX

Não sei quantos dos meus leitores viajam durante a noite, eu evito sempre, mas para os apreciadores do noturno vale a pena falar de iluminação.

Meu farol é original americano sealed beam (o original brasileiro está na FX e este é o farol que veio com a cabeça de touro) e ele ilumina com a eficiência de uma vela. Os originais com lâmpadas H4 tem boa eficiência mas a lâmpada dá impressão de cansar rápido.

O uso dos faróis auxiliares nem sempre é uma opção utilizada por razões estéticas e alguns dos auxiliares são projetados para neblina e não para aumentar a eficiência da iluminação noturna.

A opção tem sido utilizar os faróis de Xenon, mas estes tem instalação que necessita de um eletricista especializado (coisa nem sempre encontrada) devido instalação de reator para o uso da lâmpada.

O Xenon pode ser somente para o facho baixo, como para ambos os fachos (baixo/alto) e a lanterna normalmente é substituída por um led. O cuidado a ser tomado é com o embaçamento do globo ótico devido ao aumento da temperatura pelo uso da lâmapada Xenon.

O custo dessa brincadeira tem andado em torno dos R$ 400,00 para o Xenon no facho baixo e R$ 650,00 para Xenon em ambos os fachos. Lógico que esses preços dependem da lâmpada utilizada. Como forma de auxiliar na escolha copiei o texto abaixo:


Lâmpadas H.I.D. (High Intensity Discharge) são radicalmente
diferentes e otimizadas, em se falando de tecnologias de iluminação.
Lâmpadas H.I.D. contrastam com lâmpadas halógenas ou incandescentes
comuns de filamento, por serem similares a lâmpadas de vapor. Ao invés de terem filamentos aquecidos, lâmpadas H.I.D. geram um arco voltaico entre dois eletrodos internos, que por sua vez, excita energeticamente uma mistura de gás Xenônio e sais metálicos, assim produzindo uma luz alva e intensa que muito se assemelha à luz natural de um dia ensolarado.

O resultado é um facho azulado, que muda segundos depois de aceso
para branco. Semelhante a um flash fotográfico, tem o triplo da
luminosidade convencional. Além disso, trabalha com menos potência.
‘‘Enquanto uma lâmpada comum consome entre 55W e 65W, a de xenônio
gasta 35W’’.

As cores dos sistemas HID-Xenon são referidas à emissão de espectro de luz solar, o qual é relacionado à temperatura de plasma

Uma tabela de temperatura da luz:

Observação: muitos consumidores de kits Xenon têm um conceito
errôneo assumindo que quanto mais alta a temperatura Kelvin (K), maior o fluxo luminoso da luz emitida. Na verdade a relação é inversa. O que se relaciona proporcionalmente é quanto clara a luz visível se torna.Também, a temperatura de superfície ao contato é muito mais baixa que a de referência de luminosidade, uma vez que lâmpadas de Xenônio operam em temperatura mais baixa que as lâmpadas halógenas.

Com fica no farol:

Cor/temperatura de refêrencia: 3000K

Lâmpadas de 3000K geram aproximadamente 3200 lumens, cuja
intensidade luminosa é de aproximadamente três (3) vezes superior a de uma lâmpada halógena. Esta lâmpada emite luz amarelo-ouro e oferece penetração luminosa adequada para condições de neblina intensa.
Recomenda-se esse kit 3000K para uso em iluminação secundaria, como em faróis de neblina ou faróis auxiliares. Operacionalmente, a lâmpada 3000K é na verdade uma lâmpada de 5000K coberta com uma película que filtra todo o espectro luminoso, com exceção dos comprimentos de onda que compõem a luz amarela. A luz amarela, por sua vez, é a que mais chama atenção nas estradas.

Cor/temperatura de referência: 5000K

Esta é a lâmpada de maior fluxo luminoso, com aproximadamente 3100
lumens, cuja intensidade luminosa é de aproximadamente três (3) vezes
superior a de uma lâmpada halógena. A luz emitida é branco-palida ao
observador, com uma nuance amarelada quando refletida na estrada. Essa é a cor de opção de consumidores que desejam melhorar a visibilidade e performance, ao mesmo tempo melhorando o visual de seus faróis. Também é ideal para aqueles que fazem off-roading, em razão da refletividade da luz emitida ser também apropriada para objetos e superfícies não pavimentadas. Em suma, essa lâmpada é a opção que garante mais iluminação por centavo investido

Cor/temperatura de referência: 6000K

Com aproximadamente 2800 lumens, um pouco abaixo das lâmpadas de
5000K, esses bulbos 6000K ainda garantem uma intensidade luminosa
aproximadamente três (3) vezes superior a de uma lâmpada halógena.
Essas lâmpadas são para aqueles que desejam faróis emitindo uma luz
extremamente branca, com leve nuance azul/anil quase imperceptível.

Cor/temperatura de referência: 8000K

Com 2550 lumens, um pouco abaixo das lâmpadas de 6000K, esses
bulbos ainda garantem uma intensidade luminosa muito superior a de uma lâmpada halógena. Estas lâmpadas de 8000K emitem uma luz um pouco mais azulada que os bulbos de 6000K.

Cor/temperatura de referêcia: 10000K
PROIBIDAS
Com aproximadamente 2200 lumens de luminosidade, as lâmpadas de
10000K permitem uma intensidade luminosa acima do dobro da
proporcionada por uma lâmpada halógena tradicional. Estas lâmpadas de
10000K geram uma luz azul-violeta de maior tonalidade que os bulbos de 8000K.

Cor/temperatura de referência: 12000K
PROIBIDAS
Estas lâmpadas, por sua vez, geram 2100 lumens de saída, acima do
dobro de uma lâmpada halógena tradicional. A luz gerada é de uma
tonalidade azul-violeta mais escura que a gerada pelas lâmpadas 10000K.
Essa é a escolha de consumidores que buscam a aparência mais exótica e extrema para seus veículos.



Como opção ao Xenon, a Phillips lançou a Philips Diamond Vision H4 (5.000K, branca), que dispensa instalação de reator, bastando a troca da lâmpada original por ela. Custa R$ 120,00, bem menos do que o Xenon, mas muito mais cara que as lâmpadas comuns (R$ 30,00).

Outra opçâo, também halogena, é: Crystal Vision (4.300 K). A Philips ainda tem a Blue Vision (4.000K)e a Moto Vison (4.300K), mas vista de frente aparenta uma cor alaranjada.

Uma opção diferente são as lâmpadas de plasma (PIAA H4 Super Plasma). Mas uma lâmpada custa o mesmo que um bom Xenon.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Peças e acessórios: como comprar?

Comprar peças para Harley Davidson já foi mais difícil, que o digam os harleyros mais antigos. Ainda assim continua sendo bastante complicado comprar peças e acessórios para HD, isso sem falar no custo.

Se você tenta comprar uma peça ou acessório na autorizada muitas vezes se decepciona: ou não tem o que você quer e você precisa esperar meses pela peça (eu mesmo já esperei dez meses por uma peça a ser trocada em garantia) ou quando tem acaba tendo um valor bastante elevado quando comparado com os valores nos EUA.

Aí você procura uma peça similar nos catalogos da Kuryakin ou mesmo uma similar nacional. As vezes os valores caem bastante, mas a peça escolhida nem sempre consegue o resultado que você queria, ou quando você encontra um substituto, o preço acaba sendo quase o mesmo do catalogo da HD, e isso estamos falando de acessórios porque as peças "genéricas" acabam dando mais dor de cabeça do que aliviando o bolso.

Solução para tentar superar esses "pequenos problemas" são as compras via internet nos EUA. Aí começa outra dor de cabeça: se você tem pressa e pede entrega via empresas especializadas, você tem de pagar os impostos e acaba saindo quase o preço da loja, sem falar que você ainda vai pagar a mão-de-obra para instalar ou trocar a peça. Se você pede via correio normal, demora e muitas vezes você acaba pagando o imposto para retirá-la no correio.

Resultado disso tudo: você fica entre a cruz e a espada. Não tem jeito, você vai ter de pesquisar para encontrar a melhor solução. Mandar vir do exterior é fácil quando você tem um contato pessoal (parente, amigo) que trata de comprar e despachar para você (dica: peça para ele despachar a encomenda como "gift", declarando valor menor para evitar os impostos), ou você viaja aos EUA e traz na tua mala (lembre-se que você pode sofrer a revista aleatória e ter de pagar multa de 100% sobre os valores devidos, se não quiser arriscar a revista declare os valores e pague os impostos sobre os valores que ultrapassarem a sua cota).

Eu tenho pesquisado muito, utilizo muitas vezes as lojas autorizadas da HD (principalmente em Miami), sempre me identificando como membro do HOG internacional, e uso os serviços da empresas transportadoras. Existem também lojas na internet, sendo as mais conhecidas a Adventure (www.hmhd.com) que entrega no Brasil e a Zanotti (www.zanottimotors.com) que você precisa manter contato via telefone (para quem tem Skype e serviços similares a ligação acaba sendo mais barata que uma ligação local).

O PHD indicou a moto import (www.importautopecas.com) como empresa idônea. eu fiz cotação com eles e os valores são bastante acessíveis em relação aos valores praticados no Brasil. A empresa tem sede em Miami, te envia via correio ou empresa transportadora, você paga em reais através de depósito ou cartão de crédito. É uma alternativa bastante viável.

Se você faz compra pela internet, verifique os descontos para valores por eles especificados e procure fazer uma encomenda grande para diminuir o valor do frete por quilo enviado, pois quanto mais quilos menor o preço unitário do quilo. Catálogos e livros não pagam imposto e vale a pena tê-los em mão pois tudo que você pede necessita do "part number" (referência da peça) para ser cotado e comprado.

Com as cotações na mão procure nas lojas no Rio e São Paulo, não se esquecendo das lojas autorizadas que podem reservar algumas surpresas, porque muitas vezes acaba valendo pagar um pouco mais para já ter a peça colocada na moto ou ter maiores facilidades de pagamento (compras no exterior normalmente não são parceladas e impostos devem ser pagos na entrega).A Harley é um brinquedo de adulto e boa parte da brincadeira é encontrar os acessórios. Faça as suas compras sem pressa que as experiências servem de assunto nos encontros.