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segunda-feira, 24 de junho de 2024

reforçando o life style: The Bikeriders

Estreou na semana passada o filme The Bikeriders que remete à fundação de um MC em Chicago.

Aqui no Brasil o título foi traduzido como Clube de Vândalos por conta do nome do MC que foi fundado no filme: Vandals Chicago.

O roteiro foi inspirado no fotolivro The Bikeriders onde um fotógrafo acompanhou o Outlaws Chicago Motorcycle Club e é uma diversão interessante para quem gosta da Harley-Davidson e tem fidelidade no uso das referências ao universo biker.

Para quem não tem interesse pela cultura biker esse filme vai acabar esquecido assim que sair de cartaz, mas vai reforçar o life style dentro do universo custom.

Vale o ingresso.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Sturgis vai ser palco HDMC pelos próximos 75 anos

O tradicional evento de Sturgis, na Dakota do Sul (obrigado, Kastrup e Tovar), vai passar a ser evento oficial HDMC pelos próximos 75 anos.

O evento que foi criado por um revendedor Indian, e foi palco da apresentação do novo motor Indian, o Power Stroke 111, vai passar a ter a Harley-Davidson como a motocicleta oficial.

Um acordo foi fechado entre a HDMC e a organização do evento garantindo espaço publicitário à marca em troca de investimentos que possam movimentar o turismo local durante todo o ano.

Um palco será construído em uma praça entre a Main e Second, no centro de Sturgis, em uma grande operação de marketing, onde os tijolos serão retirados de prédios centenários da HDMC em Milwaukee e transportados por motocicletas Harley-Davidson.

A HDMC firma-se cada vez mais como a principal referência no segmento custom nos EUA.

Vale a leitura no blog do Wilson Roque sobre o assunto: http://wilsonroque.blogspot.com.br/2015/01/sturgis-harley-davidson-e-motocicleta.html

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

a polêmica entre fãs do SoA e MCs

Pois é: surgiu uma situação entre os fãs cosplay do SoA e membros de MCs por conta do colete vendido como souvenir da série e que alguns tem usado como forma de se identificar como fã da série se sentindo o próprio "wanabe" SoA.

Enquanto muitos defendem o uso do colete fechado do SoA fazendo uma comparação com camisetas de bandas de rock, membros de MCs alegam ser desrepeitoso o uso de um colete fechado por quem não fez por onde.

Já deixei clara a minha posição em pertencer a um MC: não tenho perfil para ser membro de MC, o que não me impede de ver o conflito com a visão de quem se interessa pela cultura do mundo de duas rodas, coisa que parece difícil de ser vista com quem não quer se interessar pelo que acontece fora do mundo do life style do marketing que envolve esse universo tão atraente para quem olha de fora.

Ou não entendem ou preferem confundir para não entender.

Já vi vários "MC"s nascerem pelo desejo de usar o colete fechado. E já vi esses mesmos "MC"s morrerem por não entenderem o que significa usar um colete fechado. Mais do que usar um colete do SoA por ser um fã, é preciso entender o que significa usar um colete fechado.

O souvenir da série que é vendido na web, se realmente fosse uma simples questão de marketing de uma série de ficção teria o cuidado de evitar a venda do colete fechado nem que fosse para valorizar o conteúdo da série: a vida de clube 1%.

O descompromisso com o significado já desmerece esse marketing mal (valeu Tovar!) feito.

Mesmo não pertencendo a MC, entendo e conheço o comprometimento que cada membro tem com o clube e isso está representado no colete fechado. O uso desse souvenir representa para cada membro de MC um desrespeito a esse comprometimento, que para muitos é razão para acordar diariamente.

O fã da série pode até não conhecer o significado de um colete fechado, mas se é realmente um fã dos MCs e por isso se tornou fã da série vai procurar saber como não desrespeitar os MCs que tanto diz admirar.

O problema é o "malvadão de fim de semana" com hora para voltar para casa e que não passa muito da "esquina onde todos se reúnem" que quer usar a desculpa de ser fã para usar um colete fechado.

Essa é a questão que incomoda os membros de MCs quando encontram um colete do SoA na rua.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

world ride 2014 ou a ditadura dos quilometros

Inventaram um mito dentro do life style HD que as harley foram feitas para fazerem quilômetros sem fim.

Dentro dessa filosofia que um biker, rider , ou seja qual o nome que queiram dar, deve rodar todo o fim de semana fazendo quilômetros a fim de ser reconhecido como tal.

Para incentivar a HDMC criou o Mileage Program (onde você recebe patchs conforme a quilometragem comprovada) e o Worl Ride Tour.

Esse ano o World Ride juntou um pouco mais de 17.000.000 kms (http://wilsonroque.blogspot.com.br/2014/06/world-ride-2014-numero-final.html), número que diminuiu conforme a postagem do Wilson Roque.

No ano passado eu entrei no site para registrar os míseros quilômetros que rodei na segunda (o World Ride acontece sempre no domigo e segunda) indo e voltando para o trabalho e acho que a metodologia deve ter sido a mesma.

Já li algumas postagens no Facebook, em grupos de proprietários, denunciando colegas que simplesmente registraram quilômetros com a moto parada na garagem.

Por que será que fazer quilômetros está se transformando em status? Aceito teorias.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

tentando explicar um mito

Wilson Roque postou hoje sobre uma matéria feita com Ken Schmidt, consultor de comunicação corporativa onde é tratado sobre a motivação do público na escolha da marca da motocicleta.

É interessante comprovar que a escolha pela marca faz parte de uma associação entre motocicleta e a experiência que esperam encontrar ao escolher a marca ao invés de outra marca diferente.

É nisso que se apoia a frase " se eu tiver que explicar, você não vai entender".

Vale a leitura: http://wilsonroque.blogspot.com.br/2013/10/harley-davidson-muito-alem-da-logica.html

sexta-feira, 24 de maio de 2013

a visão da HDMC para fidelizar seu cliente

A revista Duas Rodas publicou uma entrevista com Mark van Genderen, vice-presidente que cuida das ações da HDMC USA para a América Latina, onde o entrevistado afirma que "a compra da moto é só o primeiro passo".

Concordo com a afirmação do executivo, mas quando afirma no prosseguimento que "quando pensamos em ser uma fabricante de motocicletas diferente, isso inclui uma experiência premium para ao consumidor. A compra da moto é o primeiro passo, mas são os eventos, a customização e as roupas que  permitem ao cliente se sentir como um membro da família. É algo que tentamos fazer no mundo e que combina bem com o Brasil, com a paixão dos motociclistas pelas Harley.", a coisa muda radicalmente de figura.

Não tem como negar que todo mundo gosta de festa, de preferência com um planejamento mais antecipado, e que o life style é uma "modinha" que traz bastante lucro para a empresa, mas a "experiência premium" tem para mim outra definição: usar um produto confiável, sem aborrecimento para cumprir a garantia e sem precisar alternativas para conseguir peças de reposição.

Afirmar que o mercado brasileiro é importante para a matriz porque o país tem sido alvo de atenção das ações de marketing voltada para o life style não é motivo de satisfação para um cliente que fica com a moto parada por até um mês a espera de uma solução.

Pelo contrário: os relatos de problemas impedem a fidelização de clientes pela insatisfação com a marca na hora de resolver um problema que, dentro da ótica do consumidor, será sempre o problema mais importante  a ser resolvido para aquele proprietário.

O movimento FTF, que tem sido uma modinha para os calouros que querem ser aceitos entre veteranos, só ganha força com essa estratégia de valorizar o life style em detrimento do pós-venda.

Quando me perguntam se vejo algum fato que possa mostrar uma mudança nesse panorama, respondo que só vejo mudanças no momento em que o universo de proprietários de HD for maior que o universo de futuros proprietários de HD. Ainda é muito grande a demanda, a estratégia de marketing que mostra um cenário diferenciado apenas por ser um proprietário de HD é muito eficiente e a tendência de manter as vendas de motos zero em alta continua sendo cumprida porque ainda parece muito importante para uma parcela grande de proprietários e futuros proprietários ter uma moto nova, mesmo tendo de encarar os prováveis problemas durante o período de garantia.

Ainda não me convenceram a comprar uma HD novamente, mas enquanto isso vamos aproveitando as festas do marketing HD.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Mais novidades para os fãs do HD life style

A HT Moto turismo foi credenciada pela HDMC como Authorized Harley-Davidson Tours. A empresa foi escolhida pelos executivos da HDMc após um processo de seleção, o qual não conheço os critérios, e é a primeira empresa brasileira a conseguir esse selo de aprovação.

Nunca viajei com eles, inclusive a minha escolha para o primeiro passeio "guiado" nos EUA foi outra empresa: a Brazil Bike Tours, mas todos os relatos que ouvi dos colegas são de satisfação com os serviços da empresa e para mim os relatos contam mais que o selo de aprovação.

Para os seguidores da marca essa é uma notícia importante, já que o HDMC continua mostrando o interesse no mercado brasileiro ao seguir a cartilha do HD life style no Brasil.

Para a empresa é uma conquista, já que obteve uma conquista inédita no mercado de moto turismo brasileiro e se credencia como modelo na operação desse serviço.

Para os membros do HOG também traz benefícios já que tem desconto nos pacotes da empresa.

Para os dealers, passa a ser mais um serviço que podem oferecer com a chancela HD, aumentando mais ainda a oferta do life style vendido pela marca.

Para o consumidor também é uma boa notícia porque ganha referência no setor avalizada pela fábrica, passando a ter um padrão na hora da sua escolha, quem quiser conhecer a página da empresa: http://www.htmototurismo.com.br/ , onde entre outras abas é mantido um blog com as notícias da empresa. É de lá a fonte a da informação sobre a conquista do selo de aprovação (
http://blog.htmototurismo.com.br/category/universo-hd/ ).

A notícia não foi boa apenas para as demais empresas do setor, que ficam em desvantagem até conseguir o selo de aprovação da HDMC. Escolha é sempre pessoal e se para mim estar ou não aprovado pela HDMC não é um critério para fazer opção por esta ou aquela empresa, para muitos o selo define a empresa a ser escolhida. Isso vai marcar o mercado desse serviço e acredito que as demais empresas vão se empenhar para obter o selo.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Harley-Davidson Financial Services In Brazil

Na apresentação do HOG Rally de novembro de 2012, a HDMC já tinha ventilado a parceria com o Banco Bradesco para ativar o Harley-Davidson Financial Services no mercado brasileiro e neste mês foi divulgada através de press release a data para o lançamento do cartão de crédito, já que a parceria já funciona para financiamento de compra de motos novas: 15 de abril.

O que vem a ser esse serviço: fidelização do cliente com programa de recompensas através de pontos pelas despesas feitas com o cartão de crédito. Se a despesa for feita em dealer HD, a pontuação é dobrada.

Com pontos acumulados será possível trocar por motorclothes, acessórios, peças de reposição e descontos na compra de motocicletas zero km, tal e qual os cartões das montadoras de carros.

Além disso será disponibilizada aos clientes Platinum um concierge internacional, seguro em viagens e aluguel de carros e motocicletas feitos com o cartão.

Essa iniciativa mostra o prestígio do mercado brasileiro, segundo país a receber o serviço, e reforça a estratégia de faturar com o HD life style.

Os interessados podem fazer cadastro nos dealers a partir de 15/04 e nas agências do Bradesco a partir de 15/05. Quem já tiver o cartão no evento de 01/06 em São Paulo poderá pedir a edição especial comemorativa dos 110 anos da HDMC.

Anuidade do cartão: R$324 para clientes Gold e R$ 450 para clientes Platinum, compatível com as anuidades cobradas no mercado, mas espero que haja negociação como existe no mercado.

Mesmo considerando um privilégio em contar com o serviço antes dos demais mercados mundiais, ainda assim gostaria de já estar contando com uma distribuição mais eficiente de peças de reposição e um melhor pós-venda com preços competitivos. Vamos ver quando, e se, isso acontece.