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quarta-feira, 12 de março de 2014

Ultra Limited Rushmore Project: acompanhando a experiência do Wilson Roque

Vira e mexe faço menção ao blog do Wilson Roque, já comentei que ele pegou uma das primeiras Limited 2014 e vem comentando sobre a experiência com a moto nova.

Até o momento está satisfeito, tem postado sobre pequenos problemas com o pós-venda HDMC e recomendo a leitura para quem está interessado na moto e ainda não se decidiu.

Além de ser proprietário, não vive de publicidade como a nossa "imprensa especializada".



domingo, 2 de março de 2014

Electra Glide Ultra Limited já está sendo entregue

Já estão sendo entregues as novas Tourings Rushmore Project.

O Roque já recebeu a dele e postou sobre as primeiras impressões http://wilsonroque.blogspot.com.br/2014/02/harley-davidson-electra-glide-ultra.html

Detalhe para o atendimento da Floripa HD: vi foto da moto sendo descarregada na presença dele na segunda feira, revisão de entrega feita na terça e a moto nas mãos dele, EMPLACADA, na quarta feira.

Exemplo para os demais dealers.

Quem está na fila de espera já está recebendo chamados para concretizar o negócio e estamos vivendo uma nova "febre das Electras", dessa vez com a família completa sendo colocada a venda no mercado de usadas para trocar pelas novas tourings Rushmore Project.

Vou acompanhar a vida dessa Ultra do Roque... quem sabe trago uma para garagem no ano que vem.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

"ass test" na nova Ultra

Quarta feira é dia de Rota e em dia de Rota sempre temos alguma novidade.

Uma delas foi a presença do colega Claúdio Cerqueira com sua nova Ultra Classic Electra Glide já equipada com o novo motor TC103.

As impressões dele são as mesmas de todos os calouros em Electra Glide: ótima para pilotar por 5.000 kms, mas dureza para avançar 5 metros. A esposa dele está no sétimo céu, tanto que já disse que irá ao evento de Tiradentes por conta da nova garupa.

Portanto, até então nenhuma novidade.

Mas, e sempre tem um mas, o Álvaro chamou a atenção para um detalhe: o banco original está mais baixo.

E realmente está mais baixo: eu consigo subir nela e plantar os dois pés no chão, coisa que não conseguia fazer desde as EGs 2007 porque em 2008 o banco foi modificado e em 2009 o chassi foi alterado, junto com os novos aros 17", deixando a posição de pilotagem ainda mais alta.

Nas 2011 o banco foi novamente alterado deixando os pilotos mais baixos esperançosos de conseguir parar as EGs sem traumas nos cruzamentos da vida.

Em compensação, o windshield está mais alto. Alterando o tamanho padrão para 7" e com o assento mais baixo, os pilotos mais baixos enxergam somente através do windshield e não mais por cima dele como é recomendado, principalmente para evitar problemas em viagens com chuva onde o windshield fica completamente molhado pela água da chuva.

Mas a altura do windshield é muito mais fácil de resolver do que a altura do banco.

Vale o ass test (enquanto não liberarem test drive nas concessionárias) para perceber que a moto ficou mais fácil de ser usada.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Electra Glide Classic sai do catálogo brasileiro

A fábrica em Manaus da HD não estará produzindo o modelo Electra Glide Classic nos próximos meses.

A saída do modelo do catálogo brasileiro faz parte de estratégia de elitização do modelo Electra Glide.

O modelo Ultra Classic Electra Glide será o único a ser fabricado e o preço será uma média entre os valores praticados para o modelo Classic e Ultra Classic no ano passado. Especula-se que o valor será em torno dos R$ 65.000,00.

As últimas Electra Glide Classic foram vendidas a toque de caixa na promoção de queima de estoque a R$ 50.900,00 e vão deixar saudades naqueles que querem um modelo touring com a excelente garupa, mas não querem pagar por alguns detalhes como caixas de som na traseira, rádio PX e intercons entre piloto e garupa.

Em compensação, a mudança vai ser um incentivo para aqueles que sempre quiseram a top de linha da HD, mas ficavam "sem coragem" de desembolsar o valor da diferença.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

ponteiras das Electras Glides 2009

Parece que o calo das Electra Glide são as ponteiras. Vários colegas vem reclamando da quebra do escapamento logo após a sonda lambda, na junção da ponteira.

O primeiro a sofrer com esse problema foi o Claudio, aqui do HOG RJ, durante uma viagem à Goiânia. Recorreu à oficina autorizada em Goiânia e foi informado que deveria resolver o problema na volta ao Rio de Janeiro e, para seguir viagem, foi soldado o cano.

Já vi soluções com arames amarrados, colocando o escapamento para dentro da ponteira.

Mas a solução correta é a troca do escapamento e ponteira pela autorizada, já que as motocicletas encontram-se em garantia, solução que o Claudio vem tentando desde a volta de Goiânia em Julho deste ano. A moto chegou a ficar na oficina por mais de trinta dias sem haver solução para a troca, chegando mesmo a enviar o cano para análise nos EUA.

O cano retornou dos EUA, continua quebrado e soldado e voltou a ser instalado na moto para poder liberar a saída.

O número de reclamações sobre esse defeito vem aumentando em todo o Brasil e a solução ainda não existe para a troca, sequer foi descoberta e/ou divulgada a causa para essa quebra.

Minha teoria recai sobre as mudanças do novo quadro, que ao deixarem o sistema mais rígido deixaram de calcular o novo esforço sobre a fixação do escapamento que ao trabalhar acompanhando a rigidez do novo quadro submete o encaixe da ponteira a esforço não projetado e causa a quebra.

Solução: aproveite a quebra do escapamento e troque as ponteiras por outras esportivas. Além de ganhar uma HD nova, com barulho de HD, você ainda consegue aliviar o peso no escapamento por conta da ponteira esportiva com catalisador mais leve e consequentemente diminuindo o esforço no encaixe.

Ou seja paciente, que um dia a coisa se normaliza.

domingo, 29 de novembro de 2009

Impressões de uso das Electra Glide 2009

Agora já começa a surgir mais informações sobre o uso das Electra Glides 2009 que foram as grandes vedetes de venda do início do ano.

Muitos colegas tem feito elogios às Electra: o desempenho e conforto tem sido muito elogiados, mas como sempre temos algumas críticas, sobretudo em relação à altura do assento do piloto que é mais alta que os modelos anteriores.

As mudanças no quadro das Electra trouxeram essa nova característica a ser resolvida pelos pilotos mais baixos. Muitos tem modificado o banco ou importado kit para rebaixar as suspensões.

A maior altura do banco é resultado do novo quadro e não é apenas isso que chamou a atenção: a suspensão traseira, antes com uma calibragem perto de 30 psi foi aumentada para perto de 50 psi.

Alguns amigos, em especial o Wlad do Biduzidos (www.biduzidos.com.br), chegaram a reclamar sobre as batidas características do fim do curso do amortecedor traseiro (uma solução apontada para resolver isso seria a troca dos amortecedores originais pelos PS 940 da Progressive Suspensions - 700U$00 o par).

Essa nova calibragem foi considerada como um erro por vários colegas que estavam acostumados com a calibragem menor, mas na realidade é consequencia da mudança do projeto.

Na HOG Magazine, Frank Kaisler analisa as mudanças na linha touring 2009 e faz menção a isso. Segue uma tradução livre de parte do artigo publicado na HOG Magazine:

A mudança mais ampla foi para o quadro da moto em si, que deve a sua maior rigidez para o aumento da utilização de elementos forjados e fundidos ligados em comprimentos mais curtos de tubulação. O quadro é construído como duas peças separadas e parafusadas. Como pode um quadro "separado-aparafusado" ser mais forte do que os quadros totalmente soldados dos modelos passados, você pergunta? A força está nas peças fundidas e forjadas de novo existentes em cada uma das articulações, onde a tubulação do quadro é soldada e forjada. As mudanças eliminam a necessidade de tubos dobrados e exigem menos solda do que a configuração anterior. Também é nova a montagem do motor incorporando isoladores gêmeos na parte da frente com um link único e suportes frontal e traseiro ajustado para equilíbrio de rigidez do chassis e do isolamento do motor. O braço oscilante também é completamente novo, com peças forjadas forte no pivot / área de suporte e placas de eixo para melhorar a rigidez da plataforma inteira.

E enquanto você está construindo um quadro no estado-da-arte, porque não atualizar tudo? O ângulo dos garfos da frente foi aumentado sem alterar o ângulo da direção, o que melhora a resposta em alta velocidade de cruzeiro. Aumentar o estribo na montagem da traseira resultou um grau extra de ângulo, e agora a primeira parte de tocar no piso é a extremidade traseira do estribo. O aumento do estribo traseiro melhora o conforto da posição de pilotagem. Outro benefício do novo chassi é um aumento da capacidade de carga: 70 libras (cerca de 35 kg) global, com cinco libras(cerca de 2,5 kg) a mais na capacidade em cada alforge e mais cinco libras para o Tour-Pak.

Isso tudo ajudou na adoção de um maior pneu traseiro (180 mm x 16 mm) com um novo composto duplo piso de borracha macia nas bordas para uma melhor aderência nas curvas e um composto mais duro no meio de lidar com composto da pavimentação das rodovias. O pára-choque traseiro é mais largo para aceitar o pneu mais largo e mais profundo.
Fonte: HOG Magazine – Frank Kaisler

sábado, 3 de outubro de 2009

Electra Glide 2009

Sei que os modelos 2010 (para o salão da motocicleta não se esperam grandes novidades, exceto a Sportster 883 Iron) já foram apresentados pela Harley-Davidson, mas a grande vedete deste ano são as Electra Glides.

Estes modelos foram bastante modificados, resolvendo vários problemas e puxaram as vendas no início do ano.

Existem dois modelos à venda no Brasil: a Electra Glide Classic e a Electra Glide Ultra Classic. Diferenças entre elas são acessórios, sendo a Ultra o modelo mais sofisticado presente no Brasil, sem contar as unidades CVO que possam ter sido encomendadas.

Embora existam diferenças de acessórios entre os dois modelos, a ciclística, motorização, chassi e eletrônica são as mesmas em ambos os modelos.

E por isso as opiniões dos novos proprietários vem mostrando grande satisfação no momento de colocá-las na estrada, independente dos acessórios, mas todos vem mostrando grande insatisfação com o uso delas no momento do transito pesado ou das manobras para estacionar.

E aqueles que fizeram o chamado upgrade do modelo antigo pelos novos modelos 2009 são mais enfáticos ainda na crítica ao uso da moto nessas condições.

Em resumo todos dizem que a moto é muito difícil de ser usada no momento em que se necessita do esforço físico do piloto para empurrar ou segurar a motocicleta e o grande problema apontado vem sendo a altura do banco em relação ao solo.

Se o banco consegue ser excelente na estrada, macio e muito confortável, o mesmo não se pode dizer no momento em que se coloca os pés no chão. Os mais baixinhos aprendem a usar a ponta dos pés e os mais altos reclamam do peso, uma vez que as pernas se mantém muto esticadas aumentando o esforço físico.

Os novos modelos tem maior altura por conta dos novos pneus mais altos para poderem ser mais largos e do banco ainda mais macio, mas também mais alto. A altura cresceu bastante: dependendo do peso embarcado pode chegar a ser mais alta quase três polegadas (quase oito centímetros).

Resultado disso são os tombos parados ou parando que acontecem pelo simples motivo do piloto não conseguir "plantar" o pé no chão para o apoio da motocicleta de mais de 400 Kg.

Soluções vem sendo tentadas como refazer o banco ou instalar um kit a gás da Progressive Suspension que pode rebaixar a moto em até uma polegada (quase três centímetros). A própria HD já oferece no site americano (www.harley-davidson.com) acessórios para pilotos mais baixos como o banco Reach Seat (p/n 52619-08), mais baixo e mais cavado (1/2 polegada de diferença) e o Touring Pull Back Handlebar (p/n 56176-08) que tem tamanho 2 polegadas maior e dessa forma você conseguiria trazer os comandos mais para perto sem a provavel necessidade de trocar os cabos.

Meia polegada mais baixo pode parecer pouco, mas o banco mais cavado permite que o piloto consiga fechar mais as pernas e ganhar bem mais do que essa meia polegada e o guidão maior conseguiria deixar o piloto com os braços menos esticados e com a coluna mais relaxada por não estar inclinado para frente, bastando para isso regular o guidão como é feito nas softail: girando no riser e trazendo mais para perto do piloto.

Uma outra opção é o banco BadLander, mas isso vai contra a grande qualidade das Electra Glides: o conforto do garupa e eu descarto essa solução.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Você sabia?

Recuperando e aproveitando o título dD série "você sabia" que fazia sucesso entre os insones dos tempos de rádio AM, vocês sabiam que o ABS das novas Electra Glide Ultra Classic reduz as marchas quando entra em funcionamento? Eu não sabia e os vendedores do Grupo Izzo também nâo!

O Claudio percebeu que o ABS da moto dele está associado à embreagem e caixa de marchas, reduzindo as marchas até que a moto pare e auxiliando com o freio motor a frenagem de emergência.

Surpreso, me perguntou se era normal e eu disse que não sabia e repassei a pergunta ao Marcelo que tem uma Electra Glide Classic também com ABS, mas modelo 2008 e ele dsse que a moto dele não age dessa forma.

Ou seja, a tecnologia melhora (deve ser mais uma das inúmeras modificações presentes nas novas Electra Glides) e os vendedores sequer sabem que isso foi modificado.

Parabéns à Harley Davidson por mais esse aprimoramento e mais um ponto para a Iza (nova diretora do Pós-venda do Grupo Izzo) e o responsável pelo treinamento dos vendedores prestarem atenção: seus vendedores devem conhecer melhor o produto, até mesmo para vender melhor.

Como a Ultra vem com piloto automático de série, só falta descobrir se a redução de marchas é feita nas novas Electras que não dispoem desse acessório. E não adianta perguntar nas lojas Izzo porque eles não sabiam sequer da associação entre caixa de marchas e ABS.

Falando em acessórios fica uma pergunta para os proprietários de Ultras: como funciona o rádio PX para falar sem ser entre Ultras? O Claudio me perguntou e eu não sei. Ele agradece maiores informações.

domingo, 3 de maio de 2009

Febre das Electras

Cheguei de São Paulo no fim de semana passado e mesmo antes de chegar ao Rio já estava escutando que vários colegas já haviam comprado a EG 2009. Os motivos para isso são vários: "é uma moto completamente nova, a tecnologia embarcada não deve nada a nenhuma BMW, dá mais conforto para a garupa, preciso de uma moto maior (mesmo que seja para ir do trabalho para casa e vice-versa), o preço vai aumentar"... e assim por diante. Inclusive já vaticinaram que estarei trocando minha Fat Boy por uma Electra antes do fim do ano.

Antes de mais nada quero dizer que não tenho nada contra comprar ou trocar a sua HD por outra HD (ou não HD). Motivos pessoais dizem respeito a cada um e nunca me arvorei em dono da verdade, mas não posso deixar de ver uma certa "corrida armamentista" para conseguir superar o vizinho. Isso só é bom para a autorizada HD.

Vamos parar e pensar. O cenário atual é coexistir nas revendas HDs os modelos 2008 (o modelo anterior) e os modelos 2009 (os modelos modificados) e isso leva a termos vários patamares de preço, todos escalonados em R$10.000,00 (belo degrau...). Temos a EG 2008 s/piloto automático por R$51k(poucas mais ainda existem), a Ultra 2008 completa por R$61K, a EG 2009 pelos mesmos R$61k e a Ultra 2009 por R$71K. Todos esses preços vão ser acrescidos de frete, que pode ser dispensado conforme a negociação.

EG 2008 por R$ 51K é mais barata que a minha Fat comprada em 2006 por R$ 52,5K e a Fat 2009 é vendida por R$ 54K. Portanto se você precisa de conforto para a garupa e mais espaço para as malas quando sai em viagem, você tem uma EG pelo preço de softail.

Por mas R$10K você compra uma Ultra 2008 completa (abs, piloto, acelerador eletrônico, todas os defletores, rádio PX) ou uma EG 2009 (moto completamente diferente, com abs, piloto e acelerador eletrônico, mas sem os defletores e o rádio PX).... se você pensar bem essa Ultra 2008 está cara ou a EG 2009 está barata....

E por fim, colocando mais R$ 10K você compra a Ultra 2009 completa, mas será que R$ 10k valem defletores, rádio PX e duas caixas de som?

Além desse cenário, você precisa responder o seguinte: você vai comprar a moto porque a sua esposa anda sempre com você e reclama da garupa ou você vai comprar a moto porque tem esperança que a sua esposa finalmente comece a andar de moto com você?

Senhores, a resposta dessas perguntas é individual e vou dar a minha resposta: não tenho garupa e quando viajo tenho espaço suficiente para as minhas bolsas sem necessidade de uma moto maior. Além disso, uso a moto todos os dias para trabalhar e uma moto maior vai ser um transtorno no uso diário. Eu não preciso de uma EG ou Ultra e por isso não pretendo comprar uma.

Em alguns anos meu caçula pode vir a querer fazer as viagens conosco e aí vou precisar de uma moto para levar o garupa e nesse caso vou comprar uma EG porque não adianta tapar o sol com a peneira: as demais HDs são muito cansativas para o garupa. Garupa não tem com quem falar, não dirige, apenas fica sentado olhando a vida passar até chegar no destino e com tudo isso se vai sentado em um banco que só traz desconforto é judiar demais de uma pessoa de quem você gosta.

Se a minha necessidade de ter uma garupa existisse hoje, eu manteria a minha Fat para o uso solo e compraria uma EG 2009 para o uso com garupa porque considero o melhor custoxbenefício das Touring no cenário atual. Não vale a pena gastar menos R$ 10K (a menos que você não tenha e aí recomendo a EG 2008) para ter uma moto sem alguns acessórios e com alguns defeitos que vão demandar dinheiro para serem resolvidos. A compra da Ultra 2008 pelo mesmo preço da EG 2009 é um tiro no pé da autorizada e a diferença de R$10k a mais para comprar a Ultra 2009 não vale os acessórios que faltam na EG.

E se o seu caso for comprar uma EG usada, lembre que R$ 51K é um valor muito próximo dos valores pedidos por EGs usadas com até quatro anos de uso, e que essa diferença pode não compensar o uso de uma moto zero quilômetro.

Em resumo, só troque sua moto se você realmente precisar... e pense bem antes de tirar o escorpião do bolso.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Dyna

A bola da vez é a Dyna! Para quem está interessado em HDs novas, o Grupo Izzo está veiculando e-mail oferecendo Dyna a partir de R$ 34.900,00 para pagamento a vista.

Para quem não tem preconceito com modelo antigo, as Electras modelo 2008 ainda podem ser encontradas por R$ 51.900,00 (mais barata que o preço que paguei na minha Fat em 2006), sendo uma excelente opção para quem gosta de viajar com garupa.

As Electras 2009 estão sendo vendidas por R$61.900,00 e R$ 71.900,00 (Ultra)

domingo, 18 de janeiro de 2009

motor TC96 anda mesmo!

Sai para uma volta hoje com alguns amigos, todos com HDs equipadas com o motor TC96 e em certo momento partimos para ver até onde iam as motos.... olha, vou dizer que a minha Fat com o TC88B anda direitinho, mas não deu para acompanhar a Electra do Marcelo Melodia.

Equipada com o motor TC96, que nas touring rende sete cavalos a mais que os motores TC96B, a Electra arrancou em um sinal na av. das Américas e partiu decididamente para chegar na frente de todos que sairam naquele sinal.

Levei minha Fat até o limite de corte em três marchas e não consegui alcançar a Electra (alcancei a outra Fat e deixei uma Fat TC96 para trás).

Para quem tem a EG, posso dizer que vale a pena trocar as ponteiras e deixar o motor mais livre;

Se você quer uma HD para longos trechos de estrada em ritmo mais elevado, a EG não vai te decepcionar. Se você anda procurando uma HD rápida e versátil, considere a
Dyna como uma opção, mesmo motor e quadro das EGs e peso inferior devem deixar a moto um verdadeiro canhão na estrada e na cidade.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Papai Noel na HD

Se você está pensando em pedir uma Electra Glide nova para Papai Noel, a hora é essa.

A Electra Glide modelo 2008/2008 está custando R$ 57.500,00 com a promoção de 50% de entrada e o saldo em 24 vezes sem juros, financiado pelo banco Santander.

Um preço inigualável para a Electra Glide, ainda mais se compararmos com a Fat Boy que está custando R$ 52.500,00.

Se quiser partir para uma Ultra, o preço está em R$ 67.500,00, todas com a condição de entrada de 50% mais 24 vezes sem juros.

Esses preços estão com desconto grande (quase 20%), mas leve em consideração que os modelos 2009 virão totalmente modificados na mecânica, suspensão e quadro e, logicamente, com preços bem mais salgados que os R$ 70.000,00 de tabela para Electra e R$ 75.000,00 para a Ultra.

Se você está pensando em comprar uma HD para viajar e não se importa com em comprar um modelo um pouco defasado, a oportunidade é essa.