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quinta-feira, 4 de maio de 2017

cafe racer: tendência ganha força entre os fabricantes

Para quem ainda não sabe o que é uma café racer, vale a leitura do post feito pelo Bayer em 2013: leia aqui. Wilson Roque também postou sobre a tendência: leia aqui.

Embora seja um estilo tradicional, as café racers sempre foram pouco divulgadas e as racers japonesas acabaram ocupando o espaço que nasceu com elas.

Até pouco tempo atrás, quem quisesse uma café racer precisava modificar uma moto de linha pois os fabricantes pouco investiam no estilo.

Nos tempos de adolescente cheguei a transformar uma Yamaha RX 180 em uma café racer, modificação que se resumiu a mudar as pedaleiras e comandos de pé para trás e trocar o guidão custom por dois semi-guidões mais baixos presos na mesa superior (já na RD 350 eu coloquei um cano nos semi-guidões para deixá-los mais altos).

Com a chegada das esportivas japonesas praticamente ninguém mais fez esse tipo de customização e o estilo acabou restrito aos fãs.

A primeira café racer "de fábrica" que me chamou atenção foi a Triumph Thruxton, lançada em 2014 e tem como base a Bonneville. 

E por sinal a Triumph é o fabricante que mais investe na tendência já que traz no seu catálogo dois modelos: a Thruxton R e a Street Cup (lançada em março), mantendo a base na Bonneville.

A HDMC também embarcou na tendência com a Sportster Roadster, lançada no fim do ano passado.

E a caçula Royal Enfield (Wilson Roque fez uma postagem sobre a chegada da marca no mercado brasileiro: leia aqui; assim como o Bayer: leia aqui) também traz a sua café racer no catálogo: a Continental GT.

Esses quatro modelos deixam a escolha para todos os gostos e bolsos: enquanto a Continental custam cerca de R$20.000, a Roadster e Street Cup estão na faixa dos R$45.000 e a Thruxton é a mais cara custando cerca de R$55.000.

Mas se a Thruxton é a mais cara, também é a que entrega o motor mais forte: 96 hp e 11 kgf de torque.

A Roadster tem o mesmo tamanho de motor que a Thruxton (1200 cc), mas entrega menos: cerca de 70 hp e um pouco menos de torque: 9,6 kgf.

A Roadster traz um motor de 900 cc com 55 hp e 8 kgf de torque.

A Continental tem o menor motor: apenas 535 cc, monocilindrico, e rende apenas 27 cv e 4,4 kgf de torque.

Espero que a diversidade de opções faça com que o estilo tenha mais visibilidade porque sempre fui um fã, embora os meus joelhos já não me permitam mais encarar um brinquedo desses.


sexta-feira, 20 de agosto de 2010

FTD: Triumph publica nota

Em postagem feita pelo Paulo Couto, colunista do Motonline, no fórum sobre HD, fiquei sabendo que a Triumph na página brasileira, em seu site oficial (http://www.triumph.com.uk/br) publicou nota informando aos clientes que estuda alternativas para resolver os problemas que venham sofrendo.

Todos sabem que o dealer brasileiro da Triumph é o Grupo Izzo, que vendia as motos da Triumph nas lojas HDs e que por força de ação judicial foi obrigado a parar de fazê-lo, assim como prestar os serviços de mecânica para as Triumph nas oficinas HDs.

Essa nota vem reforçar a sensação que o dealer nacional está passando por um período turbulento e enfrentas dificuldades bem maiores do que as que chegam ao público.

O ambiente nas lojas HDs segue sendo de muita incerteza, mesmo com as reformulações que vem sendo feitas.

As hipóteses que são veiculadas (possível acordo em fase final, novo dealer - e vários são os nomes para assumir as lojas: Toyota, Pão de Açucar, Itavema - continuação do dealer para cumprir contrato e outras menos plausíveis) só aumentam a incerteza e já deram vários prazos para o encerramento das atividades do dealer.

Os preços continuam em níveis mínimos propiciando bons negócios para quem está apostando, os prazos de entrega vem diminuindo, assim como os problemas com os gravames.

Mas os serviços na oficina continuam sendo alvo de críticas.

E nisso o tempo passa e a novela segue.

Segue íntegra do comunicado da Triumph:

A Triumph informa aos clientes brasileiros das motocicletas Triumph que estamos comprometidos em continuar a fornecer nossos produtos e a prestar serviços em relação aos produtos vendidos por nosso distribuidor brasileiro.

A Triumph está, neste momento, discutindo alternativas para, tão logo possível, voltar a fornecer peças e a prestar serviços, e manteremos os clientes informados sobre os próximos passos.

A Triumph espera poder resolver, adequadamente, qualquer problema temporário que os clientes de nossos produtos possam estar enfrentando, tão logo estejamos aptos a voltar a prestar serviços e fornecer peças no Brasil.

Caso possua algum problema, favor nos contatar mediante +44 1455 251700.

sábado, 23 de agosto de 2008

concorrência em casa

A Triumph, marca também representada pelo Grupo Izzo, anunciou uma custom 1600 cc de dois clindros em linha para concorrer com as HD. A notícia está veiculada no UOL Carros.

"Inglesa Triumph entra na briga das 'custom' com Thunderbird 1.600 cc. Da Infomoto.
A Triumph, emblemática fábrica inglesa de motocicletas, lançou um novo modelo, a custom Thunderbird, que deve começar a ser vendida em meados do próximo ano, como integrante da linha 2010. Completamente nova, a Thunderbird chega para brigar no segmento mais concorrido das motos custom: o de 1.600 cc -- não por acaso a capacidade cúbica dos motores Harley-Davidson, líder dessa fatia de mercado em diversos países.

Fugindo um pouco dos tradicionais motores de três cilindros, marca registrada da Triumph, a nova Thunderbird traz um propulsor de dois cilindros paralelos de 1.600 cm³, com duplo comando no cabeçote e refrigeração líquida. Além do câmbio de seis marchas, outra novidade é a transmissão final feita por correia dentada -- novamente uma receita da americana Harley.

A Thunderbird incrementa a linha de motos custom da marca inglesa, posicionando-se entre os modelos America e a Speedmaster, ambas com 865 cc, e a enorme Rocket III, com motor de 2.300 cc, o maior em capacidade cúbica a equipar uma motocicleta de linha.

SEM DETALHES.Apesar do anúncio oficial e das fotos estáticas divulgadas à imprensa mundial, a Triumph não anunciou as especificações técnicas da Thunderbird. Porém, nota-se a opção por soluções bastante tradicionais. Na ciclística, suspensões telescópicas na dianteira e sistema bichoque na traseira, assim como o quadro berço duplo.Na parte visual, o painel sobre o tanque também demonstra que a Triumph quis fazer uma Harley à inglesa. Se o motor fosse de dois cilindros em "V", então... O destaque do design fica para a saída dupla de escape -- uma de cada lado da nova Thunderbird.Sem preço e com previsão de chegada ao mercado só em meados de 2009, como modelo 2010, a Thunderbird vai ser oferecida também em uma versão com freios ABS.(por Arthur Caldeira)"