sábado, 8 de agosto de 2015

Sturgis comemora 75 anos de Rally

Sturgis é uma pequena cidade da Dakota do Sul e é o evento custom mais tradicional do calendário, tanto é assim que a HDMC firmou contrato para ser patrocinador oficial do evento pelos próximos 75 anos.

Esse ano o Giba da Brazil Bike Travel organizou um pacote para os interessados e, pelas fotos que tenho visto no Facebook, parece que está sendo uma viagem bem divertida.

É um projeto pessoal para os próximos anos e sugiro a quem tiver oportunidade que vá pelo menos uma vez.

novo recall para o Rushmore Project

E como em toda novidade nos projetos HDMC, o laboratório é o uso das motos pelos proprietários, a fábrica convoca para novo recall os proprietários de Tourings que usam os alforges rígidos que foram reprojetados com o Rushmore Project.

Desta vez são as travas dos alforges que podem se soltar e deixá-los caírem da moto.

Essa situação foi alvo de uma acusação de furto no estacionamento da Rio HD durante o café da manhã, mas o alforge foi encontrado sendo anunciado na OLX e na tentativa de recuperar, o anunciante informou ter encontrado o alforge na rua. Algo possível com essa notícia de recall.

Wilson Roque publicou post referente ao recall e para maiores informações:

de volta a realidade brasileira

Pouco antes de viajar com a família para visitar a outra parte da família, Bayer publicou um post sobre o panorama que ele via na terra brasilis (http://olddogcycles.com/2015/07/ainda-vale-a-pena-andar-de-moto-no-brasil-ou-melhor-ainda-vale-a-pena-ser-brasileiro.html).

Eu concordo com a visão dele e nada confirma mais isso que voltar de férias.

Estive em Portugal, país pequeno que produz pouco e importa quase tudo. Um primo pobre na reunião de parentes ricos que é a Europa.

Passou por um crise econômica, vem fazendo os ajustes que o Brasil já fez na época da hiper inflação e começa a colher resultados. Ainda falta muito, mas vejo um panorama de evolução positiva no país.

Já na terra brasilis vejo um cenário de regressão agravado por uma crise moral. Num cenário onde a culpa da crise econômica é creditado a uma crise política ao invés de se combater os problemas de gestão que estão presentes no país e são disfarçados com todo o tipo de retórica para tentar justificar as escolhas da última eleição, nada se faz para buscar soluções realmente eficazes.

O país não vai mudar apenas com a troca da presidente (e não vejo razões jurídicas para as manobras que são feitas para um impeachment) e muito menos vai mudar se por um "milagre brasileiro" o candidato derrotado assumisse o governo. O país não é um time de futebol que está perdendo partidas e troca-se o técnico.

A falta de auto-crítica é total: brasileiro não conta derrota, e quando acontece alguma derrota a culpa não é dele, mas sim de terceiros que o estão boicotando. No país do "nunca antes" tudo são vitórias e os problemas são tentativas de golpe.

Não se trata de desmerecer as conquistas, mas sim de não esquecer as transgressões e buscar culpados para a devida punição: esse é objetivo da auto-crítica.

A solução passa pela educação do povo e não pela alfabetização funcional do povo ou pela chegada de mais alunos ao terceiro grau. A falta do exemplo doméstico deixa a população sem parâmetros do que é certo ou errado, acreditando em todo o tipo de bobagens que venha a ser publicada nas redes sociais.

A educação pelo exemplo é a principal diferença que vejo na comparação com Portugal, país que tem os mesmos problemas de tráfico de influências e corrupção, e apesar disso a impunidade não acontece. Pasmem: até o ex-presidente Lula vem sendo alvo de investigação por tráfico de influência na negociação que envolveu a Portugal Telecom nas privatizações das empresas de telefonia brasileiras.

É essa mesma educação que permite à motocicletas usarem a faixa de ônibus em nome da mobilidade urbana, que faz o carro parar na faixa de pedestre assim que o pedestre se aproxima do meio fio para atravessar e que permite ao cidadão entender que existem medidas a serem tomadas para chegar a um objetivo.

A perda da sensação de segurança social é o que mais incomoda na chegada ao Brasil.

E o que mais provoca a vontade de não continuar na terra brasilis.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

retomando o blog

Depois de merecidas férias com a família, estou retomando o blog.

Vou moderar os comentários que ficaram pendentes nestas três semanas e responder.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

ABRACICLO publica números referentes ao primeiro semestre

No início do mês, o Wilson Roque já abordou os números da HDMC, mostrando que o ano vai bem longe das metas planejadas (http://wilsonroque.blogspot.com.br/2015/07/harley-davidson-brasil-fazendo-um-bom.html).

As seguidas promoções mostram o esforço para diminuir o mau desempenho das vendas no início do ano e se traduzem em 3611 unidades produzidas e 3289 unidades vendidas, projetando 7200 unidades produzidas e 6600 unidades vendidas para 2015.

Esses resultados já mostram um aumento nas vendas projetadas a partir dos números do primeiro trimestre (http://wolfmann-hd.blogspot.com.br/2015/04/numeros-abraciclo-para-o-primeiro.html) chegando perto dos melhores números da marca desde que assumiu a operação no Brasil (foram 7377 unidades e 7416 unidades vendidas em 2012).

O top ten do momento traz a Iron com 516 unidades vendidas, Breakout com 315, Sportster 1200 Custom e Limited com 311, Fat Boy Special com 252, Sportster 48 com 224, Fat Boy e Heritage com 166, Dyna Street Bob com 144, e Dyna Fat Bob com 137.

A Família VRSC parece estar perdendo folego no Brasil: com 230 unidades vendidas (129 na versão Night Rod e 101 na versão Muscle), ficaria apenas em sexto lugar no top ten e consideradas em separado ficaram de fora do top ten.

A Dyna Low Rider confirma a posição de mico do ano, com apenas 52 unidades vendidas nos primeiros seis meses do ano. Não acho que vá emplacar 2015 se houver necessidade de abrir espaço na linha de produção, o que será uma pena porque acho esse modelo muito interessante em termos de ergonomia.

E as clássicas continuam com seu público cativo: Softail Deluxe e Road King Classic mantém uma venda constante ao longo de todo o primeiro semestre, com números bem próximos dos últimos colocados no top ten atual: a Deluxe vendeu 124 unidades e a Road King 135.

A Street Glide Special perdeu folego com a chegada da versão CVO, vendendo menos da metade da média nos 4 primeiros meses, o modelo contabiliza 100 unidades vendidas no primeiro semestre.

A Street Glide CVO vendeu apenas 13 unidades em Maio e Junho que agregados aos números da versão standard, deixariam a Street Glide dentro da média mensal de 18 unidades.

A ressurreição da Road King Police mostra que o modelo continua com excelente aceitação no Brasil: todas as motos que foram oferecidas tiveram rápida saída, mesmo não sendo um modelo com a mais recente tecnologia empregada no Rushmore Project.

As versões CVO mostram um detalhe interessante: a Breakout, mesmo fora do catálogo 2015, vendeu o excedente de 2014 em Março e Abril, e consegue números melhores que os dois modelos do catálogo 2015: tem 29 unidades vendidas contra 22 da Limted e 13 da CVO.

Apesar da aproximação do Dealer´s Convention 2015 em Agosto, onde será apresentado o catálogo 2016 da HDMC para o mercado, por aqui só devemos ter novidades no Salão Duas Rodas que acontece em Outubro.

Até lá a HDMC deve manter o mercado se movimentando com os eventos life style nos dealers e as promoções de juros baixos para modelos que precisem melhorar as vendas. Depois da apresentação do catálogo 2016, o mercado se movimentará pela espera dos novos modelos.


Commander II atingindo a marca de 20000 kms

Comecei a usar os Michelin Commander II em setembro de 2012 (http://wolfmann-hd.blogspot.com.br/2012/09/rodando-com-os-michelin.html) e atualmente estão na marca de 19.500 kms rodados.

Em dezembro do ano passado já comentava que esse jogo de pneus não deveria ser problema na vistoria de licenciamento 2015, na época com 17.000 kms rodados (http://wolfmann-hd.blogspot.com.br/2014/12/2014-termina-com-fat-sem-problemas.html), fato confirmado.

Nada indica que o pneu traseiro vá terminar antes de completar a marca dos 20.000 kms, e na minha avaliação acredito que vá chegar muito perto da marca de 25.000 kms.

O pneu dianteiro apresenta melhores condições e deve confirmar a prática de dois pneus traseiros a cada pneu dianteiro, o que me deixa com pelo menos outros 20.000 kms antes da troca do dianteiro.

Na relação custo benefício os Commanders II já tem a vantagem 30% a mais na durabilidade e na comparação com o Dunlop deve ter a mesma durabilidade ou pouco maior, mas já ganhou no custo cerca de 40% mais barato.

As impressões de uso continuam muito boas, sem sustos no piso úmido ou molhado, sem mostrar desgaste excessivo no centro em relação aos ombros do pneu ("pneu quadrado") e mantendo boa dirigibilidade em baixa ou alta velocidade.

Vamos ver se esse pneu traseiro vai me levar ao Salão Duas Rodas em Outubro.

terça-feira, 14 de julho de 2015

V-Rod é a promoção da vez

Recebi e-mail do marketing dos dealers onde estou cadastrado oferecendo a V-Rod Muscle com entrada mais 24 parcelas com juros de 0,49% a.m. ou bônus de R$3.000,00 para quem comprar a vista.

A cada mês a HDMC coloca um modelo na promoção, e nada indica que a promoção anterior (Sportster Iron) já tenha terminado.

Acredito que teremos um ano de promoções com os modelos se alternando. Vale ficar atento para quando o modelo pretendido entrar em promoção.