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domingo, 25 de outubro de 2015

apertem os cintos... as Dynas sumiram!

Em mais de um grupo de proprietários e no Fórum Harley, venho lendo relatos de dificuldades em encontrar modelos da família Dyna zero km.

E em menor proporção, na família Touring (exceção feita às versões CVO).

Pelo números divulgados mensalmente pela ABRACICLO ainda não é possível confirmar uma diminuição no ritmo de produção dos modelos que vem "desaparecendo" conforme os relatos, e muito menos confirmar que estão realmente desaparecendo, uma vez que os números se reportam a uma realidade anterior à divulgação da tabela 2016.

Até setembro havia um déficit de três unidades de Fat Bob (183 produzidas contra 186 vendidas), cinco unidades da Street Bob em estoque (186 produzidas contra 181vendidas) e 32 unidades da Low Rider em estoque (104 produzidas contra 72 vendidas), fazendo supor que a HDMC estava controlando a demanda para desovar o estoque de 32 unidades da Low Rider.

Logo após a divulgação da tabela 2016 e o Salão Duas Rodas confirmando que não haveria novidade no catálogo e que as Dynas não teriam novidades além das cores, houve um interesse maior da parte dos interessados nos modelos, fazendo algum esforço para pegar a moto antes do aumento.

E dentro dessa realidade começaram a surgir os relatos sobre dificuldades para encontrar os modelos e o alívio de quem encontrou e fechou negócio.

Não há como afirmar, como iniciei na postagem, uma estratégia para zerar os estoques dos modelos que sofrerão alterações importantes (Softails e Sportsters) e evitar a venda dos modelos que seguem inalterados e como preços de venda maiores.

Acredito que a burocracia (reserva de números no cadastro RENAVAN) traga alguma segurança quanto ao volume inicialmente previsto para ser produzido e vendido, evitando que o consumidor seja lesado no seu interesse em comprar uma motocicleta aproveitando o preço antes do aumento, mas também não posso afirmar já que desconheço esses procedimentos.

É sempre bom notar que as VRSC não terão modificações importantes para 2016 e não estão passando por qualquer problema de abastecimento. Pelo contrário: estão em promoção por não terem o volume de vendas esperado.

Sem os números de outubro e com os relatos dos colegas só resta o alerta: quem tiver interesse na Low Rider (modelo que parece ter estoque) deve procurar o dealer local e em caso de não encontrar, fazer uma pesquisa nos demais dealers no Brasil: são vários que vendem fora do domicílio e fazem a entrega via transportador terceirizado.

Quem tiver novidades, por favor deixe comentário. 

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

CVO Street Glide

Ontem tive a oportunidade de andar na versão CVO da Street Glide, moto do amigo Ronaldo Cataldi que está com ela há uma semana.

O mais interessante é que até agora não consegui sequer agendar um test drive na versão Special da Street Glide junto ao dealer carioca, mas como a gente sempre comenta: não são os dealers que vendem, somos nós que compramos.

Enfim, vamos ao que interessa: a CVO é uma versão "customizada de fábrica", com importantes diferenciais mecânicos e de acabamento. Como uma série limitada, vieram poucas para o Brasil e aqui no Rio tenho conhecimento de apenas três rodando, todas com amigos meus.

A pintura da moto, o banco do piloto e garupa personalizados, o amplificador traseiro e falantes nos alforges laterais, além dos mesmos já seguirem a tendência bagger de alforges alongados já são suficientes para chamar a atenção, mesmo daqueles que não tem ideia do modelo ser um modelo diferenciado.

Quem conhece e compara com a versão standard reconhece os melhoramentos que o modelo recebeu: o motor de 110 ci, a suspensão dianteira reforçada, freios Brembo, a caixa cruise que deixou os engates mais fáceis e o motor de refrigeração híbrida fazem muita diferença na comparação entre as versões da Street Glide, que já havia sido atualizada com a adoção do Rushmore Project (ABS Reflex, nova aerodinâmica e embreagem hidráulica).

Acrescente a isso detalhes de acabamento como a tampa do tanque escamoteável e não necessitar de chave para ligar a moto (a chave serve apenas para travar o guidão), punhos e plataformas e não tem como não ficar impressionado logo no primeiro contato.

Já no ass test a CVO já se mostrou melhor que a standard pelo banco mais baixo e que permitiu plantar os pés sem dificuldade. A posição de pilotagem é boa, com os comandos bem posicionados e um guidão com uma altura confortável (pelo menos para mim que não sou alto). 

Rodando a moto se mostrou muito amigável. Andei no trânsito de 18h30 pelas ruas do Leblon e saí do Rota com todo o cuidado, não só porque a moto não é minha, mas também porque não tinha ideia de como seria andar com aquela moto.

Na terceira esquina já parecia que tinha milhares de quilômetros rodados de tão fácil que a moto se mostrou rodando no trânsito. A moto tem uma direção bem leve, muito torque a disposição e freia com muita eficiência. Não deu para ir muito mais longe que usar a terceira marcha e as suspensões parecem ser muito confortáveis, apesar de todos reclamarem da suspensão Showa de regulagem milimétrica ao invés da tradicional suspensão traseira hidropneumática.

Ajuda nessa análise o fato de não ser um usuário de Touring para fazer uma comparação melhor entre as suspensões, e portanto sem o "vício" da suspensão com regulagem à ar.

A menor altura do solo que a Street Glide tem em relação às demais Tourings para mim é uma vantagem, mas para muitos é motivo de reclamação.

Outra reclamação fica pelo conforto da garupa que não tem o tourpack para montar o sofá, mas é o estilo da moto.

Acredito que na estrada seria ainda mais rápida a adaptação.

Ponto fraco na CVO está relacionado com a carenagem que disfarça o radiador e vaso de expansão. Por conta dessa carenagem e do banco mais baixo, os joelhos acabam ficando dobrados em um angulo que vai cansar em viagens, mas nada que uma highway peg no mata cachorro não resolva.

Outros dois detalhes necessitam de uma adaptação: a embreagem hidraúlica é dura (e na moto do Cataldi precisava ser regulada) e o morcego que obriga ao piloto a se acostumar a olhar mais longe da moto.

Fazendo uma comparação com a Road King Police, melhor HD que já tive oportunidade de fazer o test drive (também por gentileza de um amigo), a Street CVO é mais "mansa" e por isso mesmo mais fácil de pilotar. Mesmo com um motor ligeiramente menor, a RK Police arranca com mais disposição e manobra com mais agilidade por conta da altura do solo maior permitindo maior inclinação, mas nem por isso a Street CVO parece ser uma moto com menos apetite para a estrada e as manobras em baixa velocidade.

Sobre o estilo, eu gosto do estilo mais simples da Street Glide que o estilo clássico das Electras e Road Kings, mas é uma moto para rodar solo na maior parte do tempo ao contrário das outras duas primas Tourings que tem garupas bem mais confortáveis.

O preço da CVO é bem salgado: R$111.000,00 no site da HDMC, mas sei que última vendida atingiu R$118.000,00. Comparando com os R$77.000,00 da versão Special seria preciso que a moto fosse realmente muito melhor, e na minha opinião é.

Resumo da ópera: para o projeto 2015 que foi adiado, a minha primeira opção é uma CVO usada, inclusive já estou pegando "senha" para quando os amigos decidirem trocar.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

projeto 2015

Projeto para 2015 é começar tudo de novo e agregar uma nova moto: a ideia é buscar uma moto mais segura e que se mantenha confiável como é a Fat Boy, para isso minha principal preocupação vai ser um sistema de freios mais eficiente com ABS.

Falar em moto mais segura e eficiente costuma ser sinônimo de mudança de marca. A HD melhorou bastante o sistema de freios, mas ainda tem deficiência em aproveitar melhor a eletrônica embarcada para controlar estabilidade e tração.

Juntando tudo isso, a primeira marca que vem à cabeça é a BMW. Embora tenha um interesse grande na BMW Nine T e na nova R1200R com o motor de refrigeração híbrida também, o fato de ter pouca ou nenhuma opção fora da autorizada aliado ao maior índice de sinistralidade envolvendo roubo, me desanima a experimentar a marca.

As Triumphs seguem a mesma receita de pouca ou nenhuma opção fora da autorizada e as nipônicas acabam mostrando seus modelos mais seguros no segmento Big Trail que não é minha praia.

Dessa forma, nada descartado ainda, mas em princípio continuarei harleyro.

Como a ideia é buscar uma novidade, descartei as Softails: além de manter o TC96, o sistema de ABS já tem coisa melhor dentro do próprio catálogo da HDMC e sem comentar que o meu modelo preferido, a Softail Slim, não é comercializado no Brasil.

Um modelo que gosto bastante é a Dyna Low Rider, lançada este ano, mas como as Softails, continua usando o TC96 e o mesmo sistema de ABS. Não dá para comentar sobre a moto porque quase não li relatos sobre o uso dela, dando a impressão de ser uma moto que não vem mostrando grandes pecados no uso. Pretendo agendar um test drive assim que for possível.

Um modelo que também me atrai desde o lançamento é a Sportster 48. Essa seria realmente uma novidade para mim, com vários detalhes (bastante conhecidos) a serem resolvidos. A falta da garupa e o tanque pequeno me desanimam. Investir nessa novidade seria divertido, mas com certeza seria uma moto que acabaria vendida em pouco tempo.

Outro modelo que me atrai desde o lançamento é a Street Glide. Apesar de não contar com o motor de refrigeração híbrida e não usar a suspensão tradicional das Tourings, a Street Glide é a que mais me motiva como novidade: tem uma pilotagem diferente da moto que uso, os freios são bem mais eficientes e o motor está atualizado. O morcegão com windshield mais baixo e a falta das perneiras me animam a fazer uma tentativa no mundo das Tourings "claustrofóbicas". É uma moto que tem tudo para passar uma temporada longa comigo, como vem sendo com a Fat Boy.

Vou ler e procurar me informar sobre a Low Rider e a Street Glide: como faltam recursos e tenho tempo, vai ser um bom hobby decidir e achar o brinquedo novo.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

suspensão traseira da Street Glide

A Street Glide foi a estrela do catálogo em 2012. O fator novidade junto com o fato de ser uma Electra "mais leve" e o estilo bagger que começava a fazer fãs no Brasil contribuíram para o modelo ser muito bem vendido na estréia.

Em 2013 a Street Glide perdeu público por conta da suspensão traseira. Enquanto a 2012 veio com a suspensão hidropneumática tradicional das Tourings, com regulagem através de bomba de ar e manômetro de mão, a 2013 "inovava" com uma suspensão com regulagem através de pré-carga em mola, abandonando o auxílio pneumático.

Muita gente não sentiu diferença entre as duas suspensões, muitos gostaram da mudança pela facilidade em não ter mais de regular o ar no sistema, mas a realidade é que a nova suspensão continuou batendo bastante, principalmente quando carregada.

Em 2014 tivemos a entrada das Tourings Rushmore Project, com o novo motor e caixa TC103 High Output, os freios ABS Reflex, novo sistema de som (bem mais simples em relação à Ultra Limited), nova iluminação e novo projeto aerodinâmico. Essas novidades fizeram bem à Street Glide que vem tendo um resultado de vendas bem melhor em relação ao ano passado.

Na época em que vi a moto no dealer carioca achei que a suspensão não havia mudado (março/2014 - http://wolfmann-hd.blogspot.com.br/2014/03/confirmado-street-glide-2014-continua.html), mas no site indica que as 2014 já contavam com suspensão com ajuste através de válvula de ar SHOWA, que estão presentes no mercado americano apenas na versão Special, que será comercializada no Brasil na linha 2015.

Acredito que a suspensão possa ter sido modificada em algum momento durante 2014, já que a minha postagem foi feita em Março e muita coisa acontece em seis meses. Conto com a ajuda dos leitores do blog para saber se as Street Glide 2014 já contam com a suspensão SHOWA da Street Glide Special.

A suspensão da Street Glide Special tem uma uma regulagem mais precisa que a regulagem da pré-carga da mola de 2013 e tem o objetivo de rebaixar a suspensão aliviando a pressão do ar, deixando a moto mais baixa, bem de acordo com o estilo bagger. O "efeito colateral" é a possibilidade de endurecer a suspensão traseira para adequar o uso à carga evitando o fim de curso que acontece nas versões 2012(suspensão tradicional) e 2013 (suspensão com pré-carga na mola) devido ao amortecedor traseiro com curso menor 12" contra 13" da Limited).

Li poucos relatos sobre a 2014, a maioria de satisfação, mas nenhum proprietário vinha de outra Touring para comparar e nada foi dito sobre a suspensão traseira, ou seja, não existe informação se melhorou ou piorou em relação às versões mais antigas.

Sobre as 2015, a situação é ainda pior: nada escrito ou comentado e como não tenho ido ao café da manhã no dealer não sei nem se as Special já estão no Rio, acredito que já estejam.

Resumindo a análise das suspensões, acho que a HD traz um sistema mais preciso de regulagem que o anterior de pré-carga na mola, e bem mais eficiente, talvez até mesmo mais eficiente que a suspensão tradicional que equipava os modelos 2012.

É mais um ponto interessante para quem tem dúvidas na escolha de uma touring.

sábado, 22 de novembro de 2014

Softail Breakout

A grande estrela do catálogo HD 2015, a Softail Breakout foi motivo de algumas mensagens que recebi. Em 2014 o modelo mostrou seu potencial com a venda rápida da versão CVO, mesmo com preço na casa de R$100.000,00 e já chegou mostrando números bastante animadores para 2015.

Não andei nela, apenas fiz o ass test em Milwaukee no ano passado.


Pela foto nota-se que o guidão drag bar deixa a posição desconfortável para os baixinhos, já que obriga a ficar esticado como na Blackline.

Existem várias soluções para esse problema: trocar guidão ou assento são as mais imediatas. Eu achei que a troca do guidão envolveria maiores problemas, mas o Feliciano já comprou a Breakout e já trocou o guidão.


Conversando com ele fiquei sabendo que o velocímetro fica preso no clamp superior do riser, mantido o clamp foi só adaptar um novo pull back riser de 4,5 e o guidão antigo do Fat Boy. Não perguntei detalhes, mas acredito que a medida seja 1,25 polegadas já que a fiação fica dentro do guidão. Trocou cabos.

Essa modificação é simples, sendo a parte mais chata da troca manter a fiação embutida no guidão.

Eu não trocaria o guidão por gosto pessoal, mas trocaria o riser pelo pull back. Talvez essa solução já fosse suficiente, uma vez que sou mais alto que o Feliciano.

Não sendo suficiente procuraria um banco que me levasse para frente e assim ficasse mais perto dos comandos.

Sobre o motor da Breakout, só lamento a decisão de trazê-la com a motorização 96 ci. No resto do mundo, com exceção do Japão, a motorização de 96 ci já foi substituída pela motorização de 103 ci. Nada contra o TC96, gosto muito e trouxe várias soluções interessantes, mas a nova comunicação de seis vias para interligar os diversos módulos e a ECU foram pensadas para o TC103 e uma parte da eletrônica embarcada encontra-se subutilizada com a adoção do TC96.

Gosto do inspiração "long custom" com entre-eixos maior e angula de cáster mais inclinado, as FX são minhas preferidas em termos de estética: comando avançado, pedaleiras e frente lançada compõe muito bem o estilo chopper da linha FX.

O último detalhe que chama a atenção, e muitas vezes é primeiro detalhe que faz isso, é a grande roda traseira de 280 mm. Acredito que a pilotagem seja muito semelhante à pilotagem da Rocker, também com roda traseira larga e entre-eixos maior: nas retas vai se mostrar extremamente estável, mas vai ser cansativa nas curvas, exigindo o uso da técnica do contra-esterço para amenizar essa característica. A frente com roda fina vai se mostrar bem sensível ao piso, deixando a impressão de uma frente bastante leve. É hábito e nada que quilômetros rodados não resolvam.

Uma moto que impressiona pelos cromados, pela roda traseira e pelo guidão.

O ponto negativo dela é o preço: normalmente a linha FX é base de preço da família Softail, mas a Breakout chegou como topo de preço. A moto tem um acabamento bem mais sofisticado que as FXST ou FXNT, assim como a Rocker ou a Blackline e tem preço nos EUA acima do preço das Fat Boys (topo tradicional da tabela da família Softail), mas parece que o atrativo de ser novidade está superando perfeitamente esse obstáculo, principalmente quando é comparada pelos interessados com a versão CVO vendida no ano passado: a perda do motor TC110 e câmbio diferenciado, além do desenho diferente dos aros, representou quase 40% de economia no preço da Breakout em relação à Breakout CVO e a nova Breakout está chamando tanta atenção quanto a versão CVO.

Em termos de marketing life style, chamar atenção pagando menos parece fazer toda a diferença.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

números ABRACICLO atualizados

Com o lançamento do catálogo 2015 e a divulgação dos números de produção e venda no atacado pela ABRACICLO até outubro já posso perceber que a HDMC já começou a trabalhar o ano de 2015.

Foram produzidas 6.544 unidades e vendidas 6.331 unidades até 31/10 e já aparecem números referentes aos modelos 2015 (Dyna Low Rider e Street Bob, Softail Breakout e Street Glide Special).

Os números de 2013 não será batidos, mas a meta de 20 dealers continua sendo perseguida. Conforme a informação do leitor do blog FB, o dealer em Cuiabá, Rota 65, estará inaugurando em 18 de novembro se tornando o décimo oitavo dealer brasileiro, com 19 endereços físicos já que a Autostar opera em dois endereços em São Paulo.

Os modelos que saíram do catálogo estão sendo produzidos para atender pedidos já realizados (em outubro foi produzida e vendida apenas uma 883R e a Dyna Super Glide Custom nem isso).

Já os modelos 2015 tem sido venda fácil: a Softail Breakout teve 138 unidades produzidas e 126 vendidas, a Dyna Low Rider teve 29 produzidas e 24 vendidas, e a Street Bob teve 12 produzidas e 11 vendidas.

Somente a Street Glide Special continua apenas em produção (já são 102 unidades produzidas apenas para estoque) aguardando o final de estoque das unidades 2014, que estão no final: o balanço indica um saldo de apenas 7 unidades em 31/10, para chegar aos dealers.

Para os interessados nos modelos que saíram de linha, a ABRACICLO aponta um saldo em estoque de 18 unidades da 883R, 7 unidades da Street Glide e final das Dynas SG Custom e Switchback.

Outro dado interessante são os números da Ultra Limited: com 1140 unidades produzidas e apenas 741 vendidas mostrando que teremos um início de ano abastecido com as 2015 earlier (modelos 2015 produzidos em 2014).

E novidade é um grande atrativo: a Breakout em apenas um mês de vendas (126 vendas) aos dealers já ultrapassa os modelos que saíram de catálogo e estiveram a venda por dez meses e se aproxima de modelos clássicos da HDMC como a Road King (182 vendas), Softail Heritage (236 vendas) e Deluxe (240 vendas). O ano de 2015 será o ano da Breakout como 2014 vem sendo o ano da Sportster 48.

Vamos aos números; best seller até agora é a Ultra Limited com 741 vendas, XL 1200 Custom com 732 vendas, Sportster 48 com 695 vendas, Iron 883 com 593 vendas, Fat Boy Special com 501 vendas, Night Rod Special com 478, Muscle com 477, Fat Boy com 365, Street Glide com 296 e Dyna Fat Bob com 273 são as dez mais vendidas. 

sábado, 1 de novembro de 2014

festa para a chegada dos novos modelos 2015 na Rio Harley-Davidson

Através de e-mail e anúncio na página do Facebook da concessionária, o dealer carioca convidou para a festa de apresentação dos novos modelos 2015, com direito a chopp e show de rock.

Não compareci, vi as fotos: casa cheia e o evento já produziu algumas vendas na mesma noite.

As opiniões dos colegas que ainda não tinham visto os modelos ao vivo foram de aprovação e lamentação pela ausência de modelos como a Wide Glide e em menor número da Softail Slim.

Eu já havia visto os modelos no ano passado e já postei sobre os modelos no post anterior (http://wolfmann-hd.blogspot.com.br/2014/10/catalogo-2015-ja-esta-chegando-aos.html) e logo na publicação do catálogo 2015 no site da fábrica (http://wolfmann-hd.blogspot.com.br/2014/10/hdmc-divulga-o-catalogo-2015.html).

A montadora segue desovando os modelos 2014 com promoções de oferta de seguro grátis ou taxa de juros menor e já está vendendo os modelos 2015 pelos novos preços sugeridos no site.

Quem tiver interesse em não pegar os aumentos é bom começar a garimpar pois acredito que a HDMC não vai mais montar os 2014 este ano, passando a produzir apenas os 2015 earlier (modelos 2015 produzidos em 2014) para justificar a nova tabela de preço.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

catálogo 2015 já está chegando aos dealers

Apresentada a linha 2015 no site e no evento SPHD, já gera comentários sobre a saída e entrada de modelos.

A grande surpresa para a maioria foi a descontinuação da 883R e o grande lançamento desse ano parece ser a Softail Breakout.

Não sei quais são os critérios para a escolha dos modelos que compõe o catálogo anual, mas sempre se pode tentar especular. 

Entendo a saída da R, os números dela estavam vergonhosos perto das vendas da Iron, assim como entendo a saída da Super Glide Custom, que sempre foi um modelo que entrava em produção no segundo semestre quando os best sellers já tinha atingido a meta e por isso mesmo sempre foi considerada como um "patinho feio" pela HDMC Brasil (nada contra o modelo, mas analisando os números da ABRACICLO nota-se essa tendência da montadora).

Definitivamente não entendo a saída da Switchback. Não tinha grande procura por conta da concorrência da Heritage (sempre atinge as metas) e das Tourings, mas com certeza tem espaço no mercado brasileiro: está pronta para a estrada, tem uma garupa com conforto razoável perto das Sportsters que tem preços iguais ou mais baratos e era a mais barata no leque de modelos "prontos para a estrada" (alforge/windshield). Só entendo a saída dela para dar espaço para outra Dyna na linha de produção, o que deve ter acontecido já que a planta de Manaus é reduzida e não tem muito como crescer.

E dentro desses parâmetros, podem esperar que algum modelo saia do catálogo no ano que vem quando a Street 750 chegar ao Brasil (não veio esse ano porque ainda não tem freios ABS, obrigatório no Brasil). Eu aposto na Iron.

Já as novidades escolhidas poderiam ter sido outras. A Low Rider é uma aposta em um mercado de sucesso no Brasil: o público vintage, acho que a Sportster 72 não veio por acharem que o visual da Low Rider seria mais atraente.

A Softail Breakout já era aposta certa desde o sucesso da Breakout CVO. A CVO tem interessados até hoje, chegaram mesmo a pedir uma  cota extra, mas a matriz não enviou e colocaram o modelo standard para este ano. Acredito que quem queria a CVO vai comprar a standard, ainda mais com a diferença de preço. Quem pagou caro é que deve ter ficado aborrecido.

A Street Glide Special vem para unificar os acessórios das Glides. Os infotainment diferentes acabam dando dor de cabeça, desse jeito eles trazem a "top de linha", arrumam mais uns trocados e racionalizam a linha de montagem.

A única novidade que não entendi a escolha foi a Street Bob. Não tem apelo, não teve grande aceitação e eles conhecem a preferência pela Wide Glide. Só posso imaginar que deixaram a Wide Glide de fora para evitar concorrência com a Breakout, já que as duas tem o mesmo estilo (roda fina na frente, grande entre eixos, comando avançado) com um preço bem mais em conta (aposto uns 10k a menos).

Além da Wide Glide continua fazendo falta no nosso mercado a Softail Slim (que poderia facilmente estar no lugar da Fat Boy tradicional, uma vez que a Fat Special tem melhores números e com certeza iria suprir a falta da Fat tradicional) e a novo Ultra Limited Low. São motos com altura de banco menores e temos um grande mercado para "baixinhos" no Brasil.

E sem dúvida alguma, falta o TC103. Gosto muito do TC96, mas não dá para continuar defasado em relação ao mercado internacional. Atualmente os 96 atendem apenas o mercado brasileiro e japonês (algo perto de 12000 motores fabricados por ano). No mercado japonês parece que existe uma isenção para motores e o TC103 não teria direito a essa isenção, por isso segue em produção e o mercado brasileiro deve servir para manter o nível de produtividade, não vejo outro motivo para manterem os 96 em linha aqui no Brasil, principalmente porque os 103 estão homologados desde 2011 nas Touring.

sábado, 18 de outubro de 2014

HDMC divulga o catálogo 2015

Dentro do esperado, a HDMC divulgou seu catálogo de modelos para 2015 para coincidir com o evento São Paulo Harley Days, e muito provavelmente quem for ao evento verá em primeira mão os novos modelos.

A maioria das "novidades" anunciadas pelo Dan Morel se confirmou: a chegada da Softail Breakout, da Dyna Low Rider e as CVO Street Glide e Limited. Apenas a Dyna Street Bob não havia sido comentada por ele.

Da mesma forma, a continuação da motorização das Softails e Dynas com o TC96, mantendo o TC103 apenas para as Tourings, foi outra previsão que o Dan Morel acertou na mosca.

Eu acertei a saída da Sportster 883R e Dyna Super Glide Custom: os números dos dois modelos eram fracos e tudo apontava para a descontinuação de produção. Além desses dois a Dyna Switchback também foi descontinuada no Brasil, uma pena pois o modelo oferecia um ótimo custoxbenefício para quem procurava uma moto pronta para viajar por um preço mais acessível.

O catálogo 2015 encontra-se publicado no site HDMC Brasil, incluindo os preços sugeridos para esses modelos.

Todos os modelos tiveram seus preços reajustados. O reajuste ficou perto de 3%, com a maioria abaixo disso, mas alguns modelos tiveram reajustes maiores como foi o caso da Deluxe (4%), VRSC (4,5%), Touring (5%).

A Street Glide teve um aumento bem maior: 8,5%, mas o modelo trazido esse ano é a Street Glide Special que conta com o infotainment utilizado na Ultra Limited (tela touch scren, saída de aúdio mais forte e GPS).

Detalhando as famílias vemos que as Sportsters perderam a 883R e ganharam apenas novas cores para a Sportster 48 (azul) e Sporster XL1200Custom (também azul e pintura bicolor).

A família Dyna perdeu dois modelos (Super Glide Custom e Switchback) e ganhou outros dois (Low Rider e Street Bob). A Fat Bob ganhou nova cor (azul) e teve seu assento modificado, que pode trazer mais conforto para os baixinhos, será preciso um "ass test" para comprovar.

Os dois novos modelos da família Dyna são os mais interessantes para o meu gosto. A Street Bob é inspirada em uma Bobber, com guidão mini-ape, motor dark, filtro ar redondo e pedaleira central. Está praticamente pronta para um banco de molas. Fiquei em dúvida se a moto será vendida com banco do garupa: todas as fotos mostram a moto com banco solo, mas as pedaleiras do garupa aparecem nas fotos. Esperar para ver fotos do evento ou a chegada do modelo nos dealers. Além das cores tradicionais, aparece o azul exclusivo dos modelos 2015.

A Low Rider é meu lançamento preferido: estilo retrô, console com conta-giros, banco com opção de encosto suplementar e comando central ligeiramente mais avançado (pelas fotos parece que adiantaram o comando em 2 polegadas), além da possibilidade de regular o guidão na fixação do riser deixam a moto bem ajustável para pilotos de qualquer altura. Pena que mantiveram o motor TC96 ao invés de trazer o 103 do mercado americano. Tem sugestão de preço bem perto da Fat Bob, e bem mais barata que uma Softail, e some-se o fato de ser novidade, o modelo tem tudo para ser um best seller em 2015. Também conta com a pintura azul e traz um verde brilhante como opção de cor.

A família Softail ganhou um modelo: a Breakout e as demais apresentam apenas a pintura azul como novidade.

A Softail Breakout é esperada com alguma ansiedade por conta da Breakout CVO que foi muito bem vendida apesar do alto preço das versões CVO. O modelo traz o motor 96 no lugar do 110, mas tem a mesma ciclistica (aro 21 na frente, aro 18 com pneu 240 na traseira, perfil baixo, entre-eixos grande). Os aros são em liga leve, mas bem diferentes dos aros da CVO. O estilo chopper com banco baixo, comando avançado, guidão drag bar pode ser um problema para um piloto mais baixo. No "ass test" que fiz em Milwaukee no ano passado não me senti muito a vontade, apesar de plantar os dois pés no chão. Fiquei muito esticado e provavelmente teria de modificar o banco, já que o guidão original serve de fixação para o painel de instrumentos e qualquer modificação de riser ou guidão traria a necessidade de modificar o painel. O tanque segue a tendência da Blackline: limpo e com apenas a tampa do tanque, sem medidor de combustível, deixando a superfície assimétrica. O preço foi uma surpresa para mim: os modelos FX (a Breakout é a FXSB) costumam ser as mais baratas da família Softail e dessa vez será a mais cara: preço sugerido de R$58.700,00. Vamos ver se a influência do preço da CVO (quase R$96.000,00) vai deixar esse preço mais atraente.

As VRSC mudaram apenas a pintura, incluindo o verde brilhante e o azul exclusivo 2016 para a Night Rod Special..

E as Touring também mudaram apenas pintura e tiveram a versão da Street Glide modificada para a Special, com acabamento mais parecido com o acabamento da Limited e usando a mesma versão do infotainment, acompanhado pelo maior aumento percentual do catálogo 2015.

Pena que a Limited Low não veio para o Brasil.

Mistério desfeito para 2015, é começar a buscar sua HD.

domingo, 12 de outubro de 2014

Motor TC96 continua na ativa em 2015

Com  a tradicional colaboração do Dan Morel, já está praticamente afastada a possibilidade do motor TC103 aposentar o TC96 no Brasil.

O motor mais novo continuará exclusividade da família touring e o TC96 continuará equipando Softail e Dyna em 2015. Essa motorização será exclusiva para o mercado brasileiro e japonês.

Os demais países da América Latina já contam com o TC103 nas famílias Softail e Dyna desde o início deste ano.

As novidades para 2015 serão mesmo apenas a entrada da Softail Breakout, Dyna Low Rider e as Limited e Street Glide CVO, além da adoção da Street Glide na versão Special que conta com o infotainment com a versão touch screen.

Não se sabe até quando o TC96 seguirá com sobrevivendo, mas a cada ano menos mercados recebem essa motorização, sem falar na reforma na planta de York, indicando que essa motorização está perto do final, mas parece que o local do funeral será mesmo o Brasil.

domingo, 21 de setembro de 2014

Apostas do Dan Morel se confirmando

Dan Morel publicou hoje na sua time line e no grupo Biker Friends do Facebook quatro fotos feitas na linha de montagem em Manaus.

Nas fotos se conseguem ver a Softail Breakout e Dyna Low Rider, apostas dele para substituir a Blackline e Super Glide Custom.

Nada se consegue saber sobre os motores 103 nas Softails ou sobre a Road Glide.

Os modelos CVO também já estão escolhidos para 2015: Limited e Street Glide.

Pena que a Softail Slim vai passar mais um ano fora do catálogo Brasil.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

HDMC sonda o que esperar do mercado

Já começam a aparecer matérias na imprensa especializada sobre o lançamento da Street 750 em 2015.

Bayer já postou sobre o assunto (http://olddogcycles.com/2014/09/street-deve-chegar-por-r-28-mil-no-brasil.html) e os "especialistas" falam em preço para o modelo de R$28.000,00.

Nos comentários já se fala que o preço é alto para o modelo, mas não vamos esquecer que essa moto vem para ser o "modelo de entrada" do catálogo (posto ocupado pelas Sportsters 883) e não pode ficar muito longe do preço já praticado atualmente para as Sportsters 883.

Com a (provável) saída do catálogo HDMC Brasil da Super Glide Custom (fora do catálogo USA desde o ano passado e com números insignificantes este ano no Brasil), as Sportsters ganham mais mobilidade nos preços (não ficam mais embarreiradas pela FXDC) e a Street 750 chega para compor o degrau mais próximo dos R$30.000,00.

Não entro no mérito da não escolha da Street 500 para o mercado brasileiro. Para mim a estratégia de marketing de marca premium que a HDMC Brasil faz é limitante na busca de uma fatia maior do mercado brasileiro, mas é a escolha feita.

E esse preço veiculado faz parte da sondagem: se for bem aceito como novidade, vai chegar na casa dos 30K porque a HDMC Brasil vai realinhar seus preços com a chegada de 2015.

Para terminar, vai contar muito o fator novidade na elaboração do preço. Esse modelo busca o consumidor que não conhece a história da marca, associando-a ao life style que o marketing mostra (90% do público consumidor da marca atualmente). Se o modelo cair no gosto, como acontece com a V-Rod, o preço da novidade se manterá. Acontecendo o contrário, o preço vai estacionar e acabar em promoção.

Eu da minha parte, espero muito mais que a versão Low das Ultra Limited cheguem ao Brasil como a novidade para movimentar o mercado já consolidado. A postagem do Roque (http://wilsonroque.blogspot.com.br/2014/09/harley-davidson-electra-glide-ultra-low.html) é muito animadora para quem, como eu, pretende entrar no mundo das Tourings.

Não esqueçam que analiso como leigo.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

HD 2015

O lançamento da linha HD 2015 nos EUA na semana passada (http://wilsonroque.blogspot.com.br/2014/08/harley-davidson-linha-2015-anunciada.html) já deixou um bocado de gente ansiosa pelo catálogo Brasil.

Olhando o catálogo EUA nota-se que a HDMC aposta nas Tourings para bater a Indian: trouxe de volta a Road Glide (esperado já que o projeto não teve tempo de ser atualizado conforme o Rushmore Project no ano passado e ficou a promessa da volta já devidamente atualizada) e duas versões Low para Electra Glide e Ultra Limited.

Seguindo na mesma linha, a HDMC tirou a  Breakout da linha CVO e trouxe a Road Glide e aposta em mais um trike: o Freewheeler também com base na  Touring (na verdade um Triglide mais espartano).

Para o Brasil tem muita gente apostando que pelo menos um dos trikes entra no catálogo e uma substituição na família Dyna, já que a Dyna Super Glide Custom está com seus dias contados (saiu do catálogo americano no ano passado e este mês ainda não foram produzidas 50 unidades do modelo).

Minhas apostas são os motores TC103 finalmente cheguando ao Brasil, sendo o diferencial para a família Softail (não acredito em chegada de novos modelos), acho que a Sportster 48 abriu caminho para a chegada da Sportster 72, mas não acho que teremos substituição na família Dyna que deve ficar diminuída a apenas dois modelos que são comercializados atualmente: Fat Bob e Switchback e nem espero a chegada de um Trike ao Brasil. Ao invés do Trike, aposto na chegada da Ultra Limited Low ou (com menos chance) a Road Glide.

Esperar para ver, principalmente porque tenho pensamentos malignos em entrar no mundo das Tourings em 2015.

Mas sempre mantendo a Fat na garagem.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

novidades do Dealer´s Convention HDMC 2015

Postado pelo Dan Morel em sua página no Facebook e no grupo Biker Friends, já aparecem as primeiras informações sobre a linha 2015 nos EUA.

Segue a transcrição da postagem:

Noticias linha 2015:
Com o Dealer Convention acontecendo no Final de Semana.... já temos noticias do que aparecerá por lá...

Notem algumas coisas: ainda não tivemos a listagem das Softail o que pode indicar novidades, temos a ausência da Street Bob (esta está na tabela de cores, o que também pode indicar novidades) na lista e da Super Glide Custom que fora substituída pela Low Rider....os demais lançamentos estão marcados com #

- Iron 883
- Sportster 883 SuperLow
- Sportster 1200 Custom 
- Forty Eight
- Seventy Two
- Sportster 1200 SuperLow T

- Fat Bob
- Low Rider 
- Wide Glide 
- Switchback

- Street Glide 
- Street Glide Special
- Road King 
- Road Glide #
- Road Glide Special #
- FreeWheeler #
- Electra Glide Ultra Classic 
- Electra Glide Ultra Classic Low #
- Electra Glide Ultra Limited
- Electra Glide Ultra Limited Low #

- CVO Road Glide Ultra #
- CVO Street Glide #
- CVO Ultra Limited

- Tri Glide Ultra

- Night Rod Special
- V-Rod Muscle

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Sturgis e as novidades da HDMC e Indian

Começa hoje o evento mais conhecido do mundo custom, em especial do universo Harley-Davidson: Sturgis na Dakota do Sul.

E desde o ano passado as duas fábricas, HDMC e Indian Motorcycles, vem se movimentando para mostrar atrativos.

Esse ano a HDMC trouxe de volta a Road Glide (veja mais detalhes no blog do Wilson Roque: http://wilsonroque.blogspot.com.br/2014/08/road-glide-o-retorno.html) e a Indian apresentou a Scout (veja detalhes no blog do Old Dog Cycles: http://olddogcycles.com/2014/08/conheca-a-indian-scout-2015.html).

Não são modelos com previsão para o Brasil, mas a esperança existe, principalmente com os boatos que a Indian Motorcycles irá montar seus modelos em Manaus.

Divirtam-se

quinta-feira, 3 de julho de 2014

novidades do segundo semestre

Nos EUA já aparecem as primeiras novidades que serão atração no dealers convention: a volta da Road Glide, agora já incorporando o Rushmore Project e um Triciclo que parece ter com base uma softail e não as Ultras.

Quem tiver curiosidade pode acessar os links postados pelo Dan Morel no Facebook: a Road Glide  (http://www.motorcycle-usa.com/620/18791/Motorcycle-Article/2015-Harley-Davidson-Road-Glide-Spy-Shots.aspx) e o trike (http://www.motorcycle-usa.com/620/18794/Motorcycle-Article/Spied--2015-Harley-Davidson-Freewheeler-Trike.aspx).

A volta da Road Glide incorporando o Rushmore Project já era esperada desde a saída do modelo do catálogo em 2014. O modelo deve incorporar todo o pacote tecnológico do Rushmore Project, o novo motor High Output e a carenagem fixa deve receber a nova entrada de ar. Pelas fotos nota-se que a Road Glide não receberá o motor com refrigeração líquida, ficando com a motorização usada na Street Glide e Road King, mas nada impede que uma versão Ultra seja incorporada à família Road Glide e que o pacote Limited seja adotado nessa versão.

Já o triciclo parece uma diversificação para atender o consumidor que não vai rodar garupado: sem tourpack e com motor High Output refrigerado a ar, esse novo modelo dá impressão de ser uma opção mais em conta para quem gosta da idéia de pilotar um triciclo ao invés de uma motocicleta. A frente lembra muito os modelos FL e o escapamento colocado de um lado só ao invés do tradicional dual que equipa as tourings dá a pista para a base mecânica do triciclo: a família softail.

De toda a forma, são novidades para o mercado americano e para o nosso mercado só resta torcer para que a fábrica decida investir nas novidades.

Para a terra brasilis a novidade parece ser a chegada da Breakout CVO. A imprensa especializada já traz as primeiras reportagens comentando sobre o modelo (http://motos.icarros.com.br/noticias/motos/harley-davidson-cvo-breakout:-mais-que-exclusiva/16461.html?fb_action_ids=744395492291209&fb_action_types=og.comments&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582).

O detalhe a ser notado é a chegada desse modelo antes da Limited CVO mostrando que a demanda pelas Limited Rushmore Project ainda é grande e não há pressa por parte da HDMC em aquecer mais ainda o mercado das tourings com a exclusiva CVO.

Eu vi as duas versões da Breakout, tanto a standard quanto a CVO, e acho que a estratégia em trazer apenas o modelo mais exclusivo é uma aposta no marketing do Life Style HD, uma vez que a versão standard tem espaço no catálogo HD com a saída da Blackline e os fãs da família FX não contam com opção no catálogo 2014.

No "ass test" não vi diferença significativa entre os dois modelos, exceto o nível de acabamento da CVO.

Abusando das perfumarias, a Breakout CVO traz como principal atrativo o TC110B refrigerado a ar, que os analistas falam em 80cv de potência, embreagem hidraúlica, rodas, manetes, pedaleiras e painel diferenciado, já que o pneu 240 está presente na versão standard.

Lembrando que um TC96B modificado pelo Stage I já entrega essa potência, teremos um produto que não será diferenciado pelo conjunto mecânico, mas sim pelas perfumarias e pela exclusividade de ter apenas 30 unidades a serem comercializadas.... é muito para uma moto de quase R$100k, quando a standard com seu motor TC103B (já maior que os motores que estão em linha nas softails) custa praticamente a metade e entrega pacote bastante similar ao da CVO.

Como as novidades costumam ser sempre muito bem aceitas, penso que a HDMC deveria considerar em trazer os modelos mais recentes, como a própria Softail Breakout, a Softail Slim ou a Dyna Wide Glide, para esquentar o mercado ao invés de apostar unicamente na exclusividade dos modelos CVO para alimentar o marketing do life style.

terça-feira, 27 de maio de 2014

cores 2015 da linha HD

O "espião" Dan Morel já divulgou a lista de cores para a linha 2015 da HD na sua página do facebook, segue a íntegra da postagem:

*Noticias Linha 2015 - HD*
Como sempre, nesta época do ano já começamos a ter noticias sobre a linha 2015.... segue adiante as opções de cor para o próximo ano:

Cores Sólidas:
Vivid Black (mantida)
Brilliant Silver Pearl (mantida)
Amber Whiskey (mantida)
Charcoal Pearl (mantida)
Superior Blue
Black Quartz
Black Denim (mantida)
Mysterious Red Sunglo (mantida)
Morocco Gold (mantida)
Sand Camo Denim (mantida)
Charcoal Satin (mantida)
Deep Jade Pearl

Dois Tons:
Brilliant Silver/Vivid Black
Mysterious Red Sunglo/Blackened Cayenne Sunglo (Mantida)
Amber Whiskey/Vivid Black (mantida)
Charcoal Satin/Vivid Black Satin
White Hot Pearl/ Blue Hot Pearl
Deep Jade Pearl/Vivid Black
Amber Whiskey/Charcoal Pearl

Custom colors (disponiveis a partir de agosto)
Black Magic
Radioactive Green

Hard Candy Custom :
HC Cancun Blue Flake
HC Quicksilver Flake
HC Big Red Flake

Podemos ir esperando novidades sobre novos modelos, quando chega a família Street, modelos descontinuados até o dealer convention de Agosto, quando a HDMC lança a linha para o ano seguinte.

Conforme for sabendo, ou melhor, conforme o "espião" Dan Morel for avisando, vou repassando.