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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Zumo na Fat: fotos e impressões de uso


Promessa é dívida e como prometi fotos do Zumo instalado na Fat, vamos a elas.

Para dar ideia do tamanho do Zumo, fotografei-o junto com um iPhone 4s. Notem que a tela do GPS tem praticamente o tamanho do celular. Em termos de praticidade, o Zumo cabe dentro do bolso de um casaco de couro, podendo ser carregado sem grandes problemas em cada parada que você deixe a moto fora da sua vigilância.


O equipamento foi instalado diretamente na bateria, usando a fiação fornecida na caixa, mas preferi colocar dois conectores para poder fazer a ligação com mais segurança

Nesse cabo existe um fusível para a segurança do circuito e o cabo foi preso junto ao quadro, por baixo do tanque.

No guidão foi colocado o suporte para prender o GPS, onde o cabo de energia fica preso junto com uma tomada magnética que faz o contato para alimentar o equipamento. A tomada fica protegida por uma capa de borracha, que na foto está tapando a tomada, e deve ser retirada e encaixada no local acima da tomada.


Esse suporte pode ser regulado através de duas borboletas que uma vez atarrachadas garantem que o equipamento fique isento de vibração do guidão.


O GPS encaixa em uma ranhura na parte de baixo e fica preso por uma trava no alto do suporte. Na foto, a trava está à esquerda da tampa marcada com o nome do modelo (Zumo).


As próximas duas fotos mostram o GPS ligado e preso no guidão, uma com foco no GPS e a outra mostrando a posição do equipamento no guidão.



Em uso, a leitura do GPS é mais fácil que a leitura do velocímetro, mas notei uma tendência da minha parte de buscar as informações do GPS a todo momento, tirando um pouco do foco nas condições de trânsito, coisa que estou me policiando para diminuir.

Ainda sobre o uso: conectei o Zumo a um fone Bluetooth (também pode ser usado com fone com fio, mas não me agrada a ideia de ficar preso por um fio ao guidão) e também consegui conectar o celular ao GPS. Os trés equipamentos, celular, GPS e fone, funcionam em conjunto permitindo usar o telefone e receber as informações do Zumo no fone Bluetooth. O gerenciamento é feito pelo GPS, que suspende as informações para atender o celular, podendo inclusive fazer ligação por meio da agenda ou viva-voz fazendo a procura na agenda do celular.

Ainda não consegui fazer tocar música, o equipamento não tem tocador de MP3, devendo usar o celular como fonte para a música. Mas ainda não descobri como acessar as musicas no celular para que o GPS gerencie música/informação/chamadas.






sábado, 12 de setembro de 2015

Garmin Zumo 390 LM

Apesar de não estar fazendo grandes viagens, instalei um GPS na Fat: o Garmin Zumo 390 LM, modelo mais atual a venda no Brasil.

O equipamento é impermeável (já tomou chuva e sobreviveu) e a tela touch screen não apresenta dificuldade em ser usada com a mão enluvada.

Esse dispositivo tem atualização vitalícia de mapas, recurso bluetooth para fone sem fio (ainda não testei), tocador de MP3, conexão com Iphone/Ipod via bluetooth (que ainda não testei também), interface para controle de pressão de pneus (precisa de plug específico em cada roda, coisa que na terra brasilis não deve ter vida longa), entradas para fone de ouvido e mini SD Card, e alguns recursos de programação interessantes.

A especificação do dispositivo afirma ser possível conectar o telefone/tocador de MP3 e o fone bluetooth compatível, mas ainda não fiz essa tentativa.

Esse dispositivo vem com toda a fiação para poder ser montado no guidão da motocicleta, incluindo cabo (faltaram os conectores) para ligar na bateria com fusível para proteger o dispositivo contra sobre carga.

O suporte fica energizado, bastando encaixar o dispositivo nele para poder utilizar e quando está sem o dispositivo no lugar, um plug de borracha proteje a tomada de chuva e vento.

Além disso você também pode usar o GPS no carro: ele vem com tomada 12v e suporte para prender no carro.

A programação de rota pode ser feita evitando estrada sem asfalto, estradas com pedágios e o recurso "estradas com curvas" te dá opções mais divertidas de trajetos.

O software Base Camp permite programar a rota em computador, colocando pontos de passagem (que pode ser ignorado) e programando paradas, além do Track Back que traça rota de retorno automaticamente.

E junto com tudo isso, o usuário pode programar o GPS para controlar a manutenção da moto, mas para isso é preciso que o GPS faça todos os percursos, mesmo os urbanos, para que seja computada a rodagem da moto pelo registro do GPS.

Um possível ponto negativo é o tamanho da tela: 4,3 polegadas. Eu gosto desse tamanho (meu GPS automotivo tem 3,4 polegadas), mas existem pessoas que preferem tamanhos maiores.

Outro ponto negativo é o preço: todo GPS para motocicleta é bem mais caro que os aparelhos destinados para uso em carros. O preço anunciado na loja da Garmin é R$1.999,00, bastante atrativo se comparado com a loja americana (U$599,99), principalmente com a atual alta do dólar, mas quase três vezes mais caro que um Nüvi 2415 LT (R$699,00) que tem o mesmo tamanho de tela e recurso de tráfego urbano disponível em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte.

Provavelmente não chegarei a usar todos os recursos que o dispositivo oferece.

Resumindo: pela primeira impressão usando aqui no Rio de Janeiro, em rotas conhecidas para poder comparar a usabilidade, eu recomendo a compra.