terça-feira, 16 de agosto de 2011

Novidades da Rio Harley-Davidson

Postado na página do Facebook do HOG Rio (www.facebook.com/#!/hogrio):




Mensagem recebida do diretor do grupo Harley Rio de Janeiro:
-Abertura da Loja: Previsão para a ultima semana de Setembro/2011;
-O primeiro café da manha da Rio Harley-Davidson deverá acontecer no dia 10/09 (estaremos confirmando em breve);
-O evento do HOG Internacional Rio Harley Days irá acontecer entre os dias 04 e 06 de Novembro de 2011 na Marina da Gloria.

Preparem-se! O Rio vai tremer!!!


Parece que agora vai...

Salão Duas Rodas 2011

Acontecerá de 4 a 9 de outubro a edição 2011 do Salão Duas Rodas.

Será uma exposição no Pavilhão de Exposições do Anhembi em São Paulo.

O salão contará com a presença das principais montadoras, inclusive a Harley-Davidson.

Ingressos a R$ 35,00.

Pretendo visitar.

Rio Harley Days

E quem começa a divulgar também seu evento internacional é a HDMC.

Em matéria publicada na página 14 da Veja Rio desta semana, a HDMC promove encontro na Marina da Glória, que servirá como concentração para diversos eventos durante 4 a 6 de novembro.

Recomendo a quem quiser visitar o evento que se adiante na busca de acomodações porque os finais de semana no Rio costumam ser muito frequentados.

Até onde foi divulgado, o evento não contará com inscrições antecipadas, mas os membros do HOG terão atendimento diferenciado.

A programação ainda não foi divulgada, mas o evento pretende mostrar a linha 2012 (que deve ter uma prévia no Salão Duas Rodas) e promover test drives dos modelos.

Punta del Este 2011

O Vasco Miguel, organizador do tradicional encontro da Harley Uruguay, já começou a divulgar o encontro deste ano.

Acontecerá de 1 a 3 de dezembro e os interessados podem acessar a página do encontro http://www.harley-uruguay.com .

Contatos podem ser feitos diretamente através de e-mail contato@harley-uruguay.com .

Não está divulgado preço do evento. O valor do encontro do ano passado foi de 480 dólares.

Encontro é bem conceituado e a viagem pelo sul do Brasil vale a pena.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

HDMC: 180 dias de Terra Brasilis

E nesses seis meses o que aconteceu? Praticamente nada.


Não dá para aquilatar o trabalho de implantação da estrutura da HDMC pelo lado da empresa porque as informações que aparecem, seja na mídia, seja por informações de amigos, são sempre muito pouco detalhadas.


De concreto apenas os números publicados pela ABRACICLO que indicam um ano para ser esquecido. Com pouco menos de 1500 unidades produzidas em oito meses (114 para atender ao acordo feito com o dealer anterior) e pouco mais da metade delas vendidas (um terço pelo dealer anterior em regime de xepa de feira), e com direito a parada total da montadora em Fevereiro, a HDMC segue para o pior ano no Brasil. Só não será pior que o primeiro ano de resultados publicados (2006) porque esse primeiro ano só teve seis meses.


Agora, fazendo um balanço das expectativas como consumidor, os resultados estão bem abaixo do esperado. Com uma transição que eu considero amadora, a HDMC precisou de um intervalo de tempo considerável entre a inauguração do primeiro novo dealer e o fechamento do antigo dealer, sem falar na falta de informações sobre quem seriam os novos dealers e a quem recorrer enquanto as motos atingiam os limites indicados para as revisões (porque as motos, ao contrário da HDMC, continuaram funcionando).


Ao lado disso tudo tivemos um SAC mais interessado em refazer o cadastro herdado do antigo dealer (e negociado com uma empresa de eventos que vem fazendo eventos para os membros cadastrados no antigo HOG Brasil) do que atender à demanda reprimida sobre informações que pudessem solucionar problemas reais dos consumidores.


O cenário atual tem um novo complicador: a nova política da HDMC que impede as vendas dos dealers americanos para clientes HD fora dos EUA fazendo com que se tenha de recorrer a "jeitinhos" como importabandistas ou encomendas a parentes e amigos que viajem aos EUA.


Essa nova política está sendo implantada de forma amadora, como foi a transição, principalmente porque os novos dealers não tem estoque suficiente para atender a demanda e a a HDMC não implantou o prometido centro de distribuição em São Paulo capaz de atender um pedido em até uma semana.


Espero que as coisas comecem a tomar um rumo mais profissional porque a forma de gerenciar atual da HDMC não faz jus à fama da mesma ser uma das jóias da coroa capitalista norte-americana.


Tratar o cliente com respeito, cumprindo promessas e dando condições aos seus clientes de manterem suas motos rodando, com serviços de qualidade e peças de reposição é o mínimo ensinado em qualquer Faculdade de Gestão de Negócios para fidelizar a clientela.


Se a transição tivesse começado como prometido, neste momento a HDMC poderia estar disputando os clientes que estão migrando para Ducati, KTM, BMW e as importadas japonesas por absoluta falta de opção e credibilidade da HDMC na Terra Brasilis.


Abre o olho, HDMC... vocês tem mercado, mas a galera está esperando um pouco mais de respeito para voltar a viver o sonho da HD na garagem.

sábado, 13 de agosto de 2011

Rio Harley-Davidson

Consegui tempo para ir à loja do dealer carioca, a Rio Harley-Davidson.


Com as atividades todas concentradas no local que será destinado a oficina e almoxarifado (subsolo) enquanto seguem as obras na loja propriamente dita, a Rio Harley-Davidson já está recebendo e vendendo motos zero a vista ou com financiamento normal do mercado de veículos.


O novo dealer está aceitando motos usadas como parte do pagamento, inclusive de outras marcas, e acredito que também faça o mesmo com carro usado... afinal vai que o comprador desistiu de vez do trânsito e vai trocar o carro pela moto...


A oficina está cheia, e os serviços devem ser agendados com antecedência (espera mínima de duas semanas). O Luis Afonso, gerente da loja carioca, me disse que está empenhado em atender toda a demanda que ficou reprimida com os mecânicos trabalhando em ritmo de horas extras. O dealer tem em estoque material para manutenção corriqueira (pneus, pastilhas, filtro e óleo), mas ainda não tem acessórios ou equipamentos que podem ser encomendados e pagos via cartão de crédito em Belo Horizonte.


Fiz uma consulta sobre a possibilidade de comprar uma Sportster e já sair com o comando avançado no lugar do comando original e me disseram que isso seria possível desde que o comando avançado esteja disponível em Belo Horizonte.


O Luis Afonso chegou a comentar que é pena não ter nada para aproveitar a data do dia dos pais.


Hoje, sábado, e em todos os sábados daqui em diante, a loja estará aberta no sub-solo para atender interessados em motos zeros. A oficina segue com o horário de normal de segunda a sexta.


Sobre o atendimento, posso dizer que mudou: assim que parei a moto já fui cumprimentado por alguns ex-funcionários do antigo dealer que foram contratados pelo Grupo Catalão e o vendedor João Mello veio fazer a primeira abordagem. Ambiente novo e vontade de acertar motivam a galera a tentar fazer o melhor possível.


A loja tem previsão de ser inaugurara até o final de setembro, mas as obras ainda me parecem necessitar de uma acelerada para isso. O Luis Afonso pretende marcar o primeiro café da manhã do HOG RJ ainda em setembro e conta com o final das obras para isso.


O projeto da loja é o projeto que já vazou na web, com o atendimento sendo feito todo no térreo e as motos sendo levadas para o subsolo através de elevador. A área destinada ao HOG é espaçosa e existe a previsão de usar uma área descoberta no fundo da loja para atividades do HOG em dias de tempo bom.


Comentei sobre a principal reclamação que venho ouvindo dos proprietários que pretendem usar os serviços da oficina: a distância (foram 73 kms de Laranjeiras em percurso de ida e volta com 50 minutos na ida e 35 minutos na volta forçando pelo corredor) e ele já pensa em oferecer um serviço de leva e tráz para as motos.


A idéia do serviço de reboque é boa, principalmente para deixar a moto porque quem vai ao Recreio para voltar ao centro só para deixar a moto em serviço de revisão perde pelo menos duas horas. Na hora de apanhar a moto, vai ser diferente porque a maioria vai querer conferir os serviços, ainda mais enquanto o dealer não reconquistar a confiança dos proprietários quanto à qualidade dos serviços.


Para quem quiser iniciar um contato sobre preços e condições de venda, o João Mello já manda divulgar o e-mail dele: joaomello@rioharley-davidson.com.br , ou façam contato pelo telefone da loja 3328-1616.


O próprio Luis Afonso também se mostra a disposição para atender da melhor maneira possível e resolver os pepinos da melhor maneira possível.


Quem quiser dar uma olhada nas instalações provisórias vai novamente o endereço: Av. das Américas 14.800 - Recreio. Quem vem da Zona Sul deve pegar a via lateral assim que descer o viaduto novo do cruzamento do Mundial. A via lateral tem vários obstáculos para que a circulação seja feita em velocidade reduzida, mas é o único modo de acessar a loja.


A loja ainda não tem letreiro e é bom ficar atento, a entrada para o subsolo está escondida por manilhas de concreto que os empreiteiros do município colocaram como obstáculo para diminuir a velocidade.


É mais uma opção para quem está pesquisando para a compra da HD zero.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

quanto vale a tradição?

Você decidiu comprar a sua Harley e falta dinheiro para comprar a moto nova.

Vai pesquisar nos anúncios e descobre algumas motos anteriores a 2000 mais caras que um modelo 2007/2008.

Será que só tem maluco e todo mundo quer uma moto antiga?

Não é bem assim, mas também não deixa de ser assim.

As motos até 2000 foram equipadas com motores que ganharam fama e tradição como os Shovel, Pan e Evolution. De 2000 em diante as Harleys passaram a ser equipadas com os Twin Cam (exceção às Sportsters que mantém o Evolution até hoje) e de 2003 (Tourings), 2004 (as softails e dynas) e 2008 (Sportsters) em diante aposentaram o carburador e adotaram a injeção eletrônica.

Como tradição não se compra, simplesmente se adquire, os motores carburados tem uma aura de serem mais simples e mais confiáveis. Aliado a isso, temos a impossibilidade de projeto dos motores injetados manterem a marcha lenta abaixo das 800 rpms (eu sei que existem dispositivos que permitem isso, mas o projeto não recomenda).

Esses motivos valorizam bastante as motos carburadas e como o universo de motos injetadas continua crescendo (ao contrário do universo de motos carburadas que diminui com a deterioração), a oferta de motos carburadas é menor do que a procura.

Pela experiência que tenho com a minha Fat não posso dizer que a manutenção de uma moto injetada seja mais complicada que uma moto carburada (diria até que é mais simples visto que a injeção não te obriga a limpezas periódicas do sistema de admissão, sendo necessário a limpeza de bicos apenas em casos de extrema sujeira) e acho que desvalorizar as injetadas com base nos argumentos de manutenção complicada é uma lenda.

Não se pode valorar o prazer de ter uma Harley "galopando" em marcha lenta, mas na hora de avaliar a moto a ser comprada pense bem na facilidade/dificuldade em encontrar peças de reposição e mecânicos que realmente entendam o funcionamento da moto que você vai comprar. Evite dor de cabeça apenas para ter uma moto com fama de tradicional.

Um motor Evolution ainda encontra muitas peças originais. Os motores mais antigos exigirão mais tempo e pesquisa na internet em busca de peças. Um motor Twin Cam terá mais facilidade, mas com a "escalada de polegadas cúbicas", muita coisa muda de ano para ano e muitas vezes as substituições por peças aftermarket são a única saída para resolver um problema (já vi muita gente optando pela troca dos carburadores originais por Mikunis simplesmente por serem mais fáceis de encontrar peças).

Enfim, na hora de comprar pense se a tradição de uma moto mais antiga realmente vale o preço que estão pedindo. Quem persegue um sonho de criança não mede custos, mas quem procura um prazer procura menos coisas para atrapalhar.