sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Group Riding - primeiro curso

Não é em tempo real, mas terminou o primeiro curso de orientação para viagens de motocicleta realizado na loja Rio Harley-Davidson.

Estiveram 43 colegas presentes no curso que contou com a participação do Artur Albuquerque, o diretor Road Captain, e Fernando Tanure, um dos membros da equipe de estrada do HOG RJ. Eu não pude acompanhar por força de compromissos de trabalho que acabaram por me segurar além do que esperava no trabalho.

De acordo com a mensagem do Rodrigo Azevedo, diretor do Chapter, o curso foi bastante interessante e no momento ocorre uma confraternização, com aqueles que ficaram após o término do curso, no Cervantes na Barra.

Será programado uma nova edição do curso para os interessados que não puderam participar. Acompanhe a página do HOG no Facebook: www.facebook.com/hogriochapter .

passeio noturno HOG RJ

Confirmado o Night Train de sábado.

Roteiro definido saindo pontualmente às 19h00 do posto Ipiranga ao lado do Barra Garden seguindo pela orla até Ipanema para acessar a Lagoa Rodrigo de Freitas.

O destino é o quiosque Palaphita perto da curva de acesso ao corte do Cantagalo na Epitácio Pessoa.

Vamos torcer por uma noite agradável para aproveitar bem.

GS Vitória foi cancelado

Em virtude de chuvas e problemas de alagamentos nas cercanias do local onde se realizaria o Garage Sale de 21/01, a organização decidiu cancelar e anunciar ou nova data ou novo local.

Quem já estava nos preparativos é bom repensar, com o período de chuvas a aventura da BR-101 fica mais complicada.

Mais detalhes no blog do Leo Dalla: http://circumano.blogspot.com/

to be HD or not to be HD? That´s the question...

A Dyna mostra os motivos para ser considerada como a entrada no mundo das Twin Cam: como o preço é bastante competitivo e o brasileiro adora comprar cilindrada sem levar em consideração o perfil de uso, o consumidor que procura uma moto grande e com preço bom pensa na Dyna e muitas vezes comparando com outras marcas e outros segmentos como as Bandit e BMWs da série 800 por conta de valores de compra.

Nesse momento aparecem as dúvidas: vale a pena, gasta muito, é pesada e etc.

Nos fóruns de proprietários temos sempre as mesmas conversas e a conclusão que sempre aparece é que se você não quer uma HD, dificilmente irá encarar as características que regem o mundo HD.

Temos vários problemas conhecidos e que espero que sejam resolvidos com uma atuação forte da HDMC no mercado brasileiro. As motos tem diversas características que as tornam diferenciadas em relação às demais custons presentes no mercado e não dá para comparar alhos com bugalhos (além de ter duas rodas e motor: Suzuki Bandit, BMW F800GS e Dyna não tem mais nada em comum).

Minha resposta em um dos tópicos do Fórum do Motonline (http://www.motonline.com.br/) fala exatamente sobre essa escolha entre modelos tão diferentes, em que o colega em dúvida recebeu várias informações e recomendações para fazer test-drive.





A questão do test drive continua sendo muito complicada, e não apenas na HD.

Sempre que vou fazer um test drive, se o vendedor não for conhecido de muito tempo, o máximo que se consegue é uma volta no quarteirão ou pouco mais.

No RHD haviam os ride drive: para quem conhece o Rio era uma volta pela pista do Aterro do Flamengo retornando à Marina da Glória, para quem não conhece era uma volta de 10/15 minutos em uma pista praticamente reta, com apenas uma curva mais fechada em um piso que não reflete a condição de uso que se encontra na maior parte do tempo e com velocidade limitada pelos radares de velocidade.

A impressão que se tem ao terminar este ride drive é que a moto é ótima, independente de marca ou modelo, porque não existe simulação de uso, simplesmente uma volta para se acostumar com os comandos: você não freia forte, não acelera forte e não faz curva rápida, sempre com bom piso.

Eu desconsidero o test drive como fator de decisão de compra, serve para descartar o que não me agrada logo na primeira impressão, mas não tira dúvida entre dois modelos que estou pesquisando.

Vale mais as impressões de proprietários que o test drive. Proprietário usa o veículo e sabe onde é o calo. Dessas opiniões eu vejo se quero encarar o desafio de usar ou não porque mesmo assim é subjetivo.

HD não é moto de números ou resenhas: ou você quer uma ou não. Se quiser a moto vai encarar todo e qualquer pepino exatamente porque você quer a moto. Se tem dúvidas sobre o seu grau de satisfação em comprar uma, desiste.

As HDs já começam na contra-mão nos controles: seta em cada lado do guidão, buzina no lugar do start. Ligou a moto, ela parte pesada e celebra com uma bela explosão nos escapes. Engata a primeira e parece que caixa de marcha vai cair. Sai com a criança na rua e o motor torcudo vive te surpreendendo com o empurrão... e por aí vai, é diferente de tudo quanto é japonesa ou européia.

Eu nunca fui um fã da marca. Andei com as custons japonesas por nove anos e comprei a Fat por insistência da Silvana porque o modelo que eu queria não tinha (uma Night Train) e acabei sendo um dos defensores da marca e do uso da marca porque a moto me conquistou com a simplicidade e confiabilidade. Minha moto não me deixa na mão, conheço bem e sei que senão abusar dos limites não há coisa melhor. Se abusar, nem que seja levemente, a moto vai te derrubar porque é pesada e com Centro de Gravidade baixo.

Eu recomendo a qualquer um, mas os modelos tem diferenças entre si e para o meu uso precisam ou não ser melhoradas. Entre Dyna e Softail, eu prefiro uma Softail. Um grande amigo meu diz que Softail é moto de coxa, no que tem razão... foi a primeira ser montada nos coxins de borracha e isso para mim é qualidade e não defeito.

Os puristas andam atrás de carburadas, que vibram e rebolam quando entram nas curvas. Tentam tirar "200 cavalos do motor EVO", mas esquecem da inércia na hora da freada.

Walves, a moto é boa, as concessionárias são fracas e os preços praticados no mercado oficial são caros. A fábrica diz que isso vai mudar, mas em quase um ano de atuação vejo que mudou apenas o gerente... o resto segue o mesmo, inclusive contratando ex-funcionários.

Se tiver a fim da moto, compra porque a moto é show de bola. Se tiver dúvidas por conta de fatores extra-moto, não compra para evitar se aborrecer como o Jacques se aborreceu.


Isso gerou uma série de comentários, mas o Andreati, colega forista dono de uma Dyna e que já rodou um pouco com a moto sintetizou perfeitamente os motivos para escolher uma HD:



viajando um pouco sobre as diferentes formas de encaras as "características" (defeitos???) das HDs, posso estar falando uma bela besteira e gostaria de saber o que os amigos pensam a respeito, mas minha visão é + ou - essa:

Há muito, muiiito tempo atrás, num reino distante... ops, me empolguei...

recomeçando

Há algum tempo atrás, devido há deficiências tecnológicas e/ou menor exigência do mercado, as motos (veículos, em geral) eram cheias de coisas que hoje seriam consideradas defeitos. Vibravam, esquentavam, o câmbio fazia barulho, não eram lá muito estáveis.

Aí, com o aumento da tecnologia, redução de custos, aumento de concorrência e consequente maior exigência dos consumidores, as motos foram "evoluindo". Menos vibrações, mais potência, menos ovos fritos, mais estabilidade... E foram ficando cada vez mais parecidas, ao menos tecnicamente. Ou alguém acha que existe graaandes diferenças entre uma Hornet, uma Z750, uma Fazer 600 e uma Bandit?? Tem lá as suas diferenças, uma é (um pouco) mais potente, outra (um pouco) mais confortável, e por aí vai. Mas no geral são bem parecidas, não tem características que as destaquem claramente das rivais.

Aí um fabricante que era um pouco mais doido que os outros resolveu manter os "defeitos" das motos de antigamente, apenas minimizando os efeitos, e consequentemente mantendo não só o visual mas também um pouco do "feeling", das sensações, de toda a magia que era (é) pilotar aquelas maravilhosas máquinas antigas e cheias de "defitos".

Então, quem estiver disposto a encarar o "restinho" dos "defeitos" das motos de antigamente, tem mais é que mergulhar de cabeça numa Harley-Davidson. De novo, chacoalha em marcha lenta (lindamente!!!), esquenta no trânsito, te obriga a maneirar nas curvas... faz um barulhão (delicioso!!!) ao engatar a primeira... mas não é nada que não dê pra conviver... pelo contrário, pra mim isso é só parte da experiência, se "arrumassem" esses "defeitos" podiam mudar o nome para Honda-Davidson heehehe

É isso que faz de nossas motos únicas.

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Agora, se acha que esses "defeitinhos" são ruins pra vc, vá para as japas ou BM... antes de comprar a minha pensei seriamente numa Banditona 1250. Não vibra, não esquenta, faz curvas, o câmbio não faz "clunk!!"... e por isso mesmo não tem 0,00001% do charme ou da sensação que uma HD proporciona.

Sim, estou parecendo um aficcionado falando. Juro que eu não era. Culpem a Dyna por isso, não eu.


É isso. Se você não sabe o que te esperar, o Andreati já resumiu. Se mesmo assim você continua em dúvida, não vai ter como explicar melhor... mais uma vez recorro ao jargão: "se eu tiver que explicar, você não vai entender".

sábado, 7 de janeiro de 2012

Recomeço do HOG RJ

Com a nova diretoria do Chapter RJ anunciada no RHN acontecido em 17/12, o HOG RJ vem recomeçando sua função de sala de entrada para os recéns chegados ao mundo HD.

Durante o ano passado o HOG RJ acabou diminuindo sua atuação embora o Rodolfo e o Rogério seguissem tentando manter o ritmo, mas o clima difícil da transição do dealer e entrada da HDMC, a indecisão em nomear um dealer para o Rio e as dificuldades enfrentadas pelo novo dealer para se estabelecer tornaram tudo muito mais difícil para os dois ex-diretores.

Os colegas de HOG setorizaram os encontros, os pequenos grupos firmaram suas afinidades criando outros grupos e o acolhimento aos recém-chegados ficou extremamente complicado.

Com a inauguração e funcionamento efetivo do dealer, o evento RHD e a festa de fim de ano beneficiente que contou com o apoio de todas as tribos, o HOG começou a se estruturar novamente.

O primeiro passeio da nova diretoria era para ser o último da ex-diretoria e acabou servindo como experiência para ser debatida entre a direção do dealer, a direção do Chapter e a equipe de estrada nomeada.

Dessas reuniões já surgiu o primeiro curso de orientação para viagens de motocicleta, o Group Riding. O curso vai ser apresentado pelo Artur Albuquerque, Road Captain que faz parte da diretoria do Chapter RJ e pelo Fernando Tanure, um dos membros da equipe de estrada do Chapter RJ.

Os dois tem bastante experiência em viagens de motocicleta e em viagens em grupo. O Artur dispensa apresentação pelas longas distâncias percorridas (todos devem ter tido notícia da última viagem ao Alaska-USA que ele fez partindo aqui do Rio) e o Tanure é capitão do Batalhão de Guardas do Exército Brasileiro, com grande experiência em escolta.

Para maiores informações sobre este curso, vale acessar a página do dealer (http://www.rioharley-davidson.com.br/) ou na propria fã page do Chapter RJ no Facebook (https://www.facebook.com/#!/hogriochapter).

Outro detalhe que vale comentar é o acolhimento de sugestões de passeios. É muito difícil motivar os veteranos a fazer os B&V pela quilometragem que já se fez em passeios. Destinos com cerca de 100/150 kms são poucos e trazem poucas novidades, embora seja sempre estimulante para os calouros que chegam. Sugestões também podem ser feitas pela página no Facebook e o passeio decidido durante a semana que passou para ir almoçar no restaurante Dom Pascual em Vargem Grande (cerca de 50 kms da loja HD) foi em acolhimento de sugestões de que não se poderia deixar de fazer alguma coisa. Poucas motos estiveram no passeio (cerca de 15 motos, com um convidado), mas acabou sendo um encontro divertido entre os veteranos (maioria) e os calouros que venceram a timidez e se juntaram ao grupo.

Com a intenção de agregar, também acatando sugestões feitas no Facebook, a diretoria está programando atividades diferentes dos tradicionais passeios de sábado pela manhã, marcando um Night Train pela orla carioca para o próximo sábado (14/01) e festa de carnaval em fevereiro.

E com tudo isso ainda se tenta marcar uma estrada: no fim do mês de janeiro já está programada uma visita à AMAN em Resende inciando as estradas de 2012 pela Dutra, estrada que não se roda faz tempo.

Tenho certeza que teremos vários corneteiros que estarão reclamando de detalhes ou problemas imaginários com o intuito de simplesmente atrapalhar a comunicação entre os interessados e a diretoria sem apresentar uma sugestão para melhorar ou resolver o "problemão" que só ele pode ver, mas isso sempre existiu no HOG e em qualquer grupo.

Apesar do cargo de diretor não acrescentar nada aos ocupantes além das amizades que se conquistam com o convívio, ocupar o cargo parece inspirar bastante os corneteiros de plantão e esse é um dos grandes motivos que levam muitos a não aceitá-lo: falta de paciência com críticas imotivadas.

Critícas e sugestões de soluções são importantes para que o Chapter seja produtivo. A página do Facebook é um excelente canal para isso e essa é uma das formas de participar das atividades do Chapter. Use os canais para participar, procure conversar com os veteranos, se apresentem para os diretores pessoalmente e curtam as estradas com o Chapter.

Participar do HOG não é obrigatório, participar do HOG não implica em viajar em grupo se você não gosta de viajar em grupo e participar do HOG não vai transformar a sua vida como sendo uma experiência única.

A nova diretoria está se esforçando e a escolha é sempre individual.

Participar do HOG é apenas um dos vários caminhos (que muitos sequer consideram uma alternativa viável) para tentar entender o mito HD e se eu tiver que explicar, você não vai entender.

Sportster XL 1200 custom

Já se encontra em exposição no salão da Rio Harley-Davidson o primeiro dos oito novos modelos apresentados no Salão Duas Rodas e RHD: a Sportster 1200 custom.

Com a pedaleira avançada, banco mais confortável que as irmãs 883 e pedaleiras avançadas, a XL 1200 mostra ser uma boa opção para quem quer uma moto mais leve que as softails e dynas sem perder folego em relação aos modelos maiores.

Embora tenha certeza que nenhum dos modelos das irmãs menores (as Iron e Roadster) não devam nada em termos de rendimento na estrada aos modelos equipados com os motores maiores, o motor Evolution 1200 representa um folego extra que é muito bem vindo na hora de viajar engarupado e com bagagem, sem falar que é tão (ou mais) divertido quanto o Evolution 883.

Fiz o ass test, dessa vez sem os cavaletes que seguravam a moto nos eventos de divulgação e achei a moto leve e bem confortável. Não vi grandes diferenças nos amortecedores, sinal que o calcanhar de aquiles da família Sportster segue presente.

E antes que digam que é preciso trocar as suspensões, recomendo usar a moto e sentir a real necessidade de modificar as suspensões, tão criticadas quando são substituídas pelas Progressive Supension, mesmo sabendo que essa modificação implica em up grade muito recomendado pelos proprietários das Sportsters.

A posição de pilotagem está na medida certa para mim, sem maiores problemas com relação à ergonomia da moto. Um piloto mais alto provavelmente vai acabar se sentindo apertado na moto e olhando com muito bons olhos a Dyna Fat Bob ou a Softail Blackline.

O preço do modelo é o maior da família Sportster, mas ficará abaixo da Dyna mais barata após a entrada da nova tabela (por enquanto se encontram Dynas pelo mesmo preço da Sportster custom), representando uma opção a ser levada em consideração na hora da escolha da moto zero em 2012.

Espero dar uma volta na criança em breve já que um amigo já incorporou o modelo à sua frota de HDs e a mesma se encontra em fase de ativação e licenciamento.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Garage Sale em Vitória

Para quem quer motivo para rodar um pouco, vai acontecer em Vitória o primeiro Garage Sale do ano.

Será dia 21/01 no Bad Service: rua Almirante Tamandaré 245 na Praia do Suá.

Aproveitem que 20/01 é feriado no Rio, curte o Garage Sale em Vitória no sábado e volta no domingo.

Por conta de compromissos de família não irei, mas fica a sugestão.