Chegamos a tempo de aproveitar o evento completo, ao contrário de outros grupos que chegaram no segundo dia e até mesmo no último dia.
O modelo já é conhecido dos eventos HDMC no Brasil: palcos, loja de souvenirs, comida e bebida cara, exposição de motos, jump start, mural para assinar e espaço HOG.
A organização do evento foi muito boa, a começar pela retirada das credenciais. O Ambassador, hotel que estivemos hospedados, disponibilizou transfer que nos deixou no local para a retirada das credenciais.
Apresentando o recibo ou o cartão de crédito com o qual havia comprado os tickets, você retirava as credenciais rapidamente e sem maiores filas.
Entrando no Summerfest era possível ver diversos palcos onde bandas tocavam o dia inteiro, vários locais para comer e beber e o HOG Lounge (local exclusivo do HOG).
Além disso, toda a linha 2014 estava exposta ao longo do lago e era possível sentar em todos os modelos. Não havia possibilidade de test drive. Alguns modelos estavam customizados com acessórios originais HD e gostei bastante de uma customização da Sportster 48 com mini ape e espelhos invertidos: meu número!
Assisti ao show do Lynyrd Skynyrd, ao show do Aerosmith e ao show do ZZ Top. Faltou assistir ao show do Dobbie Brothers, mas o consenso foi de sair do local do evento para comer algo diferente de sanduíche, pizza ou frango assado.
Também visitamos o HD Museum, com tickets ofertados pelo Giba e visita agendada para o grupo da BBT. O museu vale a pena ser visto, contando com todos os motores que fizeram a estória do HD, inúmeros modelos que marcaram época, tanques e etc.
Na área do museu, uma série de barraquinhas e toda a linha 2014 em exposição. Durante a noite havia show de bandas e o local era bastante visitado durante todo o dia.
Outra visita, esta menos interessante, foi a fábrica. Ficamos apenas na recepção, sem possibilidade de visitar a linha de montagem. Pena.
Na manhã do último dia ocorreu a parada. Reunindo 3000 motos (a mídia reportou o dobro, mas eu fiz uma contagem de motos em um minuto e o tempo de parada até que os veículos da polícia encerravam a parada), com um grupo grande de brasileiros que viajaram com a HT, credenciada brasileira da HDMC, a parada passou na porta do nosso hotel. Assisti e tirei fotos da passagem das motos tanto da portaria quanto da janela do quarto. Definitivamente ficamos muito bem localizados.
Com pelo menos 100.000 participantes do evento, escolher 3000 participantes do evento é tarefa para o marketing da HDMC. Vi poucas motos mais antigas, as que apareceram mais tinham pintura centenária (2002/2003) e nenhuma moto suja da estrada. Tourings eram a maioria esmagadora. Muitas bandeiras e muita gente empolgada participando do desfile.
Vi poucos coletes diferente além dos coletes dos diversos chapters do HOG e tudo se referenciava à HDMC, à familia Davidson e ao life style HD. Se você não convive bem com isso, é melhor não ir.
Meu balanço é positivo, apesar da overdose de life style vi bons shows, me diverti com as diferentes tribos e estava em excelente companhia dos amigos que decidiram fazer a viagem. Valeu, Silvana quer voltar para os 115, eu prefiro avaliar quando chegar a hora.
Mostrando postagens com marcador 110 anos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 110 anos. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
a caminho do 110th experience: Milwaukee
Ligação final e o planejamento marcou mais dois dias de estrada: cerca de 800 milhas, com pernoite em Sioux Falls em South Dakota e La Crosse no Wisconsin, ambos em hotéis BW até chegarmos em Milwaukee, Wisconsin.
Completamos 350 milhas até Sioux Falls, sem paradas, sempre pela I-90: uma estrada de grandes retas, pouco transito e algumas obras. Paramos três vezes para aliviar o forte calor e, diferente do calor do deserto de Nevada, umidade alta. A alta temperatura (perto de 40º), maior umidade e estrada monótona aumentou bem o cansaço.
Em Sioux Falls visitamos a J&L, dealer HD. Loja grande, com vários modelos 2014, mas ainda não vi o novo motor. Fiz ass test na Softail Breakout, prometida para o catálogo brasileiro em 2014, e gostei. A moto ao vivo mostra uma personalidade que as fotos da web não traduzem: roda traseira larga, suspensão dianteira lançada e mesa fina deixam a moto bem longa. A altura do banco é boa, o comando avançado e o drag bar deixam a moto bem confortavel para mim. A garupa é ruim, moto pensada apenas para o piloto e uma carona rápida. Vai ocupar muito bem o espaço deixado pela Blackline.
Também fiz ass test no Dyna Wide Glide e gostei. "Veste" melhor que a Fat Bob (que ficou muito feia com a reestilização) para mim. Meus braços não ficam tão esticados e o banco me deixa mais perto dos comandos. Coloco no mesmo patamar da Softail Slim, embora goste mais da Slim por ser mais baixa. Entra na lista dos modelos que fazem falta no catálogo brasileiro.
Além do dealer HD, fomos visitar o dealer Indian em Sioux Falls. Esse é um dealer multimarca, vendendo Honda, Yamaha, Polaris, Victory, Triumph e Indian. Por incrível que pareça não tinha nenhum modelo Indian lançado no início do mês.
Perguntei sobre as motos e eles me informaram que a Indian não trabalha com motos em consignação como as demais marcas que representam e por isso só vendem conforme recebem pedido. Se for desse jeito, acho difícil que o cacique vá incomodar o vôo da águia.
Mais 300 milhas e estavamos no último pernoite antes de Milwaukee: La Crosse no Wisconsin. A maior parte das 300 milhas foi feita em estradas de Minesota.
A paisagem foi mudando de grandes cultivos para cultivos menores, mais casas e árvores comforme atravessávamos o Minesota.
Como não paramos junto com as motos, acabamos fazendo menos uma parada e visitamos o dealer de Albert Lea Area: loja grande, atulhada de roupa e itens de life style em promoção. Acabei comprando uma bolsa de viagem para a roupa suja de 35 polegadas e rodízios pela metade do preço de tabela: melhor preço que achei para esse tipo de mala.
Achei um sensor que haviam me pedido, pastilhas de freio também pedidas e comemos cachorro quente com limonada por conta do dealer.
A estrada continuou bastante monótona, mas a temperatura amenizou graças à ausência do sol, com tempo nublado durante boa parte do tempo, a viagem rendeu melhor chegamos a La Crosse antes das 15h, cruzando o rio Mississipi.
Check in feito e lá fomos nós atrás do dealer HD de La Crosse: também uma loja completa, mas bem menos atulhada que a loja de Albert Lea.
La Crosse é uma cidade pequena a beira do Mississipi e chegar cedo nos permitiu apreciar o por do sol no rio Mississipi no bar do Hotel ouvindo um trio tocando rock e country, tivemos até Born to be Wild no repertório.
Saída bem cedo para Milwaukee no dia seguinte. Apesar do percurso pequeno, apenas 190 milhas, era necessário chegar cedo para pegar as credenciais e assistir o show de aniversário de 30 anos do HOG com Lynyrd Skynyrd.
Hospedados em um hotel no centro de Milwaukee, a milha e meia do Summerfest Park, com transfer do Hotel. A cidade é grande, bem diferente do que esperava. Muitos viadutos circulando o centro da cidade e o rio Milwaukee cortando o centro da cidade.
Arquitetura interessante, principalmente no centro da cidade. O Summerfest é um parque dedicado a comemorações e além da HDMC, outras indústrias estão na cidade como a Miller.
Milwaukee estava vivendo em função do evento HD 110th Anniversary, incluindo uma extensa programação do canal FOX local durante todos os três dias. Além do Summerfest, se viam outros locais onde ocorriam feirinhas com artigos para motos. Estivemos em um dos dealers locais, o House of Harley-Davidson, e a rua estava fechada para uma dessas feirinhas.
Havia festa acontecendo no HD Museum e até mesmo na fábrica com locais para visitar e fotografar.
Sobre esse dealer não deu para para ter uma impressão de como funciona normalmente. Com o evento, haviam muitos temporários, eles colocaram uma tenda para venda de produtos e a loja estava lotada. Ainda assim a venda de peça funciona como nenhuma outra que vi: não tendo a peça procurada, você pagava e recebia um invoice para a retirada na loja no dia seguinte. Dia seguinte, e não 24 horas depois. O Alexandre encomendou a peça que faltava para instalação de um mini ape na sua Ultra aqui no Brasil na hora do almoço e às 10h do dia seguinte a peça já se encontrava no dealer.
Além disso, ele havia comprado uma jaqueta em Siox Falls que havia ficado justa e conseguiu trocar por outra na House of HD. Detalhe: foi reembolsado da diferença de preço entre o valor pago a maior em Sioux Falls e o valor que a jaqueta era vendida na House of HD. Esse é um pós-venda que funciona.
Um belo fecho para uma bela viagem.
Completamos 350 milhas até Sioux Falls, sem paradas, sempre pela I-90: uma estrada de grandes retas, pouco transito e algumas obras. Paramos três vezes para aliviar o forte calor e, diferente do calor do deserto de Nevada, umidade alta. A alta temperatura (perto de 40º), maior umidade e estrada monótona aumentou bem o cansaço.
Em Sioux Falls visitamos a J&L, dealer HD. Loja grande, com vários modelos 2014, mas ainda não vi o novo motor. Fiz ass test na Softail Breakout, prometida para o catálogo brasileiro em 2014, e gostei. A moto ao vivo mostra uma personalidade que as fotos da web não traduzem: roda traseira larga, suspensão dianteira lançada e mesa fina deixam a moto bem longa. A altura do banco é boa, o comando avançado e o drag bar deixam a moto bem confortavel para mim. A garupa é ruim, moto pensada apenas para o piloto e uma carona rápida. Vai ocupar muito bem o espaço deixado pela Blackline.
Também fiz ass test no Dyna Wide Glide e gostei. "Veste" melhor que a Fat Bob (que ficou muito feia com a reestilização) para mim. Meus braços não ficam tão esticados e o banco me deixa mais perto dos comandos. Coloco no mesmo patamar da Softail Slim, embora goste mais da Slim por ser mais baixa. Entra na lista dos modelos que fazem falta no catálogo brasileiro.
Além do dealer HD, fomos visitar o dealer Indian em Sioux Falls. Esse é um dealer multimarca, vendendo Honda, Yamaha, Polaris, Victory, Triumph e Indian. Por incrível que pareça não tinha nenhum modelo Indian lançado no início do mês.
Perguntei sobre as motos e eles me informaram que a Indian não trabalha com motos em consignação como as demais marcas que representam e por isso só vendem conforme recebem pedido. Se for desse jeito, acho difícil que o cacique vá incomodar o vôo da águia.
Mais 300 milhas e estavamos no último pernoite antes de Milwaukee: La Crosse no Wisconsin. A maior parte das 300 milhas foi feita em estradas de Minesota.
A paisagem foi mudando de grandes cultivos para cultivos menores, mais casas e árvores comforme atravessávamos o Minesota.
Como não paramos junto com as motos, acabamos fazendo menos uma parada e visitamos o dealer de Albert Lea Area: loja grande, atulhada de roupa e itens de life style em promoção. Acabei comprando uma bolsa de viagem para a roupa suja de 35 polegadas e rodízios pela metade do preço de tabela: melhor preço que achei para esse tipo de mala.
Achei um sensor que haviam me pedido, pastilhas de freio também pedidas e comemos cachorro quente com limonada por conta do dealer.
A estrada continuou bastante monótona, mas a temperatura amenizou graças à ausência do sol, com tempo nublado durante boa parte do tempo, a viagem rendeu melhor chegamos a La Crosse antes das 15h, cruzando o rio Mississipi.
Check in feito e lá fomos nós atrás do dealer HD de La Crosse: também uma loja completa, mas bem menos atulhada que a loja de Albert Lea.
La Crosse é uma cidade pequena a beira do Mississipi e chegar cedo nos permitiu apreciar o por do sol no rio Mississipi no bar do Hotel ouvindo um trio tocando rock e country, tivemos até Born to be Wild no repertório.
Saída bem cedo para Milwaukee no dia seguinte. Apesar do percurso pequeno, apenas 190 milhas, era necessário chegar cedo para pegar as credenciais e assistir o show de aniversário de 30 anos do HOG com Lynyrd Skynyrd.
Hospedados em um hotel no centro de Milwaukee, a milha e meia do Summerfest Park, com transfer do Hotel. A cidade é grande, bem diferente do que esperava. Muitos viadutos circulando o centro da cidade e o rio Milwaukee cortando o centro da cidade.
Arquitetura interessante, principalmente no centro da cidade. O Summerfest é um parque dedicado a comemorações e além da HDMC, outras indústrias estão na cidade como a Miller.
Milwaukee estava vivendo em função do evento HD 110th Anniversary, incluindo uma extensa programação do canal FOX local durante todos os três dias. Além do Summerfest, se viam outros locais onde ocorriam feirinhas com artigos para motos. Estivemos em um dos dealers locais, o House of Harley-Davidson, e a rua estava fechada para uma dessas feirinhas.
Havia festa acontecendo no HD Museum e até mesmo na fábrica com locais para visitar e fotografar.
Sobre esse dealer não deu para para ter uma impressão de como funciona normalmente. Com o evento, haviam muitos temporários, eles colocaram uma tenda para venda de produtos e a loja estava lotada. Ainda assim a venda de peça funciona como nenhuma outra que vi: não tendo a peça procurada, você pagava e recebia um invoice para a retirada na loja no dia seguinte. Dia seguinte, e não 24 horas depois. O Alexandre encomendou a peça que faltava para instalação de um mini ape na sua Ultra aqui no Brasil na hora do almoço e às 10h do dia seguinte a peça já se encontrava no dealer.
Além disso, ele havia comprado uma jaqueta em Siox Falls que havia ficado justa e conseguiu trocar por outra na House of HD. Detalhe: foi reembolsado da diferença de preço entre o valor pago a maior em Sioux Falls e o valor que a jaqueta era vendida na House of HD. Esse é um pós-venda que funciona.
Um belo fecho para uma bela viagem.
Marcadores:
110 anos,
Brazil Bike Travel - BBT,
Milwaukee,
viagem em grupo
a caminho do 110th Experience: Black Hills
Outra ligação entre os parques de Yellowstone e Black Hills que o planejamento da viagem marcava nova divisão em dois dias: o primeiro com 390 milhas até Sheridan (Wyoming) com pernoite em um BW e o segundo com um pouco menos (270 milhas) até Rapid City (South Dakota) para passar duas noites, também em BW.
A rodagem do primeiro dia foi praticamente em auto estrada contornando Yellowstone: primeira parte em uma highway de pista simples com mão e contra-mão e a segunda parte em highway de pista dupla e sentido único. Piso bom, curvas apenas no início do dia, velocidade de cruzeiro alta (limites entre 65 e 75 mph) e muito frio pela manhã (termômetros das motos chegaram a marcar 40 F, perto de 5 C).
Paramos no dealer HD Beartooth em Billings (Montana), onde vi os primeiros modelos 2014 ao vivo. Não gostei da Fat Bob, a Wide Glide é uma moto que faria sucesso no Brasil (principalmente com a saída da Blackline), o Rushmore Project - novidade das Tourings - deixou a Ultra e a Street Glide com uma cara mais moderna, acerto da HDMC. Os novos morcegões foram melhorados aerodinamicamente e ganharam uma abertura para ventilação que parece direcionar o ar para a cabeça do piloto. O tourpack também foi modificado, me dando a impressão de estar maior. Alforges seguem iguais.
Não vi os novos motores, exclusivos das Ultras Limited. Pena.
Em compensação achei o sensor que faltava para a Fat.
A loja é grande e tem representação da Eagle Rider que permitiu a troca do pneu dianteiro na moto do Alexandre Marinho, já bem desgastado. Aliás a Eagle Rider também foi acionada para um defeito na moto do Carmelo: o regulador apresentou defeito na estrada e ele conseguiu que o dealer de Yellowstone rebocasse e fizesse o serviço, com o endosso da empresa. "So far, so good" para a BBT e a Eagle Rider.
No caminho passamos por Little Bighorn (Montana), local onde o 7º Regimento de Cavalaria EUA foi dizimado graças à arrogância do general Custer, que decidiu encarar uma desvantagem numérica de 10 para 1 e enfrentar Crazy Horse e 3000 índios. Até hoje o 7º de Cavalaria é estigmatizado dentro do US Army por essa batalha perdida.
Sheridan (Wyoming) é uma cidade pequena, basicamente servindo como ponto de alojamento para visitantes (vários hotéis na Main Street) e que acrescentou pouco à viagem, exceto uma boa cama. Acontecia um Rodeio na cidade, mas ninguém se animou a ir ver a festa.
No dia seguinte aturamos uma estrada mónotona até Rapid City (South Dakota), sempre em auto estrada de limites de velocidade altos, muitas retas e poucas curvas: muito bom para usar o cruise control. Chegamos e nos alojamos no BW, jantar em um Shopping perto do hotel que tinha várias opções de restaurantes: Red Lobster, Olive Garden e Outback.
Manhã seguinte começou com algum atraso: algumas motos tiveram problemas e foram levadas ao dealer HD em Rapid City para reparos, deixando alguns a pé. Solução foi alugar um outro carro para fazer os passeios. Eu estava com GPS e saímos antes que todos estivessem de volta para aproveitar o dia, conosco seguiram o PJ, Vonzodas e Willie, todos agregados por mim já que os conheço de São Paulo.
Visitamos o memorial Rushmore, onde estão esculpidos os quatro grandes presidentes dos primeiros 150 anos da república americana: Washington, Jefferson, Lincoln e Roosevelt.
Em seguida descemos para Deadwood, Sturgis, Hill City e memorial Crazy Horse onde está sendo esculpida no morro um estátua de Crazy Horse em seu cavalo. Em relação às esculturas dos presidentes, Crazy Horse será cerca de dez vezes maior. Em construção desde 1948, ainda está longe do final.
Sturgis ainda tinha vestígios do Rally acontecido no início do mês, onde a Indian apresentou seus três modelos. É uma cidade pequena, com uma avenida principal, muitos bares e hotéis menores. O dealer HD é grande e com muita coisa. Silvana fez a festa.
Já Deadwood tem mais vida turística, principalmente a Main Street com seus bares tradicionais, preservados como ainda estivesse no século XIX. Foi lá que aconteceu o assassinato de Wild Bill Hickok (correção feita pelo Tulio Dantas, leitor e colega forista do Fórum Harley. Valeu, Túlio!) e existe um marco lembrando isso. Cidade de velho oeste, com vários museus lembrando isso. Existe um dealer HD que é apenas uma boutique.
Hill City é a menor das três, com apenas uma rua e a atração principal é o dealer HD, também apenas boutique.
Durante o Rally de Sturgis (primeira semana de agosto), essas três cidades ficam recheadas de HDs, rodando entre elas.
Wyoming e South Dakota parecem se incomodar menos com o ruído dos escapes esportivos e já ouço o ruído que estamos acostumados no Rio.
Ligação entre Rapid City e Black Hills foi feita em auto estrada, mas a maior parte do passeio foi feita em estrada por dentro das cidades e parques, com velocidade menor e várias curvas completando um trajeto de quase 150 milhas.
Nesse passeio experimentei a Ultra Electra Glide que estava com o Alexandre Marinho: por melhor que seja a moto, não é meu número. Senti falta do vento na cara: por conta do morcegão e das perneiras, o vento apenas turbilhona em volta sem bater no piloto. Não é isso que eu penso como pilotar uma motocicleta.
Some a isso a falta da visão próxima (só tinha visão cerca de dois metros a frente) e a sensação de estar fechado em compartimento fica completa.
Sei que muito se acostumam, mas encarar uma Electra só acontece se a Silvana quiser voltar a andar de moto.
Em termos de pilotagem, a Electra é uma moto muito dócil rodando. Saindo da imobilidade requer atenção e força para colocar os quase 400 quilos em pé. Muito confortável, tanto para o piloto quanto para o garupa e se comportou muito bem nas curvas de Black Hills. A gente precisa acostumar com o maior número de informações que o painel fornece e a comodidade da eletrônica e conjunto de som.
A Ultra é mais alta que a Electra (andei nas duas nesta viagem), mas a ergonomia não precisa de grandes ajustes (wind shield mais baixo, talvez o da Street Glide, e um banco mais cavado devem deixar a moto "no jeito"). A Electra "vestiu" melhor, bastando um windshield mais baixo.
Também experimentei a Street Glide: o vento dança menos em minha volta e com o windshield mais baixo a cabeça balança mais já que o vento se concentra no capacete ao invés de bater no corpo todo por conta do morcegão. Esse balanço da cabeça incomoda. Das três é a que menos esquenta, mas continuo perdendo a visão próxima.
O motor TC 103 responde bem, mas esquenta mais que o da Fat. Mesmo rodando sentia o calor sendo dissipado no tanque de óleo. Parado em cruzamento ou sinal, sentia a batata da perna esquentar quando encostava na tampa da primária, fato que não acontece na Fat. De toda forma atende bem os objetivos de rodar muitos quilômetros.
Boas motos, mas como disse antes, não é meu número, principalmente a Ultra. Realmente estou na turma do "menos é mais".
Até este momento, já ultrapassamos a marca de 2.000 milhas rodadas, e ainda falta chão até Milwaukee.
A rodagem do primeiro dia foi praticamente em auto estrada contornando Yellowstone: primeira parte em uma highway de pista simples com mão e contra-mão e a segunda parte em highway de pista dupla e sentido único. Piso bom, curvas apenas no início do dia, velocidade de cruzeiro alta (limites entre 65 e 75 mph) e muito frio pela manhã (termômetros das motos chegaram a marcar 40 F, perto de 5 C).
Paramos no dealer HD Beartooth em Billings (Montana), onde vi os primeiros modelos 2014 ao vivo. Não gostei da Fat Bob, a Wide Glide é uma moto que faria sucesso no Brasil (principalmente com a saída da Blackline), o Rushmore Project - novidade das Tourings - deixou a Ultra e a Street Glide com uma cara mais moderna, acerto da HDMC. Os novos morcegões foram melhorados aerodinamicamente e ganharam uma abertura para ventilação que parece direcionar o ar para a cabeça do piloto. O tourpack também foi modificado, me dando a impressão de estar maior. Alforges seguem iguais.
Não vi os novos motores, exclusivos das Ultras Limited. Pena.
Em compensação achei o sensor que faltava para a Fat.
A loja é grande e tem representação da Eagle Rider que permitiu a troca do pneu dianteiro na moto do Alexandre Marinho, já bem desgastado. Aliás a Eagle Rider também foi acionada para um defeito na moto do Carmelo: o regulador apresentou defeito na estrada e ele conseguiu que o dealer de Yellowstone rebocasse e fizesse o serviço, com o endosso da empresa. "So far, so good" para a BBT e a Eagle Rider.
No caminho passamos por Little Bighorn (Montana), local onde o 7º Regimento de Cavalaria EUA foi dizimado graças à arrogância do general Custer, que decidiu encarar uma desvantagem numérica de 10 para 1 e enfrentar Crazy Horse e 3000 índios. Até hoje o 7º de Cavalaria é estigmatizado dentro do US Army por essa batalha perdida.
Sheridan (Wyoming) é uma cidade pequena, basicamente servindo como ponto de alojamento para visitantes (vários hotéis na Main Street) e que acrescentou pouco à viagem, exceto uma boa cama. Acontecia um Rodeio na cidade, mas ninguém se animou a ir ver a festa.
No dia seguinte aturamos uma estrada mónotona até Rapid City (South Dakota), sempre em auto estrada de limites de velocidade altos, muitas retas e poucas curvas: muito bom para usar o cruise control. Chegamos e nos alojamos no BW, jantar em um Shopping perto do hotel que tinha várias opções de restaurantes: Red Lobster, Olive Garden e Outback.
Manhã seguinte começou com algum atraso: algumas motos tiveram problemas e foram levadas ao dealer HD em Rapid City para reparos, deixando alguns a pé. Solução foi alugar um outro carro para fazer os passeios. Eu estava com GPS e saímos antes que todos estivessem de volta para aproveitar o dia, conosco seguiram o PJ, Vonzodas e Willie, todos agregados por mim já que os conheço de São Paulo.
Visitamos o memorial Rushmore, onde estão esculpidos os quatro grandes presidentes dos primeiros 150 anos da república americana: Washington, Jefferson, Lincoln e Roosevelt.
Em seguida descemos para Deadwood, Sturgis, Hill City e memorial Crazy Horse onde está sendo esculpida no morro um estátua de Crazy Horse em seu cavalo. Em relação às esculturas dos presidentes, Crazy Horse será cerca de dez vezes maior. Em construção desde 1948, ainda está longe do final.
Sturgis ainda tinha vestígios do Rally acontecido no início do mês, onde a Indian apresentou seus três modelos. É uma cidade pequena, com uma avenida principal, muitos bares e hotéis menores. O dealer HD é grande e com muita coisa. Silvana fez a festa.
Já Deadwood tem mais vida turística, principalmente a Main Street com seus bares tradicionais, preservados como ainda estivesse no século XIX. Foi lá que aconteceu o assassinato de Wild Bill Hickok (correção feita pelo Tulio Dantas, leitor e colega forista do Fórum Harley. Valeu, Túlio!) e existe um marco lembrando isso. Cidade de velho oeste, com vários museus lembrando isso. Existe um dealer HD que é apenas uma boutique.
Hill City é a menor das três, com apenas uma rua e a atração principal é o dealer HD, também apenas boutique.
Durante o Rally de Sturgis (primeira semana de agosto), essas três cidades ficam recheadas de HDs, rodando entre elas.
Wyoming e South Dakota parecem se incomodar menos com o ruído dos escapes esportivos e já ouço o ruído que estamos acostumados no Rio.
Ligação entre Rapid City e Black Hills foi feita em auto estrada, mas a maior parte do passeio foi feita em estrada por dentro das cidades e parques, com velocidade menor e várias curvas completando um trajeto de quase 150 milhas.
Nesse passeio experimentei a Ultra Electra Glide que estava com o Alexandre Marinho: por melhor que seja a moto, não é meu número. Senti falta do vento na cara: por conta do morcegão e das perneiras, o vento apenas turbilhona em volta sem bater no piloto. Não é isso que eu penso como pilotar uma motocicleta.
Some a isso a falta da visão próxima (só tinha visão cerca de dois metros a frente) e a sensação de estar fechado em compartimento fica completa.
Sei que muito se acostumam, mas encarar uma Electra só acontece se a Silvana quiser voltar a andar de moto.
Em termos de pilotagem, a Electra é uma moto muito dócil rodando. Saindo da imobilidade requer atenção e força para colocar os quase 400 quilos em pé. Muito confortável, tanto para o piloto quanto para o garupa e se comportou muito bem nas curvas de Black Hills. A gente precisa acostumar com o maior número de informações que o painel fornece e a comodidade da eletrônica e conjunto de som.
A Ultra é mais alta que a Electra (andei nas duas nesta viagem), mas a ergonomia não precisa de grandes ajustes (wind shield mais baixo, talvez o da Street Glide, e um banco mais cavado devem deixar a moto "no jeito"). A Electra "vestiu" melhor, bastando um windshield mais baixo.
Também experimentei a Street Glide: o vento dança menos em minha volta e com o windshield mais baixo a cabeça balança mais já que o vento se concentra no capacete ao invés de bater no corpo todo por conta do morcegão. Esse balanço da cabeça incomoda. Das três é a que menos esquenta, mas continuo perdendo a visão próxima.
O motor TC 103 responde bem, mas esquenta mais que o da Fat. Mesmo rodando sentia o calor sendo dissipado no tanque de óleo. Parado em cruzamento ou sinal, sentia a batata da perna esquentar quando encostava na tampa da primária, fato que não acontece na Fat. De toda forma atende bem os objetivos de rodar muitos quilômetros.
Boas motos, mas como disse antes, não é meu número, principalmente a Ultra. Realmente estou na turma do "menos é mais".
Até este momento, já ultrapassamos a marca de 2.000 milhas rodadas, e ainda falta chão até Milwaukee.
Marcadores:
110 anos,
Brazil Bike Travel - BBT,
Milwaukee,
viagem em grupo
a caminho do HD 110th Experience: Yellowstone National Park
Tivemos um trecho longo de ligação entre os parques de Zion/Bryce e o próximo parque: Yellowstone, mais de 500 milhas para percorrer.
O planejamento da BBT dividiu essa ligação com dois pernoites: em Ogden (Utah) e Jackson (Wyoming) até a entrada de Yellowstone.
O primeiro dia foi de auto-estrada: 240 milhas até Ogden, uma cidade que serviu de esconderijo para os gangsters no final da repressão da Lei Seca.
No caminho visitamos o dealer HD em Lindon (Utah): aTimpanogos. Outra loja onde o Giba conseguiu um desconto para o grupo nas compras de motorclothes e acessórios. Ainda não foi dessa vez que encontrei o sensor para a Fat.
Nessa loja fiz o ass test em três modelos exclusivos do catálogo EUA 2013 que acho muito interessantes: as Sportsters 48, 72 e a Softail Slim. Dessas três apenas a Sportster 48 foi prometida para o catálogo brasileiro em 2014, um pena.
Sobre as Sportsters dá para dizer que a 72 tem menos detalhes a serem resolvidos: a pintura candy não me agrada. Comando avançado e guidão mini ape resolvem bem a ergonomia para o meu uso, mesmo não sendo a minha preferência pelo mini ape. O banco solo não dá muito apoio à lombar e talvez precise de alguma modificação.
A 48 é mais interessante, tanto pela pintura sólida, quanto pelos espelhos invertidos. O banco é o mesmo da 72 e vale pensar em alguma coisa para apoiar a lombar, embora o guidão esteja em uma posição que me deixa com os braços esticados e precise de um riser maior ou talvez um mini-ape. Comando avançado, rodas mais largas e o tanque pequeno me atraem muito, sendo o modelo das Sportsters que mais me atrai.
Comparando as duas com a Sportster XL1200 Custom, a 48 tem a mesma base e talvez o riser da custom seja a solução para a ergonomia dela. Já a 72 é uma solução bem mais conhecida, deixando o diferencial para o aro 21 e os pneus de perfil baixo. São motos "pequenas" na comparação com as "gordas", mas vale o conceito, principalmente para a 48, onde menos é mais.
A Softail Slim é uma moto que me faria encarar os problemas do pós-venda HDMC novamente. Moto baixa, guidão confortável e banco na posição certa deixam a ergonomia muito próxima da minha Fat. Vale a troca do riser e a colocação das Highway Pegs. O motor TC 103 e o ABS são atrativos extras para uma moto cujo estilo é o meu preferido. É uma substituta para minha Fat, não seria uma parceira porque são muito parecidas.
Sobre a loja em si, gostei. Montada na estrutura de uma fábrica antiga, com salão amplo e muito espaço para motos novas e usadas. Estava presente toda a linha 2013 e já esperavam os lançamentos 2014 para o final de semana.
A seção de motorclothes era grande, com muita variedade e muitos itens do HD lifestyle (até churrasqueira tinha).
Em Ogden, terminamos o dia em uma cervejaria a 25th Street bem interessante: a Rooster's Brewster. Não bebi, mas os amigos que estavam comigo gostaram de algumas das cervejas fabricadas lá e uma entrada de camarão em molho de queijo é excelente. O molho não precisa nem do camarão.
Pernoite em hotel BW Plus para saída em direção a Jackson.
A ligação seguinte (250 milhas) foi feita por estradas menores, mas com cenários mudando rapidamente: deixamos o Utah, passamos por um pedaço do Idaho para chegar ao Wyoming.
O Idaho é um estado essencialmente agrícola, e passagem por este estado incluiu longas retas até voltarmos a passar pela National Forest, voltando a passar entre morros e vales.
A chegada em Jackson trouxe uma paisagem cinematográfica, de montanha com um rio no fundo do vale.
Jackson é uma cidade movimentada: muita gente fazendo turismo para conhecer a região, que no inverno funciona como uma estação de esqui. Tem uma boutique HD, nada de peças ou oficina.
Hospedagem no The Lodge, hotel muito confortável inspirado em um alojamento de caça, com muita madeira e muitos animais empalhados, coisa que vi muito em outros locais na cidade também, incluindo na steak house que jantamos.
Saindo de Jackson, passamos por dentro do Grand Teton National Park rodando 40 milhas dentro do parque e entramos no Yellowstone National Park pela entrada sul para fazer o South Loop.
Grand Teton e Yellowstone são parques florestais, bem diferentes de Zion e Bryce onde o canyon era a vista principal, e aqui a atração é a vida selvagem.
Vimos gamos, um alce e um bisão no passeio dentro do parque. Parada para fotos do lago e geisers (o Old Faithfull ficou para o dia seguinte) e a paisagem mudou do vermelho dos canyons para o verde das árvores.
Para poder visitar melhor Yellowstone, ficamos em um BW por duas noites em West Yellowstone (Montana), cidade pequena que parece viver da venda de souvenirs de Yellowstone. Perto de Jackson, West Yellowstone parece uma cidade fantasma, sem atrativos além de uma galeria de tiro onde vários colegas experimentaram pistolas, revólveres e fuzis. Eu preferi seguir a recomendação do Hélio Rodrigues Silva e firmei o caráter junto com o Carmelo bebendo uma garrafa de Jack Daniels Old nº 7 e outra de Single Barrel. Lógicamente tivemos a ajuda dos demais companheiros conforme a sessão de tiro se encerrava. Foi uma noite de conversa fiada e muita risada.
O dia seguinte foi usado visitando o Old Faithfull, um geiser que entra em erupção a cada hora e meia jorrando sua água quente diariamente e fazendo o North Loop para ver mais da fauna em Yellowstone marcando mais 300 milhas no odômetro da viagem.
Comparando os dois lados de Yellowstone: o lado sul tem a predominância de geisers, com o enxofre impregnado no ar, e o lado norte mostra uma floresta mais densa onde é possível ver mais da fauna presente no parque. Infelizmente não tivemos a oportunidade de ver um urso pardo ou lobos, mas conseguimos encontrar com uma manada de bisões e ver como os cervos convivem com os moradores em Tower Roosevelt, onde uma fêmea e dois filhotes pastavam no jardim de algumas casas sem serem incomodados.
O planejamento da BBT dividiu essa ligação com dois pernoites: em Ogden (Utah) e Jackson (Wyoming) até a entrada de Yellowstone.
O primeiro dia foi de auto-estrada: 240 milhas até Ogden, uma cidade que serviu de esconderijo para os gangsters no final da repressão da Lei Seca.
No caminho visitamos o dealer HD em Lindon (Utah): aTimpanogos. Outra loja onde o Giba conseguiu um desconto para o grupo nas compras de motorclothes e acessórios. Ainda não foi dessa vez que encontrei o sensor para a Fat.
Nessa loja fiz o ass test em três modelos exclusivos do catálogo EUA 2013 que acho muito interessantes: as Sportsters 48, 72 e a Softail Slim. Dessas três apenas a Sportster 48 foi prometida para o catálogo brasileiro em 2014, um pena.
Sobre as Sportsters dá para dizer que a 72 tem menos detalhes a serem resolvidos: a pintura candy não me agrada. Comando avançado e guidão mini ape resolvem bem a ergonomia para o meu uso, mesmo não sendo a minha preferência pelo mini ape. O banco solo não dá muito apoio à lombar e talvez precise de alguma modificação.
A 48 é mais interessante, tanto pela pintura sólida, quanto pelos espelhos invertidos. O banco é o mesmo da 72 e vale pensar em alguma coisa para apoiar a lombar, embora o guidão esteja em uma posição que me deixa com os braços esticados e precise de um riser maior ou talvez um mini-ape. Comando avançado, rodas mais largas e o tanque pequeno me atraem muito, sendo o modelo das Sportsters que mais me atrai.
Comparando as duas com a Sportster XL1200 Custom, a 48 tem a mesma base e talvez o riser da custom seja a solução para a ergonomia dela. Já a 72 é uma solução bem mais conhecida, deixando o diferencial para o aro 21 e os pneus de perfil baixo. São motos "pequenas" na comparação com as "gordas", mas vale o conceito, principalmente para a 48, onde menos é mais.
A Softail Slim é uma moto que me faria encarar os problemas do pós-venda HDMC novamente. Moto baixa, guidão confortável e banco na posição certa deixam a ergonomia muito próxima da minha Fat. Vale a troca do riser e a colocação das Highway Pegs. O motor TC 103 e o ABS são atrativos extras para uma moto cujo estilo é o meu preferido. É uma substituta para minha Fat, não seria uma parceira porque são muito parecidas.
Sobre a loja em si, gostei. Montada na estrutura de uma fábrica antiga, com salão amplo e muito espaço para motos novas e usadas. Estava presente toda a linha 2013 e já esperavam os lançamentos 2014 para o final de semana.
A seção de motorclothes era grande, com muita variedade e muitos itens do HD lifestyle (até churrasqueira tinha).
Em Ogden, terminamos o dia em uma cervejaria a 25th Street bem interessante: a Rooster's Brewster. Não bebi, mas os amigos que estavam comigo gostaram de algumas das cervejas fabricadas lá e uma entrada de camarão em molho de queijo é excelente. O molho não precisa nem do camarão.
Pernoite em hotel BW Plus para saída em direção a Jackson.
A ligação seguinte (250 milhas) foi feita por estradas menores, mas com cenários mudando rapidamente: deixamos o Utah, passamos por um pedaço do Idaho para chegar ao Wyoming.
O Idaho é um estado essencialmente agrícola, e passagem por este estado incluiu longas retas até voltarmos a passar pela National Forest, voltando a passar entre morros e vales.
A chegada em Jackson trouxe uma paisagem cinematográfica, de montanha com um rio no fundo do vale.
Jackson é uma cidade movimentada: muita gente fazendo turismo para conhecer a região, que no inverno funciona como uma estação de esqui. Tem uma boutique HD, nada de peças ou oficina.
Hospedagem no The Lodge, hotel muito confortável inspirado em um alojamento de caça, com muita madeira e muitos animais empalhados, coisa que vi muito em outros locais na cidade também, incluindo na steak house que jantamos.
Saindo de Jackson, passamos por dentro do Grand Teton National Park rodando 40 milhas dentro do parque e entramos no Yellowstone National Park pela entrada sul para fazer o South Loop.
Grand Teton e Yellowstone são parques florestais, bem diferentes de Zion e Bryce onde o canyon era a vista principal, e aqui a atração é a vida selvagem.
Vimos gamos, um alce e um bisão no passeio dentro do parque. Parada para fotos do lago e geisers (o Old Faithfull ficou para o dia seguinte) e a paisagem mudou do vermelho dos canyons para o verde das árvores.
Para poder visitar melhor Yellowstone, ficamos em um BW por duas noites em West Yellowstone (Montana), cidade pequena que parece viver da venda de souvenirs de Yellowstone. Perto de Jackson, West Yellowstone parece uma cidade fantasma, sem atrativos além de uma galeria de tiro onde vários colegas experimentaram pistolas, revólveres e fuzis. Eu preferi seguir a recomendação do Hélio Rodrigues Silva e firmei o caráter junto com o Carmelo bebendo uma garrafa de Jack Daniels Old nº 7 e outra de Single Barrel. Lógicamente tivemos a ajuda dos demais companheiros conforme a sessão de tiro se encerrava. Foi uma noite de conversa fiada e muita risada.
O dia seguinte foi usado visitando o Old Faithfull, um geiser que entra em erupção a cada hora e meia jorrando sua água quente diariamente e fazendo o North Loop para ver mais da fauna em Yellowstone marcando mais 300 milhas no odômetro da viagem.
Comparando os dois lados de Yellowstone: o lado sul tem a predominância de geisers, com o enxofre impregnado no ar, e o lado norte mostra uma floresta mais densa onde é possível ver mais da fauna presente no parque. Infelizmente não tivemos a oportunidade de ver um urso pardo ou lobos, mas conseguimos encontrar com uma manada de bisões e ver como os cervos convivem com os moradores em Tower Roosevelt, onde uma fêmea e dois filhotes pastavam no jardim de algumas casas sem serem incomodados.
Marcadores:
110 anos,
Brazil Bike Travel - BBT,
Milwaukee,
viagem em grupo
a caminho do HD 110th Experience: Bryce National Park
Saindo do Zion National Park, seguimos por estradas secundárias até Bryce National Park.
Estradas de mão e contra-mão, grandes retas onde a paisagem rural é predominante. O Bryce é um parque natural como Zion, mas ao invés de estar na garganta do canyon, está na borda permitindo uma visão do alto, e que visão!
Depois de alguns atrasos pelo tempo (chegamos a pegar chuva de granizo), conseguimos acessar dois mirantes muito interessantes: Sheeps Creek e Bryce Point.
Sheeps Creek está mais na lateral e permite uma visão limitada, já Bryce Point tem uma vista privilegiada de todo o Canyon. Vale a visita.
Saindo de Bryce pernoitamos em Richfield (Utah) completando 230 milhas nesse dia.
Hospedagem em outro BW. Detalhe foi a chegada: chuva e vento lateral fazendo as Electras balançarem na estrada. Anote-se que apesar disso, todos seguem satisfeitos com as motos, elogiando bastante os TC 103.
Visitando Richfield para jantar descobrimos uma Steak House, a Steve's Steakhouse, excelente, que nos recebeu para jantar mesmo a trinta minutos do final do expediente: um excelente jantar para coroar as 230 milhas do dia.
Pelo que sempre comentam sobre os restaurantes, ser atendido no final do expediente e sem problemas desfez um preconceito sobre o mau atendimento nos EUA. Até agora não tivemos problemas e fomos sempre bem atendidos.
Estradas de mão e contra-mão, grandes retas onde a paisagem rural é predominante. O Bryce é um parque natural como Zion, mas ao invés de estar na garganta do canyon, está na borda permitindo uma visão do alto, e que visão!
Depois de alguns atrasos pelo tempo (chegamos a pegar chuva de granizo), conseguimos acessar dois mirantes muito interessantes: Sheeps Creek e Bryce Point.
Sheeps Creek está mais na lateral e permite uma visão limitada, já Bryce Point tem uma vista privilegiada de todo o Canyon. Vale a visita.
Saindo de Bryce pernoitamos em Richfield (Utah) completando 230 milhas nesse dia.
Hospedagem em outro BW. Detalhe foi a chegada: chuva e vento lateral fazendo as Electras balançarem na estrada. Anote-se que apesar disso, todos seguem satisfeitos com as motos, elogiando bastante os TC 103.
Visitando Richfield para jantar descobrimos uma Steak House, a Steve's Steakhouse, excelente, que nos recebeu para jantar mesmo a trinta minutos do final do expediente: um excelente jantar para coroar as 230 milhas do dia.
Pelo que sempre comentam sobre os restaurantes, ser atendido no final do expediente e sem problemas desfez um preconceito sobre o mau atendimento nos EUA. Até agora não tivemos problemas e fomos sempre bem atendidos.
Marcadores:
110 anos,
Brazil Bike Travel - BBT,
Milwaukee,
viagem em grupo
a caminho do HD 110th experience: Zion National Park
Saimos de Las Vegas pela I-15, a paisagem foi modificando conforme a gente sai do deserto em direção aos canyons em Utah. A amplitude do deserto vai dando lugar a passagens pelo meio das montanhas avermelhadas e a vegetação começa a aparecer.
O visual de velho oeste passa a ser nosso visual, inclusive com um restaurante dentro de um forte com murada em madeira, lembrando bem o "Forte Apache" dos filmes de Rin Tin Tin.
Rodamos um pouco menos de 200 milhas, com uma parada para reabastecer e descanso. Pernoitamos em um BW em Springdale (Utah), hotel confortável com wi fi gratuito.
O calor diminuiu em relação à Vegas, mas segue muito quente causando um desgaste forte para pilotos e garupas. Como a etapa foi curta, sobrou tempo para descanso. Nós aproveitamos e fomos conhecer o canyon dentro do Zion National Park.
O canyon tem entrada restrita a carros e motos, podendo subir a pé ou de bicicleta. A administração do parque mantém um serviço de shuttle para transporte entre pontos determinados com ônibus. Esse serviço é gratuito, mas a entrada no parque é paga.
O local tem paisagens ótimas e vale a visita.
O dia seguinte foi dedicado a atravessar o parque em direção ao Bryce National Park.
Atravessamos o Zion por uma estrada de mão e contra-mão, subindo e descendo a montanha, atravessando um túnel escavado na montanha e com "janelas" de ventilação. Muito interessante e com direito a vários locais para fotos.
O visual de velho oeste passa a ser nosso visual, inclusive com um restaurante dentro de um forte com murada em madeira, lembrando bem o "Forte Apache" dos filmes de Rin Tin Tin.
Rodamos um pouco menos de 200 milhas, com uma parada para reabastecer e descanso. Pernoitamos em um BW em Springdale (Utah), hotel confortável com wi fi gratuito.
O calor diminuiu em relação à Vegas, mas segue muito quente causando um desgaste forte para pilotos e garupas. Como a etapa foi curta, sobrou tempo para descanso. Nós aproveitamos e fomos conhecer o canyon dentro do Zion National Park.
O canyon tem entrada restrita a carros e motos, podendo subir a pé ou de bicicleta. A administração do parque mantém um serviço de shuttle para transporte entre pontos determinados com ônibus. Esse serviço é gratuito, mas a entrada no parque é paga.
O local tem paisagens ótimas e vale a visita.
O dia seguinte foi dedicado a atravessar o parque em direção ao Bryce National Park.
Atravessamos o Zion por uma estrada de mão e contra-mão, subindo e descendo a montanha, atravessando um túnel escavado na montanha e com "janelas" de ventilação. Muito interessante e com direito a vários locais para fotos.
Marcadores:
110 anos,
Brazil Bike Travel - BBT,
Milwaukee,
viagem em grupo
a caminho do HD 110th experience: Las Vegas
Primeira viagem a terra do tio Sam e correu tudo bem.
Fui pela US Airways, melhor preço na época que comprei e apesar das críticas a essa cia, gostei da viagem. Como todas as aéreas americanas, poucos destinos são sem escala já que contam com hubs de distribuição para a grande malha aérea doméstica.
A viagem Rio/Charlotte (Carolina do Norte) foi feita em uma aeronave antiga, mas com uma configuração de assentos confortável (B-767). Bom serviço de bordo e tripulação eficiente: não esperem um serviço amável.
O controle de imigração é feito no primeiro local de desembarque, no caso Charlotte, e chegamos antes do expediente(6:50, imigração 7:00). Primeiro vôo, imigração com pouca fila. Preferência para os nacionais e residentes, estávamos despachando as malas para Las Vegas antes das 8:00.
Dessa primeira experiência posso dizer que detalhes são importantes: dois passageiros precisaram de auxílio para preencher novamente os formulários e um dos membros do nosso grupo acabou precisando dar maiores explicações por alguma implicância do oficial com as várias tatuagens visíveis dele.
Tempo de conexão longo (4 horas), embarque para Las Vegas e mais uma viagem aérea, dessa vez de 4 horas em um A-321: serviço de bordo pago (parece ser usual nos vôos domésticos) que me fez comer salgadinhos como almoço.
O tempo de viagem acabou com meu joelho, muito tempo na mesma posição propiciou que a artrite inflamasse o joelho. Resultado: repouso e anti-inflamatório no quarto na tarde/noite. E só reforça a decisão de abrir mão da moto nessa viagem.
Minha melhor impressão até agora foi a panorâmica do deserto e Grand Canyon na chegada à Las Vegas (Nevada). A da Silvana foi mesmo a cidade.
No dia seguinte ia ou não comprovar a impressão dela.
E não confirmei a impressão dela: Las Vegas é uma cidade para turismo de adultos, sequer encontrei uma loja de brinquedos. O comércio não tem os atrativos de Orlando, mas não visitei os Outlets Premium por falta de tempo e pela distância. Muito quente, verdadeira filial do Inferno, e muita gente na Strip. A noite é uma cidade de muita luz e o movimento prossegue sem parar, com muito transito de gente e carros.
A variedade de temáticas dos hotéis é uma atração, assim como as diversas franquias de restaurantes e a "fauna de grande diversidade". Sem falar nos cassinos abertos 24h, a possibilidade de beber na rua (proibido em grande parte dos EUA) e a oferta de sexo por panfletagem na rua. Para quem procura essas diversões, a cidade é destino ideal.
Estive no dealer HD de Las Vegas, a Red Rock, onde encontrei um dos sensores para a Fat que não havia encontrado no Brasil e continuo a busca pelo outro sensor. A bomba de gasolina é um kit que inclui ítens para montagem que não preciso, mas também estava em falta. Serviu apenas para ter certeza da composição do kit.
A BBT negociou junto ao dealer um desconto de 10% em motorclothes. As peças são vendidas por valores de tabela. A loja é a grande, com toda a linha de produtos, venda de usadas e oficina. Distante do centro, o dealer providenciou transfer como cortesia ao grupo, inclusive abrindo mais cedo para atender ao grupo da BBT. O manager recepcionou o grupo, apresentou a encarregada pelo motorclothe, conversou um pouco e deixou por conta dos vendedores. O assunto "Indian 111" foi desconversado pelo manager e a loja tem vários modelos tradicionais de marcas não HD.
O dia seguinte marcou o início da estrada: a caminho do Zion National Park com pelo menos 4 horas rodando pelo deserto.
Fui pela US Airways, melhor preço na época que comprei e apesar das críticas a essa cia, gostei da viagem. Como todas as aéreas americanas, poucos destinos são sem escala já que contam com hubs de distribuição para a grande malha aérea doméstica.
A viagem Rio/Charlotte (Carolina do Norte) foi feita em uma aeronave antiga, mas com uma configuração de assentos confortável (B-767). Bom serviço de bordo e tripulação eficiente: não esperem um serviço amável.
O controle de imigração é feito no primeiro local de desembarque, no caso Charlotte, e chegamos antes do expediente(6:50, imigração 7:00). Primeiro vôo, imigração com pouca fila. Preferência para os nacionais e residentes, estávamos despachando as malas para Las Vegas antes das 8:00.
Dessa primeira experiência posso dizer que detalhes são importantes: dois passageiros precisaram de auxílio para preencher novamente os formulários e um dos membros do nosso grupo acabou precisando dar maiores explicações por alguma implicância do oficial com as várias tatuagens visíveis dele.
Tempo de conexão longo (4 horas), embarque para Las Vegas e mais uma viagem aérea, dessa vez de 4 horas em um A-321: serviço de bordo pago (parece ser usual nos vôos domésticos) que me fez comer salgadinhos como almoço.
O tempo de viagem acabou com meu joelho, muito tempo na mesma posição propiciou que a artrite inflamasse o joelho. Resultado: repouso e anti-inflamatório no quarto na tarde/noite. E só reforça a decisão de abrir mão da moto nessa viagem.
Minha melhor impressão até agora foi a panorâmica do deserto e Grand Canyon na chegada à Las Vegas (Nevada). A da Silvana foi mesmo a cidade.
No dia seguinte ia ou não comprovar a impressão dela.
E não confirmei a impressão dela: Las Vegas é uma cidade para turismo de adultos, sequer encontrei uma loja de brinquedos. O comércio não tem os atrativos de Orlando, mas não visitei os Outlets Premium por falta de tempo e pela distância. Muito quente, verdadeira filial do Inferno, e muita gente na Strip. A noite é uma cidade de muita luz e o movimento prossegue sem parar, com muito transito de gente e carros.
A variedade de temáticas dos hotéis é uma atração, assim como as diversas franquias de restaurantes e a "fauna de grande diversidade". Sem falar nos cassinos abertos 24h, a possibilidade de beber na rua (proibido em grande parte dos EUA) e a oferta de sexo por panfletagem na rua. Para quem procura essas diversões, a cidade é destino ideal.
Estive no dealer HD de Las Vegas, a Red Rock, onde encontrei um dos sensores para a Fat que não havia encontrado no Brasil e continuo a busca pelo outro sensor. A bomba de gasolina é um kit que inclui ítens para montagem que não preciso, mas também estava em falta. Serviu apenas para ter certeza da composição do kit.
A BBT negociou junto ao dealer um desconto de 10% em motorclothes. As peças são vendidas por valores de tabela. A loja é a grande, com toda a linha de produtos, venda de usadas e oficina. Distante do centro, o dealer providenciou transfer como cortesia ao grupo, inclusive abrindo mais cedo para atender ao grupo da BBT. O manager recepcionou o grupo, apresentou a encarregada pelo motorclothe, conversou um pouco e deixou por conta dos vendedores. O assunto "Indian 111" foi desconversado pelo manager e a loja tem vários modelos tradicionais de marcas não HD.
O dia seguinte marcou o início da estrada: a caminho do Zion National Park com pelo menos 4 horas rodando pelo deserto.
Marcadores:
110 anos,
Brazil Bike Travel - BBT,
Milwaukee,
viagem em grupo
domingo, 11 de agosto de 2013
HD 110th Experience Milwaukee
Depois de um mês bastante atribulado, com direito a cirurgia de revascularização feita pelo meu pai em status de emergência, estarei viajando para os EUA a fim de participar do evento principal da comemoração dos 110 anos da HDMC em Milwaukee.
Parto no dia 15/8 para Las Vegas a fim de viajar até Milwaukee. Estarei integrando o grupo da Brazil Bike Travel junto com vários amigos. Inicialmente eu faria a viagem de moto e a Silvana estaria indo de carro, mas por vários motivos abri mão da motocicleta e vou fazer companhia à Silvana dirigindo o carro. Iremos no melhor estilo "coxa" acompanhando o trem de motos do mesmo modo que fizemos várias vezes no ano passado enquanto ela foi diretora do HOG RJ.
Acredito que sempre haverá uma alma caridosa que vai me permitir alguns quilometros de moto. O primeiro que ofereceu nem é do grupo: é o Hélio Rodrigues que está "gastando a herança dos filhos" em uma Road King Police e prometeu uma canja na Helö. Já garanti a ele a primeira dose de Jack Daniels quando nos encontrarmos em Las Vegas.
Até a minha partida ainda espero postar o final da novela dos engasgos da Fat.
domingo, 7 de julho de 2013
HD 110th Experience Milwaukee: shows ticketados
Quem comprou ingressos para as atrações pagas do evento americano (Aerosmith, Kid Rock e Toby Keith) já pode imprimir seus tickets.
O site do Ticketmaster já disponibiliza os ingressos na conta de quem fez a compra no site.
Ainda se encontram ingressos para o show de Toby Keith. Aerosmith e Kid Rock estão esgotados.
O site do Ticketmaster já disponibiliza os ingressos na conta de quem fez a compra no site.
Ainda se encontram ingressos para o show de Toby Keith. Aerosmith e Kid Rock estão esgotados.
domingo, 23 de junho de 2013
Harley-Davidson world ride 110th anniversary
Hoje e amanhã quem rodar com sua HD pode participar do world ride. World ride é uma iniciativa da HDMC visando fortalecer a imagem de viagem em grupo ou solo, mas sobretudo viajar.
Quem rodar com sua HD pode contabilizar a quilometragem feita no total acumulado por todos os participantes no site https://worldride.harley-davidson.com/en_US/home .
A HDMC faz um inventário por país e na hora de contabilizar seus quilometros você informa se faz parte ou não do HOG, além de receber um certificado de participação com sua marca, conforme já vi postado no facebook.
O HOG RJ foi a Juiz de Fora - MG, para um almoço e todos os colegas que fizeram o B&V estão convidados a contabilizar sua participação.
Vários outros Chapters também modificaram suas programações para rodar no domingo ao invés do sábado para possibilitar a participação.
Quem rodar com sua HD pode contabilizar a quilometragem feita no total acumulado por todos os participantes no site https://worldride.harley-davidson.com/en_US/home .
A HDMC faz um inventário por país e na hora de contabilizar seus quilometros você informa se faz parte ou não do HOG, além de receber um certificado de participação com sua marca, conforme já vi postado no facebook.
O HOG RJ foi a Juiz de Fora - MG, para um almoço e todos os colegas que fizeram o B&V estão convidados a contabilizar sua participação.
Vários outros Chapters também modificaram suas programações para rodar no domingo ao invés do sábado para possibilitar a participação.
terça-feira, 4 de junho de 2013
HD 110th Experience São Paulo: balanço do evento
Apesar de me oferecerem uma moto para desfilar, não participei do desfile por achar que não valia a pena ter o trabalho de pegar e devolver a moto simplesmente para rodar alguns kms de moto em São Paulo e ficar esperando hora e meia por isso.
Mesmo assim, a gente acaba perguntando como foi e as opiniões não foram as melhores. Unanimidade foi apenas a sensação de grandiosidade que o volume de HDs proporcionou: o G1 falou em 2000 motos e o Infomotos falou em 4000 motos, fazendo uma média: 3000 motos. O dobro do último desfile das bandeiras realizado na segunda edição do RHD.
A concentração para o desfile foi o ponto alto do desfile. Ver o "mar de HDs" deu a impressão de que todas as HDs vendidas no Brasil estavam no Anhembi, nas palavras do Celestino, além do show dos Credenciados. O desfile em si acabou sendo um anti-climax por conta do percurso pequeno, mas entendo que uma cidade como São Paulo não pode ter seu transito virado de cabeça para baixo por conta do marketing de uma fábrica.
O desfile deve ter servido para fazer o filme de divulgação, mas achei interessante que o desfile não tenha sequer chegado à ponte que serve como cenário do logo do evento.
Tiro no pé foi o destaque dado ao envolvido na investigação sobre furto de HDs realizada pelo DEIC. O dono da loja de couros compareceu ao evento, e como carregava em sua moto uma bandeira americana, foi posicionado à frente, logo após as bandeiras do Chapters e do pelotão de LOH. Deu entrevista e posou como "modelo de harleyro" por estar devidamente fantasiado e ter uma moto que a gente pode chamar de exótica porque vi muito poucas com chifres. Entendo que não se pode impedir acesso, desde que tenha ingresso, mas destacar a presença é demais. Só falta aparecer na revista do HOG novamente.
A entrada no local do evento merece um comentário: para quem vinha de HD, entrava no sambódromo para estacionar a moto sem que houvesse verificação ou recebimento de ticket. Não sei como era controlada a saída, mas sem grande controle de entrada não pode haver controle de saída.
Quem vinha a pé, entrava caminhando pelo sambódromo, vendo as motos e passeando pelo local onde estavam estacionadas. O controle de ingresso era feito somente na entrada do local do evento, já dentro do sambódromo, permitindo que qualquer curioso andasse pelo estacionamento das motos.
Quando voltei para buscar o carro vi algumas travas de bicicletas, normalmente usadas para prender o capacete na moto, cortadas com alicate me fazendo supor que tivemos alguns furtos de capacetes no evento
Na entrada havia duas roletas para o HOG e uma para o público em geral, e os integrantes do HOG recebiam pulseira que garantia ingresso no evento a qualquer momento, ingresso na área HOG e um pin do evento. A camiseta não foi oferecida, devendo ser comprada por quem tivesse interesse.
O local do evento me pareceu apertado, coisa confirmada com a chegada dos participantes. Houve uma divisão do espaço privilegiando ao HOG, que ficou perto do palco e tinha um pouco mais de conforto com uma área coberta onde os patrocinadores do evento (Bradesco e Petrobrás) colocaram alguns extras como café, área para relax (massagem) e salão de beleza para as Ladies of Harley. Além disso, havia um bar que servia Jack Daniels e mesa e cadeiras. Levaram em consideração as críticas feitas pelos Chapters para uma valorização do HOG nos eventos HDMC, em síntese levaram a estrutura do HOG Rally para a área HOG no evento HDMC.
Ficam as críticas de quem pagou mais caro (o ingresso HOG custou a metade do preço do ingresso comum) e acabou em lugar pior e com pior estrutura.
Havia uma loja vendendo camiseta do evento com preço diferenciado para o HOG, exposição de fotos em painéis contando a estória da empresa, o famoso jump start, onde você acelera parado com um ventilador na sua cara e exposição do catálogo 2013.
Bem, eu cheguei ao local do evento com o primeiro show já acontecendo: a banda Fabulous Bandit. Acredito que assisti a metade do show e fiquei com pena de não ter assistido o show inteiro. Gostei da banda e do repertório.
Houve uma exibição com as XR1200, modelo que sai do catálogo no ano que vem, de manobras radicais. Coisa que não acontece no uso comum.
Show seguinte foi o Mr. Kurk. Para quem conheceu o Rock Stock, vai lembrar fácil do Kurk, vocal da banda. A banda se desfez, o Kurk trouxe novos integrantes e manteve a qualidade: show que agrada sempre.
A banda Balance Van Halen cover fez o show seguinte que também foi bem legal.
Na sequencia tivemos Bill Davidson falando, homenagem ao Cap. Senra, tido como o harleyro mais antigo do Brasil e o show principal da noite: Capital Inicial. Não foi ruim como pichavam, mas o Dinho andou se perdendo nas letras... coisas da vida.
Balanço da festa: melhor do que esperava. Ouvi bom rock, um espaço confortável que permitiu conversar com muitos amigos de outros estados e um ingresso com bom preço. Gastaria mais indo ao cinema com a Silvana e o Nuno.
Vale ainda ressaltar o excelente marketing feito pela ABA HD que manteve seu nome em evidência criando programações para todo o feriadão, desde sugestão de show para a quinta a noite, quando já começavam a chegar os primeiros participantes do evento, sugestões de restaurantes com convênio firmado com o dealer, passeio na sexta feira até Campinas e oferta de serviço de leva e traz para quem estivesse nos hotéis sugeridos pela organização até a loja na Barra Funda. Não tenho notícia sobre o café da manhã na Auto Star, mas pelo que vi no sábado pela manhã na ABA HD, valeu o empenho.
Agora as atenções se voltam para a festa em Roma (com benção do Papa...), Sturgis fazendo Rally especial em homenagem à HDMC e Milwaukee. E segue o baile.
Mesmo assim, a gente acaba perguntando como foi e as opiniões não foram as melhores. Unanimidade foi apenas a sensação de grandiosidade que o volume de HDs proporcionou: o G1 falou em 2000 motos e o Infomotos falou em 4000 motos, fazendo uma média: 3000 motos. O dobro do último desfile das bandeiras realizado na segunda edição do RHD.
A concentração para o desfile foi o ponto alto do desfile. Ver o "mar de HDs" deu a impressão de que todas as HDs vendidas no Brasil estavam no Anhembi, nas palavras do Celestino, além do show dos Credenciados. O desfile em si acabou sendo um anti-climax por conta do percurso pequeno, mas entendo que uma cidade como São Paulo não pode ter seu transito virado de cabeça para baixo por conta do marketing de uma fábrica.
O desfile deve ter servido para fazer o filme de divulgação, mas achei interessante que o desfile não tenha sequer chegado à ponte que serve como cenário do logo do evento.
Tiro no pé foi o destaque dado ao envolvido na investigação sobre furto de HDs realizada pelo DEIC. O dono da loja de couros compareceu ao evento, e como carregava em sua moto uma bandeira americana, foi posicionado à frente, logo após as bandeiras do Chapters e do pelotão de LOH. Deu entrevista e posou como "modelo de harleyro" por estar devidamente fantasiado e ter uma moto que a gente pode chamar de exótica porque vi muito poucas com chifres. Entendo que não se pode impedir acesso, desde que tenha ingresso, mas destacar a presença é demais. Só falta aparecer na revista do HOG novamente.
A entrada no local do evento merece um comentário: para quem vinha de HD, entrava no sambódromo para estacionar a moto sem que houvesse verificação ou recebimento de ticket. Não sei como era controlada a saída, mas sem grande controle de entrada não pode haver controle de saída.
Quem vinha a pé, entrava caminhando pelo sambódromo, vendo as motos e passeando pelo local onde estavam estacionadas. O controle de ingresso era feito somente na entrada do local do evento, já dentro do sambódromo, permitindo que qualquer curioso andasse pelo estacionamento das motos.
Quando voltei para buscar o carro vi algumas travas de bicicletas, normalmente usadas para prender o capacete na moto, cortadas com alicate me fazendo supor que tivemos alguns furtos de capacetes no evento
Na entrada havia duas roletas para o HOG e uma para o público em geral, e os integrantes do HOG recebiam pulseira que garantia ingresso no evento a qualquer momento, ingresso na área HOG e um pin do evento. A camiseta não foi oferecida, devendo ser comprada por quem tivesse interesse.
O local do evento me pareceu apertado, coisa confirmada com a chegada dos participantes. Houve uma divisão do espaço privilegiando ao HOG, que ficou perto do palco e tinha um pouco mais de conforto com uma área coberta onde os patrocinadores do evento (Bradesco e Petrobrás) colocaram alguns extras como café, área para relax (massagem) e salão de beleza para as Ladies of Harley. Além disso, havia um bar que servia Jack Daniels e mesa e cadeiras. Levaram em consideração as críticas feitas pelos Chapters para uma valorização do HOG nos eventos HDMC, em síntese levaram a estrutura do HOG Rally para a área HOG no evento HDMC.
Ficam as críticas de quem pagou mais caro (o ingresso HOG custou a metade do preço do ingresso comum) e acabou em lugar pior e com pior estrutura.
Havia uma loja vendendo camiseta do evento com preço diferenciado para o HOG, exposição de fotos em painéis contando a estória da empresa, o famoso jump start, onde você acelera parado com um ventilador na sua cara e exposição do catálogo 2013.
Bem, eu cheguei ao local do evento com o primeiro show já acontecendo: a banda Fabulous Bandit. Acredito que assisti a metade do show e fiquei com pena de não ter assistido o show inteiro. Gostei da banda e do repertório.
Houve uma exibição com as XR1200, modelo que sai do catálogo no ano que vem, de manobras radicais. Coisa que não acontece no uso comum.
Show seguinte foi o Mr. Kurk. Para quem conheceu o Rock Stock, vai lembrar fácil do Kurk, vocal da banda. A banda se desfez, o Kurk trouxe novos integrantes e manteve a qualidade: show que agrada sempre.
A banda Balance Van Halen cover fez o show seguinte que também foi bem legal.
Na sequencia tivemos Bill Davidson falando, homenagem ao Cap. Senra, tido como o harleyro mais antigo do Brasil e o show principal da noite: Capital Inicial. Não foi ruim como pichavam, mas o Dinho andou se perdendo nas letras... coisas da vida.
Balanço da festa: melhor do que esperava. Ouvi bom rock, um espaço confortável que permitiu conversar com muitos amigos de outros estados e um ingresso com bom preço. Gastaria mais indo ao cinema com a Silvana e o Nuno.
Vale ainda ressaltar o excelente marketing feito pela ABA HD que manteve seu nome em evidência criando programações para todo o feriadão, desde sugestão de show para a quinta a noite, quando já começavam a chegar os primeiros participantes do evento, sugestões de restaurantes com convênio firmado com o dealer, passeio na sexta feira até Campinas e oferta de serviço de leva e traz para quem estivesse nos hotéis sugeridos pela organização até a loja na Barra Funda. Não tenho notícia sobre o café da manhã na Auto Star, mas pelo que vi no sábado pela manhã na ABA HD, valeu o empenho.
Agora as atenções se voltam para a festa em Roma (com benção do Papa...), Sturgis fazendo Rally especial em homenagem à HDMC e Milwaukee. E segue o baile.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Roteiro para o grupo do HOG RJ
HOG RJ fez briefing no último sábado e liberou planilha com as indicações para a viagem à São Paulo, valendo tanto para o grupo que sai na quinta quanto para o grupo que sai na sexta.
O local para a saída do grupo é o Posto BR do Parque das Rosas na av. das Américas 3757 com partida para 6h30.
Primeiro abastecimento será no Posto Belveder, logo após o primeiro pedágio da Dutra em Viúva Graça.
Segundo abastecimento será na Dutra, no posto Graal Estrela em Queluz (SP).
Terceiro abastecimento será na Rod. Carvalho Pinto, no posto Frango Assado em Jacareí (SP).
Quarto abastecimento será na Rod. Ayrton Senna no posto Final em Guarulhos.
A volta está marcada para domingo, com saída às 9h30 da Ibis Barra Funda.
Primeiro abastecimento será na Rod. Carvalho Pinto no posto Frango Assado em Jacareí.
Segundo abastecimento será na Dutra no posto BR em Guaratinguetá.
Terceiro abastecimento será também na Dutra no posto BR em Penedo, onde o grupo fará uma parada para almoço.
Quarto abastecimento será na Durta no posto Ipiranga da Casa do Mamão em Piraí.
Durante a estada em São Paulo não há programação fixa, exceto pelo evento HD 110th Experience São Paulo, mas há a sugestão de visitar o Johnnie Wash na Av. Dr. Cardoso de Melo, 570 - Vila Olímpia na noite de sexta-feira e café da manhã no dealer HD ABA na Av. Marques de S. Vicente 1930, dealer mais próximo do hotel sugerido, Ibis Barra Funda.
Para quem for na quinta feira, a HD ABA fechou uma parceria com o Bourbon Street Music Club, na Rua dos Chanés 127 em Moema. Existe um folheto na fan page do HOG RIO que garante 50% de desconto no ingresso.
Além disso, no sábado pela manhã estão confirmados as saídas dos Chapters ABA-SP e Auto Star SP para Campinas e Guaruja, respectivamente, retornando diretamente para o desfile que abre o evento HD 110th Experience São Paulo
O local para a saída do grupo é o Posto BR do Parque das Rosas na av. das Américas 3757 com partida para 6h30.
Primeiro abastecimento será no Posto Belveder, logo após o primeiro pedágio da Dutra em Viúva Graça.
Segundo abastecimento será na Dutra, no posto Graal Estrela em Queluz (SP).
Terceiro abastecimento será na Rod. Carvalho Pinto, no posto Frango Assado em Jacareí (SP).
Quarto abastecimento será na Rod. Ayrton Senna no posto Final em Guarulhos.
A volta está marcada para domingo, com saída às 9h30 da Ibis Barra Funda.
Primeiro abastecimento será na Rod. Carvalho Pinto no posto Frango Assado em Jacareí.
Segundo abastecimento será na Dutra no posto BR em Guaratinguetá.
Terceiro abastecimento será também na Dutra no posto BR em Penedo, onde o grupo fará uma parada para almoço.
Quarto abastecimento será na Durta no posto Ipiranga da Casa do Mamão em Piraí.
Durante a estada em São Paulo não há programação fixa, exceto pelo evento HD 110th Experience São Paulo, mas há a sugestão de visitar o Johnnie Wash na Av. Dr. Cardoso de Melo, 570 - Vila Olímpia na noite de sexta-feira e café da manhã no dealer HD ABA na Av. Marques de S. Vicente 1930, dealer mais próximo do hotel sugerido, Ibis Barra Funda.
Para quem for na quinta feira, a HD ABA fechou uma parceria com o Bourbon Street Music Club, na Rua dos Chanés 127 em Moema. Existe um folheto na fan page do HOG RIO que garante 50% de desconto no ingresso.
Além disso, no sábado pela manhã estão confirmados as saídas dos Chapters ABA-SP e Auto Star SP para Campinas e Guaruja, respectivamente, retornando diretamente para o desfile que abre o evento HD 110th Experience São Paulo
Marcadores:
110 anos,
evento,
Harley Davidson,
HOG,
HOG Chapter RJ,
São Paulo,
viagem em grupo
domingo, 19 de maio de 2013
HD 110th Experience Milwaukee: UFC 164
Começaem 30/05 a pré-venda para o evento UFC 164 que acontecerá durante o evento em Milwaukee. Terá direito a participar da pré-venda aqueles que já adquiriram o ticket para o evento.
O UFC, como forma de prestigiar o principal evento da patrocinadora do seu óctogono, trará o grafismo vencedor de um concurso que está acontecendo nos EUA e Canadá celebrando o aniversário de 110 anos da HDMC.
O evento UFC acontece no BMO Harris Bradley Center no dia 31/08.
A pré-venda vai acontecer por meio de código, como aconteceu na pré-venda dos shows ticketados do Aerosmith, Toby Keith e Kid Rock, portanto fãs do UFC: atenção à caixa de e-mail.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
HD 110th Experience São Paulo: HOG RJ se organiza
Já foi divulgado através da fan page do HOG RJ no Facebook, mas não custa repetir.
Para melhor organizar o trem que parte na sexta-feira 31/05 e saber quem vai ao evento, o HOG RJ pede aos colegas de Chapter que enviem e-mail informando se vão com o trem e se ficam no hotel sugerido.
Os contatos devem ser feitos através do hog@rioharley-davidson.com.br com cópia para hogriochapter@gmail.com .
E já foi marcado o briefing da viagem: sábado 25/05 a tarde. O briefing acontece no dealer.
Para melhor organizar o trem que parte na sexta-feira 31/05 e saber quem vai ao evento, o HOG RJ pede aos colegas de Chapter que enviem e-mail informando se vão com o trem e se ficam no hotel sugerido.
Os contatos devem ser feitos através do hog@rioharley-davidson.com.br com cópia para hogriochapter@gmail.com .
E já foi marcado o briefing da viagem: sábado 25/05 a tarde. O briefing acontece no dealer.
Marcadores:
110 anos,
Harley Davidson,
HOG Chapter RJ,
viagem em grupo
terça-feira, 7 de maio de 2013
HD 110th Experience São Paulo: programação divulgada
Recebi durante o dia um e-mail do Paulo Kastrup, diretor do HOG RJ, com o press release informando a programação do evento do próximo dia 01/06 em São Paulo.
O evento já tinha uma programação divulgada em linhas gerais e agora a HDMC divulga a programação detalhada.
Portões serão abertos para a concentração das motos para o desfile, no modelo do Desfile das Bandeiras que aconteceu nas duas edições do Rio Harley Days, com a banda Os Credenciados tocando durante a arrumação das motos como fundo musical.
Com o regresso do desfile, serão abertos os portões para o público em geral (15h30).
O formato já é conhecido por aqueles que participaram do RHD, com uma loja, exposição da linha 2013, local para uma exibição de manobras com as XR1200X e praça de alimentação.
No palco tocarão mais 4 bandas: Fabulous Bandits (que promete repertório country e músicas de bandas como o AC/DC e Motörhead), Mr. Kurk (para quem conheceu a banda Rock Stock, vai reconhecer o João Kurk que traz uma nova banda), Balance Van Halen (cover da banda Van Halen) e a atração principal: Capital Inicial.
Entre os show, a música segue com Rodrigo Branco, DJ da Kiss FM, uma rádio paulista que tem seu forte no rock.
Para quem quiser um souvenir, será vendida uma camiseta do evento com preço diferenciado para os membros do HOG.
O valor do ingresso (R$150,00 para inteira, R$75,00 para meia-entrada e membros do HOG) ficou bom para o tamanho do evento, mas provavelmente a cerveja vai ser vendida a preço de whisky.
A grade com os horários da programação pode ser acessada na página do evento: http://www.hd110anos.com.br/programacao.html
Tá valendo e nos encontramos em São Paulo.
Para quem quiser maiores detalhes, segue transcrição do press release:
O evento já tinha uma programação divulgada em linhas gerais e agora a HDMC divulga a programação detalhada.
Portões serão abertos para a concentração das motos para o desfile, no modelo do Desfile das Bandeiras que aconteceu nas duas edições do Rio Harley Days, com a banda Os Credenciados tocando durante a arrumação das motos como fundo musical.
Com o regresso do desfile, serão abertos os portões para o público em geral (15h30).
O formato já é conhecido por aqueles que participaram do RHD, com uma loja, exposição da linha 2013, local para uma exibição de manobras com as XR1200X e praça de alimentação.
No palco tocarão mais 4 bandas: Fabulous Bandits (que promete repertório country e músicas de bandas como o AC/DC e Motörhead), Mr. Kurk (para quem conheceu a banda Rock Stock, vai reconhecer o João Kurk que traz uma nova banda), Balance Van Halen (cover da banda Van Halen) e a atração principal: Capital Inicial.
Entre os show, a música segue com Rodrigo Branco, DJ da Kiss FM, uma rádio paulista que tem seu forte no rock.
Para quem quiser um souvenir, será vendida uma camiseta do evento com preço diferenciado para os membros do HOG.
O valor do ingresso (R$150,00 para inteira, R$75,00 para meia-entrada e membros do HOG) ficou bom para o tamanho do evento, mas provavelmente a cerveja vai ser vendida a preço de whisky.
A grade com os horários da programação pode ser acessada na página do evento: http://www.hd110anos.com.br/programacao.html
Tá valendo e nos encontramos em São Paulo.
Para quem quiser maiores detalhes, segue transcrição do press release:
Harley-Davidson divulga agenda de atrações da celebração de 110 anos em 1º de junho em São PauloA comemoração deste marco na história da companhia contará com desfile de motos, exposição das motocicletas da linha 2013, túnel do tempo, shows de rock com Mr. Kurk, Balance Van Halen Cover, Capital Inicial e muito mais em uma programação especial para um grande evento na Nova Arena AnhembiUma agenda com a melhor trilha sonora para embalar os clientes e fãs da Harley-Davidson® foi elaborada para a festa brasileira de celebração dos 110 anos deste ícone do motociclismo mundial, que será realizada no dia 1º de junho (sábado), na Nova Arena Anhembi. A programação especial contará com diversas atrações e shows de rock com várias bandas e começará às 13h na concentração do desfile de motos e seguirá até o começo da madrugada do domingo, 2 de junho, com as perfomances eletrizantes de Mr. Kurk, Balance Van Halen Cover e Capital Inicial, como atração principal do evento.Os primeiros riffes do dia sairão das guitarras da banda Os Credenciados, que é formada por amantes do motociclismo e fará o “esquenta” do desfile de motos, apresentando um tributo aos clássicos do rock internacional, entre eles Creedence e os Beatles. A Fabulous Bandits se apresenta às 16h, após a abertura dos portões, com um vasto repertório composto por hits tradicionais da música country americana e versões de bandas consagradas como AC/DC e Motörhead.Na sequência, sobe ao palco a impecável Mr. Kurk, liderada por João Kurk, que já se apresentou no Rio Harley Days e no Salão Duas Rodas. A banda irá tocar o melhor do classic rock, estilo musical unânime entre os entusiastas da Harley-Davidson, como Born To Be Wild (Steppenwolf), Burn (Deep Purple) e Highway To Hell(AC/DC).A atração seguinte é a Balance Van Halen Cover, umas das melhores bandas cover do Van Halen no mundo, segundo o site americano Halen.com. O set list de alto nível será feito pelas músicas mais cultuadas da banda nas fases de Sammy Hagar e de David Lee Roth. O show contará com toda a energia e alto astral do Big Rock habituais das apresentações do grupo.Encerrando a grande festa de aniversário da marca mais lendária do motociclismo mundial, Capital Inicial liderada por Dinho Ouro Preto vai balançar a Nova Arena Anhembi tocando as músicas que vem marcando a cena no rock ’n roll brasileiro, como O Passageiro, Natasha, A Sua Maneira, Depois da Meia-Noite.Nos intervalos dos shows, o DJ Rodrigo Branco, da Kiss FM, vai manter o clima da festa com os sucessos do rock ’n roll das décadas de 50, 60, 70 e 80.Desfile de MotosUm dos pontos mais aguardados da festa, o desfile de motos, está sendo planejado pela Harley-Davidson em parceria com as autoridades competentes para receber mais de 1.000 motocicletas.A concentração do desfile de motos será na Nova Arena Anhembi a partir das 13h, com o bom rock ’n roll dos Os Credenciados agitando o público, que participará desta atividade. A saída do passeio será às 14h30 com escolta das autoridades policiais e de trânsito por um percurso pelas ruas e avenidas paulistanas.Durante este período, a entrada na Nova Arena será exclusiva para quem for participar do desfile. O público em geral terá acesso ao local do evento a partir das 15h30 para as demais atrações e atividades.Atrações da festaO evento estará a todo vapor desde a abertura dos portões. Logo após a entrada do evento, o Túnel do Tempo trará a história da marca em fotos e vídeos emblemáticos desses 110 anos, uma passagem obrigatória de todos que participarem da comemoração.Distribuídas pela Nova Arena Anhembi estarão a Área Expo, onde a linha 2013 de motocicletas Harley-Davidson será exibida; a Praça de Alimentação com opções de fast food; e o Espaço H.O.G.® (Harley Owners Group), área vip que será o ponto de encontro dos proprietários de motocicletas da marca que fazem parte desse grupo.Um show de manobras radicais com a Sportster® XR1200X™ é uma das grandes atrações da tarde. O grupo Motos em Ação promete muita adrenalina e uma demonstração de toda a versatilidade do modelo.Além de curtir o bom e velho rock ’n roll e as diversas atrações, os amantes do motociclismo terão a oportunidade de adquirir a camiseta oficial da festa por R$ 80,00, já os membros do H.O.G.® pagam R$ 70,00.Cerimônia de AgradecimentoA Cerimônia de Agradecimento será o momento de reconhecimento e retribuição da marca aos seus clientes pelo entusiasmo e paixão durante tantos anos.Bill Davidson, vice-presidente do Museu Harley-Davidson, filho de Willie G. Davidson e bisneto de um dos fundadores da companhia, participará da cerimônia agradecendo a todos por terem colaborado na construção de uma marca lendária e fará uma homenagem a um dos motociclistas que mais representa os princípios e o estilo de vida Harley-Davidson, Capitão Senra, que aos 82 anos continua pilotando e colecionando histórias incríveis como as escoltas do presidente Juscelino Kubitschek e da Rainha Elizabeth.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
HD 110th Experience - Milwaukee: Line up divulgado
A organização da HDMC USA já divulgou quem toca aonde e em que dia e hora.
No site do evento americano já aparece o line up trazendo as informações para quem quiser se programar para assistir.
Apenas para ilustrar, o show que comemora o aniversário de trinta anos do HOG, exclusivo para HOG Members, acontece às 16h do dia 29/08 no Harley-Davidson Roadhouse com o Lynyrd Skynyrd, as 21h do mesmo dia toca The Dobbie Brothers no Briggs & Stratton Big Backyard e no dia 30/08 também às 21h toca ZZ Top no BMO Harris Pavilion.
Os shows com ingresso vendido à parte, e que já podem ser adquiridos em pré-venda para aqueles que receberam o código respectivo, acontecem no Marcus AnfiTheather sempre às 19h30.
E essas informações foram divulgadas com uma antecedência de apenas três meses e meio.
Alguém já sabe o line up das atrações (ou atração) do HD 110th Experience São Paulo, que acontece no fim do mês?
No site do evento americano já aparece o line up trazendo as informações para quem quiser se programar para assistir.
Apenas para ilustrar, o show que comemora o aniversário de trinta anos do HOG, exclusivo para HOG Members, acontece às 16h do dia 29/08 no Harley-Davidson Roadhouse com o Lynyrd Skynyrd, as 21h do mesmo dia toca The Dobbie Brothers no Briggs & Stratton Big Backyard e no dia 30/08 também às 21h toca ZZ Top no BMO Harris Pavilion.
Os shows com ingresso vendido à parte, e que já podem ser adquiridos em pré-venda para aqueles que receberam o código respectivo, acontecem no Marcus AnfiTheather sempre às 19h30.
E essas informações foram divulgadas com uma antecedência de apenas três meses e meio.
Alguém já sabe o line up das atrações (ou atração) do HD 110th Experience São Paulo, que acontece no fim do mês?
sexta-feira, 26 de abril de 2013
HD 110th Experience Milwaukee
Eu vou ao evento e como já comprei o ingresso, recebi e-mail da HDMC USA com os shows ticketados: quinta 29 é Toby Keith, sexta 30 é Aerosmith e sábado 31 é Kid Rock.
Quem já comprou os ingressos para o evento recebe um código para pré-venda via e-mail. A pré-venda se inicia na segunda 29/4.
Esses shows acontecem no Marcus Anfitheater e são cobrados a parte, completando a programação já divulgada.
Preço do ingresso vai depender do lugar escolhido e ainda não aparece no site do Ticketmaster USA.
Como o local dos shows tem lotação menor que o local onde acontece a comemoração dos 110 anos, quem estiver interessado é bom se precaver e comprar logo seus tickets.
Quem já comprou os ingressos para o evento recebe um código para pré-venda via e-mail. A pré-venda se inicia na segunda 29/4.
Esses shows acontecem no Marcus Anfitheater e são cobrados a parte, completando a programação já divulgada.
Preço do ingresso vai depender do lugar escolhido e ainda não aparece no site do Ticketmaster USA.
Como o local dos shows tem lotação menor que o local onde acontece a comemoração dos 110 anos, quem estiver interessado é bom se precaver e comprar logo seus tickets.
HD 110th Experience São Paulo: programação HOG RJ
O HOG RJ criou evento na fan page do Facebook (https://www.facebook.com/events/410917172349662/410928679015178/?notif_t=like ) para tratar da programação da viagem.
Inicialmente a partida do trem se dá às 6h30, em local ainda não confirmado, de sexta-feira.
Entre no link, confirme sua presença. O HOG pede que seja enviado e-mail informando se fica no Hotel indicado (IBIS Barra Funda) e se seguirá no trem para organizar o trem.
Está sendo formada mais uma turma para o módulo I do Rider Program (Group Riding) para os calouros que querem ir ao evento no trem do HOG, mas não tem conhecimento das técnicas para a viagem em grupo. Acontece na sexta feira 10/05 (teoria) e sábado 11/05 (prática). Maiores informações: https://www.facebook.com/events/302578896539900/
Inicialmente a partida do trem se dá às 6h30, em local ainda não confirmado, de sexta-feira.
Entre no link, confirme sua presença. O HOG pede que seja enviado e-mail informando se fica no Hotel indicado (IBIS Barra Funda) e se seguirá no trem para organizar o trem.
Está sendo formada mais uma turma para o módulo I do Rider Program (Group Riding) para os calouros que querem ir ao evento no trem do HOG, mas não tem conhecimento das técnicas para a viagem em grupo. Acontece na sexta feira 10/05 (teoria) e sábado 11/05 (prática). Maiores informações: https://www.facebook.com/events/302578896539900/
Marcadores:
110 anos,
Harley Davidson,
HOG Chapter RJ,
São Paulo
segunda-feira, 8 de abril de 2013
HD 110th Anniversary Celebration & HOG 30th: Milwaukee
Saiu a programação para o evento principal do aniversário de 110 anos do HOG.
Show do HOG será feito pelo Lynyrd Skynyrd e haverá um show de Kid Rock com ingresso a ser adquirido.
Mas para quem já comprou os tickets para o evento, a HDMC programou, entre outros, Dobbie Brothers e ZZ Top.
Para conhecer a programação já divulgada, acesse: http://110.harley-davidson.com/en_US/events/milwaukee2013
E enquanto isso, a programação para o evento de 1/6 em São Paulo continua em aberto.
Show do HOG será feito pelo Lynyrd Skynyrd e haverá um show de Kid Rock com ingresso a ser adquirido.
Mas para quem já comprou os tickets para o evento, a HDMC programou, entre outros, Dobbie Brothers e ZZ Top.
Para conhecer a programação já divulgada, acesse: http://110.harley-davidson.com/en_US/events/milwaukee2013
E enquanto isso, a programação para o evento de 1/6 em São Paulo continua em aberto.
terça-feira, 26 de março de 2013
HD 110th Experience São Paulo
Os Chapters estão recebendo os press releases com informações sobre o evento. Pelo que li na página do HOG RJ e HOG RB (mesma publicação) o evento segue o modelo do Rio Harley Days: pagamento de entrada, consumação paga no local, exposição da linha 2013, motorclothes e shows com banda de Rock; além de um desfile pela cidade durante a tarde.
O HOG terá valor diferenciado (meia-entrada) e local de convivência separado.
Como o evento acontece no meio de um feriadão (Corpus Christ), os dealers locais (Auto Star e ABA) e os respectivos Chapters tem programação para atrair os visitantes: coquetel na noite de sexta e passeio (Bate&Volta) na manhã de sábado após o café (Chapter ABA vai para o interior do estado e o Chapter SP Auto Star vai ao interior).
Publico a íntegra do press release:
O HOG terá valor diferenciado (meia-entrada) e local de convivência separado.
Como o evento acontece no meio de um feriadão (Corpus Christ), os dealers locais (Auto Star e ABA) e os respectivos Chapters tem programação para atrair os visitantes: coquetel na noite de sexta e passeio (Bate&Volta) na manhã de sábado após o café (Chapter ABA vai para o interior do estado e o Chapter SP Auto Star vai ao interior).
Publico a íntegra do press release:
Harley-Davidson celebra 110 anos de história com promoção de grande evento para fãs da marca em São Paulo
Festa acontecerá em 1º de junho na Nova Arena Anhembi e terá desfile de motos pela cidade, shows de rock e grande interação entre clientes e amigosNo ano que completa 110 anos de história, a Harley-Davidson® preparou grandes comemorações. A companhia conta com um calendário de festas em todo o mundo e o Brasil não poderia estar de fora. Por isso,A festa será realizada na Nova Arena Anhembi, na cidade de São Paulo. Às 13h, começa a concentração das motocicletas que participarão de um desfile pela cidade liderado por Bill Davidson, vice-presidente do Museu Harley-Davidson e bisneto de Arthur S. Davidson, um dos fundadores da companhia. As motos sairão do Sambódromo do Anhembi pontualmente às 14h30 e passarão juntas por ruas e avenidas de São Paulo. A programação para o público geral começa às 16h, com área de exposições, praça de alimentação, espaço exclusivo do H.O.G.® - o Harley Owners Group, clube exclusivo de proprietários de motocicletas Harley-Davidson - e palco com diversas bandas tocando o mais puro rock ’n roll.A comemoração dos 110 anos da Harley-Davidson no Brasil é o evento mais importante da empresa no calendário brasileiro em 2013 e um dos destaques da programação mundial de celebrações do aniversário da marca. Por isso, todos os detalhes estão sendo cuidadosamente trabalhados, desde a escolha de São Paulo, onde está o maior mercado Harley-Davidson do País e cidade que conta com um grande circuito cultural, turístico e de entretenimento; passando pela escolha da data, durante o feriado de Corpus Christi, quando o acesso é facilitado e a circulação na cidade é mais tranquila para que os participantes do evento de todo o Brasil possam rodar com liberdade pelas ruas paulistanas.Desfile de motosO grande desfile de motos pela cidade de São Paulo será liderado por Bill Davidson. A partir das 13h, bandas de rock já estarão no Sambódromo agitando o público que participará desta atividade. Neste local acontecerá a concentração das motos. O desfile tem início às 14h30 e percorrerá ruas e avenidas da cidade, com apoio das autoridades policiais e de trânsito. Durante este período, a entrada na Nova Arena será exclusiva para quem for participar do desfile. O público em geral terá acesso ao local do evento a partir das 16h.A programaçãoDurante todo o período da festa, várias bandas de rock estarão se revezando para aquecer o público para o show de encerramento que contará com uma grande atração nacional, que será anunciada nas próximas semanas.Na área de exposições, o público poderá conhecer de perto os modelos da linha 2013 disponíveis em toda a rede de concessionárias no Brasil. Haverá ainda um local para venda da camiseta exclusiva do evento, especialmente desenvolvida para o público brasileiro, uma recordação deste momento único para a marca. E também uma praça de alimentação com várias opções de fast food e bebidas.Para os membros do H.O.G® haverá uma área exclusiva com elementos do clássico e icônico espírito Harley-Davidson para que amigos de todo o Brasil se encontrem e celebrem juntos este momento especial da marca.Programação especial para membros do H.O.G.®A programação para o público mais fiel da marca não para por aí. No dia 31 de maio, sexta-feira que antecede o evento, os Chapters (representantes locais do H.O.G.®) das concessionárias de São Paulo, Autostar Harley-Davidson e Aba Harley-Davidson, estão preparando uma recepção para os membros do H.O.G.® de todo o Brasil. A Autostar vai guiar um grupo para um Bate & Volta até o litoral de São Paulo, enquanto a Aba promoverá um passeio ao interior do estado.Haverá também uma programação de passeios guiados pelo Chapter da concessionária Autostar pelos principais pontos turísticos e monumentos da capital paulista com paradas para fotos.Homenagem especialDurante a cerimônia de celebração, uma homenagem especial será conferida por Bill Davidson a uma pessoa que dedicou quase toda a sua vida à sua paixão pela Harley-Davidson: o Capitão Senra, de 82 anos, 65 deles dedicados à marca, já participou de momentos memoráveis da história do Brasil e da Harley, tendo escoltado a Rainha Elizabeth, o Presidente Juscelino Kubitschek e outros, e é um dos símbolos do verdadeiro espírito de liberdade da empresa que está presente em cada um dos clientes.IngressosO primeiro lote de ingressos para a festa estará à venda a partir do dia 28 de março de 2013 e os valores são de R$ 150,00 (inteira) e R$ 75,00 (meia entrada). Os membros do H.O.G.® pagam R$ 75,00 por ingresso e podem comprar até duas entradas. As compras podem ser realizadas pelo site do evento (www.hd110anos.com.br), que traz a programação detalhada, e pelo site Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br). As concessionárias Harley-Davidson em todo o País poderão auxiliar os clientes na compra de ingressos pela internet. A lista completa de endereços da rede pode ser consultada em www.harley-davidson.com.br.Sobre o aniversário de 110 anos da Harley-DavidsonO aniversário de 110 anos da Harley-Davidson é uma celebração global com um ano de duração, conectando milhões de fãs da marca ao redor do mundo em um propósito único, dividindo a paixão pela liberdade, personalidade e aventuras inesquecíveis. No calendário oficial do aniversário serão 12 festas que prometem experiências diferentes que a Harley-Davidson traz, além dos eventos pré-existentes ao redor do mundo, até setembro de 2013. Os eventos ocorrerão em 11 países em seis continentes e serão liderados por duas celebrações principais, a festa em Roma, Itália, entre os dias 13 e 16 de junho de 2013, e em Milwaukee entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro.Os fãs da Harley-Davidson estão convidados a conhecer mais sobre o aniversário de 110 anos e se juntar à celebração online, onde podem compartilhar vídeos, imagens e experiências por meio do Facebook, no Twitter com a hashtag #HD110 e também no site www.h-d.com/110.A Harley-Davidson Motor Company produz motocicletas Custom, Power Cruiser e Touring de alta cilindrada e oferece uma linha completa de peças, acessórios, equipamentos funcionais, vestuário e produtos de General Merchandise. Para informações adicionais, acesse o site da Harley-Davidson em www.harley-davidson.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)