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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

volta da FX: promessa não cumprida

A HDMC homologou o modelo FXST, conforme minha postagem anterior, e já aparece no site HDMC USA.

Com preço de U$ 13.500 chega para ser o modelo de entrada da família Softail, mas não traz nenhuma semelhança com o modelo FXST da década de 90 que abriu caminho para Blackline e Breakout.

A nova FXST é uma Street Bob cromada, como podem ver nas fotos:


Nova Harley-Davidson Softail Standard FXST 2020



Harley-Davidson Street Bob FXBB 2020

Se alguém quiser usar a facilidade de comparar modelos no site USA vai ver que as especificações dos dois modelos são idênticas, apenas com o ABS oferecido como opcional para a Street Bob e a diferença de preço de U$ 1.000 a maior no preço da Street Bob.

A FXST passa a ser mais uma bobber oferecida no catálogo USA e provavelmente virá com lançamento para o catálogo Brasil uma vez que as duas bobbers do nosso catálogo (Softail Slim e Street Bob) foram descontinuadas em 2020.

Para os fãs das choppers vai ser preciso gastar mais na compra da Breakout ou customizar a "nova" FXST colocando comando avançado, mudando o aro da roda dianteira e buscando uma traseira bob fender de preferência, conforme o catálogo de acessórios HDMC, em um dealer oficial.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

FXST: retorno merecido

Nada confirmado, apenas o pedido de homologação do modelo Softail Standard e Softail Standard Stage I junto ao órgão ambiental californiano.

A Califórnia tem uma legislação ambiental mais rigorosa e qualquer veículo para ser vendido em todo o território dos EUA precisa ser homologado na Califórnia, indicando assim que a HDMC prepara o (re)lançamento do modelo.

Ainda é cedo para saber como será o modelo, se uma releitura do modelo Standard tradicional ou releitura de algum de seus filhotes como foi a Blackline, mas tudo indica que será uma releitura do modelo tradicional lançado em 84, quando a família Davidson retomou o controle acionário da AMF e trouxe a família Softail equipada com o EVO 80 ci, uma vez que a Breakout (um dos filhotes da concepção chopper originada pela FXST) continua em linha.

A Ride Apart tem uma matéria falando sobre essa possibilidade (leia aqui) e o Bira soltou a novidade na time line dele no Facebook e postou no blog dele (leia aqui).

sábado, 10 de outubro de 2009

fim de vida da FX

O acidente da Silvana determinou o final da vida da FX. Mesmo que o seguro se decidisse a consertar a moto eu a venderia por conta do trauma, mas isso não aconteceu.

O valor do orçamento (que não tive acesso, mas o primeiro orçamento girava em torno de R$ 50K ainda sujeito à negociações entre a HD RJ e a companhia de seguros) determinou a perda total do veículo, sendo pago o valor da tabela FIPE para a motocicleta (R$ 33,4K), sendo parte para a financeira e o saldo para mim.

Do acidente até a análise do orçamento e decretação da perda total foram mais de 60 dias, devendo chegar a 70 dias até o pagamento final. Parte do atraso no procedimento foi devido aos problemas que enfrentei com a internação da Silvana, parte por conta da HD RJ em elaborar o orçamento. Da seguradora (Allianz) e do corretor de seguros (Luis Mário) nada a reclamar, pelo contrário pois foram eles que pressionaram tanto a HD RJ para o término do orçamento quanto a mim para a entrega de documentos. Nota dez para o Luis Mário.

Uma dica para quem tiver a infelicidade de usar o seguro em caso de perda total: se a apólice não fizer menção explícita aos acessórios instalados na motocicleta, a propriedade dos mesmos é do segurado e não da seguradora, por conta disso retirei os acessórios que estavam em bom estado e vou negociá-los a parte.

Levando em consideração o valor a recebido, o valor que deixo de pagar à financeira e o valor de mercado dos acessórios retirados, acredito que a FX vá chegar a um valor de venda bem próximo à R$ 40K, bem superior ao valor de mercado dessa motocicleta.

Atulizando o histórico da FX antes do acidente, ela rodou pouco do início do ano até hoje (está com 22000 kms), mas sofreu várias alterações por conta da idade e do projeto inicial de customização.

A moto foi ao XII HOG Rally, em Campos do Jordão, e esticou até São Paulo por conta de uma semana de férias e essa foi a viagem mais longa dela. A roda traseira foi substituída pelo par da roda dianteira, trocou pastilhas de freio (ainda com meia vida) e fez cromagem em diversas peças. A bateria necessitou ser trocada (mais do que normal para uma moto com quase cinco anos e ainda usando a bateria original). Na troca da roda e pastilhas o serviço custou R$ 2,7k, a cromagem gastou mais R$ 6K e a troca da bateria e um o-ring R$ 500, aumentando o custo por km rodado para R$ 1,55.

Levando em conta a diferença entre os valores pagos na compra da moto e os valores apurados com a perda total, acredito que o custo por km rodado acabou completamente amortizado.

A média de combustível permaneceu constante em 13 km/l no uso urbano e 20 km/l no uso na estrada.

Seguro renovado por mais um ano apresentou queda no valores pagos: R$ 870.

Um detalhe merece ser comentado: durante a cromagem feita na HD-Pimenta em São Paulo, descobriu-se que os espaçadores das varetas do comando de válvulas estavam com problemas e necessitaram ser trocados. Isso foi causado, provavelmente, pelo tempo que a motocicleta tem e não foi a primeira FXS que apresentou esse problema no espaçador. Embora seja um defeito simples de corrigir, pouca gente procura por ele. Fica o comentário.

Também durante a cromagem, a moto acabou sendo totalmente revisada pois os lubrificantes e filtros foram trocados (foi cromada a tampa completa da primária, cabeçotes, coroa, manetes, canelas e tampas completas da caixa de marcha e inspeção), além da troca do fluído de freio por DOT 5 e verificação de pastilhas de freio e ajustes de cabos. Moto foi reapertada e ficou na oficina durante o tempo em que estivemos viajando em Maio deste ano.

Sobre o serviço da HD Pimenta, recomendo desde que o próprio Pimenta se ocupe da motocicleta ou que você tenha tempo para acompanhar o serviço. Pequenos problemas surgiram da montagem das tampas cromadas. Tive um vazamento no tanque de gasolina por conta de um o-ring mal colocado e a bateria (que já estava nas últimas) acabou perdendo carga (que já havia sido recarregada no Pimenta) com as sucessivas tentativas de fazer o motor funcionar e acabou com sua vida útil.

E como último comentário sobre a FX: o serviço de desmontagem dos acessórios feito pela HD RJ. A César o que é de César. Do mesmo modo que me sinto a vontade para criticar quando encontro motivos, tomo a mesma iniciativa quando surge a ocasião para um elogio.

A HD RJ, através do Zé Roberto (gerente da loja), do Bento (gerente da oficina) e do Mauro (chefe da oficina), fez um serviço rápido e teve uma atitude extremamente elegante e que não se encontra mais no mundo atual. Levando em conta a gravidade do acidente com um dos membros da comunidade HD, fez a cortesia de executar todos os serviços de desmontagem para retirada dos acessórios em bom estado e montagem dos componentes originais que ainda tinha em meu poder sem qualquer custo. Agradeço também ao Eduardo da Brazil Custom que me cedeu um pneu usado sem qualquer custo e ao Adriano que me devolveu o aro e câmara de ar que ele não chegou a usar e eram originais da FX.

Essas atitudes demonstram muito bem o diferencial que a gente encontra na comunidade HD. Sempre que um harleyro precisa de um auxílio, sempre existe um outro harleyro com a disposição para tal.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Fotos das motos de casa

Quando disse que considerava a minha pronta, alguns colegas ficaram curiosos com o resultado. Atendendo a pedidos, vamos ao resultado:

Nesta foto, ela ainda estava com os bancos originais e sem as Highway Footpegs, mas dá para ver como ficou o farol depois de colocada a capa do farol:



E nestas fotos, a moto já está com o banco novo (original de Night Train) que venho usando porque praticamente não carrego garupa e as Highway Footpegs:








Eu não uso windshield e tenho sissy bar destacável que venho usando basicamente para colocar as bolsas de viagem. Como uma das bolsas fica no lugar do garupa, acabo ficando com um belo sofá para me recostar durante a viagem e com as Highway Footpegs posso esticar as pernas sem problemas com o vento empurrando os pés.




A FX ainda não considero como pronta porque faltam detalhes como tampa da primária, inspection cover e outros detalhes menores, mas vai mudar bem pouco do que está hoje. A principal mudança que ainda não tenho foto foi a troca do aro traseiro raiado por um de liga leve para eliminar a câmara de ar e dar uma maior segurança à moto.