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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Road King Special

Novidade anunciada nos EUA, a Road King Special vem completar a linha Dark Custom da HDMC.

Esse modelo já vem equipado com o novo M8 refrigerado a ar e mostra uma Road King mais baixa e com mais cara de "Street Glide" perdendo os auxiliares, o "mata-gato", o wind shield e as rodas raiadas; e ganhando rodas em liga leve, alforjes rígidos, suspensão da Street Glide (com regulagem na mola, como toda a nova família Touring), um guidão mini ape e uma cara mais "jovem".

Eu gostei do que vi, resta saber se e quando virá para o Brasil. Dan Morel afirma que teremos a novidade no nosso catálogo para o segundo semestre (leia aqui).

Wilson Roque também postou sobre o modelo e você pode ler aqui.

Minha avaliação é que o novo modelo virá para uma briga com a nova Indian Springfield (e acho que ganha...) e vai ocupar um pouco do espaço destinado à Street Glide nos salões dos dealers HD.

Para mim que não gosto do morcego (aturo por conta do infotainment), é uma bela opção. Principalmente por conta da suspensão mais baixa (usa a suspensão da Street Glide).

Esperar para ver.

terça-feira, 7 de junho de 2016

chegaram as novas RK Police



Com a colaboração do amigo Tulio Dantas de Brasília, está aí em primeira mão uma das primeiras Road King Police que chegou na Brasília HD.

Chegam na cor azul, já sem os adereços usuais das motocicletas entregues às Forças Armadas e Policiais (sirene e luzes de perseguição), mas mantendo o baú.

Tenho poucas informações técnicas, mas continuam contando com a caixa de marchas diferenciada, embreagem Screaming Eagle e o novo motor TC 103 High Output.

O preço praticado em Brasília é R$74.900,00.

Para os amantes da versão policial é bom dar uma passadinha no seu dealer para se informar sobre o modelo, uma vez que costumam chegar e ser vendidas com muita rapidez.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

chegou o kit das RK Police

No início do mês de abril começou a ser entregue o kit complementar da Road King Police, comercializada no fim de 2013/início de 2014.

As motos foram entregues com a pintura branca, sem sirene ou tourpack para a bateria adicional. No tanque não havia nenhuma identificação da HDMC visando a identificação da força policial compradora e nos alforges rígidos laterais vinha a inscrição Police.

Muitos proprietários completaram seus modelos com adesivos copiados das forças policiais americanas, chegando mesmo a colocar a sirene e bateria adicional e outros adaptaram as motos às suas necessidades, com a troca de banco e colocação de pedaleiras para a garupa.

De toda maneira, a HDMC informou aos proprietários que iria trazer um medalhão de Special Edition para colocar no tanque e entregaria manual junto.

Para quem ainda não procurou o kit, vale a pena procurar. O medalhão é todo em prata, traz a identificação da HDMC e Special Edition no centro. O kit é composto ainda por três manuais, dois específicos da linha Police, e um kit de ferramentas (p/n 94819-02 no catálogo HDMC de acessórios).

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

RK Police: primeiras impressões e primeiros problemas

Tenho dois amigos que compraram e estão usando a RK Police e naturalmente as opiniões deles sobre a moto tem sido assunto constante.

Estão satisfeitos com a moto: motor forte, boa ciclística permitindo manobras em baixa com mais facilidade e curvas com menor angulo de inclinação permitindo deitar mais a moto sem raspar as pedaleiras. Como já são proprietários de tourings a comparação com as Electras é inevitável e ambos acham a moto melhor de usar que a Electra.

O diferencial do modelo, o banco solo com regulagem e amortecimento, é o ponto alto da moto e também o ponto negativo da moto. Por ser alto, acaba obrigando os pilotos mais baixos (eu me incluo no grupo) a ficarem na ponta dos pés no sinal e aumenta o estresse na hora de parar a moto. Ainda não li nenhuma solução, exceto trocar o banco, que mantenha o modelo original e permita mais conforto na hora de parar e manobrar a moto.

Resolvendo isso parece que a moto tem tudo para ser uma moto imbatível na preferência dos proprietários de HD.

No Rio não existem mais modelos a venda e já se tem algum ágio pela procura, deixando as motos recém saídas do dealer mais caras que o preço que foram vendidas.

Para quem está procurando, ainda vi alguns anúncios em outros dealers como a Auto Star e a HD Floripa.

Mas como tudo na vida, a FLHP também vem trazendo alguns problemas. Nada mecânico, mas sim burocrático: aqui no Rio o dealer local não enquadrou a FLHP como tal, mas sim comoFLHRC (Road King Classic) e isso vem trazendo problemas na hora do emplacamento e negociação de seguro.

A FLHP é um modelo Special Edition e como tal tem diferenças para a Road King Classic como a falta de um lugar para o garupa (banco e pedaleiras), alforges rígidos e a preparação para um tour pack Police, deixando a moto fora das especificações para ser emplacada como uma moto com dois lugares e falta de código na tabela FIPE para servir de parâmetro na hora do cálculo do prêmio de seguro a ser pago.

Segundo as informações que tive, a HDMC está corrigindo esse detalhe para permitir o emplacamento e devido enquadramento para cálculo de seguro.

De toda a forma, essa falha administrativa impede o livre uso da motocicleta.

Detalhe interessante é que não li nenhuma reclamação fora do Rio sobre esse problema.

É compra interessante, mas como tudo na HDMC, tem seus pepinos para descascar.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

FLHP Road King Police

Final de 2013 e a HDMC traz um extra para o natal: colocou a venda para pessoa física as unidades que não foram vendidas para as corporações militares e policiais, seja por falta de conclusão da licitação ou por não ter havido licitação para o total de unidades fabricadas no Brasil.

A Road King Police que está sendo vendida nos Dealers vem sem alguns equipamentos próprios para o uso policial tais como as sirenes e alto-falantes, luzes giratórias e estroboscópicas, assim como a bateria auxiliar para permitir o funcionamento desse aparato.

As primeiras unidades foram vendidas por pouco mais de R$ 51.000,00 e as que vem sendo comercializadas atualmente estão com preço variando entre R$ 54.000,00 e R$ 55.000,00, conforme o estado de origem do dealer.

Para o Rio foi informado que existem 8 unidades à venda, e já vi anunciadas unidades a venda em São Paulo, Bahia e Santa Catarina. Acredito que todos os dealers vão ter pelo menos uma unidade para ser comercializada, sendo distribuídas conforme a média mensal dos dealers.

O diferencial do modelo policial é a caixa de marcha heavy duty para aguentar o serviço de escolta, freios mais eficientes, rodas com design exclusivo, alforges rígidos das Electra Glides e banco solo com regulagem de mola.

A exclusividade do modelo e o preço de comercialização menor (praticamente 10% de diferença para o modelo Classic, que não se encontra nos dealers) são os atrativos da RK Police.

Lembrando que a Road King Rushmore Project (2014) é uma motocicleta mais moderna, com o TC103 um pouco modificado e o ABS conjugado sendo diferenciais importantes, além do complicador extra do banco solo da RK Police para quem viaja acompanhado.

E mesmo assim, todas as unidades que estão sendo colocadas a venda estão sendo comercializadas com muita rapidez.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

duelo nas tourings: Street Glide x Road King

Venho observando que a moda do início do ano, onde todos queriam uma Street Glide está começando a acabar.

Reparei nisso por conta de um amigo que me ofereceu sua Street Glide na troca pela minha Fat. Ele tinha uma Fat que foi trocada pela Street Glide, além de uma Ultra Classic. Por conta da esposa, a SG acabou ficando em segundo plano e, conforme a experiência dele, a Fat seria mais usável no trânsito do que as tourings. Grande problema continua sendo o mesmo: não tenho interesse na troca da moto.

E uma coisa puxa outra, comecei a prestar atenção nos fóruns de proprietários e já começam aparecer posts sobre a comparação entre os dois modelos.

A RK é um clássico e como tal nunca morre. Modelo muito apreciado para uso de escoltas e com muitos proprietários satisfeitos, principalmente aqueles que rodam sozinhos.

A SG apareceu como sendo "a" touring. Muitos elogios à ciclística, considerada como uma Electra mais usável, apesar da garupa fraca em relação à irmã EG.

O que sugiro antes de pensar em uma ou outra é ter certeza do que você quer. Já se encontram SG usadas no mercado pelo preço da RK e portanto o preço é contornável.

A garupa das duas precisa de melhorias: a falta do tourpack das EG traz a necessidade do sissybar para melhorar o conforto da garupa e leve sempre em mente que o banco da SG tem menos espessura que o banco da RK. Para quem vai rodar sozinho isso não é problema, mas para quem pretende pegar a estrada acompanhado pode ser uma bela fonte de reclamações. Outra coisa a ser pensada é capacidade de carga, menor pela falta do tourpack. Para uma garupa mais frequente e com menos vergonha de reclamar, isso é outra fonte de reclamação. Portanto, se você pretende rodar com uma garupa frequente, cogite uma Ultra.

Agora, para a turma que roda na estrada sem garupa ou com uma garupa eventual e está balançando entre as duas leve em consideração o seguinte: a RK é uma cruiser e a SG é uma bagger. Principal diferença: altura da moto. A SG tem menor altura de assento, assento mais cavado e menor vão livre do solo e com isso teremos diferenças na pilotagem.

Além disso, a RK conta com o windshield destacável e para quem gosta do vento na cara é uma bela vantagem, em compensação usa rodas raiadas que trazem câmara de ar e em caso de furo esvaziam mais rapidamente.

A SG, por conta do "morcegão" traz som de série e isso representa uma bela vantagem para muitos, que faz pensar se realmente vale a pena o vento na cara. Além de rodas de liga leve que eliminam a câmara.

Lógico que a minha análise é pessoal e a emoção sempre vai valer muito mais que razão na hora da escolha. Eu andei muito pouco em ambas, motor 103 é atraente e talvez pela novidade e por ser bem diferente da minha Fat, escolheria a SG para fazer companhia a minha velhinha.