Mostrando postagens com marcador GPS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GPS. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 22 de março de 2018

RKS: instalando antena e GPS

O guidão mini ape da RKS é marcante para o estilo da moto, da mesma forma que os alforges rígidos alongados e o acabamento dark, mas está se mostrando um pé no saco.

O guidão tem altura de nove polegadas e bitola de 1,25 polegadas (mesma bitola do guidão da Fat Boy). Para não ficar muito largo, esse guidão tem um tamanho menor na base e nas extremidades.

Com a obrigatoriedade do uso da antena corta pipa (sim é lei estadual e te dá muita aporrinhação com as "otoridades" na hora da fiscalização) foi preciso achar um lugar para instalar.

Não dá para deixar na base pois a altura do guidão já deixaria a antena praticamente inútil, foi preciso achar um lugar nas extremidades. Junte a isso a bitola de 1,25 polegada, pouco usual comercialmente, e a instalação virou um problema a ser resolvido.

De cara abandonei a braçadeira que é vendida com a antena porque era para guidão com bitola até 1 polegada. Sem a braçadeira foi preciso achar um lugar onde fixar com parafuso.

Solução: um parafuso maior para fixar a antena junto da fixação do fluído hidráulico da embreagem.

Ficou assim:


É possível deitar a antena junto ao guidão, mas ela acaba sobrando na extremidade. Vai ficar em pé.

Eu comprei um Zumo 390 LM para usar na Fat: foi instalado na base do guidão (veja aqui). Com a compra da CVO e a disponibilidade da função GPS no infotainment não instalei na CVO e deixei o equipamento guardado.

Com a RKS decidi instalar novamente o Zumo e o guidão da RKS com sua bitola de 1,25 aprontou nova surpresa: a peça que permite a fixação da base no guidão foi projetada para um guidão de no máximo 1 polegada (medida mais adotada comercialmente). Junte a isso fazer a parte elétrica da instalação e esconder a fiação e aproveitei que tinha deixado a moto com o Adriano para regular o guidão e pedi para ele instalar.

Ele providenciou uma nova peça para a fixação, fez a ligação do GPS pós chave de ignição para evitar que o GPS fique "roubando" corrente quando estiver fixado e com a moto desligada e ,aproveitou que o console da chave de ignição tem o comprimento do tanque, passou a fiação por dentro do console. Ficou muito bom: tem boa visibilidade e coube na base do guidão como na Fat.


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Zumo na Fat: fotos e impressões de uso


Promessa é dívida e como prometi fotos do Zumo instalado na Fat, vamos a elas.

Para dar ideia do tamanho do Zumo, fotografei-o junto com um iPhone 4s. Notem que a tela do GPS tem praticamente o tamanho do celular. Em termos de praticidade, o Zumo cabe dentro do bolso de um casaco de couro, podendo ser carregado sem grandes problemas em cada parada que você deixe a moto fora da sua vigilância.


O equipamento foi instalado diretamente na bateria, usando a fiação fornecida na caixa, mas preferi colocar dois conectores para poder fazer a ligação com mais segurança

Nesse cabo existe um fusível para a segurança do circuito e o cabo foi preso junto ao quadro, por baixo do tanque.

No guidão foi colocado o suporte para prender o GPS, onde o cabo de energia fica preso junto com uma tomada magnética que faz o contato para alimentar o equipamento. A tomada fica protegida por uma capa de borracha, que na foto está tapando a tomada, e deve ser retirada e encaixada no local acima da tomada.


Esse suporte pode ser regulado através de duas borboletas que uma vez atarrachadas garantem que o equipamento fique isento de vibração do guidão.


O GPS encaixa em uma ranhura na parte de baixo e fica preso por uma trava no alto do suporte. Na foto, a trava está à esquerda da tampa marcada com o nome do modelo (Zumo).


As próximas duas fotos mostram o GPS ligado e preso no guidão, uma com foco no GPS e a outra mostrando a posição do equipamento no guidão.



Em uso, a leitura do GPS é mais fácil que a leitura do velocímetro, mas notei uma tendência da minha parte de buscar as informações do GPS a todo momento, tirando um pouco do foco nas condições de trânsito, coisa que estou me policiando para diminuir.

Ainda sobre o uso: conectei o Zumo a um fone Bluetooth (também pode ser usado com fone com fio, mas não me agrada a ideia de ficar preso por um fio ao guidão) e também consegui conectar o celular ao GPS. Os trés equipamentos, celular, GPS e fone, funcionam em conjunto permitindo usar o telefone e receber as informações do Zumo no fone Bluetooth. O gerenciamento é feito pelo GPS, que suspende as informações para atender o celular, podendo inclusive fazer ligação por meio da agenda ou viva-voz fazendo a procura na agenda do celular.

Ainda não consegui fazer tocar música, o equipamento não tem tocador de MP3, devendo usar o celular como fonte para a música. Mas ainda não descobri como acessar as musicas no celular para que o GPS gerencie música/informação/chamadas.






sábado, 12 de setembro de 2015

Garmin Zumo 390 LM

Apesar de não estar fazendo grandes viagens, instalei um GPS na Fat: o Garmin Zumo 390 LM, modelo mais atual a venda no Brasil.

O equipamento é impermeável (já tomou chuva e sobreviveu) e a tela touch screen não apresenta dificuldade em ser usada com a mão enluvada.

Esse dispositivo tem atualização vitalícia de mapas, recurso bluetooth para fone sem fio (ainda não testei), tocador de MP3, conexão com Iphone/Ipod via bluetooth (que ainda não testei também), interface para controle de pressão de pneus (precisa de plug específico em cada roda, coisa que na terra brasilis não deve ter vida longa), entradas para fone de ouvido e mini SD Card, e alguns recursos de programação interessantes.

A especificação do dispositivo afirma ser possível conectar o telefone/tocador de MP3 e o fone bluetooth compatível, mas ainda não fiz essa tentativa.

Esse dispositivo vem com toda a fiação para poder ser montado no guidão da motocicleta, incluindo cabo (faltaram os conectores) para ligar na bateria com fusível para proteger o dispositivo contra sobre carga.

O suporte fica energizado, bastando encaixar o dispositivo nele para poder utilizar e quando está sem o dispositivo no lugar, um plug de borracha proteje a tomada de chuva e vento.

Além disso você também pode usar o GPS no carro: ele vem com tomada 12v e suporte para prender no carro.

A programação de rota pode ser feita evitando estrada sem asfalto, estradas com pedágios e o recurso "estradas com curvas" te dá opções mais divertidas de trajetos.

O software Base Camp permite programar a rota em computador, colocando pontos de passagem (que pode ser ignorado) e programando paradas, além do Track Back que traça rota de retorno automaticamente.

E junto com tudo isso, o usuário pode programar o GPS para controlar a manutenção da moto, mas para isso é preciso que o GPS faça todos os percursos, mesmo os urbanos, para que seja computada a rodagem da moto pelo registro do GPS.

Um possível ponto negativo é o tamanho da tela: 4,3 polegadas. Eu gosto desse tamanho (meu GPS automotivo tem 3,4 polegadas), mas existem pessoas que preferem tamanhos maiores.

Outro ponto negativo é o preço: todo GPS para motocicleta é bem mais caro que os aparelhos destinados para uso em carros. O preço anunciado na loja da Garmin é R$1.999,00, bastante atrativo se comparado com a loja americana (U$599,99), principalmente com a atual alta do dólar, mas quase três vezes mais caro que um Nüvi 2415 LT (R$699,00) que tem o mesmo tamanho de tela e recurso de tráfego urbano disponível em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte.

Provavelmente não chegarei a usar todos os recursos que o dispositivo oferece.

Resumindo: pela primeira impressão usando aqui no Rio de Janeiro, em rotas conhecidas para poder comparar a usabilidade, eu recomendo a compra.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Waze GPS social e trânsito

Eu vim com a intenção de comprar um GPS que pudesse ser usado tanto em carro quanto na moto.

Minha escolha, baseado nas impressões do Wilson Roque que fez algumas comparações entre os modelos Zumo da Garmin e na indicação do Paulo Kastrup, era o Garmin Zumo 220 por conta do meu perfil de uso.

Problema é que esse brinquedo custa caro no Brasil: o mais barato que encontrei foi R$1150,00, à vista.

Como os preços europeus são bem parecidos com os preços de catálogo americano (levando em consideração a conversão de moeda e descontando as promoções que aparecem nos grandes outlets americanos que praticam preços menores que o catálogo Garmin), decidi comprar o brinquedo em Portugal.

Novo problema: o produto por ser muito especializado (feito para ser usado na motocicleta), tem público pequeno e precisa ser encomendado ao fornecedor lusitano (que não descobri quem é) e não se garante entrega em menos de duas semanas, talvez mais. Minha viagem dura quinze dias, não deu para encomendar.

Nisso tudo, eu fiz uma viagem de Norte a Sul de Portugal, visitei alguns lugares desconhecidos, mostrei outros conhecidos por mim, mas desconhecidos para a Silvana e muitas estradas mudaram. Mapa na mão nem sempre é a melhor solução e mesmo com a boa sinalização, é preciso conhecer mais ou menos o trajeto para não se perder e muitos lugares que visitamos eram parques particulares em estradas secundárias...

Por incrível que pareça, quem salvou a pátria foi um aplicativo do iphone chamado Waze GPS social e trânsito que a Silvana havia baixado no telefone dela.

Assim que chegamos, ela me pediu para encontrar um jeito dela se manter usando o telefone, e comprei um chip pré-pago com pacote de dados da Vodafone (podia ser outra operadora como a TMN, mas a primeira loja que encontrei foi dessa operadora) e o iphone dela passou a funcionar em terras lusas, com todas as funcionalidades que ela já usa no Brasil.

Durante a viagem, ela ligou o Waze e o danado mostrou com perfeição a rota (conhecida por mim) e passamos a utilizá-lo para evitar "loopings" desnecessários.

O aplicativo é muito bom, excelente alternativa aos GPS comercializados, fala português, pode ser conectado via bluetooth (telefone) com intercom e se baseia nos mapas dos google maps. Como é uma rede social, você é avisado de problemas na estrada (desde que tenham sido reportados), radares e postos policiais visíveis.

O problema desse aplicativo é depender da cobertura oferecida pela operadora de telefonia celular. Um aparelho de GPS comercial não depende disso.

Para mim, resolve o problema perfeitamente: eu uso o GPS apenas como referência.

A menos que ainda encontre o Garmin que estou procurando por um preço interessante, vou ficar usando o Waze. Além de tudo isso que falei, é um app free (aplicativo grátis) que você baixa na app store da apple.