Nova edição do curso de controle em baixa velocidade, desta vez acontece no próximo domingo (21/09) no Novo Rio Country Clube - av. das Américas 17500 no Recreio.
A turma já estava fechada, mas aconteceram algumas desistências e quem estiver interessado pode conseguir encaixe.
Como sempre, para maiores informações entre em contato via e-mail: rider.pro.brasil@gmail.com
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Rider Program e Shoping Nova América: grande parceria
Eu não fiz o curso, mas fui ao local para jogar conversa fora com os instrutores do Rider Program.
Achei o espaço cedido pelo Shopping excelente, o melhor até agora incluindo o espaço onde eram foram feitas as edições do Rider Program do tempo do Grupo Izzo, que eu fiz.
Acho que vale a pena estreitar a parceria com o SNA no sentido de fazer uma teórica na véspera com mais apoio e conforto para os participantes.
Iniciativa excelente e exercícios bastante exigentes. Creio que o aproveitamento pode ser notado pelos próprios participantes conforme os exercícios iam crescendo em grau de dificuldade e eles conseguiam fazer.
Estão de parabéns.
Agora é aguardar a data da próxima edição do curso (inicialmente previsto para 14/09, conforme a disponibilidade do SNA)
Achei o espaço cedido pelo Shopping excelente, o melhor até agora incluindo o espaço onde eram foram feitas as edições do Rider Program do tempo do Grupo Izzo, que eu fiz.
Acho que vale a pena estreitar a parceria com o SNA no sentido de fazer uma teórica na véspera com mais apoio e conforto para os participantes.
Iniciativa excelente e exercícios bastante exigentes. Creio que o aproveitamento pode ser notado pelos próprios participantes conforme os exercícios iam crescendo em grau de dificuldade e eles conseguiam fazer.
Estão de parabéns.
Agora é aguardar a data da próxima edição do curso (inicialmente previsto para 14/09, conforme a disponibilidade do SNA)
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Rider Program já tem nova edição para o curso de pilotagem
Turma cheia no último curso e já tem nova data: domingo, 17 de agosto.
Desta vez o curso vai acontecer no Shopping Nova América.
Maiores informações via e-mail: bada.barreto.qi@gmail.com .
Desta vez o curso vai acontecer no Shopping Nova América.
Maiores informações via e-mail: bada.barreto.qi@gmail.com .
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Rider Program
Acontece domingo mais uma edição do Advanced Rider a partir das 8:00 na Avenida das Américas 7700.
Curso prático para aprimoramento da técnica de controle em baixa velocidade, a turma está totalmente preenchida, mas nada impede que os interessados passem no local para ver como é ministrado o curso e conversar com os instrutores para participar de uma nova edição (ainda sem data marcada).
E o Rider Program está indicando uma palestra na Rio Harley Davidson sobre pilotagem, em especial sobre curvas. Essa palestra acontece na loja do dealer HD carioca (Av. das Américas 14.800) às 16h30.
Eu já tive oportunidade de assistir essa palestra e vale a pena gastar uma parte da tarde de sábado e participar.
Curso prático para aprimoramento da técnica de controle em baixa velocidade, a turma está totalmente preenchida, mas nada impede que os interessados passem no local para ver como é ministrado o curso e conversar com os instrutores para participar de uma nova edição (ainda sem data marcada).
E o Rider Program está indicando uma palestra na Rio Harley Davidson sobre pilotagem, em especial sobre curvas. Essa palestra acontece na loja do dealer HD carioca (Av. das Américas 14.800) às 16h30.
Eu já tive oportunidade de assistir essa palestra e vale a pena gastar uma parte da tarde de sábado e participar.
terça-feira, 27 de maio de 2014
Rider Program Rio: mais uma edição do curso de controle em baixa velocidade programada
Com bastante procura e agora com local definido (Av. das Américas 7700, Shopping Barra Mall - na loja do Biker Friends), já está programada a nova edição do curso: 3 de agosto, com mesmo valor e com os mesmos instrutores da edição de 25 de maio.
Quem quiser maiores informações, envie mensagem para bada.barreto.qi@gmail.com .
Quem quiser maiores informações, envie mensagem para bada.barreto.qi@gmail.com .
sábado, 17 de maio de 2014
nova edição de curso de pilotagem em baixa velocidade
O RiderProgram marcou novo curso de pilotagem em baixa velocidade. O curso ensina as técnicas para controlar motocicletas em baixa velocidade e auxilia bastante na pilotagem das HDs.
O grande problema das HDs não é fazer a moto rodar na estrada, mas sim rodar com ela no trânsito fazendo manobras onde o peso se torna um problema.
O curso acontece no domingo 25/5 no estacionamento do Shopping Barra Mall (Av. das Américas 7700), o shopping onde está localizada a loja do Biker Friends, e tem custo de R$ 350,00.
Maiores informações por e-mail : bada.barreto.qi@gmail.com .
O grande problema das HDs não é fazer a moto rodar na estrada, mas sim rodar com ela no trânsito fazendo manobras onde o peso se torna um problema.
O curso acontece no domingo 25/5 no estacionamento do Shopping Barra Mall (Av. das Américas 7700), o shopping onde está localizada a loja do Biker Friends, e tem custo de R$ 350,00.
Maiores informações por e-mail : bada.barreto.qi@gmail.com .
terça-feira, 12 de março de 2013
pilotagem em baixa velocidade
O Rider Program Rio tem novo curso de pilotagem em baixa velocidade. Para quem gostaria de ter mais confiança no trânsito e nas manobras diárias é um curso muito interessante.
Segue a íntegra da postagem sobre o curso:
Segue a íntegra da postagem sobre o curso:
Rider 1 - Controle em baixa velocidade - curso prático, técnica de controle em baixa velocidade da Polícia Americana. Instrutores cursados nos EUA e no Exército Brasileiro. Local fechado com total segurança. Vagas limitadas a 15 pilotos.Vale a pena.
Data: 24 de Março, Domingo, 0800h às 1600h.
Valor: R$300, (alimentação inclusa)
Inscrições:
- Envie nome e email para riderprogram@gmail.com
- Fernando Tanure (21) 9175-4748
- Andre Porto (21) 7961-6242
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Nova edição do curso de orientação para pilotagem em grupo
Os passeios do HOG Rio continuam agregando cada vez mais calouros no trem e, mantendo o projeto visando a segurança no trem, já marcou a segunda edição do curso de pilotagem em grupo: com os mesmos instrutores, Artur Albuquerque e Fernando Tanure, e acontecendo na próxima sexta 2/3 na loja Rio HD (av. das Américas 14800).
Inscrições podem ser feitas pelo Facebook: https://www.facebook.com/events/195247667243405/
Inscrições podem ser feitas pelo Facebook: https://www.facebook.com/events/195247667243405/
sábado, 16 de julho de 2011
Riders I
A The One, dealer curitibano, está reiniciando o programa Riders com o primeiro módulo (group riding).
Aula téorica no dia 29/7 e prática no dia 30/7, com inscrições até o dia 23 na própria loja.
Para quem não sabe, o Riders Program é um curso de pilotagem oferecido pelo HOG visando aumentar a segurança do grupo e do piloto. O antigo dealer não chegou a oferecer além do módulo 2 (controle em baixa velocidade). Esperemos que nessa nova fase o Riders Program possa ser oferecido em todos os seus cinco módulos.
Esse primeiro módulo está valendo R$130,00 e vale para aqueles que não viajaram em grupo e querem saber como se comportar para uma viagem segura.
Aula téorica no dia 29/7 e prática no dia 30/7, com inscrições até o dia 23 na própria loja.
Para quem não sabe, o Riders Program é um curso de pilotagem oferecido pelo HOG visando aumentar a segurança do grupo e do piloto. O antigo dealer não chegou a oferecer além do módulo 2 (controle em baixa velocidade). Esperemos que nessa nova fase o Riders Program possa ser oferecido em todos os seus cinco módulos.
Esse primeiro módulo está valendo R$130,00 e vale para aqueles que não viajaram em grupo e querem saber como se comportar para uma viagem segura.
domingo, 22 de agosto de 2010
Riders Program - Módulo II
Ontem foi dia de Riders Program - módulo II. Realizado na Ilha do Sol na Barrinha, a turma de 20 colegas treinou manobras de baixa velocidade com a supervisão do Báccaro.
Antes não havia a necessidade de fazer o módulo I para fazer o módulo II, mas agora isso vem sendo exigido.
O evento acaba sendo sempre uma grande farra porque os veteranos acabam chegando para assistir e ver os novatos se esforçando para cumprir as manobras.
O almoço acaba sendo uma confraternização e normalmente o circuito acaba sendo liberado para todos treinarem assim que é encerrada a "aula" do Riders II.
Ontem não foi exceção e teve muita diversão para quem pode aparecer.
Para quem treina é uma excelente oportunidade de aprendizado e para quem assiste é uma ótima ocasião para ver os erros e acertos, aprimorando a técnica.
O Riders Program é algo que vai fazer falta se o dealer deixar de oferecer e o próximo (talvez?) não o fizer também.
Além das dicas muitos interessantes e a possibilidade de treinar com a supervisão de um piloto graduado da PRF, o custo é bem inferior aos cursos oferecidos pelas escolas de pilotagem, sem comentar o fato das técnicas serem direcionadas para a pilotagem de HDs e não de esportivas como normalmente é feito.
Antes não havia a necessidade de fazer o módulo I para fazer o módulo II, mas agora isso vem sendo exigido.
O evento acaba sendo sempre uma grande farra porque os veteranos acabam chegando para assistir e ver os novatos se esforçando para cumprir as manobras.
O almoço acaba sendo uma confraternização e normalmente o circuito acaba sendo liberado para todos treinarem assim que é encerrada a "aula" do Riders II.
Ontem não foi exceção e teve muita diversão para quem pode aparecer.
Para quem treina é uma excelente oportunidade de aprendizado e para quem assiste é uma ótima ocasião para ver os erros e acertos, aprimorando a técnica.
O Riders Program é algo que vai fazer falta se o dealer deixar de oferecer e o próximo (talvez?) não o fizer também.
Além das dicas muitos interessantes e a possibilidade de treinar com a supervisão de um piloto graduado da PRF, o custo é bem inferior aos cursos oferecidos pelas escolas de pilotagem, sem comentar o fato das técnicas serem direcionadas para a pilotagem de HDs e não de esportivas como normalmente é feito.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Riders Program - módulo I
Já teci alguns comentários sobre o Riders I, portanto não vou me alongar sobre o assunto.
O importante é que existem mais interessados em aprender as técnicas do Group Riding e o HOG RJ conseguiu uma promessa de reedição do Riders I, desde que haja interessados em número suficiente.
Segue íntegra do e-mail do Rodolfo, diretor do HOG RJ:
O importante é que existem mais interessados em aprender as técnicas do Group Riding e o HOG RJ conseguiu uma promessa de reedição do Riders I, desde que haja interessados em número suficiente.
Segue íntegra do e-mail do Rodolfo, diretor do HOG RJ:
Pessoal,
Com o sucesso de participação do Rider Program I no último fim de semana, muitos não conseguiram participar.
Então estamos montando uma lista para uma nova turma a ser realizada em breve.
Então, quem estiver interessado, procure a Laura na loja, pelo telefone 3325-3311 ou responda a este email enviando seu nome e telefone de contato - e-mail para resposta: hogrjbarra@harley.com.br .
Forte abraço a todos!!!
Alexandre, Rogerio e Rodolfo
Diretoria HOG Rio
Todos os membros do HOG e seus convidados participam voluntariamente e por sua conta e risco do HOG e sua programação. O HOG, seus diretores e colaboradores, a Harley-Davidson Motor Company, suas subsidiárias, distribuidoras, revendedoras e funcionários não são responsáveis por quaisquer perdas ou danos aos membros, seus convidados e seu patrimônio advindos da participação no HOG ou em suas atividades.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Riders Program I
Neste sábado formou-se mais uma turma de novatos no Riders Program I - pilotagem em grupo.
O passeio de formatura foi até Petropólis e o trem do HOG estava marcado para acompanhá-los acabou não saindo pelo desânimo que aconteceu com a notícia do acidente do Rubens antes do café da manhã.
Sou um defensor de que esse módulo devia ser obrigatório, com os custos inclusos na compra da motocicleta zero km, para todos que comprem uma moto zero. Se o benefício seria aproveitado pelo novo proprietário seria alvo de decisão pessoal, mas acho muito difícil que não fosse aproveitado se estivesse incluso.
Por que esse módulo é importante? Porque dá segurança ao trem quando fornece aos calouros informações de como se comportar em um passeio. Nada mais complicado do que os passeios onde os calouros não sabem como se comportar e não acreditam nos benefícios da formação staggered que é usada no trem do HOG.
Fica a sugestão aos novatos que entram no mundo HD para fazerem o curso, e ao representante HD no Brasil de tomar essa providência simples.
O passeio de formatura foi até Petropólis e o trem do HOG estava marcado para acompanhá-los acabou não saindo pelo desânimo que aconteceu com a notícia do acidente do Rubens antes do café da manhã.
Sou um defensor de que esse módulo devia ser obrigatório, com os custos inclusos na compra da motocicleta zero km, para todos que comprem uma moto zero. Se o benefício seria aproveitado pelo novo proprietário seria alvo de decisão pessoal, mas acho muito difícil que não fosse aproveitado se estivesse incluso.
Por que esse módulo é importante? Porque dá segurança ao trem quando fornece aos calouros informações de como se comportar em um passeio. Nada mais complicado do que os passeios onde os calouros não sabem como se comportar e não acreditam nos benefícios da formação staggered que é usada no trem do HOG.
Fica a sugestão aos novatos que entram no mundo HD para fazerem o curso, e ao representante HD no Brasil de tomar essa providência simples.
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quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Trem do HOG
Nesse feriado diversos amigos do HOG que tem uma relação de amizade mais estreita estiveram nos visitando e, como não deixa de ser natural, o assunto foi: HDs, passeios, viagens, destinos e o HOG.
Depois do acidente da Silvana não voltei a participar dos passeios, mas eles continuam.
Não faço críticas sobre o passeio em que a Silvana se acidentou, até porque naquele passeio em especial o trem acabou se desfazendo no pedágio e os colegas subiram espaçados e sem qualquer formação.
Desse passeio em diante, os briefings voltaram a ser feitos e os passeios começavam com os interessados sabendo onde e quando haveriam as paradas.
Problemas com a formação na estrada continuam ocorrendo, em parte por conta do grande número de calouros interessados em participar, mas sem a devida preparação para viajar em grupo. Tanto é assim que os passeios que receberam maior aprovação foram aqueles onde o número de calouros foi reduzido. Por conta disso, muitos deixam de sair no trem do HOG quando o número de colegas começa a ser elevado.
Falamos também sobre as atuações dos Road Captain: tanto o líder quanto o cerra-fila e sobre a necessidade de um terceiro Road Captain quando o grupo aumenta muito para manter o trem coeso, sem deixar espaços enquanto trafega na estrada.
Dessa conversa informal eu tirei algumas observações que merecem uma atenção por parte da atual diretoria que, segundo a conversa do feriado, vai sofrer algumas alterações.
A primeira observação é que viajar em grupo pressupõe um mínimo de conhecimento das regras do Group Riding (Rider´s Program I). Não basta dizer onde e quando vamos parar. É necessário informar que a formação obedece alguns sinais conhecidos, que a posição no trem deve ser guardada, que a formação stagered (duas filas alternadas) deve ser mantida com a distância de roda e não a regra dos dois segundos, que as filas na formação stagered são independentes e uma fila não fica atrelada à outra, que é o colega da frente que cuida do colega de trás e não o contrário, que o trem não para quando há um problema (apenas o colega da frente vai parar para prestar um auxílio) e que o trem tem a velocidade do mais lento, mas os mais lentos devem se preocupar em acompanhar os demais pois o trem não pode se arrastar na estrada.
Viajar em grupo pressupõe uma preocupação com o grupo e não uma preocupação individual. Ninguém é obrigado a andar em grupo, mas se faz a opção deve se imbuir do espírito de grupo e manter a preocupação com o grupo.
A questão do mais lento inclusive foi motivo de uma discussão mais acalorada sobre a necessidade de não deixar ninguém para trás. Isso é válido em um grupo pequeno, mas em um trem grande como costuma ser o trem do HOG isso não pode prevalecer, pois se isso ocorre o Road Captain que serve de cerra-fila passa a ser um acompanhante do mais lento e deixa de lado a segurança do grupo para não deixar ninguém para trás.
Portanto, mais uma observação para a diretoria é escolher bem os Road Captain. O líder e o cerra-fila tem a necessidade de entrosamento, e muitas vezes será preciso um terceiro Road Captain para servir de "pastor" e manter o grupo coeso.
O Road Captain normalmente é um diretor, mas em várias oportunidades não estavam presentes todos os diretores e um veterano se oferece para servir de líder ou cerra-fila. Cabe à diretoria lembrar ao colega que vai desempenhar a função sobre as obrigações para com o grupo. Escalar um "pastor" para manter a comunicação entre líder e cerra-fila, mantendo a coesão do trem na passagem, é uma providência a ser adotada sempre que trem superar quinze motos (minha opinião), mas esse é um número que pode ser modificado conforme o entrosamento entre líder e cerra-fila.
E a última observação é com relação a horários, locais de partida e concentração, trajetos e como agrupar após incidentes como pedágios ou sinais de transito.
Programação feita não deve ser modificada, embora muitas vezes ocorram circunstâncias tais que obrigam a isso. Se ocorre uma modificação o ideal é certificar que todos sabem da alteração, pelo menos todos que estão presentes na saída do passeio.
Horários devem ser calculados levando em conta a duração do dia pois não são todos que tem condição ou gosto por andar durante a noite.
Agrupamento deve ser feito levando em conta o número de motos. Um número acima de quinze motos necessita de uma parada para acontecer o agrupamento e essa parada deve ser do conhecimento de todos. Agrupar rodando necessita grande entrosamento entre líder e cerra-fila para se ter certeza de que ninguém ficou esquecido.
E finalmente uma observação pessoal: a saída da loja em direção à estrada não deve ser feita pela linha amarela. É uma via perigosa pelo trajeto, com muitas pipas e linhas com cerol, além de propiciar condições para que o grupo seja rendido em um assalto. Recomendo firmemente a saída pela Zona Sul e como solução para os diversos sinais de transito que são enfrentados pelo trem nesse trajeto, sugiro um agrupamento do trem no Parque dos Patins na Lagoa. Uma parada de dez minutos propicia um cigarro para os fumantes, não é longa o suficiente para desanimar o grupo e serve para ter certeza de que ninguém vai precisar andar acima do limite de velocidade para alcançar o grupo.
Fica lançada a semente para que o trem do HOG possa ter mais segurança nas estradas que adoramos frequentar.
Depois do acidente da Silvana não voltei a participar dos passeios, mas eles continuam.
Não faço críticas sobre o passeio em que a Silvana se acidentou, até porque naquele passeio em especial o trem acabou se desfazendo no pedágio e os colegas subiram espaçados e sem qualquer formação.
Desse passeio em diante, os briefings voltaram a ser feitos e os passeios começavam com os interessados sabendo onde e quando haveriam as paradas.
Problemas com a formação na estrada continuam ocorrendo, em parte por conta do grande número de calouros interessados em participar, mas sem a devida preparação para viajar em grupo. Tanto é assim que os passeios que receberam maior aprovação foram aqueles onde o número de calouros foi reduzido. Por conta disso, muitos deixam de sair no trem do HOG quando o número de colegas começa a ser elevado.
Falamos também sobre as atuações dos Road Captain: tanto o líder quanto o cerra-fila e sobre a necessidade de um terceiro Road Captain quando o grupo aumenta muito para manter o trem coeso, sem deixar espaços enquanto trafega na estrada.
Dessa conversa informal eu tirei algumas observações que merecem uma atenção por parte da atual diretoria que, segundo a conversa do feriado, vai sofrer algumas alterações.
A primeira observação é que viajar em grupo pressupõe um mínimo de conhecimento das regras do Group Riding (Rider´s Program I). Não basta dizer onde e quando vamos parar. É necessário informar que a formação obedece alguns sinais conhecidos, que a posição no trem deve ser guardada, que a formação stagered (duas filas alternadas) deve ser mantida com a distância de roda e não a regra dos dois segundos, que as filas na formação stagered são independentes e uma fila não fica atrelada à outra, que é o colega da frente que cuida do colega de trás e não o contrário, que o trem não para quando há um problema (apenas o colega da frente vai parar para prestar um auxílio) e que o trem tem a velocidade do mais lento, mas os mais lentos devem se preocupar em acompanhar os demais pois o trem não pode se arrastar na estrada.
Viajar em grupo pressupõe uma preocupação com o grupo e não uma preocupação individual. Ninguém é obrigado a andar em grupo, mas se faz a opção deve se imbuir do espírito de grupo e manter a preocupação com o grupo.
A questão do mais lento inclusive foi motivo de uma discussão mais acalorada sobre a necessidade de não deixar ninguém para trás. Isso é válido em um grupo pequeno, mas em um trem grande como costuma ser o trem do HOG isso não pode prevalecer, pois se isso ocorre o Road Captain que serve de cerra-fila passa a ser um acompanhante do mais lento e deixa de lado a segurança do grupo para não deixar ninguém para trás.
Portanto, mais uma observação para a diretoria é escolher bem os Road Captain. O líder e o cerra-fila tem a necessidade de entrosamento, e muitas vezes será preciso um terceiro Road Captain para servir de "pastor" e manter o grupo coeso.
O Road Captain normalmente é um diretor, mas em várias oportunidades não estavam presentes todos os diretores e um veterano se oferece para servir de líder ou cerra-fila. Cabe à diretoria lembrar ao colega que vai desempenhar a função sobre as obrigações para com o grupo. Escalar um "pastor" para manter a comunicação entre líder e cerra-fila, mantendo a coesão do trem na passagem, é uma providência a ser adotada sempre que trem superar quinze motos (minha opinião), mas esse é um número que pode ser modificado conforme o entrosamento entre líder e cerra-fila.
E a última observação é com relação a horários, locais de partida e concentração, trajetos e como agrupar após incidentes como pedágios ou sinais de transito.
Programação feita não deve ser modificada, embora muitas vezes ocorram circunstâncias tais que obrigam a isso. Se ocorre uma modificação o ideal é certificar que todos sabem da alteração, pelo menos todos que estão presentes na saída do passeio.
Horários devem ser calculados levando em conta a duração do dia pois não são todos que tem condição ou gosto por andar durante a noite.
Agrupamento deve ser feito levando em conta o número de motos. Um número acima de quinze motos necessita de uma parada para acontecer o agrupamento e essa parada deve ser do conhecimento de todos. Agrupar rodando necessita grande entrosamento entre líder e cerra-fila para se ter certeza de que ninguém ficou esquecido.
E finalmente uma observação pessoal: a saída da loja em direção à estrada não deve ser feita pela linha amarela. É uma via perigosa pelo trajeto, com muitas pipas e linhas com cerol, além de propiciar condições para que o grupo seja rendido em um assalto. Recomendo firmemente a saída pela Zona Sul e como solução para os diversos sinais de transito que são enfrentados pelo trem nesse trajeto, sugiro um agrupamento do trem no Parque dos Patins na Lagoa. Uma parada de dez minutos propicia um cigarro para os fumantes, não é longa o suficiente para desanimar o grupo e serve para ter certeza de que ninguém vai precisar andar acima do limite de velocidade para alcançar o grupo.
Fica lançada a semente para que o trem do HOG possa ter mais segurança nas estradas que adoramos frequentar.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Riders Program módulo II
No mesmo sábado (13/09) aconteceu o módulo II do Riders Program. Esse módulo se refere a pilotagem em baixa velocidade. São técnicas que te permitem conhecer os limites dessas máquinas pesadas que são as HDs.
Durante o curso foram praticadas as técnicas de controle das motos em slalows, oitos, zeros e C´s. Sempre usando o freio traseiro (meio negligenciado pelos motociclistas) e a embreagem.
As manobras são muito bacanas de serem vistas e de fora você fala: isso é mole. Não é não! Depois do almoço, com o final da aula e da prática, a pista foi liberada para todos e, mesmo já sendo íntimo da minha Fat, não consegui executar nenhuma das manobras, exceto o slalow. O oito e o zero tem tamanho maior, bem maior do que o do exame do Detran, portanto mais adequado às HDs e mesmo assim posso afirmar que é preciso muito treino para fazer as manobras exigidas.
É verdade que na prática normal você não vai chegar aos limites propostos pelo Riders II, mas isso te traz muita confiança no uso normal da moto. Para a turma que gosta de raspar pedaleiras, posso dizer para vocês que o Riders II não leva a moto a esse limite, mas fazer a manobra dentro daquele trajeto e sem tombar exige bastante perícia, até mesmo porque a idéia não é raspar a pedaleira, mas sim executar a manobra de forma segura.
Quem fez o módulo recomendou bastante e disse que vale a pena aprender essas técnicas.
Eu não fiz, mas talvez ainda faça. O próximo está marcado para fim de setembro/início de outubro.
Durante o curso foram praticadas as técnicas de controle das motos em slalows, oitos, zeros e C´s. Sempre usando o freio traseiro (meio negligenciado pelos motociclistas) e a embreagem.
As manobras são muito bacanas de serem vistas e de fora você fala: isso é mole. Não é não! Depois do almoço, com o final da aula e da prática, a pista foi liberada para todos e, mesmo já sendo íntimo da minha Fat, não consegui executar nenhuma das manobras, exceto o slalow. O oito e o zero tem tamanho maior, bem maior do que o do exame do Detran, portanto mais adequado às HDs e mesmo assim posso afirmar que é preciso muito treino para fazer as manobras exigidas.
É verdade que na prática normal você não vai chegar aos limites propostos pelo Riders II, mas isso te traz muita confiança no uso normal da moto. Para a turma que gosta de raspar pedaleiras, posso dizer para vocês que o Riders II não leva a moto a esse limite, mas fazer a manobra dentro daquele trajeto e sem tombar exige bastante perícia, até mesmo porque a idéia não é raspar a pedaleira, mas sim executar a manobra de forma segura.
Quem fez o módulo recomendou bastante e disse que vale a pena aprender essas técnicas.
Eu não fiz, mas talvez ainda faça. O próximo está marcado para fim de setembro/início de outubro.
domingo, 6 de julho de 2008
Riders Program
O Riders Program I está programado para 18 e 19 de julho, e a secretaria do Chapter RJ pede para confirmar e efetuar pagamento até o dia 9 de julho.
Não deixe de aproveitar a oportunidade de fazer o Riders Program. Pode ser que não acrescente muita coisa a um motocicista esperiente e um harleyro veterano, mas vale a pena relembrar e possibilitar a oportunidade de termos o Riders Program II, que os Chapters paulistas vem ministrando com uma regularidade invejável.
Eu vou fazer, e espero encontrar todos lá.
Não deixe de aproveitar a oportunidade de fazer o Riders Program. Pode ser que não acrescente muita coisa a um motocicista esperiente e um harleyro veterano, mas vale a pena relembrar e possibilitar a oportunidade de termos o Riders Program II, que os Chapters paulistas vem ministrando com uma regularidade invejável.
Eu vou fazer, e espero encontrar todos lá.
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