No blog do Gato Cansado do Hélio Rodrigues Silva, companheiro de QI, você encontra alguns posts muito interessantes sobre as técnicas para aprimorar sua pilotagem.
Já li há algum tempo esses posts e sempre me esqueço de fazer referência. Com o aumento do risco da pilotagem urbana lembrei disso e vale uma olhada nos links:
Pilotagem segura: é uma compilação de várias leituras e experiências do nosso grande Hélio Rodrigues: http://heliorsilva.blogspot.com.br/2013/02/reduzindo-riscos-na-pilotagem-pilotar.html
E os próximos dois links trazem vídeos ilustrando a principal ação para por o contra-esterço em prática: olhar para onde você quer ir: http://heliorsilva.blogspot.com.br/2013/03/pilotagem-videos.html e http://heliorsilva.blogspot.com.br/2013/03/pilotagem-video.html .
Ride safe.
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sexta-feira, 29 de março de 2013
domingo, 28 de outubro de 2012
pilotagem em baixa velocidade: nova edição
Dia 10 de novembro o Rider Program Rio oferece mais uma edição do curso de pilotagem em baixa velocidade.
Esse curso, não custa lembrar, visa aprimorar e ensinar técnicas de controle de motocicletas em baixa velocidade e ajuda muito ao piloto menos experiente a ganhar mais confiança e segurança para usar as HDs nas manobras diárias que enfrentamos no trânsito urbano.
Valor de R$ 300,00. Para maiores informações e inscrições, acesse www.riderprogramrio.com.
Vale a pena.
Esse curso, não custa lembrar, visa aprimorar e ensinar técnicas de controle de motocicletas em baixa velocidade e ajuda muito ao piloto menos experiente a ganhar mais confiança e segurança para usar as HDs nas manobras diárias que enfrentamos no trânsito urbano.
Valor de R$ 300,00. Para maiores informações e inscrições, acesse www.riderprogramrio.com.
Vale a pena.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
nova edição do curso teórico para pilotar em grupo
O dealer carioca oferece mais uma edição do curso de pilotagem em grupo hoje à noite na loja do Recreio.
O curso é ministrado pelo Fernando Tanure, Road Captain do HOG RJ e o curso acontece das 19h30 às 21h30, com passeio prático para Cabo Frio saindo da loja no sábado (6/10) às 10h.
O curso terá o valor de R$ 55,00/aluno visando o pagamento de apostilas e coffee break. O saldo apurado será revertido para as ações sociais que o Chapter RJ vem organizando.
O curso é ministrado pelo Fernando Tanure, Road Captain do HOG RJ e o curso acontece das 19h30 às 21h30, com passeio prático para Cabo Frio saindo da loja no sábado (6/10) às 10h.
O curso terá o valor de R$ 55,00/aluno visando o pagamento de apostilas e coffee break. O saldo apurado será revertido para as ações sociais que o Chapter RJ vem organizando.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
viagem e moto parada na garagem: dicas para evitar surpresas
Estou de volta ao Brasil. Cheguei no domingo e após quase vinte dias parada, a Fat voltou a rodar hoje sem maiores surpresas.
É comum acontecer algumas surpresas na hora de voltar a ligar a moto depois de um intervalo de tempo parado, como bateria descarregada ou problema de alimentação.
Se a moto é bem cuidada, pequenos detalhes na hora de estacionar a moto merecem ser lembrados.
Tanque cheio ajuda a evitar oxidação interna e evita sujeira boiando no combustível. Sem maiores sujeiras já se evita que a bomba puxe combustível sujo e ocasione algum entupimento que impeça ou dificulte a partida depois de longo tempo estacionada.
Pneus calibrados um pouco acima da calibragem normal ajudam a evitar deformações devido a ação do peso da moto no mesmo local do pneu por longo tempo. Eu normalmente calibro os pneus com mais 10 libras (cerca de 40% a mais que a calibragem normal), voltando a calibragem normal assim que volto a usar a moto.
E finalmente a bateria. Se não houver fuga de carga, a bateria consegue segurar carga suficiente por pelo menos um mês. Ao contrário dos carros (que ficam apoiados nos pneus deixando a bateria devidamente isolada), as motos normalmente ficam com o descanso apoiado no chão e possibilitam um descarga lenta para o solo e dependendo da qualidade e carga da bateria, a mesma acaba sem carga suficiente para dar partida. Aí só mesmo com uma chupeta ou fazendo pegar no tranco.
Para evitar essa descarga lenta, basta colocar um calço de borracha (até um chinelo havaina serve) no local onde o descanso vai ficar apoiado no solo. Não sei se já repararam, mas é comum ver um suporte para o descanso nas autorizadas e é esse descanso que evita a descarga lenta.
Para períodos maiores, recomenda-se desligar o positivo da bateria, voltando a religar. Vale lembrar que as motos com mais tecnologia embarcada podem ter algum problema com a "volta a vida" após terem a bateria desligada por muito tempo.
A HDMC vende um carregador inteligente que mantém a carga da bateria: fica ligado à energia e cada vez que a carga da bateria cai a níveis mínimos, o carregador recarrega a bateria em carga lenta até a completa capacidade.
Resumindo: tanque cheio, pneus mais cheios e um calço de borracha fazem uma grande diferença na hora de ligar a moto depois de muito tempo parada.
É comum acontecer algumas surpresas na hora de voltar a ligar a moto depois de um intervalo de tempo parado, como bateria descarregada ou problema de alimentação.
Se a moto é bem cuidada, pequenos detalhes na hora de estacionar a moto merecem ser lembrados.
Tanque cheio ajuda a evitar oxidação interna e evita sujeira boiando no combustível. Sem maiores sujeiras já se evita que a bomba puxe combustível sujo e ocasione algum entupimento que impeça ou dificulte a partida depois de longo tempo estacionada.
Pneus calibrados um pouco acima da calibragem normal ajudam a evitar deformações devido a ação do peso da moto no mesmo local do pneu por longo tempo. Eu normalmente calibro os pneus com mais 10 libras (cerca de 40% a mais que a calibragem normal), voltando a calibragem normal assim que volto a usar a moto.
E finalmente a bateria. Se não houver fuga de carga, a bateria consegue segurar carga suficiente por pelo menos um mês. Ao contrário dos carros (que ficam apoiados nos pneus deixando a bateria devidamente isolada), as motos normalmente ficam com o descanso apoiado no chão e possibilitam um descarga lenta para o solo e dependendo da qualidade e carga da bateria, a mesma acaba sem carga suficiente para dar partida. Aí só mesmo com uma chupeta ou fazendo pegar no tranco.
Para evitar essa descarga lenta, basta colocar um calço de borracha (até um chinelo havaina serve) no local onde o descanso vai ficar apoiado no solo. Não sei se já repararam, mas é comum ver um suporte para o descanso nas autorizadas e é esse descanso que evita a descarga lenta.
Para períodos maiores, recomenda-se desligar o positivo da bateria, voltando a religar. Vale lembrar que as motos com mais tecnologia embarcada podem ter algum problema com a "volta a vida" após terem a bateria desligada por muito tempo.
A HDMC vende um carregador inteligente que mantém a carga da bateria: fica ligado à energia e cada vez que a carga da bateria cai a níveis mínimos, o carregador recarrega a bateria em carga lenta até a completa capacidade.
Resumindo: tanque cheio, pneus mais cheios e um calço de borracha fazem uma grande diferença na hora de ligar a moto depois de muito tempo parada.
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
em tempos de furtos
Todos já escutaram sobre furtos de HDs, praticamente a cada evento se sabe de uma moto furtada ou no centro de São Paulo, onde alguém parou rapidamente e não encontrou mais a moto.
Como o modelo americano vem sendo implantado na terra brasilis, vale a pena ler a postagem do Bayer em seu blog (www.olddogcycles.com) sobre dicas para dificultar um pouco mais os furtos: http://www.olddogcycles.com/2012/05/como-prevenir-o-furto-da-sua-moto.html
Eu já comecei a abandonar o (mau) hábito de deixar a moto solta e acho que em breve vou adotar uma tranca de disco.
É HD life style, com seus prós e seus contras.
Como o modelo americano vem sendo implantado na terra brasilis, vale a pena ler a postagem do Bayer em seu blog (www.olddogcycles.com) sobre dicas para dificultar um pouco mais os furtos: http://www.olddogcycles.com/2012/05/como-prevenir-o-furto-da-sua-moto.html
Eu já comecei a abandonar o (mau) hábito de deixar a moto solta e acho que em breve vou adotar uma tranca de disco.
É HD life style, com seus prós e seus contras.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
e quando a pista molha
São poucos os que gostam de pista molhada quando se está de moto. Para quem, como eu, não gosta, mas não dispensa a moto mesmo quando a chuva ameaça, ficam as dicas do Fernando Tanure, instrutor do Rider Program para encarar a pista molhada:
1. Reduzir velocidade;
2. Manter a moto tracionada;
3. Freio traseiro somente em curvas de baixa, com suavidade;
4. Freio dianteiro somente com o guidom alinhado, moto em pé;
5. Evitar sair no inicio da chuva fina, pois elase mistura a poeira existente na pista e forma uma fina camada de lama. Se for sair na chuva é melhor aguardar que a chuva "lave" a pista;
6. Velocidades acima de 80-90km/h são favoráveis a aquaplanagem e devem ser evitadas, principalmente se for chuva intensa;
7. Chuvas de verão, fortes e de curta duração, devem ser evitadas devido a grande quantidade de água na pista;
8. Em pistas de mão dupla andar afastado da faixa que divide a pista, evitando os banhos de água que os carros da pista contrária jogam.
Ride Safe.
1. Reduzir velocidade;
2. Manter a moto tracionada;
3. Freio traseiro somente em curvas de baixa, com suavidade;
4. Freio dianteiro somente com o guidom alinhado, moto em pé;
5. Evitar sair no inicio da chuva fina, pois elase mistura a poeira existente na pista e forma uma fina camada de lama. Se for sair na chuva é melhor aguardar que a chuva "lave" a pista;
6. Velocidades acima de 80-90km/h são favoráveis a aquaplanagem e devem ser evitadas, principalmente se for chuva intensa;
7. Chuvas de verão, fortes e de curta duração, devem ser evitadas devido a grande quantidade de água na pista;
8. Em pistas de mão dupla andar afastado da faixa que divide a pista, evitando os banhos de água que os carros da pista contrária jogam.
Ride Safe.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Pilotagem em baixa velocidade
E segue a programação do Rider Program Rio.
Os cursos vem sendo ministrados pelo menos uma vez por mês, eventualmente duas vezes como teria sido agora em Abril, mas a segunda edição veiculada pelo dealer carioca foi adiada pelo mau tempo (nova data será informada).
O módulo de controle em baixa velocidade é muito interessante para o piloto ter confiança nas manobras simples onde o peso influencia bastante a estabilidade da moto.
Eu costumo dizer que a moto perde metade do peso depois que você coloca em prática as técnicas mostradas no curso.
Para maiores detalhes, acesse a página do Facebook http://www.facebook.com/riderprogrio ou a página da internet http://www.riderprogramrio.com
Os cursos vem sendo ministrados pelo menos uma vez por mês, eventualmente duas vezes como teria sido agora em Abril, mas a segunda edição veiculada pelo dealer carioca foi adiada pelo mau tempo (nova data será informada).
O módulo de controle em baixa velocidade é muito interessante para o piloto ter confiança nas manobras simples onde o peso influencia bastante a estabilidade da moto.
Eu costumo dizer que a moto perde metade do peso depois que você coloca em prática as técnicas mostradas no curso.
Para maiores detalhes, acesse a página do Facebook http://www.facebook.com/riderprogrio ou a página da internet http://www.riderprogramrio.com
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
HD 110: muito cedo para pensar nisso?
Já postei sobre a divulgação da data referente à festa em Milwaukee dos 110 anos da HDMC, e surgem sempre os comentários "eu vou", "ainda é cedo", "nem sei se estarei andando de moto"... e assim por diante.
Eu irei e já comecei os preparativos. Mas como assim preparativos? Ainda falta mais de um ano!
Sim preparativos. O evento é quinquenal e a cada edição agrega cada vez mais pessoas, tanto é assim que a HDMC vai comemorar o aniversário em vários locais do mundo e em várias épocas, com o mesmo padrão dos Harley Days que iniciaram no ano passado.
Acomodações, roteiros, como ir, quanto dinheiro poupar... Tudo isso fica mais fácil se você se planeja com antecedência. O aluguel da motocicleta pode ser feito de várias formas, as reservas para acomodações já foram liberadas (e não existe mais lugar na cidade) e em breve a parte aérea será liberada para reservas.
As operadoras de mototurismo começam a liberar seus pacotes e servem tanto com referência quanto como solução para o planejamento.
O colega de grupo do Facebook, Dan Morel, deixou um texto muito interessante sobre isso no seu perfil (um post no blog que é colaborador) e vale a leitura: http://brosbikers.com.br/harley-110th-anniversary-dos-donts/ .
Minha opção foi a do calouro: vou com operador de mototurismo, a Brazil Bike Travel porque é sempre bom aprender com a experiência dos outros.
Eu irei e já comecei os preparativos. Mas como assim preparativos? Ainda falta mais de um ano!
Sim preparativos. O evento é quinquenal e a cada edição agrega cada vez mais pessoas, tanto é assim que a HDMC vai comemorar o aniversário em vários locais do mundo e em várias épocas, com o mesmo padrão dos Harley Days que iniciaram no ano passado.
Acomodações, roteiros, como ir, quanto dinheiro poupar... Tudo isso fica mais fácil se você se planeja com antecedência. O aluguel da motocicleta pode ser feito de várias formas, as reservas para acomodações já foram liberadas (e não existe mais lugar na cidade) e em breve a parte aérea será liberada para reservas.
As operadoras de mototurismo começam a liberar seus pacotes e servem tanto com referência quanto como solução para o planejamento.
O colega de grupo do Facebook, Dan Morel, deixou um texto muito interessante sobre isso no seu perfil (um post no blog que é colaborador) e vale a leitura: http://brosbikers.com.br/harley-110th-anniversary-dos-donts/ .
Minha opção foi a do calouro: vou com operador de mototurismo, a Brazil Bike Travel porque é sempre bom aprender com a experiência dos outros.
sábado, 28 de janeiro de 2012
sugestão do Giba
Para quem não conhece, o Giba é o dono da agência Brazil Bike Travel especializada em moto turismo.
Muitos amigos já viajaram com ele e eu pretendo ir com ele ao aniversário de 110 anos da HD no ano que vem.
Como a idéia para 2013 é ver a festa e andar de moto, a gente vem conversando sobre vários trajetos a serem feitos e entre esses roteiros aparecem muitas idéias, nem sempre viáveis para o tempo e dinheiro disponível.
Eu pretendo conhecer a Route 66 por razões óbvias; a PCH1 - estrada na Califórnia e a rota do Whiskey nos Apalaches envolvendo Cherohala Skyway e o Tail of the Dragon no Tennesse.
No meio das conversas ele me sugeriu (e depois me permitiu passar adiante) um roteiro que ele irá fazer agora em Março: San Francisco-Los Angeles-Vegas.´
O interessante nessa rota é fazer a PCH1 e parte da Route 66, permitindo tempo para visitar o Grand Canyon e o Zion National Park e passar por três cidades interessantes: San Francisco, Los Angeles e Las Vegas.
Quem se interessar, ele tinha apenas 4 vagas e a viagem envolve dez dias de aluguel de moto, hotel e carro de apoio.
Eu não vou nessa porque já programei férias nesse ano e não sobra tempo para esse roteiro, mas farei em 2014.
Mais informações: biketraveltravel@brazilbiketravel.com.br .
Muitos amigos já viajaram com ele e eu pretendo ir com ele ao aniversário de 110 anos da HD no ano que vem.
Como a idéia para 2013 é ver a festa e andar de moto, a gente vem conversando sobre vários trajetos a serem feitos e entre esses roteiros aparecem muitas idéias, nem sempre viáveis para o tempo e dinheiro disponível.
Eu pretendo conhecer a Route 66 por razões óbvias; a PCH1 - estrada na Califórnia e a rota do Whiskey nos Apalaches envolvendo Cherohala Skyway e o Tail of the Dragon no Tennesse.
No meio das conversas ele me sugeriu (e depois me permitiu passar adiante) um roteiro que ele irá fazer agora em Março: San Francisco-Los Angeles-Vegas.´
O interessante nessa rota é fazer a PCH1 e parte da Route 66, permitindo tempo para visitar o Grand Canyon e o Zion National Park e passar por três cidades interessantes: San Francisco, Los Angeles e Las Vegas.
Quem se interessar, ele tinha apenas 4 vagas e a viagem envolve dez dias de aluguel de moto, hotel e carro de apoio.
Eu não vou nessa porque já programei férias nesse ano e não sobra tempo para esse roteiro, mas farei em 2014.
Mais informações: biketraveltravel@brazilbiketravel.com.br .
sábado, 21 de janeiro de 2012
Pilotagem na serra
Vários calouros no trem do HOG e sempre se percebe algumas deficiências que serão superadas naturalmente com os kms rodados.
A Harley tem um motor muito torcudo e por conta disso o freio motor é forte. Se você usá-lo vai ter uma pilotagem bem menos cansativa nas diversas curvas das serras.
Acelerar, frear, reduzir dentro da curva não é a melhor pilotagem para uma HD. A melhor entrada de curva será sempre com o motor cheio em marcha reduzida para acelerar no meio da curva e sair naturalmente mais rápido. Reduzir no meio da curva deixa a moto solta e sem muita ação para uma correção de trajetória.
Ao entrar na curva com o motor cheio e em marcha reduzida, qualquer aceleração levanta a moto e você sai de algum pepino com mais segurança.
Outra coisa: contra-esterço. Ele existe e vale a pena ser treinado. Quem esteve no curso de orientação para viagens já ouviu o Artur falando sobre isso. Se você está com seu motor cheio e acelerando, a moto naturalmente se levanta e contra-esterçando você a faz manter-se na trajetória da curva sem fazer força ou brigar com o guidão e se precisar mudar a trajetória basta aliviar o contra-esterço.
E por fim: frear na entrada da curva só faz a HD escorregar e por conta disso você inclina menos. Se for preciso realmente frear, endireite a moto e freie. Procure usar mais o dianteiro para a parada e o traseiro para corrigir a trajetória.
Parece difícil, mas garanto que se começar a prestar atenção e entrar nas curvas em marcha reduzida, em breve estará contra-esterçando e dominando as frenagens de emergência.
E vamos rodar!
A Harley tem um motor muito torcudo e por conta disso o freio motor é forte. Se você usá-lo vai ter uma pilotagem bem menos cansativa nas diversas curvas das serras.
Acelerar, frear, reduzir dentro da curva não é a melhor pilotagem para uma HD. A melhor entrada de curva será sempre com o motor cheio em marcha reduzida para acelerar no meio da curva e sair naturalmente mais rápido. Reduzir no meio da curva deixa a moto solta e sem muita ação para uma correção de trajetória.
Ao entrar na curva com o motor cheio e em marcha reduzida, qualquer aceleração levanta a moto e você sai de algum pepino com mais segurança.
Outra coisa: contra-esterço. Ele existe e vale a pena ser treinado. Quem esteve no curso de orientação para viagens já ouviu o Artur falando sobre isso. Se você está com seu motor cheio e acelerando, a moto naturalmente se levanta e contra-esterçando você a faz manter-se na trajetória da curva sem fazer força ou brigar com o guidão e se precisar mudar a trajetória basta aliviar o contra-esterço.
E por fim: frear na entrada da curva só faz a HD escorregar e por conta disso você inclina menos. Se for preciso realmente frear, endireite a moto e freie. Procure usar mais o dianteiro para a parada e o traseiro para corrigir a trajetória.
Parece difícil, mas garanto que se começar a prestar atenção e entrar nas curvas em marcha reduzida, em breve estará contra-esterçando e dominando as frenagens de emergência.
E vamos rodar!
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
controle sua HD em baixa velocidade
Um dos grandes receios em pilotar uma HD é o peso. Qualquer excesso é punido pela gravidade que joga a criança no chão.
A HDMC tem o Rider Program, programa de pilotagem, que era oferecido pelo antigo dealer e que os novos dealers vem começando a oferecer como foi o caso da Rio Harley-Davidson na última sexta feira 13/01.
O companheiro de HOG e de equipe de estrada da atual diretoria, Fernando Tanure, está organizando junto com outros três motociclistas do Batalhão de Guardas do Exército o Rider Program Rio (http://www.riderprogramrio.com) e tem previsão de curso voltado para o controle de motocicletas em baixa velocidade para o fim de semana 4 e 5 de fevereiro.
Interessados podem acessar a página e preencher formulário. A inscrição será confirmada via telefone ou e-mail com valores do curso.
Membros do HOG e PHD tem preços diferenciados.
A HDMC tem o Rider Program, programa de pilotagem, que era oferecido pelo antigo dealer e que os novos dealers vem começando a oferecer como foi o caso da Rio Harley-Davidson na última sexta feira 13/01.
O companheiro de HOG e de equipe de estrada da atual diretoria, Fernando Tanure, está organizando junto com outros três motociclistas do Batalhão de Guardas do Exército o Rider Program Rio (http://www.riderprogramrio.com) e tem previsão de curso voltado para o controle de motocicletas em baixa velocidade para o fim de semana 4 e 5 de fevereiro.
Interessados podem acessar a página e preencher formulário. A inscrição será confirmada via telefone ou e-mail com valores do curso.
Membros do HOG e PHD tem preços diferenciados.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Group Riding - primeiro curso
Não é em tempo real, mas terminou o primeiro curso de orientação para viagens de motocicleta realizado na loja Rio Harley-Davidson.
Estiveram 43 colegas presentes no curso que contou com a participação do Artur Albuquerque, o diretor Road Captain, e Fernando Tanure, um dos membros da equipe de estrada do HOG RJ. Eu não pude acompanhar por força de compromissos de trabalho que acabaram por me segurar além do que esperava no trabalho.
De acordo com a mensagem do Rodrigo Azevedo, diretor do Chapter, o curso foi bastante interessante e no momento ocorre uma confraternização, com aqueles que ficaram após o término do curso, no Cervantes na Barra.
Será programado uma nova edição do curso para os interessados que não puderam participar. Acompanhe a página do HOG no Facebook: www.facebook.com/hogriochapter .
Estiveram 43 colegas presentes no curso que contou com a participação do Artur Albuquerque, o diretor Road Captain, e Fernando Tanure, um dos membros da equipe de estrada do HOG RJ. Eu não pude acompanhar por força de compromissos de trabalho que acabaram por me segurar além do que esperava no trabalho.
De acordo com a mensagem do Rodrigo Azevedo, diretor do Chapter, o curso foi bastante interessante e no momento ocorre uma confraternização, com aqueles que ficaram após o término do curso, no Cervantes na Barra.
Será programado uma nova edição do curso para os interessados que não puderam participar. Acompanhe a página do HOG no Facebook: www.facebook.com/hogriochapter .
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Inspeção visual
Um dos argumentos dos colegas que insistem em lavar a moto com regularidade praticamente semanal é manter a conservação da pintura e evitar oxidação por conta da maresia.
Mas esses colegas não lavam as suas motos, normalmente pagam pela lavagem.
Sei que lavar a moto é chato, cansativo e na maioria das vezes uma perda de tempo porque logo em seguida chove. Por isso eu não lavo a minha.
Mas existem um motivo válido para você lavar a moto e não mandar lavar a moto. Inspecionar a moto de forma mais atenta. Existem alguns detalhes que chamam a atenção no momento em que você seca ou está limpando a moto.
Como eu não faço isso e nem mando lavar a moto, perco tempo pelo menos uma vez no mês antes de sair com a moto verificando pequenos detalhes como estado dos pneus (gastos ou não, gastos de forma desigual ou com rachaduras na lateral), se as lâmpadas estão funcionando normalmente (nada pior que usar o freio e o veículo atrás de você não saber disso e acarretar uma colisão), estado dos cabos (se estão desgastados, se as capas apresentam desgaste nas pontas, se estão desfiando), estado do engraxamento de manetes e pedais (se estão secos, frouxos ou mesmo praticamente soltos) e tensão da correia (não vai verificar com régua, mas se você se acostuma a verificar a folga vai saber se essa folga aumenta ou diminui).
Ganhando esse hábito você vai começar a perceber aquele parafuso que caiu ou a mancha de óleo que apareceu.
Pode ter certeza: se você cuidar do problema enquanto ele ainda é pequeno, fica bem mais barato manter a moto.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Pilotagem
Muitos acham que já sabem tudo, outros acham que não sabem nada.
Eu penso que todos os dias se aprende e que pilotar a sua motocicleta depende fundamentalmente da sua prática com a máquina.
Um blog muito interessante, principalmente nas postagens mais antigas é o blog do Hélio Silva, companheiro de QI quando nos concede a honra de abandonar Cabo Frio e fazer uma visita.
Para quem ficou curioso, seguem alguns links:
http://heliorsilva.blogspot.com/2010/12/pilotagem-contra-esterco-e-olhar.html
http://heliorsilva.blogspot.com/2010/09/preciso-melhorar-minha-pilotagem.html
http://heliorsilva.blogspot.com/2010/12/tecnica-pilotagem-frenagem.html
Eu penso que todos os dias se aprende e que pilotar a sua motocicleta depende fundamentalmente da sua prática com a máquina.
Um blog muito interessante, principalmente nas postagens mais antigas é o blog do Hélio Silva, companheiro de QI quando nos concede a honra de abandonar Cabo Frio e fazer uma visita.
Para quem ficou curioso, seguem alguns links:
http://heliorsilva.blogspot.com/2010/12/pilotagem-contra-esterco-e-olhar.html
http://heliorsilva.blogspot.com/2010/09/preciso-melhorar-minha-pilotagem.html
http://heliorsilva.blogspot.com/2010/12/tecnica-pilotagem-frenagem.html
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
estréia na estrada
Comprou a sua HD, começou a conviver dentro da comunidade Harleyra e decidiu sair para a estrada com a sua moto.
Se você já rodou com um grupo, nem que tenha sido um passeio curto, já viu que as pessoas incorporam um modo de se comportar na estrada ou na rua e com o tempo você também incorpora esse comportamento.
Mas se você vai para a sua estréia conforme a data da saída se aproxima, começa a sentir uma ansiedade e um receio de fazer alguma coisa errada.
Te garanto que isso é normal. Com 50000 kms rodados com a minha Fat, muita gente já me considera um piloto experiente e posso afirmar que ainda fico ansioso na noite anterior a minha partida. A ansiedade só diminui conforme o primeiro tanque de gasolina vai chegando no final e o ritmo do passeio está incorporado.
Não tem receita mágica para diminuir essa ansiedade, ainda mais na primeira saída para estrada. Se você tem confiança na sua moto, sabe que ela está em boas condições, e você está com o equipamento adequado, fique tranquilo e procure perceber os detalhes de como os demais se comportam.
Não tenha medo de perguntar: sempre vai ter alguém com disposição para tirar uma dúvida ou te orientar se notar que você está cometendo algum erro na sua pilotagem.
May the road be with you. Ride to live, Live to ride.
Se você já rodou com um grupo, nem que tenha sido um passeio curto, já viu que as pessoas incorporam um modo de se comportar na estrada ou na rua e com o tempo você também incorpora esse comportamento.
Mas se você vai para a sua estréia conforme a data da saída se aproxima, começa a sentir uma ansiedade e um receio de fazer alguma coisa errada.
Te garanto que isso é normal. Com 50000 kms rodados com a minha Fat, muita gente já me considera um piloto experiente e posso afirmar que ainda fico ansioso na noite anterior a minha partida. A ansiedade só diminui conforme o primeiro tanque de gasolina vai chegando no final e o ritmo do passeio está incorporado.
Não tem receita mágica para diminuir essa ansiedade, ainda mais na primeira saída para estrada. Se você tem confiança na sua moto, sabe que ela está em boas condições, e você está com o equipamento adequado, fique tranquilo e procure perceber os detalhes de como os demais se comportam.
Não tenha medo de perguntar: sempre vai ter alguém com disposição para tirar uma dúvida ou te orientar se notar que você está cometendo algum erro na sua pilotagem.
May the road be with you. Ride to live, Live to ride.
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domingo, 3 de julho de 2011
qual a melhor preparação para uma viagem?
Assunto recorrente nas conversas com os amigos depois da viagem à Curitiba foi como encarei a estrada e as condições adversas que acabei pegando pelo caminho.
Não tem outra resposta, exceto estar preparado.
Em que pese nada na minha experiência anterior em duas rodas ter me preparado para o trecho final na chegada em São Paulo (frio, chuva, noite e trânsito), já esperava encontrar boa parte das condições que enfrentei na estrada.
Contando com isso, fiz a minha preparação da melhor maneira possível: equipamento adequado, moto em perfeitas condições e preparo físico para encarar viagens com até dez horas de estrada.
Sobre o equipamento adequado, a melhor sugestão é tentar prever as condições da estrada: piso, distâncias entre os abastecimentos e clima a ser enfrentado. Pegando informações sobre o estado da estrada você consegue melhor base para a decisão sobre o caminho a ser percorrido e as distâncias que você pode percorrer antes da parada para descanso.
Tentar manter-se dentro da idéia de parar a cada duas horas ou duzentos quilometros (ou diminuir esse intervalo se as condições são piores que as esperadas) ajuda bastante a manter a viagem segura. Evitar estradas com trânsito muito pesado, sempre que possível, também é uma grande idéia.
O equipamento não deve ser "estreado" durante a viagem. Tenha certeza que a calça que você escolheu não vai te atrapalhar quando estiver com o forro térmico, do mesmo modo que a segunda pele, o forro térmico e o forro impermeável vão te deixar confortável para pilotar. Uma viagem onde a armadura é um peso acaba se transformando em um martírio que nenhuma noite de descanso vai resolver.
Sua moto deve estar nas melhores condições possíveis: não saia com a moto sabendo que pode não chegar porque o conserto improvisado pode acabar não funcionando mais na frente. Adiante a revisão, faça a manutenção programada com seu mecânico de confiança mesmo que isso possa ser adiado porque o seu mecânico de confiança não vai estar com você para fazer a manutenção obedecendo o manual porque atingiu a quilometragem recomendada no meio da viagem.
E principalmente tenha certeza que está apto para aturar uma viagem longa. Ser teimoso e partir para uma viagem já estando doente ou sem a certeza de que consegue aturar o banco da sua moto sem ficar dolorido é certeza de martírio. Eu viajei por várias horas, chegando naturalmente cansado, mas sempre de bem com a vida por estar fazendo algo prazeiroso e descontraindo da rotina diária. A idéia era chegar, tomar um banho e sair para conversar com os amigos e isso não seria possível se não tivesse posição na cadeira do bar ou não aguentasse uma caminhada pela noite de Curitiba.
Procure deixar a moto confortável para você se sentir bem ao chegar, seja no trabalho ou seja no lazer. Muitas vezes isso significa a diferença que deixa as melhores recordações da viagem.
E não esqueça: não force além do seu limite. A maior parte dos acidentes é decorrência de falha humana por forçar além do limite tolerável, principalmente na saída e na chegada.
Não tem outra resposta, exceto estar preparado.
Em que pese nada na minha experiência anterior em duas rodas ter me preparado para o trecho final na chegada em São Paulo (frio, chuva, noite e trânsito), já esperava encontrar boa parte das condições que enfrentei na estrada.
Contando com isso, fiz a minha preparação da melhor maneira possível: equipamento adequado, moto em perfeitas condições e preparo físico para encarar viagens com até dez horas de estrada.
Sobre o equipamento adequado, a melhor sugestão é tentar prever as condições da estrada: piso, distâncias entre os abastecimentos e clima a ser enfrentado. Pegando informações sobre o estado da estrada você consegue melhor base para a decisão sobre o caminho a ser percorrido e as distâncias que você pode percorrer antes da parada para descanso.
Tentar manter-se dentro da idéia de parar a cada duas horas ou duzentos quilometros (ou diminuir esse intervalo se as condições são piores que as esperadas) ajuda bastante a manter a viagem segura. Evitar estradas com trânsito muito pesado, sempre que possível, também é uma grande idéia.
O equipamento não deve ser "estreado" durante a viagem. Tenha certeza que a calça que você escolheu não vai te atrapalhar quando estiver com o forro térmico, do mesmo modo que a segunda pele, o forro térmico e o forro impermeável vão te deixar confortável para pilotar. Uma viagem onde a armadura é um peso acaba se transformando em um martírio que nenhuma noite de descanso vai resolver.
Sua moto deve estar nas melhores condições possíveis: não saia com a moto sabendo que pode não chegar porque o conserto improvisado pode acabar não funcionando mais na frente. Adiante a revisão, faça a manutenção programada com seu mecânico de confiança mesmo que isso possa ser adiado porque o seu mecânico de confiança não vai estar com você para fazer a manutenção obedecendo o manual porque atingiu a quilometragem recomendada no meio da viagem.
E principalmente tenha certeza que está apto para aturar uma viagem longa. Ser teimoso e partir para uma viagem já estando doente ou sem a certeza de que consegue aturar o banco da sua moto sem ficar dolorido é certeza de martírio. Eu viajei por várias horas, chegando naturalmente cansado, mas sempre de bem com a vida por estar fazendo algo prazeiroso e descontraindo da rotina diária. A idéia era chegar, tomar um banho e sair para conversar com os amigos e isso não seria possível se não tivesse posição na cadeira do bar ou não aguentasse uma caminhada pela noite de Curitiba.
Procure deixar a moto confortável para você se sentir bem ao chegar, seja no trabalho ou seja no lazer. Muitas vezes isso significa a diferença que deixa as melhores recordações da viagem.
E não esqueça: não force além do seu limite. A maior parte dos acidentes é decorrência de falha humana por forçar além do limite tolerável, principalmente na saída e na chegada.
domingo, 1 de maio de 2011
acelerador eletrônico/cruise control e ape hanger
Acelerador eletrônico e cruise control são refinamentos que a eletrônica das touring oferecem desde 2008, salvo engano.
Esses acessórios, junto com o ABS, são uma das perolas da coroa das touring.
Mas se os acessórios são muito bem vindos, trazem alguns incovenientes quando se trata de customizar ou adaptar para a melhor posição.
O André, amigo meu do HOG RJ, trocou sua Fat 2007 por uma Road King 2010 e vinha encontrando problemas para a troca do guidão original por um meio-seca de 14 polegadas exatamente por conta dos chicotes que servem ao acelerador eletrônico e o cruise control.
A solução veio da experiência de outros proprietários de RK que fizeram essas modificações: a preparação de novo chicote (que parece não ser muito encontrada comercialmente), emenda do chicote original em dois pontos para manter os conectores originais ou o uso de extensões para os chicotes originais.
André está fazendo a opção pelas extensões e estou publicando o e-mail que ele me enviou com a solução pois serve como feed back para futuras consultas.
Esses acessórios, junto com o ABS, são uma das perolas da coroa das touring.
Mas se os acessórios são muito bem vindos, trazem alguns incovenientes quando se trata de customizar ou adaptar para a melhor posição.
O André, amigo meu do HOG RJ, trocou sua Fat 2007 por uma Road King 2010 e vinha encontrando problemas para a troca do guidão original por um meio-seca de 14 polegadas exatamente por conta dos chicotes que servem ao acelerador eletrônico e o cruise control.
A solução veio da experiência de outros proprietários de RK que fizeram essas modificações: a preparação de novo chicote (que parece não ser muito encontrada comercialmente), emenda do chicote original em dois pontos para manter os conectores originais ou o uso de extensões para os chicotes originais.
André está fazendo a opção pelas extensões e estou publicando o e-mail que ele me enviou com a solução pois serve como feed back para futuras consultas.
Bom, depois da sua ajuda indicando o site HD-Forum, consegui finalmente encontrar "como" seria a melhor forma de comprar e instalar os fios e cabos do guidon de 14".
Pelo forum consegui identificar uma porção de harleyros que já fizeram a alteração, bem como suas impressões e fornecedores.
A primeira constatação foi: não é nenhum bicho de 7 cabeças (pelo menos para o mercado americano, que dispõe de farta mão de obra qualificada).
A segunda constatação foi de que não há consenso sobre a melhor opção para os fios: instalar fios plug-and-play, ou fazer solda em uma extensão dos fios.
Uma parte dos foristas acredita que a peça do plug-and-play não é muito boa, e pode dar problemas. Dessa forma, esses optam por fazer a solda, inclusive com recomendação para essa opção. Já a outra parte dos foristas, afirma que a solda pode acarretar em problemas na corrente de energia, e que o plug-and-play seria mais indicado.
Estava inclinado a comprar a extensão e soldar por aqui, mas por desconhecer no RJ um bom mecânico para fazer essa solda de maneira que eu viaje tranquilo (estamos falando de acelerador, e piloto automático!), acabei optando pelos fios plug-and-play. O cara da loja lá dos EUA onde comprei o kit (M&M Cycle) foi bastante atencioso e paciente ao me explicar todas as medidas e tudo o que eu precisava comprar, de forma que o mecânico daqui não tivesse maiores dificuldades!
Os preços das duas opções são bastantes similares. Considerando fios e cabos, para ABS, piloto automático, acelerador eletrônico, etc... o valor aproximado ficou em US$450 com o frete. Mais o imposto que vou ter que pagar aqui, quando retirar a mercadoria (o negócio é cruzar os dedos e torcer para o fiscal achar que fios não precisam ser tributados!).
As duas lojas que mantive contato são:
M&M Motorcycles (vende a opção de plug-and-play)
. falar com Mark (Mbk30072@aol.com)
. M&M Cycle, 4416 Tiffin Ave - Sandusky/Oh - 44870 - 419-624-8739
. www.mandmcycles.com
LA Choppers (vende a opção de extensão para ser feito com solda)
. falar com Chucky (chucky@lachoppers.com)
. (714) 274-4065
. www.lachoppers.com
Bom, fica ai mais uma forma de procura para futuros proprietários de "sécas"
Forte abraço,
Andre.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Iron Butt
Quem nunca sentiu vontade de continuar na estrada depois que chegou em um destino relativamente perto? O iron butt é um sonho para muita gente (viagem de grande percurso) e os meus amigos de Biduzidos: Celestino, Bugno e Nill estarão partindo para Brasília nesse feriadão a fim de encontrar e cumprimentar os Biduzidos da Capital Federal, em especial o Wallace que acaba de virar pai fresco.
Os preparativos estão sendo na base da correria pois foi decidido em cima da hora e vem sendo tratado no Passeio de Moto (www.passeiodemoto.net.br).
Um post me chamou a atenção e estou transcrevendo porque achei muito interessante para quem pretende um iron butt:
Vale um nível de adrenalina e motivação, mas encare com seriedade seus limites. O recado está dado para quem tem interesse nos irons butts.
Os preparativos estão sendo na base da correria pois foi decidido em cima da hora e vem sendo tratado no Passeio de Moto (www.passeiodemoto.net.br).
Um post me chamou a atenção e estou transcrevendo porque achei muito interessante para quem pretende um iron butt:
Re: Brasília - 21 a 23 de Abril
por wbugno » 14 Abr 2011, 12:29
Eu não sou nenhum expert em grandes trajetos, mas desde que voltei a andar de moto para valer em 2004 até hoje, foram pelo menos 1 a 2 viagens por ano com tiradas de mais ou menos 1.000 kms, então posso dizer que sou um PALPITEIRO EMBASADO...
O que cansa em viagens longas não é a distancia em si, mas o tempo que se fica em cima da moto, ir a velocidade mais baixa do que é possível se manter pode levar a extender o tempo de viagem e independente da quantidade de paradas os kms finais passam a ser martírio, não foi o caso da minha ida para Urubici que fui por estradas alternativas no meu ritmo, mas 1400 kms é desumano e o ultimo trecho a gente conta os kms para poder parar.
Pense da seguinte forma, se no trajeto da sua casa ao serviço você andar na boa acaba fazendo o tempo de 20 minutos, se andar como um alucinado faz em 17, isto se não pegar um farol ou um enrosco que faça perder mais tempo, portanto compensa o risco por 3 minutos ????
Na estrada muitas vezes temos condição de manter com absoluta segurança, 10, 20 ou até 30% acima do limite da estrada ganhando de 15% a 20% na média horária dee não fizer hora nas paradas, em um trajeto de 10 a 12 horas pode reduzir quase 2 horas o tempo sobre a moto.
Reduzir muito o tempo de parada também não é legal, depois que desgasta não tem conserto, alongar adequadamente e parar o suficiente sem esticar demais é melhor do que parar só para esticar as pernas e depois ficar parado 1/2 hora para descansar.
O primeiro trecho estará escuro, portanto mais frio, a sensação térmica na moto é 10º abaixo da temperatura ambiente, se estiver um 17º terá a sensação de 7º ou menos, isto é freezer, portanto manter-se aquecido é importante, pense em usar uma segunda pele ou no mínimo coloque a capa de chuva para cortar o vento. Não esqueça que neste caso a mão é a que mais sofre, use uma luva que corte o vento ( mesmo quem tem BMW com aquecimento ).
Normalmente sou o primeiro da fila, se quiser fazer uma parada não programada ou chamar a minha atenção, não espere que eu veja os sinais de farol, pois na hora que piscar posso não estar olhando, a não ser que fique piscando até eu perceber, então é mais simples acelerar e emparelhar, se simplesmente ir encostando na minha traseira gradualmente vou considerar que quer aumentar o ritmo e acelero mais ainda... O Cele sabe o que eu estou dizendo...
Sejam honestos, não tentem segurar algum desconforto ou problema, deixe que os outros saibam, tomarmos uma providência ou no mínimo ficarmos espertos e adequarmos a tocada.
Motociclistas de bem com a vida
São Paulo - SP
HD EG 2008 / BMW RT 2010
wbugno
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
Novo site sobre passeios de moto
O amigo Bugno, companheiro de Biduzidos, está lançando um site compilando as informações do fórum dos Biduzidos sobre os passeios realizados, indicações, trajetos e recomendações para passeios de moto.
O site também tem um fórum para interessados que não participem (ou que também participem) dos Biduzidos troquem experiências.
Vale a visita: http://www.passeiodemoto.net.br .
O site também tem um fórum para interessados que não participem (ou que também participem) dos Biduzidos troquem experiências.
Vale a visita: http://www.passeiodemoto.net.br .
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Hora de revisar a moto
Festas de fim de ano (sexta feira teremos a festa do HOG RJ e no sábado churrasco na Brazil Custom) e muita gente tratando de viajar no Reveillon e aproveitando o verão.
A motocicleta é sempre uma ótima opção para evitar os engarrafamentos para os destinos mais procurados e é sempre uma boa desculpa para colocar as HDs na estrada.
Com tudo isso não custa lembrar aos colegas que uma pequena inspeção visual costuma evitar muitos aborrecimentos nas estradas.
Antes de viajar, verifique o nível do óleo, calibragem de pneus, espessura das pastilhas e desgaste de pneus. São pequenas coisas que evitam muitos problemas.
Nível de óleo baixo ou óleo muito sujo indica a necessidade de uma troca de óleo. Calibrar os pneus e verificar se existe muita diferença de um dia para outro pode indicar um pequeno furo. Desgaste de pneus e pastilhas ajuda a evitar acidentes.
Do mesmo modo, na hora de arrumar a bagagem não esqueça de deixar a roupa de chuva em local de fácil acesso e pilote sempre equipado. Procure um casaco que te dê proteção, mas que não seja um incômodo com o passar do tempo e aumento da temperatura ambiente. Luvas e botas não devem ser deixados de lado por conta do calor, assim como evitar sempre as bermudas.
E boa viagem!
A motocicleta é sempre uma ótima opção para evitar os engarrafamentos para os destinos mais procurados e é sempre uma boa desculpa para colocar as HDs na estrada.
Com tudo isso não custa lembrar aos colegas que uma pequena inspeção visual costuma evitar muitos aborrecimentos nas estradas.
Antes de viajar, verifique o nível do óleo, calibragem de pneus, espessura das pastilhas e desgaste de pneus. São pequenas coisas que evitam muitos problemas.
Nível de óleo baixo ou óleo muito sujo indica a necessidade de uma troca de óleo. Calibrar os pneus e verificar se existe muita diferença de um dia para outro pode indicar um pequeno furo. Desgaste de pneus e pastilhas ajuda a evitar acidentes.
Do mesmo modo, na hora de arrumar a bagagem não esqueça de deixar a roupa de chuva em local de fácil acesso e pilote sempre equipado. Procure um casaco que te dê proteção, mas que não seja um incômodo com o passar do tempo e aumento da temperatura ambiente. Luvas e botas não devem ser deixados de lado por conta do calor, assim como evitar sempre as bermudas.
E boa viagem!
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