sábado, 8 de abril de 2023
HDMC Brasil: o que espero para 2023
Harley-Davidson: line up 23 e tabela
sexta-feira, 7 de abril de 2023
FENABRAVE: emplacamentos primeiro trimestre
Muito vem sendo comentado sobre a economia brasileira principalmente sobre uma possível recuperação, plataforma do governo eleito, mas o primeiro trimestre terminou aos soluços: com crises e falas desmentidas tivemos uma inflação ainda acima da meta, produção abaixo do esperado, férias coletivas e taxas de desemprego subindo.
No que interessa ao mundo das duas rodas, as montadoras não parecem muito confiantes neste ano, vivendo uma expectativa antes de começar realmente a trabalhar, desovando estoques (a HDMC praticamente não produziu no primeiro bimestre pelo que a ABRACICLO publicou e ainda não atualizou o primeiro trimestre) e mantendo o mercado em compasso de espera.
A FENABRAVE já divulgou os números referentes ao primeiro trimestre e praticamente todas as montadoras vem projetando números inferiores aos conseguidos em 2022: somente a Royal Enfield e a Triumph projetam números melhores, mas dentro de uma margem de erro podemos dizer que o melhor que as montadoras parecem projetar será repetir 2022.
Projetando os emplacamentos para 2023, temos a BMW com 2.843 no primeiro trimestre (11.372 no ano), a Royal Enfield com 2.739 no primeiro trimestre (10.956 no ano), Triumph com 1.355 no primeiro trimestre (5.420 no ano), HDMC com 322 no primeiro trimestre (1.288 no ano) e Ducati com 263 no primeiro trimestre (1.052 no ano).
Os números da HDMC tradicionalmente melhoram ao longo do ano por conta de féria coletivas no início do ano e na ABRACICLO os modelos esperados para 2023, Sportster S (já está em pré-venda e em exposição no show room das revendas), Nightster e Low Rider ST ainda não aparecem na divulgação pela ABRACICLO como tendo iniciado produção, e por isso acho falsa essa primeira projeção de apenas 1.300 emplacamentos em 2023: no mínimo vai empatar com 2022.
Vale notar que a Royal Enfield com um catálogo de motos de cilindrada média vem performando muito bem e se torna dona de um nicho que as montadoras premium, exceção à BMW com sua linha de 310 cc, e as japonesas descuidam há muito tempo. Existe demanda para motos de média cilindrada no mercado brasileiro.
Voltarei a analisar as marcas premium quando a ABRACICLO divulgar os números do primeiro trimestre.
quinta-feira, 6 de abril de 2023
ABRACICLO: fechando 2022
Espero que a marca retome suas marcas de 5.000 motos porque atualmente a HDMC Brasil produz um quinto do que produz a BMW, atual líder nesse segmento de motos premium.
A Royal Enfield, mesmo sendo uma marca tradicional não faz parte do segmento premium, mas serve como parâmetro de vendas, continua fora da ABRACICLO e não tenho como avaliar a produção da marca, mas pelo relatório de emplacamentos fornecido pela FENABRAVE tem crescido muito, com números bem perto da líder BMW, mostrando que vale a pena investir na escala de produção.
Para deixar postado, o número de emplacamentos fornecidos pela FENABRAVE mostra a BMW com 12.707 unidades emplacadas, seguida pela Royal Enfield com 10.126 emplacamentos, Triumph com 5.212 emplacamentos, HDMC com 2.032 emplacamentos e a Ducati com 1.098 emplacamentos.
A Road Glide CVO teve 24 unidades produzidas e ainda existem 2 unidades a serem vendidas.
A Sport Glide fica com o mico do ano, muito por ser a única com o motor M8 107, com apenas 54 unidades produzidas. O modelo saiu do catálogo americano e brasileiro, mas o motor M8 107 ainda está em produção para mercados especifícos.
Low Rider S: 4 meses após a falha na bateria
A bateria está em fim de vida: já são 26 meses de uso inconstante com a bateria original, uma Moura, e ela vem "arrastando" na partida desde fim de janeiro.
Aos amigos do blog que mandaram comentários enquanto estive ausente do teclado dando sugestões sobre defeitos, agradeço as sugestões. Obrigado pela ajuda.
quarta-feira, 16 de novembro de 2022
Low Rider S: bateria volta a falhar
Em março deste ano, quando levava a moto para a oficina autorizada, tive um problema na porta da oficina quando a moto apagou e só voltou a ligar depois de algum tempo parada (cerca de 10 minutos enquanto esperava a oficina abrir as portas).
Problema relatado, mecânico rodou o diagnóstico sem encontra erros anotados no log e sugeriu deixar a moto passando a noite em carga lenta.
Problema resolvido até segunda feira passada (14/11) quando a moto apagou em um sinal de trânsito e a bateria não conseguiu virar o motor de arranque para por o motor em funcionamento novamente.
Encostei a moto, rodei o diagnóstico sem encontrar erros anotados no log e fiz mais algumas tentativas sem sucesso.
Com a moto encostada, fui procurar o contato da seguradora para pedir reboque e perdi alguns minutos. Nisso o motor esfriou e antes de fazer contato com a seguradora fiz uma "última tentativa"e o motor virou e entrou em funcionamento com a bateria mostrando algum esforço (aquela tradicional arrastada antes do motor dar partida).
Rodei ontem, hoje ela ficou na garagem por conta do mau tempo e vou voltar a acompanhar o problema: com certeza a bateria está no final da vida útil, mas acho estranho não haver erro anotado no log e a moto voltar a virar (com esforço) quando o motor esfriou.
Não parece ser um problema de regulador de voltagem e se estiver relacionado com a temperatura do motor pode ser um aquecimento na bobina, mas sem erro aparecendo para dar uma confirmação a culpa vai acabar nas costas da bateria.
Manter a moto em uso para ver o que acontece.
terça-feira, 8 de novembro de 2022
Low Rider S: limpa novamente
Os pontos de oxidação na suspensão dianteira sumiram, mas os demais pontos tradicionais de oxidação (espelhos, suportes de pedaleiras e manetes) continuam presentes.

