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domingo, 8 de junho de 2014

HDMC tem novo dealer

Foi inaugurada a 17ª autorizada Harley-Davidson no Brasil: Sorocaba é o novo dealer HDMC privilegiando o interior do estado de São Paulo que passa a contar com 6 dealers (dois na capital e mais Campinas, Ribeirão Preto, Santos e Sorocaba).

Passagem para o Rastro da Serpente, Sorocaba vai atender a uma demanda reprimida que antes era atendida pelos dealers da capital.

Com essa inauguração a HDMC está cada vez mais perto da meta de 20 dealers no Brasil para começar 2015. Resta saber quem vai aparecer para completar a lista: Niterói, no Rio de Janeiro, e Vitória no Espírito Santo são opções naturais, assim como um segundo dealer no Rio de Janeiro, mas não acredito nessa hipótese antes de Vitória e Niterói.

Mais uma opção para o café da manhã, e provavelmente será uma visita obrigatória para quem for fazer o Rastro da Serpente.

sábado, 7 de dezembro de 2013

nova "era" na Rio Harley-Davidson

E o Grupo Catalão não deixou de ser Dealer Harley-Davidson.

Mas o Grupo Abolição começou sua carreira como Dealer Harley-Davidson.

As primeiras informações que davam conta da troca de comando do dealer carioca acabaram sendo exageradas: a realidade é que os dois grupos estão formando uma sociedade, com venda de participação na empresa carioca do Grupo Catalão ao Grupo Abolição.

Reestruturação no staff, auditoria de estoque e mudança de gerência, passando o comando para um representante do Grupo Abolição, estas foram as mudanças no dealer carioca.

Com isso o Grupo Catalão, mineiro, continua seu relacionamento com a HDMC e o Grupo Abolição (que já havia tentado ser o dealer carioca na tomada de controle da HDMC ao Grupo Izzo) inicia seu relacionamento com a HDMC.

Vamos ver o que isso vai representar para os proprietários e futuros proprietários de Harley-Davidson no Rio de Janeiro.

Sugiro à nova administração que olhe com carinho as experiências muito elogiadas dos dealers paulista (ABA HD) e catarinense (Floripa HD), o mercado carioca agradecerá.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

HDMC segue expandindo: Santos e Cuiabá

Já foi anunciada pelo presidente da HDMC Brasil a expansão da rede de dealers HD: até o fim do ano serão dezessete dealers com a inauguração de lojas em Cuiabá no Mato Grosso e Santos em São Paulo.

Isso divide ainda mais a demanda na cidade de São Paulo, que passa a ter concorrentes em três cidades dentro do estado: Campinas, Ribeirão Preto e Santos e melhora a vida dos clientes que moram na baixada santista e precisavam ir a capital para ter assistência técnica.

E nova loja em Cuiabá deixa a HDMC com representação em todos os estados do Centro-Oeste, uma vez que contava com a Brasilia HD em Brasília, Umuarama em Goiânia e Rota 67 em Campo Grande.

Rio Harley-Davidson muda de mãos

Notícia inicialmente veiculada na página do Biker Friends do Facebook, a Rio Harley-Davidson deixou de ser controlada pelos mineiros do Grupo Catalão e passou para os cariocas do Grupo Abolição.

Esse grupo já havia demonstrado interesse em ser dealer Harley-Davidson assim que a HDMC tomou o controle do Grupo Izzo, mas não chegaram a acordo e os mineiros acabaram como duas representações.

Agora o Grupo Catalão deixa de ser oficialmente ligado a HDMC já que havia passado o controle da revenda mineira no início do ano, deixando algumas dúvidas sobre a revenda carioca, mas seguiram tocando os negócios até este mês.

O Grupo Abolição, tal e qual a maioria dos dealers HDMC, tem ampla experiência no ramo automotivo sendo um dos mais tradicionais revendedores Volkswagen do Rio de Janeiro. Além da VW, representam também a Chevrolet, Honda, Nissan, Volvo e no ramo dos caminhões a Man.

Para os clientes a mudança trará algumas mudanças no staff, uma vez que tradicionalmente a nova gerência reestrutura a empresa assim que assume o controle e a empresa antiga demite todo o staff para zerar o passivo trabalhista.

Ainda não fui na Rio HD para ver os efeitos da mudança, mas o HOG Rio prossegue normalmente as atividades. Acredito que os relatos sobre problemas com gravame na hora de emplacar motos zero devam terminar e, dependendo de como foi feito o acordo para a compra da revenda, sempre existe uma possibilidade de desconto para desovar estoque antes da entrada efetiva do Grupo Abolição.

Sobre a oficina, não acredito em mudanças radicais rápidas, mas deverão ser feitas mudanças após uma avaliação técnica da nova gerência.

Comentaram sobre a mudança do endereço atual, mas não acredito que ocorra pela necessidade de adequação de um novo endereço e a provável multa rescisória do contrato de aluguel. Acredito na possibilidade de uma filial na zona sul do Rio de Janeiro ou Niterói uma vez que o Grupo Abolição tem lojas em todo o estado do Rio de Janeiro e a HDMC tem interesse em uma segunda loja no estado.

Sorte ao Grupo Abolição, dificilmente vão encontrar uma clientela tão fiel à marca quanto a clientela HD

sexta-feira, 24 de maio de 2013

a visão da HDMC para fidelizar seu cliente

A revista Duas Rodas publicou uma entrevista com Mark van Genderen, vice-presidente que cuida das ações da HDMC USA para a América Latina, onde o entrevistado afirma que "a compra da moto é só o primeiro passo".

Concordo com a afirmação do executivo, mas quando afirma no prosseguimento que "quando pensamos em ser uma fabricante de motocicletas diferente, isso inclui uma experiência premium para ao consumidor. A compra da moto é o primeiro passo, mas são os eventos, a customização e as roupas que  permitem ao cliente se sentir como um membro da família. É algo que tentamos fazer no mundo e que combina bem com o Brasil, com a paixão dos motociclistas pelas Harley.", a coisa muda radicalmente de figura.

Não tem como negar que todo mundo gosta de festa, de preferência com um planejamento mais antecipado, e que o life style é uma "modinha" que traz bastante lucro para a empresa, mas a "experiência premium" tem para mim outra definição: usar um produto confiável, sem aborrecimento para cumprir a garantia e sem precisar alternativas para conseguir peças de reposição.

Afirmar que o mercado brasileiro é importante para a matriz porque o país tem sido alvo de atenção das ações de marketing voltada para o life style não é motivo de satisfação para um cliente que fica com a moto parada por até um mês a espera de uma solução.

Pelo contrário: os relatos de problemas impedem a fidelização de clientes pela insatisfação com a marca na hora de resolver um problema que, dentro da ótica do consumidor, será sempre o problema mais importante  a ser resolvido para aquele proprietário.

O movimento FTF, que tem sido uma modinha para os calouros que querem ser aceitos entre veteranos, só ganha força com essa estratégia de valorizar o life style em detrimento do pós-venda.

Quando me perguntam se vejo algum fato que possa mostrar uma mudança nesse panorama, respondo que só vejo mudanças no momento em que o universo de proprietários de HD for maior que o universo de futuros proprietários de HD. Ainda é muito grande a demanda, a estratégia de marketing que mostra um cenário diferenciado apenas por ser um proprietário de HD é muito eficiente e a tendência de manter as vendas de motos zero em alta continua sendo cumprida porque ainda parece muito importante para uma parcela grande de proprietários e futuros proprietários ter uma moto nova, mesmo tendo de encarar os prováveis problemas durante o período de garantia.

Ainda não me convenceram a comprar uma HD novamente, mas enquanto isso vamos aproveitando as festas do marketing HD.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Rio Harley-Davidson em fase de reestruturação

Ainda não estive no dealer carioca desde que a loja mineira trocou de mãos, mas já escutei bastante sobre a atual fase da loja carioca.

Muitos dizem que o dealer se encontra em dificuldades pela negociação envolvendo o Grupo Catalão, outros apontam para a falta de peças que se tornou crônica e até o café da manhã encurtado para terminar com a saída do passeio do HOG RJ já foi tema de conversa.

Não conversei com nenhum responsável, embora tenha tido essa oportunidade no SBS quando encontrei o Luis Afonso, mas ficou só no cumprimento, e portanto não dá para fazer nenhuma análise.

As motos continuam em número reduzido, sem a novidade das pinturas comemorativas, os acessórios seguem os mesmos do ano passado (pelo menos esses são os comentários) e tudo vem sendo visto com um pouco de pessimismo.

O que se pode ter certeza é que o dealer carioca está se reestruturando, uma vez que a loja carioca era filial da loja mineira (fato mais do que comprovado pelas NFs de venda das motos). Já fez balanço de estoque, manteve a gerência e o staff se mantém à postos.

Uma vez estruturada sem ser filial, as decisões deixam de ser tomadas em conjunto com a loja mineira (fato que já acontece) da mesma forma que o estoque vai atender necessidades específicas do mercado carioca e não mais seguir uma estratégia conjunta.

Eu prefiro aguardar antes de comentar mais a fundo.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

BH Harley-Davidson muda de mãos

A BH Harley-Davidson não está mais nas mãos do Grupo Catalão.

Assume como novo dealer HDMC em Belo Horizonte, o Grupo AVG que tem sua principal atividade ligada à siderurgia e extração de minério.

Dentro do ramo automotivo, o Grupo AVG é revendedor Honda (automóveis) em Minas Gerais (Contagem, Ipatinga, Governador Valadares e Poços de Caldas) e São Paulo (São João da Boa Vista).

Vamos ver o que os colegas mineiros dizem da nova administração.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

HOG RJ segue sem diretoria

Mais um final de semana passou e o passeio do fim de semana foi um desfile pela orla para promover o SBS organizado pelos próprios promotores do evento, com direito a churrasco na sede Barra dos Balaios.

Nada contra o passeio para promover o evento, apenas acho estranho que o Chapter RJ siga sem diretoria há mais de um mês, desde que a diretoria anterior se despediu.

A inércia do dealer vai fazer com que a nova diretoria tenha que recomeçar novamente. Como é responsabilidade do dealer escolher os componentes da diretoria e não o faz, fortalece os rumores que a autorizada carioca vai trocar de mãos, coisa que parece já ter acontecido em BH.

Enquanto isso, os mais antigos vão fazendo passeios alternativos.

Se o HOG é realmente uma ferramenta de marketing como sempre imaginei, a HDMC mostra que continua não se preocupando com isso pois nada acontece, sequer uma justificativa por parte do HOG Brasil ou do dealer.

Depois reclamam que os cariocas são muito "independentes" no funcionamento do HOG.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

HDMC no Brasil

A HDMC segue sua expansão pelo mercado brasileiro: Nas últimas semanas foram inauguradas as lojas de Fortaleza e Recife e a loja de Ribeirão Preto está prestes a iniciar suas atividades (21/12).

Enquanto isso, o cenário do pós-venda muda, para pior. Além de permanecer o cenário já conhecido de falta de peças e modelos para pronta-entrega, agora estamos começando a ler reclamações em sites de defesa do consumidor sobre demora na baixa do gravame e consequente liberação para emplacamento, notadamente em motos compradas à vista.

A última reclamação que foi veiculada nas redes sociais relata demora de 45 dias para entrega da moto e 15 dias para baixa do gravame, total de 60 dias para liberar a moto como nos bons tempos do Grupo Izzo.

Como não foi divulgado o modelo da moto, não dá para saber se isso ocorre em função da "empurroterapia" que a HDMC Brasil vem usando para desovar os modelos 12/12 de fim de produção ou se foi um tradicional "gato por lebre".

O que se deve notar é a necessidade de transparência nas negociações, já que o consumidor alertava para o fato de não haver aviso de tanta demora, sem falar na demora seguinte para a baixa do gravame.

A falta de informação não deve voltar a ser uma constante nas vendas de motos zeros. Já tive oportunidade de comentar o fato com o gerente da loja do Rio e um dos argumentos que ele usou é a falta de adaptação do fábrica de Manaus às necessidades do mercado nacional, pois a fábrica segue uma programação para montagem que nem sempre atende à procura, e isso causa espera por determinados modelos.

Como exemplo, posso citar o caso das Ultra Limited que estão chegando para atender pedidos feitos há 60 dias. Já são modelos 12/13 e muitos dos colegas em lista de espera desistiram das encomendas ao longo do longo prazo, seja mudando para outro modelo, seja cancelando o negócio por ter negociado com outro dealer fora do seu domicílio, ou seja porque se sentiu mal tratado pela marca e migrou para outra marca.

Não entrando no mérito da questão da defasagem entre os modelos vendidos no Brasil e os modelos apresentados nos EUA e que atendem o mercado importador (Europa, Austrália, Africa do Sul e até mesmo a vizinha Argentina tem os mesmos modelos), a lista de espera não pode esperar que a meta anual seja atingida para começar a ser atendida, como é o caso. Deve haver uma contingência da fábrica que permita o atendimento das encomendas mesmo que isso atrapalhe a meta programada. Mostrar serviço não se resume a bater meta, mostrar serviço é principalmente atender bem o cliente, ainda mais na HDMC onde o cliente é o principal ativo da empresa.

Ainda assim, não é aceitável o prazo de quinze dias para baixa do gravame, visto isto não acontecer com todos os dealers, ainda mais para quem já integraliza o pagamento na hora da negociação. Acho que a HDMC deve pedir explicações sobre o assunto já o que o prazo normal para esse procedimento (normal no mercado de carros e motos) é de no máximo 5 dias.

Se existe má-fé, deve ser coibida. Se existe desorganização do dealer, deve ser corrigida, mas não se pode aceitar que o consumidor seja impedido de licenciar a moto paga, seja por ele ou por um banco, por um procedimento administrativo.


quinta-feira, 21 de junho de 2012

HDMC Brasil segue o modelo americano

No coquetel de lançamento da edição 2012 do Rio Harley Days, foi comentada a parceria que a fábrica está fechando com o Banco Bradesco para criar o Banco Harley-Davidson.

Nos mesmos moldes norte-americanos, essa parceria vai atender aos clientes interessados em comprar as motos zero financiadas com taxas mais atrativas e espera-se que seja criado um cartão de crédito com a chancela HD e oferecer o serviço de seguro das motos.

Ainda sem data para o anuncio oficial, a data mais provável será dentro do evento do RHD 2012.

Várias montadoras brasileiras de automóveis já tem seus bancos para melhorar a vendas e a HDMC já tem boa experiência no ramo financeiro nos EUA.

Vamos acompanhando o desenvolvimento dessa nova iniciativa da HDMC no mercado brasileiro.

domingo, 13 de maio de 2012

F.T.F.

Os leitores mais chegados vieram reclamar comigo sobre a minha "nova postura" sobre a atuação da HDMC no mercado brasileiro: disseram que me filiei ao Fuck The Factory.

O que a gente pode dizer sobre o atual panorama brasileiro além de constatar que a transição não termina e que a situação piorou muito para o proprietário de HD.


Não tenho nada a ver com o uso da moto e como ela vai ser equipada por cada um, mas não sou ladrão do meu dinheiro e sempre procurei a melhor solução para mim e meu bolso.

Sou favorável ao uso dos acessórios de catálogo, peças originais e sigo as recomendações do manual. Não joguei a garantia para o alto e fiz as revisões nas autorizadas (na época ainda era o Izzo) e só depois procurei alternativas porque a oficina autorizada é cara e ficava longe (agora fica mais longe ainda).

A moto está rodando tranquila, sem grandes aporrinhações e hoje o custo de manutenção é inferior à R$0,50/km rodado. A moto é robusta e não desgasta como outras que tive, onde em menos de um ano a relação já precisava ser trocada, aros amassados ou pneus com desgaste abusivo para o tempo de rodagem.

Vou reclamar da moto? Vou reclamar dos acessórios originais que coloquei? Vou reclamar da autorizada que nunca me deixou na mão nas vezes que usei? Vou reclamar do preço das peças e lubrificantes originais que sempre usei?

Só se for maluco!

O que eu reclamo é da mudança que vem sendo implementada, do pós-venda negligente que sempre houve e me parece piorar a cada mudança feita pela fábrica e do cenário que só tende a deixar complicada uma coisa que sempre foi simples.

Mas o fabricante consegue desagradar a todos que usam, sonham e gostam da moto. É impressionante como o casamento com o consumidor está indo para o buraco e deixar de constatar isso é querer tapar o sol com a peneira.

Eu apenas comento sobre aquilo que estou vendo. Espero e torço para que as coisas se normalizem, que a lei da oferta e procura funcione ao invés de reprimir a oferta para que a demanda aceite tudo sem reclamar e que o pós-venda atinja um nível de satisfação razoável. 

sábado, 12 de maio de 2012

Terra Brasilis ou o absurdo da vida real

O Wilson Roque acaba de publicar um post muito interessante descrevendo uma situação indescrítivel: a incrível situação de uma fábrica que retoma seu mercado, aquece com promessas e semeia insatisfação entre todos (http://wilsonroque.blogspot.com.br/2012/05/onde-ha-demanda.html).

Hoje em dia fica cada vez mais fácil comprar sua HD, nova ou usada. O mercado zero está aquecido, os dealers seguem se multiplicando e a fábrica diminui a defasagem entre os lançamentos do mercado interno e o mercado brasileiro e com isso aquece o mercado de usadas.

Por outro lado complica e dificulta um velho hábito enraizado em qualquer proprietário de HD: manter sua moto rodando dependendo o mínimo possível da fábrica. Hoje em dia, com a política de fortalecer o investimento do dealer no mercado local impedindo as vendas worldwide, sugerindo tabela de preços e formando um cartel de preços (e não consegue atender à demanda por conta do Centro de Distribuição funcionando mal), aliado às políticas aduaneiras protecionistas do Mercosul, o proprietário precisa recorrer aos importabandistas (que estão cobrando preços cada vez mais próximos da tabela sugerida), conta com a boa vontade de amigos que viagem para trazer as peças que precisam e tentar a sorte na alfândega ou passa a procurar alternativas aftermarket ou produtos similares vendidos para outros veículos.

Com mercado aquecido, peças em falta até mesmo nos dealers e furtos semanais em eventos motociclísticos a gente se depara com algo nunca pensado: como é que vou manter minha moto rodando?

O bom e velho movimento FTF (fuck the factory) recomeça...




terça-feira, 1 de maio de 2012

e a rede de dealers segue em expansão

Foi inaugurado a nova HD Floripa, atendendo aos desejos da comunidade catarinense que espera pela revenda desde a fundação dos PHDs em Blumenau.

A notícia foi veiculada no blog do Wilson Roque (http://wilsonroque.blogspot.com) junto com um resumo da conversa dele com Rocco Belforte, gerente do pós-venda da HDMC.

No relato, o gerente de pós-venda da HDMC pinta um cenário bem otimista sobre a expansão das vendas, melhor atendimento e melhor distribuição com a mudança da importação de peças de reposição de Manaus para São Paulo.

Não cheguei a comentar no blog do Roque, mas acho que essa mudança esbarra em problemas de isenção alfandegárias concedidas via legislação da Zona Franca que São Paulo não pode contemplar. Vamos esperar para ver se essas promessas de campanha se concretizam.

Mais detalhes: http://wilsonroque.blogspot.com.br/2012/04/como-vai-h-d-do-brasil.html

preços sugeridos

Com a necessidade de um reparo novo para o burrinho de freio da Fat, fui procurar onde comprar.

Os revendedores mais habituais estão sem peças e alguns como o Mascaro estão encerrando as atividades por não poder mais importar as peças diretamente.

Procurando nos dealers constatei que existe uma "tabela sugerida". Em três dealers, em três estados diferentes, encontrei o mesmo valor: R$170,00.

Quem esperava encontrar concorrência entre os diversos revendedores com o fim do monopólio do antigo dealer nacional, está sendo surpreendido com uma realidade bem pior.

Agora, a matriz impede que os dealers americanos vendam pela internet (vendas apenas no balcão), sugere preços aos revendedores e ainda dificultam que independentes consigam importar peças diretamente dos EUA.

E quem paga a conta disso tudo: o proprietário fiel que pretende manter sua HD rodando por tempo superior ao tempo da garantia... se continuar assim o mercado aftermarket vai crescer cada vez mais e o roubo de motos vai aumentar (já temos pelo menos um aviso de roubo em cada evento que acontece semanalmente).

E vamos todos virar coxas e rodar apenas até a loja para o café da manhã para poupar a moto.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Rio Harley-Davidson Leblon

Quarta feira é dia de encontrar os amigos no Rota 66 do Leblon, mas como a Rio Harley-Davidson estava abrindo sua nova loja no Shopping Leblon decidimos ir conhecer a loja.

Com um staff totalmente novo, apenas uma vendedora da loja do Recreio está no staff do Leblon, e um espaço localizado junto às lojas de veículos existentes no Shopping Leblon (está do lado da Audi e em frente à Land Rover), o Grupo Catalão implementa um modelo nitidamente americano ao se estabelecer no Shopping Leblon.

Com objetivo de atender os fãs da marca e servir como chamariz para os futuros compradores indecisos, a loja dentro de shopping center ou malls serve muito mais para divulgar a marca e se mostrar presente para o público consumidor que está de passagem do que como polo de convergência para os já proprietários de HDs.

A loja ainda está em fase de implantação, com pouca mercadoria e apenas três motos em exposição (atualmente uma Sportster 883R, uma Sportster XR1200 e uma Deluxe), mas mesmo assim o staff é atencioso e disposto a vender tanto o HD life style quanto motos zero km.

O Chapter do HOG continuará a se reunir no café da manhã na loja do Recreio e os serviços de oficina seguirão apenas no Recreio. Acredito que a entrega de motos compradas no Leblon também serão feitas no Recreio, mas isto ainda não foi informado.

Quem quiser conhecer um pouco do catálogo HD tem mais uma opção.

quinta-feira, 29 de março de 2012

novidades dos dealers

Inaugurou oficialmente a ABA Harley-Davidson, com apresentação da diretoria de seu Chapter.

Apesar do dealer estar operando desde o ano passado, somente no último dia 27/03, foi inaugurada a loja que passa a rivalizar diretamente com a Auto Star em São Paulo.

E no Rio, a Rio Harley-Davidson anuncia mais um endereço: no 4º piso do Shopping Leblon. A inauguração será na próxima quarta feira, 04/04.

O novo endereço, por ser dentro do Shopping, será apenas salão de vendas oferecendo todos os produtos comercializados pela HDMC. Serviços de oficina continuarão sendo oferecidos e executados apenas na loja do Recreio.

terça-feira, 27 de março de 2012

nova fábrica da HDMC em Manaus

Foi inaugurada ontem a nova planta industrial em Manaus.

A HDMC pretende com essa nova planta aumentar sua participação no mercado.

Para a turma que ainda permanece esperando pelos modelos 2012 é uma ótima notícia já que a nova fábrica é capaz de montar uma Sportster em menos de 15 minutos e uma Electra Glide em 40 minutos.

A HDMC montará quase todos os modelos do catálogo 2012. A versão CVO será importada e a cota brasileira são 50 unidades.

Resta saber quando a HDMC vai cumprir a promessa de melhor logística na distribuição de peças para atender aos proprietários que tem suas HDs rodando.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Enquanto isso, no Centro de Distribuição do Rodo Anel, nada de peças...

Se as novidades HD 2012 se mostram um best seller, não se pode dizer o mesmo da logística de distribuição de peças da HDMC.

Promessa de pronto atendimento para reposição de peças, sejam elas em garantia ou não, ainda está longe de ser cumprida.

O Centro de Distribuição funciona mal e são várias motos aguardando solução de problemas de garantia, notadamente para atender substituição de reguladores de voltagem que vem apresentando seguidos problemas.

Os dealers estão sendo obrigados a serem "imaginativos" para contornar a situação criada pela péssima reposição de peças.

Cada vez mais se escutam os comentários que o antigo dealer realmente não era o único culpado pelo péssimo serviço de pós-venda.

Como sempre, vamos aguardar e torcer pela normalização do problema, lembrando sempre que o direito do consumidor é uma alternativa que deve ser usada em casos de longas paradas em oficina.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

PHD Natal: moto entregue, mas o descaso prossegue sem sanção

Pela leitura do blog do PHD Roque (http://wilsonroque.blogspot.com/2012/02/denuncia-de-maus-tratos-uma-lenda_11.html) já se sabe que a moto foi realmente entregue.

Nessa postagem existe um link para o perfil do PHD Natal onde se vê que apesar de entregue, o serviço não foi feito como se espera, uma vez que uma oficina com autorizada, com mecânicos treinados na fábrica, realizou esse serviço.

Ainda se nota sujeira da viagem ao Peru, detalhes de ferrugem e o comentário infeliz do gerente de oficina afirmando ser normal a oxidação só mostra mais uma vez o despreparo dessa oficina.

A minha moto é lavada de uma a duas vezes por ano, roda no litoral (Rio de Janeiro) e não apresenta oxidação nos locais apontados nas fotos pelo PHD Natal. Essa oxidação não acontece por acaso: ela acontece devido ao péssimo tratamento reservado às motocicletas que ficam na oficina do dealer campineiro aguardando a boa vontade do dealer em realizar o serviço.

E depender da boa vontade de um profissional só marca o amadorismo desse profissional, e como diz o Pedrão em seu blog Infernais, se é para fazer mesbla, eu mesmo faço!

Eu, e vários outros proprietários de HD, continuo esperando que a HDMC tome uma providência no sentido de exigir que seus dealers sejam realmente profissionais para que aqueles que não gozam do tratamento destinado aos amigos dos funcionários do dealer ou simplesmente não gratificam além do (alto) preço cobrado pelas oficinas autorizadas.

Aceito que a fábrica tenha seus problemas de desembaraço de peças e que isso possa acarretar algum atraso, mas não acredito que um problema de 111 dias possa ter sido resolvido na décima parte do tempo de espera apenas com a solução do fornecimento das peças.

Não fosse a grande pressão exercida pela comunidade de proprietários, provavelmente o PHD Natal ainda seguisse com sua moto na oficina.

Inadmissível que seja preciso "socar a mesa" para receber um tratamento profissional quando se sabe que muitas vezes peças são retiradas de motos zero para atender um "cliente preferencial" do dealer.

Se a HDMC não lembra da famosa frase "if I have to explain, you wouldn´t understand", eu faço questão de lembrar: significa que os consumidores de seus produtos (incluindo os produtos Harley-Davidson life style) são mais exigentes que a média dos consumidores de bens de consumo duráveis porque esses consumidores não são apenas consumidores, são fãs de um mito que se formou ao longo de 110 anos.

Se a fábrica deseja manter vivo o mito no Brasil precisa retomar o caminho do profissionalismo prometido durante a "campanha fora Izzo".

Os srs. Rocco (responsável HDMC para a América Latina) e Longino (responsável HDMC para o Brasil) precisam afinar o discurso e cobrar de seus auxiliares providências para o funcionamento esperado de uma empresa como a Harley-Davidson Motorcycles.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Problema do PHD Natal: HDMC se pronuncia

E não explica nada!

Em um comunicado publicado pelo PHD Natal em seu perfil no Facebook e devidamente divulgado no blog do PHD Roque, a HDMC se justifica pela demora no serviço (de maneira bem fraca) e não explica os motivos que levam a total falta de zelo do dealer no trato com as motocicletas quando deixadas sob sua guarda.

Fala-se que o Centro de Distribuição encontra-se em fase final de implantação (será?) e que a moto será entregue hoje, 10/02.

Esse comunicado nada mais é do que mera constatação da associação da fábrica aos (maus) procedimentos adotados pelo dealer, endossando a forma como o proprietário foi tratado sendo mantido sem nenhum tipo de informação e a maneira como a moto foi mantida na oficina sem nenhum tipo de cuidado.

A HDMC passa recibo de incompetência ao demonstrar que não haverá uma satisfação ao proprietário, apenas a solução do problema causado pelo desabastecimento e falta de cuidado em manter a moto na oficina.

Afinal, quando um cliente contrata um serviço de algum prestador, ele nunca espera que o serviço seja feito a contento.... É preciso uma satisfação ao cliente que possa servir como reparação pelo tempo em que o cliente se aborreceu e ficou sem a moto.

Não será assim que a HDMC vai recuperar o seu pós-venda.

Para os interessados em ler o comunicado da HDMC, acesse: http://wilsonroque.blogspot.com/2012/02/denuncia-de-maus-tratos-uma-lenda_10.html?spref=fb .