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domingo, 25 de outubro de 2015

apertem os cintos... as Dynas sumiram!

Em mais de um grupo de proprietários e no Fórum Harley, venho lendo relatos de dificuldades em encontrar modelos da família Dyna zero km.

E em menor proporção, na família Touring (exceção feita às versões CVO).

Pelo números divulgados mensalmente pela ABRACICLO ainda não é possível confirmar uma diminuição no ritmo de produção dos modelos que vem "desaparecendo" conforme os relatos, e muito menos confirmar que estão realmente desaparecendo, uma vez que os números se reportam a uma realidade anterior à divulgação da tabela 2016.

Até setembro havia um déficit de três unidades de Fat Bob (183 produzidas contra 186 vendidas), cinco unidades da Street Bob em estoque (186 produzidas contra 181vendidas) e 32 unidades da Low Rider em estoque (104 produzidas contra 72 vendidas), fazendo supor que a HDMC estava controlando a demanda para desovar o estoque de 32 unidades da Low Rider.

Logo após a divulgação da tabela 2016 e o Salão Duas Rodas confirmando que não haveria novidade no catálogo e que as Dynas não teriam novidades além das cores, houve um interesse maior da parte dos interessados nos modelos, fazendo algum esforço para pegar a moto antes do aumento.

E dentro dessa realidade começaram a surgir os relatos sobre dificuldades para encontrar os modelos e o alívio de quem encontrou e fechou negócio.

Não há como afirmar, como iniciei na postagem, uma estratégia para zerar os estoques dos modelos que sofrerão alterações importantes (Softails e Sportsters) e evitar a venda dos modelos que seguem inalterados e como preços de venda maiores.

Acredito que a burocracia (reserva de números no cadastro RENAVAN) traga alguma segurança quanto ao volume inicialmente previsto para ser produzido e vendido, evitando que o consumidor seja lesado no seu interesse em comprar uma motocicleta aproveitando o preço antes do aumento, mas também não posso afirmar já que desconheço esses procedimentos.

É sempre bom notar que as VRSC não terão modificações importantes para 2016 e não estão passando por qualquer problema de abastecimento. Pelo contrário: estão em promoção por não terem o volume de vendas esperado.

Sem os números de outubro e com os relatos dos colegas só resta o alerta: quem tiver interesse na Low Rider (modelo que parece ter estoque) deve procurar o dealer local e em caso de não encontrar, fazer uma pesquisa nos demais dealers no Brasil: são vários que vendem fora do domicílio e fazem a entrega via transportador terceirizado.

Quem tiver novidades, por favor deixe comentário. 

terça-feira, 17 de maio de 2011

Raridade em boas mãos

O Lord já postou, mas vale a pena ver de novo:







Uma raridade, tanto no Brasil quanto no mundo, que acaba de ser adquirida pelo amigo Velho Lobo do FHD.

Essa é uma Dyna, edição comemorativa dos 50 anos da Daytona Bike Week, de série limitada como já mostra a placa comemorativa que a HDMC prendeu na moto.

Só pela edição limitada já valeria a pena, mas essa máquina foi (bem) modificada pelo antigo dono: pistões WISECO FORJADOS 1.690cc (103 polegadas cúbicas), comando de válvulas ANDREWS, cabeçote preparado, varetas de válvulas reguláveis, carburador Mikuni 45 e embregem Screamin'Eagle. Um verdadeiro canhão para a época e para os dias de hoje.

A raridade já foi devidamente batizada de mosca branca pelo novo proprietário.

Parabéns pela aquisição, Lobo! Está em ótimas mãos.

domingo, 15 de agosto de 2010

test drive: Dyna do Cláudio e Sportster do Adelino

Na semana passada fui ao café na loja HD RJ de carro, acompanhando a Silvana, e tive a oportunidade de experimentar a nova Dyna do Cláudio que finalmente estava em condições de rodar (não está pronta) após a instalação do guidão ape hanger, o popular seca-suvaco.

Não foi a primeira moto com guidão ape hanger que andei, mas gostei do resultado. Melhor que as outras que tive oportunidade de pilotar (eram softails) pela dirigibilidade que a moto apresentou.

Alguns detalhes para os amantes do ape-hanger: procurem não colocar um guidão onde suas mãos fiquem acima da linha do ombro para evitar dormência nas mãos e posicionem os manetes de forma a que o punho não fique em posiçao forçada para baixo. Inclinar os manetes um pouco para cima dando uma postura mais natural para o aperto dos manetes ajuda muito a uma pilotagem mais confortável.

E uma sugestão para quem gosta dos ape-hangers mais altos: invertam os espelhos para poder usá-los sem levantar a cabeça e instalem os piscas na linha do farol, pois os motoristas não estão acostumados a ver os piscas acesos acima do capacete do piloto.

O segundo test drive foi em uma Sportster 883 Custom carburada do Adelino. Aliás o HOG RJ deve ser um dos poucos lugares a ter dois Adelinos figurando na lista dos presentes...

Eu já havia andado na Sportster 883 R do Karuna (antes e depois dos ajustes com o SERT) e a Sportster Custom é bem diferente. Além do fato de ser carburada (as reações são ligeiramente mais lentas que das injetadas), a posição mais baixa, com guidão mais baixo e consequentemente centro de gravidade mais baixo, deixam a moto mais manobrável em baixa velocidade.

O tanque mais largo me agrada e compõe bem o estilo custom para a Sportster. É uma bela opção para quem procura uma HD mais leve, mas padece das mesmas características das irmãs R e std: suspensão traseira com pouco curso (no caso da moto do xará, isso foi resolvido com a adoção dos PS 412 heavy duty), banco pouco confortável, mas o comando avançado de fábrica deixa a pilotagem bem agradável.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Dyna é a promoção da vez

Dentro da política agressiva de vendas do Grupo Izzo, os interessados em ingressar no mundo HD já tem uma opção realmente atraente: Dyna com entrada de R$ 13900,00 e 20 vezes de R$950,00 sem juros.

Embora a foto que é apresentada na promoção seja a da Dyna Super Glide Custom, esse preço é para o modelo Dyna Super Glide.

Os colegas que andam com as Dynas são unânimes nos elogios ao modelo e em relação às Sportsters 883R (valor promocional de R$ 26900,00), a diferença no valor da prestação não é substancial e a entrada é praticamente a mesma para um modelo que apresenta características mais interessantes para quem quer viajar e rodar na cidade, principalmente se estiver acompanhado.

Neste último sábado estive na loja, já com essa promoção em vigor e quatro vendas foram fechadas. Vale conferir.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Dyna

A bola da vez é a Dyna! Para quem está interessado em HDs novas, o Grupo Izzo está veiculando e-mail oferecendo Dyna a partir de R$ 34.900,00 para pagamento a vista.

Para quem não tem preconceito com modelo antigo, as Electras modelo 2008 ainda podem ser encontradas por R$ 51.900,00 (mais barata que o preço que paguei na minha Fat em 2006), sendo uma excelente opção para quem gosta de viajar com garupa.

As Electras 2009 estão sendo vendidas por R$61.900,00 e R$ 71.900,00 (Ultra)

domingo, 18 de janeiro de 2009

motor TC96 anda mesmo!

Sai para uma volta hoje com alguns amigos, todos com HDs equipadas com o motor TC96 e em certo momento partimos para ver até onde iam as motos.... olha, vou dizer que a minha Fat com o TC88B anda direitinho, mas não deu para acompanhar a Electra do Marcelo Melodia.

Equipada com o motor TC96, que nas touring rende sete cavalos a mais que os motores TC96B, a Electra arrancou em um sinal na av. das Américas e partiu decididamente para chegar na frente de todos que sairam naquele sinal.

Levei minha Fat até o limite de corte em três marchas e não consegui alcançar a Electra (alcancei a outra Fat e deixei uma Fat TC96 para trás).

Para quem tem a EG, posso dizer que vale a pena trocar as ponteiras e deixar o motor mais livre;

Se você quer uma HD para longos trechos de estrada em ritmo mais elevado, a EG não vai te decepcionar. Se você anda procurando uma HD rápida e versátil, considere a
Dyna como uma opção, mesmo motor e quadro das EGs e peso inferior devem deixar a moto um verdadeiro canhão na estrada e na cidade.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

shimmy na Dyna

Na minha penúltima postagem coloquei alguns comentários de usuários de Sportster que haviam trocado a magrinha pela Dyna e de alguns outros proprietários que começaram direto com a Dyna.

Eles relataram um problema de "shimmy" ocasionado pela torção do quadro em velocidades mais altas, e, na minha opinião, pouco coerentes com a utilização da moto, relatando uma solução com a colocação de um acessório que garante maior rigidez ao quadro e consequente superação dessa "caracteristica" da Dyna.

Um desses colegas postou esta semana que comprou e instalou o True-Track e afirma que o problema acabou. Segue a transcrição do comentário para avaliação dos futuros e atuais proprietários de Dyna:
  • Amigos.Fim dos problemas com a elasticidade no chassi da Dyna Super Glide, depois de passar alguns sustos com a moto importei (oficialmente) o True-Track, acessório que promete eliminar um problema com a Dyna 1600 que insiste em "shimar" nas curvas, irregularidades e acima de 140 kms.O acessório foi comprado no site do próprio fabricante: http://www.true-track.com/ depois de um indicação de um amigo e da leitura deste artigo: http://www.bikernet.com/garage/truetrack.asp.
    O problema como disse acima ocorria em curvas mais rápidas, irregularidades no asfalto e em situações normais acima de 140 kms, numa necessidade de ultrapassagem por exemplo a moto balançava muito e o guidão shimava (balançava) colocando o piloto numa situação de risco, tomei vários sustos até acostumar com o problema e perceber esta limitação. Tecnicamente o que ocorre é que as rodas dianteira e traseira perdem o alinhamento em situações que o quadro é submetido a algum esforço devido a falta de ancoragem no plano lateral. Com o True-Track os 2º e 3º links faltantes são instalados nas partes frontal e traseira do conjunto do motor. O link superior do estabilizador atua para o conjunto do motor "ancorado" no plano lateral do quadro, mas não é suficiente. Agora, o conjunto do motor pode se mover somente para ci ma e para baixo (na vertical), da forma como foi projetado, e não na lateral.O resultado é um conjunto mais rígido contribuindo com a estabilidade da motocicleta em situações de esforço, desta forma o conjunto permanece alinhado evitando que a moto "shime".Fiz a instalação hoje na oficina American-Garage em Campinas (http://www.american-garage.com.br/), no caso da Dyna são duas peças uma instalada na parte dianteira da motocicleta e outra na parte traseira, na linha Softail é apenas uma peça (veja no site do fabricante). Abaixo algumas fotos que tirei durante a instalação feita pelo mecânico Thales.Voltando de Campinas para Sampa fiz questão de vir pela Anhanguera para testar o acessório e posso afirmar com toda certeza que o comportamento da moto mudou radicalmente para melhor, logo na saída da oficina já percebi a diferença a moto parecia estar mais leve, mais na mão. Já na rodovia Anhanguera fiz algumas ultrapassagens rápidas forçando bem a moto para os lados deitando bastante, a sensação agora é que estou pilotando uma naked e não mais uma custom tamanha a diferença na rigidez do chassi.Foi o melhor investimento que fiz na minha moto, recomendo a todos que gostam de uma tocada mais esportiva em suas motos Harley Davidson.Grande Abraço. Sávio "Cupim"

Percebam que essa solução foi adotada pela Harley Davidson nos modelos Sportster que possuem os três links ancorando o quadro ao motor. Não se falou ainda se essa solução traz vibração acima do normal ao quadro, mas acredito que isso não ocorra, até mesmo porque essa solução na Sporster se mostra bastante eficiente.

As Touring também usam esse mesmo acessório, que originalmente foi concebido para essa família, e a Harley está mudando o quadro (totalmente novo) na linha 2009

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Sportster e Dyna

Agora que a Dyna se firma como opção vitoriosa em nosso mercado tupiniquim, vale a pena fazer uma comparação entre a Sportster, primeira opção entre aqueles que desejam uma Harley Davidson nova e a Dyna, primeira opção entre aqueles que desejam migrar para um modelo com motor maior.

A Sportster se firmou como primeira opção para quem busca uma HD zero km em função do preço e das pedaleiras recuadas. Normalmente é a escolha dos calouros que acham que não se adaptam facilmente aos comandos avançados ou encaram a linha softail como um verdadeiro caminhão para uso diário.

A Dyna vem se firmando como primeira opção para quem sai da Sportster ou para quem deseja ter uma moto com "motor 1600".

Ambas tem relação custo x benefício bastante semelhante e inclusive a Dyna dá a impressão de que seja uma Sporster "bombada". No fórum dos Biduzidos (www.biduzidos.com.br) existem vários proprietários de Sportster e Dyna, já existindo inclusive experiências de quem teve os dois modelos.

Vou transcrever alguns posts do tópico sportster x dyna onde são feitas comparações entre os modelos.

  • Boa noite pessoal.Belezinha?Bem galera, ontem peguei minha Dyna Super Glide em Campinas. Resolvi postar este tópico pois como tive as duas motos em um intervalo pequeno de tempo dá para fazer minha comparação sobre as duas, mesmo tendo andado pouco na Dyna (apenas 500 kms em dois dias).Vamos lá...A Dyna é uma daquelas coisas que o home cria e Deus abençoa, se fosse escolher uma moto perfeita seria ela, já andei de Electra, Fat Boy, Deuce, mas nada se compara a esta moto. Que motor! Que câmbio! Que moto! A relação peso potência é incrível. Que moto moderna. Tem defeitos? Tem sim, o chassi não é lá essas coisas pois abre o bico em curvas mais radicais, tá certo que ele não foi feito para isso, os freios deixam a desejar? Sim, não são ou não estão legais (espero que não estejam).A Sportster é muito mais divertida. Ontem fui de Campinas para Itatiba e à noite de Itatiba para Campinas ida e volta, a Dyna é super confortável e minha mulher adorou, só falta um encosto para lhe dar mais segurança e conforto. Mas é meio sem graça, você acelera ela responde, ultrapassar na D. Pedro I com a Dyna é brincadeira. A viagem fica fácil. Com a 883 dava um pouco mais de trabalho, mas nas curvas ela comia tudo que via pela frente.Falta a Dyna aquele Q de esportividade que a 883 tem, o motor da Dyna enche na hora que você precisa, demora um pouco, mas quando responde é vigoroso, a 883 responde mais rápido, não é tão forte mas responde de outra forma, deve ser a diferença de concepção entre os motores TC e os EVO. Ainda sou leigo para falar tecnicamente.Hoje fomos a Serra Negra, com a sportster arriscava uns pegas na estrada com outros motocas, mesmo com garupa fazia curvas mais radicais e me cansava pouco, com a Dyna o conforto é garantido, mas a moto é muito pesada e possui um chassi que deforma muito para curvas mais radicais, não nasceu para isso. O negócio dela é easy rider mesmo, tentei brincar um pouco mas logo me cansava devido ao peso da moto e minha mulher reclamou que a moto balançava muito, pediu para eu aliviar no cabo.O ideal seria ter as duas na garagem, uma para programas de tiozão, e a outra para eliminar o estresse do dia a dia.Sentia, sinto e vou sentir muita saudade da Sportster 883, já estou apaixonado pela Dyna, mas meu coração ainda bate mais forte pela 883. Só quem teve as duas pode entender. Voltando para minha casa em Itatiba peguei a Husq 250 e fui limpar o carburador numa estradinhas perto do condomínio, aí entendi porquê gosto tanto da 883, ela tem uma alma de moto 2T, daquelas que brigamos o tempo todo quando estamos em cima, mas quando trocamos por uma 4T morremos de saudades.Por enquanto é isso, depois vou falando mais da moto.Boa semana a todos. Sávio Cupim
  • Pessoal.Eu tenho 1,79/110kg e minha mulher 1,65/65kg, exceto nas curvas mais radicais não tive problemas com os amortecedores que estão na regulagem 3 de 5 (intermediária) e não pretendo mexer, é um verdadeiro Landau... rs... rs...Quanto ao guidão eu senti muitas dores no pulso direito, mas depois levantei bastante e melhorou muito, se voltar a doer é devido a posição mais fechado, aí terei que trocar mas só em último caso pois o original é perfeito para as ruas de Sampa.Imagino que aqueles mais baixinhos vão sentir dificuldades sim pois para mim ficou na medida e olha que tenho os braços bem longos. Sem falar que os comandos do guidão sem bem mais duros que na 883.Agora em relação ao comando avançado eu particularmente não pretendo colocar na minha moto, achei a posição de pilotagem perfeita.Pretendo apenas colocar um sissibar e instalar um farol de xenônio (muito fraco o que veio com a moto), devo ir aos USA em setembro e pretendo pelo menos trazer um farol maior pois o original não combina em nada com a moto. Acho o da Fat perfeito.É isso, se forem se encontrar esta semana algum dia a noite em Sampa por favor me avisem que gostaria de conhecer a tchurma, só não posso na quarta-feira.Assim que sair a placa pretendo roubar um dia da semana para fazer um rolê de uns 500/600 kms, dia 1o. de agosto tem a revisão dos 1.600kms.Outra coisa, tive que fazer uma revisão nos parafusos, a moto veio com vários não apertados e sem trava, perdi alguns pelas estradas. Nem os adesivos da montagem foram retirados. Padrão Izzo de qualidade.Boa semana e um grande abraço. Sávio Cupim.
  • Semana passada estávamos andando (em altas horas) pelas ruas de Porto Alegre, eu (de Dyna) e um amigo (de 883R).Depois de muito andar, trocamos as "meninas" e, dirigindo por um curto tempo a 883R, minhas impressões foram:a) Sensação de uma moto bem mais leve que a Dyna, assim que peguei a 883 parada;b) Posição de pilotagem mais elevada;c) Banco mais estreito;d) Achei o guidão da 883 mais aberto (meu amigo depois de dirigir a Dyna também mencionou isso);e) Moto mais ágil, principalmente em curvas (muito boa de dirigir!);f) Torque BEM menor do que a Dyna (a 883 sobe muito bem de giro; agora, a Dyna, meu amigos, quando enrolo o cabo em 1ª, 2ª, 3ª etc., a moto parece que quer se libertar das mãos do piloto... É um coice.).Saudações. Michel C. Murad HD Dyna Superglide Preta
  • Galera, finalmente pude colocar a Dyna na estrada!!! Ela ja esta com 600 Kms...Sei que posso arrumar uma briga das feias aqui, mas la vai... Eu ja andei umas 5 vezes de 883 e sinceramente eu nao gostei da moto. Ela tem um comportamento bem mais esportivo que uma custom, mas o quadro curto com o motor em V nao me agrada... Passa muita vibraçao e minha impressao é que da para sentir cada rolamento rodando dentro do motor. É so minha humilde opiniao pessoal... Nao me senti bem em cima da 883.A Dyna tem algumas caracteristicas da 883, mas de forma mais suave. Ai concordo com o Wolfmann quando ele disse que a Dyna é uma intermediaria entre a Sportster e a Softail. O que me levou a comprar a Dyna foi basicamente a medida do entre-eixos estar entre as sportsters e as softails somado ao motor TC96B. Nao existe moto com esta configuraçao no mercado.Nao quero uma moto muito grande para poder enfrentar o transito de SP e também a 883 nao me agradava. Sobrou de opçao para mim a Dyna, a Boulevard M800, a Drag Star e a Shadow. A Shadow ja descartei logo de cara pq o motor manso, visual muito feio na minha opiniao e ela nao ser nada agil. Eu tinha uma Drag, que é uma excelente moto e so faltava motor mesmo para encarar uma estrada. A Boulevard é uma boa opçao, mas o seguro é alto e tem metade do Motor da Dyna.Dos 600 Kms que ja rodei, pude perceber que a Dyna tem mesmo aquele presumivel motor muito forte, é muito facil de pilotar, confortavel e com uma posiçao otima de pilotar. Ela faz mais curvas que a Drag, tanto pelos comandos mais recuados quanto mais altos. O centro de gravidade parece ser mais baixo que na Drag e o garfo mais "em pé". Tudo isso resulta numa moto muito prazeiroza de se pilotar. tenho certeza que a 883 faz mais curva, assim como tenho certeza que a Dyna faz mais curva que as Softails, justamente pela diferença do entre-eixos, quanto menor, mais curva a moto vai fazer. Por outro lado, quanto maior o entre-eixos, mais conforto.Nao senti a Dyna torcer muito nas curvas. Gostei muito da moto nas curvas. É uma Custom que premite vc a dar uma inclinadinha a mais caso seja necessario. Achei os freios muito bons também.Neste fim de semana que passou, peguei pela primeira vez uma estrada. Me acompanharam uma Hayabusa e uma Bandit 1200 neste passeio, ou menlhor, eu e a Dyna acompanhamos muito bem as outras duas motos. Andando numa velociade de cruzeiro de 140 KM/H, os outros dois pilotos ficaram surpreendidos da Dyna acompanhar daquele jeito. Logico que eles nao botaram as motos deles para andar e fazer curva do jeito que elas realmente fazem, senao eu nao iria acompanhar mesmo. Fomos num ritmo muito bom para a Dyna sem eu precisar forçar ou descumprir as recomendaçoes do periodo de amaciamento.Com esta velocidade de cruzeiro a Dyna fez 17.6 KM/litro, com um tanque que rodou 70 Kms dentro da cidade. Ja o primeiro tanque, rodando so na cidade, ela fez 13.8 KM/litro.O resumo foi que eu fiquei ainda mais apaixonado pela moto e com a certeza absoluta de ter comprado a moto ideal para o meu perfil e proposta de utilizaçao.Abcs DaltonB
  • A 883 pega 160 na reta fácil e se mantém bastante sólida nessas velocidades. Uma vez, quando a reta se tornou uma descidinha, cheguei bem próximo dos 180. Não senti nada de estranho com a motoca. Se vocês tentarem fazer isso de novo com a Dyna, experimentem usar a sexta-marcha nessa velocidade. Eu suspeito que as forças inerciais criadas pela vibração do motor 1600 sob forte solicitação podem ter algo a ver com o que vocês sentiram. Bmaiabhe
  • Olá, Max, bem-vindo.O Dyna Supeglide é uma excelente moto, mas apresenta o efeito "shimmy", sim!Digo isso de cadeira porque tenho uma e, nas poucas vezes em que andei com ela em velocidades pouco razoáveis (acima de 120 Km/h), ela rebola sensilvelmente. O que dá um pouco de medo.Comecei a pesquisar e, através de uma dica aqui do Biduzidos, cheguei ao site "www.true-track.com", de uma empresa que faz um artefato que confere rigidez a alguns modelos de moto cujo chassis apresenta esse efeito. Para a minha infelicidade, vi que esse "defeito rebolativo" atinge tanto a linha Dyna quanto a linha Touring da Harley.Não satisfeito mandei um e-mail para a empresa, e os caras confirmaram que a Dyna realmente padece dessa instabilidade. A resposta que me mandaram foi a seguinte: "Hello, Sorry to have to inform you that yes the Dyna 2008 models were built with only 1 stabilizer link and not 3 as Eric Buell indicates is needed for vibration isolated motorcycles. Many customers with a brand new bike indicate they have not yet felt the instability issue and sometimes choose to wait until the rubber components wear and they actually feel the uneasy sensation. It is your choice but we can tell you as mentioned above your bike is still only built with less than 3 heim joints. Shipping to Brazil by the way will run approx. 40-45 dollars. Thank you for your interest. True-Track"Contudo, é bom citar que a linha Softail NÃO sofre do mesmo defeito por sua arquitetura construtiva; não sei bem os termos, mas tem haver com a montagem rígida do motor, que acaba integrando a estrutura do quadro e dando a rigidez necessária. E realmente, andando na Fat Boy de um amigo, ficou aparente que a moto é toda mais "dura" (?!?).Já a Dyna tem o motor apoiado sobre coxins (rubber mounted...) de borracha e, segundo o site, faltariam os tais braços estabilizadores que dariam a rigidez correta.Espero ter ajudado, um abraço.Michel C. Murad HD Dyna Superglide Preta
  • Na verdade, na minha humilde opinião, a diferença entre a linha Softail e a linha Dyna é que a Softwail é mais easy rider enquanto a Dyna é mais crazy rider... he he he...Eu acho as Softail Classic maravilhosas assim como a Fat Boy, mas não me adaptaria facilmente. Sávio "Cupim"
  • As Sportsters, apesar de serem "rubber mounted" a partir de 2004, possuem os 3 "stabilizer links" conforme manda o figurino. Gosto de acelerar pesado de vez em quando, quando faço alguns passeios sozinho, mas não quero abrir mão do som da Harley, da marca, da tradição, da presença, da simplicidade e robustez mecânica, e tudo o mais de bom que essas belezas americanas representam.Para tanto, tenho planos para melhorar o desempenho e comportamento dinâmico da minha sporty para ter ela apimentada do jeito que o diabo gosta. Falta tempo ($$$) mas as modificações incluem escape, filtro de ar (heavy breather), kit 1200, SERT, suspensões progressive heavy duty na traseira e óleo mais viscoso na dianteira para deixar a frente mais durinha, além de fork brace para melhorar rigidez torcional do garfo. Se bobear coloco até aquela "fairing" tipo a da Night Rod no farol que, embora seja meio esquisita, dá um tom de agressividade. Quero manter os mid controls e instalar o conta-giros. A partir daí é partir para penduricalhos estéticos originais HD que vão deixando a motoca muito mais linda. Bmaiabhe
  • Max, Tenho uma Dyna tb e percebi esta instabilidade dela em alta velocidade. Porem, nao sei se sou menos exigente que o Cupim ou o Michel, mas esta instabilidade so me incomoda perto de uns 160 Km/h. Costumo manter uma velocidade de cruzeiro entre 130 e 140 (para pistas como a bandeirantes por exemplo) e me sinto muito bem em cima da moto a esta velocidade. Ja cheguei a 170 km/h com a moto, mas o arrasto do vento é muito forte e nao da para permanecer por mais que 3 miutos. Ai sim a moto esta instavel e é melhor diminuir.Percebi porem, um dia destes saindo de casa bem cedo e com um baita frio, que a moto estava muito mais instavel do que de costume. Fiquei entrigado e mesmo a 120 km/h a moto estava "shimmando". Me ocorreu entao que por causa do frio, eu estava tremendo e isso passando ao guidao trepidaçao. Inclinei meu corpo ligeiramente para frente de modo a flexionar um pouco os braços e deixei bem relaxado e a moto parou com a dança. Ai, diminui a velocidade e comecei a fazer testes, dando pequenos tranquinhos no guidao. A moto torce muito fazendo isso e vc tem a nitida sensaçao de que o quadro é de borracha. Isso com certeza é efeito da concepçao da moto onde o motor é apoiado no quadro por coxins e o quadro elastico da moto é preso no motor.Testei esta tecnica de curvar um pouco o tronco e deixar os braços relaxados numa velocidade proxima aos 160 km/h e o shimmy melhora, mas devido a pressao do vento vc acaba nao conseguindo relaxar tando o braço.Cupim, Michel, Tentem, por favor, esta tecnica na moto de vcs e me digam depois se funciona mesmo. Se o guidao é tao sensivel assim ou se sou eu quem esta ficando louco com minhas proprias teorias... Abcs DaltonB

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Dyna deixa de ser "pronta-espera"

A HD Dyna em seus dois modelos deixou de ser "pronta-espera". A regularização na entrega das motos aos interessados que estavam na lista de pré-venda aliado à perda de status de "novidade" para a Rocker fez com que as Dyna possam ser encontradas nas lojas HD com mais facilidade.

Essa facilidade ainda não se traduz em pronta-entrega do modelo, mas já segue a espera normal de duas semanas entre a concretização do negócio, seja pagamento de sinal, aprovação de financiamento ou pagamento à vista, e a entrega da moto.

A boa notícia é que com isso a Dyna já consegue ser comprada no esquema oriundo da parceria entre a Finasa e o Grupo Izzo de entrada de 50% e o restante em 24 vezes sem juros o que deixa a moto bem mais acessível para os mortais que dependem do carnê de financiamento para terem a sua HD.

sábado, 21 de junho de 2008

Harley Davidson Super Glide Custom

Publicado ontem no http://www.motonline.com.br/:

20/6/2008 - A primeira grande Harley - HD Super Glide Custom
Equipada com motor V-Twin de 1584 cm³, a Dyna Super Glide Custom traz como principal atrativo o preço - R$ 39 900,00.Para esquentar a briga entre os modelos custom de média e alta cilindradas chega ao País a Harley-Davidson Dyna Super Glide Custom com preço bastante atrativo - R$ 39.900,00 - para uma moto de quase 1600 cm³. Só para comparar, a Yamaha Drag Star 650 (649 cm³ e 40 cv) custa R$ 25.300,00 e a Honda Shadow 750 2009, com injeção eletrônica (745 cm³ e 45,5 cv) sai por R$ 29.980,00. Já a Suzuki Boulevard M800 (805 cm³ e 55 cv) tem preço sugerido de R$ 32.900,00. Porta de entrada para a linha Classic da marca norte-americana, o modelo está equipado com o motor Twin Cam 96 de exatos 1584 cm³, equipado com injeção eletrônica de combustível e câmbio de seis marchas. Outra novidade da linha Dyna é que a moto utiliza linhas de freio de malha de aço. Em função de seu porte, estilo, configuração e preço, a Super Glide Custom tem tudo para seduzir os motociclistas estradeiros. Mas como é na prática pilotar está primeira grande Harley-Davidson? Para responder esta pergunta colocamos a moto em seu habitat natural, a estrada. Nesse test-drive, o novo modelo da Harley rodou mais de mil quilômetros por rodovias paulistas e mineiras. De cara, a estradeira norte-americana impressiona pelo conforto e pela facilidade de condução. Nada mais sensato para quem é --marinheiro de primeira viagem-- pilotando uma Harley é incorporar o -espírito de tiozão-, fugir dos buracos, reduzir a velocidade e deixar a moto contornar a curva, suavemente, sem pressa de ser feliz. Frear dentro de uma curva, jamais! Por isso, o piloto inexperiente deve ter atenção redobrada. Senão, é chão na certa! Na versão testada, a Super Glide Custom estava equipada com um banco solo. Porém, de série o modelo traz um assento em dois níveis, já a versão Super Glide é que vem equipada com banco único.Motorização - O coração desta máquina norte-americana é o motor Twin Cam 96, de 1584 cm³, que esbanja torque - 12,3 Kgf.m a 3.125 rpm -, principalmente em baixos e médios regimes de rotação. Detalhe: o propulsor é o mesmo que equipa a linha Touring. Apoiado em coxins e sem balanceiro, a vibração do motor em marcha lenta é minimizada com a moto em movimento. Para os aficionados pela marca - que completa 105 anos em agosto -, isso não é um defeito, mas sim uma característica dos motores HD. Para os mais sensíveis e que não estão acostumados a pilotar uma Harley, a moto vibra em demasia. Por isso, engate logo a última marcha. Ideal para longas viagens, a sexta marcha over drive parece que acalma o motorzão V-Twin, que trabalha com giro mais baixo, oferecendo conforto e economia. Agora se o piloto precisar fazer uma ultrapassagem é só reduzir uma marcha e virar o cabo. A entrega de potência é gradativa, porém oferece muito vigor e segurança. Com velocidades variando entre 80 Km/h e R$ 130 Km/h, o consumo da Super Glide Custom ficou entre 23 Km/l e 17 Km/l. Com média de 19 Km/l, é possível rodar pouco mais de 350 quilômetros com um tanque de combustível (que tem capacidade para 19,3 litros).Acessórios - Além do motorzão e do ótimo custo benefício, essa HD também oferece ao piloto uma confortável posição de pilotagem. Como nenhuma Harley é igual à outra, o novo modelo comercializado no País pode receber inúmeros itens de personalização. E esse é um dos grande trunfos da Dyna. Por exemplo, com um investimento de cerca de R$ 10 mil em acessórios - pedaleiras plataformas, pára-brisa, sissy-bar, alforges etc - a moto ainda fica mais barata que uma Deluxe (R$ 57.900,00) ou uma Fat Boy (R$ 58.900,00). Detalhe: os três modelos compartilham do mesmo vigoroso motor V-Twin de 1584 cm³.DIFERENÇAS - Já a Dyna Super Glide, que tem preço sugerido é de R$ 36.900,00, é uma custom com apelo mais esportivo, evidenciado pelo banco solo riding e também pelas belas rodas de liga-leve. O painel é muito parecido com o utilizado na HD XL 883. Sob o tanque há o bocal em aço escovado, além de marcador de combustível, emoldurados por uma peça de alumínio. O modelo mais básico da linha Dyna tem tanque de combustível um pouco menor se comparado à versão Custom (18,2 litros).
FICHA TÉCNICAHarley-Davidson Dyna Super Glide Custom
MOTOR Dois cilindros em V, Twin Cam 96, refrigerado a ar
POTÊNCIA MÁXIMA n/d
TORQUE MÁXIMO 12,3 Kgf.m a 3125 rpm
CAPACIDADE CÚBICA 1584 cm³
DIÂMETRO X CURSO 95.3 mm x 111.1 mm
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO Injeção Eletrônica de Combustível Seqüencial (ESPFI)
RELAÇÃO DE COMPRESSÃO 9.2:1
SISTEMA DE PARTIDA Elétrica
CÂMBIO Seis velocidades, com Cruiser Drive
TRANSMISSÃO FINAL Correia dentada
CAPACIDADE DO TANQUE 19,3litros
CHASSI De aço tubular de secção quadrada na trave principal
SUSPENSÃO DIANTEIRA Telescópica
SUSPENSÃO TRASEIRA Bichoque, com regulagem de pré-carga a ar
FREIO DIANTEIRO Disco simples de 300 mm
FREIO TRASEIRO Disco simples de 292 mm
PNEU DIANTEIRO D401F 100/90-19 57H
PNEU TRASEIRO K591 160/70B17 73V
COMPRIMENTO 2.355 mm
ALTURA DO BANCO 681 mm
DISTÂNCIA ENTRE-EIXOS 1.630 mm
PESO A SECO 295 kg
PREÇO R$ 39.900,00 - Aldo Tizzani/Infomoto